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Leia o Texto, para responder a questão abaixo.

Cuidado com o que ouvem

  1. “Vigilância epistêmica” é a preocupação que todos nós devíamos ter com relação a tudo o que lemos, ouvimos e aprendemos de outros seres humanos, para não sermos enganados.
  2. Significa não acreditar em tudo o que é escrito e é dito por aí, inclusive em salas de aula.
  3. Achar que tudo o que ouvimos é verdadeiro, que nunca há uma segunda intenção do interlocutor, é viver ingenuamente, com sérias consequências para nossa vida profissional.
  4. Existe um livro famoso de Darrell Huff chamado Como Mentir com Estatísticas, que infelizmente é vendido todo dia, só que as editoras não divulgam para quem.
  5. Cabe a cada leitor tentar descobrir.
  6. Vigilância epistêmica é uma expressão mais elegante do que aquela palavra que todos nós já conhecíamos por “desconfiômetro”, que nossos pais nos ensinaram e infelizmente a maioria de nós esqueceu.
  7. Estudos mostram que crianças de até 3 anos são de fato ingênuas, acreditam em tudo o que veem, mas a partir dos 4 anos percebem que não devem crer.
  8. Por isso, crianças nessa idade adoram mágicas, ilusões óticas, truques. Assim, elas aprenderão a ter vigilância epistêmica no futuro.
  9. Lamentavelmente, muitos acabam se esquecendo disso na fase adulta e vivem confusos e enganados, porque não sabem mais o que é verdade ou mentira.
  10. Nossa imprensa infelizmente não ajuda nesse sentido; ela também não sabe mais separar o joio do trigo.
  11. Hoje, o Google indexa tudo o que encontra pela frente na internet, mesmo que se trate de uma grande bobagem ou de uma grande mentira.
  12. Qualquer “opinião” é divulgada aos quatro cantos do mundo.
  13. O Google não coloca nos primeiros lugares os sites da Universidade de Oxford, Cambridge, Harvard ou da USP, supostamente instituições preocupadas com a verdade.
  14. In veritas é o lema de Harvard. O Google não usa sequer como critério de seleção a “qualificação” de quem escreve o texto no seu algoritmo de classificação.
  15. Ph.Ds., especialistas, o Prêmio Nobel que estudou a fundo o verbete pesquisado aparecem muitas vezes somente na oitava página classificada pelo Google.
  16. Avaliem o efeito disso sobre a nossa cultura e a nossa sociedade a longo prazo.
  17. Todos nós precisamos estar atentos a dois aspectos com relação a tudo o que ouvimos e lemos:
    • Se quem nos fala ou escreve conhece a fundo o assunto, é um especialista comprovado, pesquisou ele próprio o tema, sabe do que está falando ou é no fundo um idiota que ouviu falar e simplesmente está repassando o que leu e ouviu, sem acrescentar absolutamente nada.
    • Se o autor está deliberadamente mentindo.
  18. Aumentar a nossa vigilância epistêmica é uma necessidade cada vez mais premente num tempo que todos os gurus chamam de “Era da Informação”.
  19. Discordo profundamente desses gurus, estamos na realidade na “Era da Desinformação”, de tanto lixo e “ruído” sem significado científico que nos são transmitidos diariamente por blogs, chats, podcasts e internet, sem a menor vigilância epistêmica de quem os coloca no ar. É mais uma consequência dessa visão neoliberal de que todos têm liberdade de expressar uma opinião, como se opiniões não precisassem de rigor científico e epistemológico antes de ser emitidas.
  20. Infelizmente, nossas universidades não ensinam epistemologia, aquela parte da filosofia que nos propõe indagar o que é real, o que dá para ser mensurado ou não, e assim por diante.
  21. Embora o ser humano nunca tenha tido tanto conhecimento como agora, estamos na “Era da Desinformação” porque perdemos nossa vigilância epistêmica. Ninguém nos ensina nem nos ajuda a separar o joio do trigo.
  22. Foi por isso que as “elites” intelectuais da França, Itália e Inglaterra no século XIV criaram as várias universidades com catedráticos escolhidos criteriosamente, justamente para servir de filtros e proteger suas culturas de crendices, religiões oportunistas e espertos pregando mentiras.
  23. Há 500 anos nós, professores titulares, livres-docentes e doutores, nos preocupamos com o método científico, a análise dos fatos usando critérios científicos, lógica, estatísticas de todos os tipos, antes de sair proclamando “verdades” ao grande público.
  24. Hoje, essa elite não é mais lida, prestigiada, escolhida, entrevistada nem ouvida em primeiro lugar. Pelo contrário, está lentamente desaparecendo, com sérias consequências. 

Extraído de: Revista Veja, Editora Abril, edição 2028, ano 40, nº 39, 3 de outubro de 2007, página 20.

Há uma crítica no texto endereçada à plataforma Google expressa no parágrafo:

 

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Cuidado com o que ouvem

  1. “Vigilância epistêmica” é a preocupação que todos nós devíamos ter com relação a tudo o que lemos, ouvimos e aprendemos de outros seres humanos, para não sermos enganados.
  2. Significa não acreditar em tudo o que é escrito e é dito por aí, inclusive em salas de aula.
  3. Achar que tudo o que ouvimos é verdadeiro, que nunca há uma segunda intenção do interlocutor, é viver ingenuamente, com sérias consequências para nossa vida profissional.
  4. Existe um livro famoso de Darrell Huff chamado Como Mentir com Estatísticas, que infelizmente é vendido todo dia, só que as editoras não divulgam para quem.
  5. Cabe a cada leitor tentar descobrir.
  6. Vigilância epistêmica é uma expressão mais elegante do que aquela palavra que todos nós já conhecíamos por “desconfiômetro”, que nossos pais nos ensinaram e infelizmente a maioria de nós esqueceu.
  7. Estudos mostram que crianças de até 3 anos são de fato ingênuas, acreditam em tudo o que veem, mas a partir dos 4 anos percebem que não devem crer.
  8. Por isso, crianças nessa idade adoram mágicas, ilusões óticas, truques. Assim, elas aprenderão a ter vigilância epistêmica no futuro.
  9. Lamentavelmente, muitos acabam se esquecendo disso na fase adulta e vivem confusos e enganados, porque não sabem mais o que é verdade ou mentira.
  10. Nossa imprensa infelizmente não ajuda nesse sentido; ela também não sabe mais separar o joio do trigo.
  11. Hoje, o Google indexa tudo o que encontra pela frente na internet, mesmo que se trate de uma grande bobagem ou de uma grande mentira.
  12. Qualquer “opinião” é divulgada aos quatro cantos do mundo.
  13. O Google não coloca nos primeiros lugares os sites da Universidade de Oxford, Cambridge, Harvard ou da USP, supostamente instituições preocupadas com a verdade.
  14. In veritas é o lema de Harvard. O Google não usa sequer como critério de seleção a “qualificação” de quem escreve o texto no seu algoritmo de classificação.
  15. Ph.Ds., especialistas, o Prêmio Nobel que estudou a fundo o verbete pesquisado aparecem muitas vezes somente na oitava página classificada pelo Google.
  16. Avaliem o efeito disso sobre a nossa cultura e a nossa sociedade a longo prazo.
  17. Todos nós precisamos estar atentos a dois aspectos com relação a tudo o que ouvimos e lemos:
    • Se quem nos fala ou escreve conhece a fundo o assunto, é um especialista comprovado, pesquisou ele próprio o tema, sabe do que está falando ou é no fundo um idiota que ouviu falar e simplesmente está repassando o que leu e ouviu, sem acrescentar absolutamente nada.
    • Se o autor está deliberadamente mentindo.
  18. Aumentar a nossa vigilância epistêmica é uma necessidade cada vez mais premente num tempo que todos os gurus chamam de “Era da Informação”.
  19. Discordo profundamente desses gurus, estamos na realidade na “Era da Desinformação”, de tanto lixo e “ruído” sem significado científico que nos são transmitidos diariamente por blogs, chats, podcasts e internet, sem a menor vigilância epistêmica de quem os coloca no ar. É mais uma consequência dessa visão neoliberal de que todos têm liberdade de expressar uma opinião, como se opiniões não precisassem de rigor científico e epistemológico antes de ser emitidas.
  20. Infelizmente, nossas universidades não ensinam epistemologia, aquela parte da filosofia que nos propõe indagar o que é real, o que dá para ser mensurado ou não, e assim por diante.
  21. Embora o ser humano nunca tenha tido tanto conhecimento como agora, estamos na “Era da Desinformação” porque perdemos nossa vigilância epistêmica. Ninguém nos ensina nem nos ajuda a separar o joio do trigo.
  22. Foi por isso que as “elites” intelectuais da França, Itália e Inglaterra no século XIV criaram as várias universidades com catedráticos escolhidos criteriosamente, justamente para servir de filtros e proteger suas culturas de crendices, religiões oportunistas e espertos pregando mentiras.
  23. Há 500 anos nós, professores titulares, livres-docentes e doutores, nos preocupamos com o método científico, a análise dos fatos usando critérios científicos, lógica, estatísticas de todos os tipos, antes de sair proclamando “verdades” ao grande público.
  24. Hoje, essa elite não é mais lida, prestigiada, escolhida, entrevistada nem ouvida em primeiro lugar. Pelo contrário, está lentamente desaparecendo, com sérias consequências. 

Extraído de: Revista Veja, Editora Abril, edição 2028, ano 40, nº 39, 3 de outubro de 2007, página 20.

Segundo o texto, a vigilância epistêmica pode ser materializada por meio de uma atitude:

 

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Cuidado com o que ouvem

  1. “Vigilância epistêmica” é a preocupação que todos nós devíamos ter com relação a tudo o que lemos, ouvimos e aprendemos de outros seres humanos, para não sermos enganados.
  2. Significa não acreditar em tudo o que é escrito e é dito por aí, inclusive em salas de aula.
  3. Achar que tudo o que ouvimos é verdadeiro, que nunca há uma segunda intenção do interlocutor, é viver ingenuamente, com sérias consequências para nossa vida profissional.
  4. Existe um livro famoso de Darrell Huff chamado Como Mentir com Estatísticas, que infelizmente é vendido todo dia, só que as editoras não divulgam para quem.
  5. Cabe a cada leitor tentar descobrir.
  6. Vigilância epistêmica é uma expressão mais elegante do que aquela palavra que todos nós já conhecíamos por “desconfiômetro”, que nossos pais nos ensinaram e infelizmente a maioria de nós esqueceu.
  7. Estudos mostram que crianças de até 3 anos são de fato ingênuas, acreditam em tudo o que veem, mas a partir dos 4 anos percebem que não devem crer.
  8. Por isso, crianças nessa idade adoram mágicas, ilusões óticas, truques. Assim, elas aprenderão a ter vigilância epistêmica no futuro.
  9. Lamentavelmente, muitos acabam se esquecendo disso na fase adulta e vivem confusos e enganados, porque não sabem mais o que é verdade ou mentira.
  10. Nossa imprensa infelizmente não ajuda nesse sentido; ela também não sabe mais separar o joio do trigo.
  11. Hoje, o Google indexa tudo o que encontra pela frente na internet, mesmo que se trate de uma grande bobagem ou de uma grande mentira.
  12. Qualquer “opinião” é divulgada aos quatro cantos do mundo.
  13. O Google não coloca nos primeiros lugares os sites da Universidade de Oxford, Cambridge, Harvard ou da USP, supostamente instituições preocupadas com a verdade.
  14. In veritas é o lema de Harvard. O Google não usa sequer como critério de seleção a “qualificação” de quem escreve o texto no seu algoritmo de classificação.
  15. Ph.Ds., especialistas, o Prêmio Nobel que estudou a fundo o verbete pesquisado aparecem muitas vezes somente na oitava página classificada pelo Google.
  16. Avaliem o efeito disso sobre a nossa cultura e a nossa sociedade a longo prazo.
  17. Todos nós precisamos estar atentos a dois aspectos com relação a tudo o que ouvimos e lemos:
    • Se quem nos fala ou escreve conhece a fundo o assunto, é um especialista comprovado, pesquisou ele próprio o tema, sabe do que está falando ou é no fundo um idiota que ouviu falar e simplesmente está repassando o que leu e ouviu, sem acrescentar absolutamente nada.
    • Se o autor está deliberadamente mentindo.
  18. Aumentar a nossa vigilância epistêmica é uma necessidade cada vez mais premente num tempo que todos os gurus chamam de “Era da Informação”.
  19. Discordo profundamente desses gurus, estamos na realidade na “Era da Desinformação”, de tanto lixo e “ruído” sem significado científico que nos são transmitidos diariamente por blogs, chats, podcasts e internet, sem a menor vigilância epistêmica de quem os coloca no ar. É mais uma consequência dessa visão neoliberal de que todos têm liberdade de expressar uma opinião, como se opiniões não precisassem de rigor científico e epistemológico antes de ser emitidas.
  20. Infelizmente, nossas universidades não ensinam epistemologia, aquela parte da filosofia que nos propõe indagar o que é real, o que dá para ser mensurado ou não, e assim por diante.
  21. Embora o ser humano nunca tenha tido tanto conhecimento como agora, estamos na “Era da Desinformação” porque perdemos nossa vigilância epistêmica. Ninguém nos ensina nem nos ajuda a separar o joio do trigo.
  22. Foi por isso que as “elites” intelectuais da França, Itália e Inglaterra no século XIV criaram as várias universidades com catedráticos escolhidos criteriosamente, justamente para servir de filtros e proteger suas culturas de crendices, religiões oportunistas e espertos pregando mentiras.
  23. Há 500 anos nós, professores titulares, livres-docentes e doutores, nos preocupamos com o método científico, a análise dos fatos usando critérios científicos, lógica, estatísticas de todos os tipos, antes de sair proclamando “verdades” ao grande público.
  24. Hoje, essa elite não é mais lida, prestigiada, escolhida, entrevistada nem ouvida em primeiro lugar. Pelo contrário, está lentamente desaparecendo, com sérias consequências. 

Extraído de: Revista Veja, Editora Abril, edição 2028, ano 40, nº 39, 3 de outubro de 2007, página 20.

Sobre “Vigilância epistêmica” no texto só é correto se afirmar que:

 

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3782465 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Santarém-PA
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Na construção do Projeto Político-Pedagógico  (PPP) devem ser considerados, pelo menos, sete elementos básicos, denominados como: as finalidades da escola, a estrutura organizacional, o currículo, o tempo escolar, o processo de decisão, as relações de trabalho e a avaliação. Ao que se refere ao elemento processo de decisão é correto afirmar: Permitir a reflexão com base em dados concretos sobre como a escola organiza-se para colocar em ação seu PPP. Não pode ser instrumento de exclusão dos alunos provenientes das classes trabalhadoras, pelo contrário, deve favorecer o desenvolvimento da capacidade do aluno.

Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
3782464 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Santarém-PA
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M.S.A, 28 anos é diabética e está com um bom controle de sua doença nos últimos meses, porém em sua última visita a unidade básica de saúde, seus exames mostraram uma hemoglobina glicada de 12%. Desconfiado de um resultado falso positivo, você a questionará sobre:

 

I. Dieta rica em Ferro.

 

II. Se teve algum sangramento intenso.

 

III. Estado de anemia hemolítica.

 

Está(riam) correta(s):

Questão Anulada

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3782463 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Santarém-PA
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É um fator que desenvolve acidose lática e consequente aceleração da morte neuronal, pode contribuir para o aumento da área isquêmica e piora do quadro neurológico. Esse texto se refere a um fator que deve ser controlado em um caso de isquemia cerebral, denominado:

Questão Anulada

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3782462 Ano: 2024
Disciplina: Enfermagem
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Santarém-PA
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Segundo a Linha de Cuidado do Adulto com  Hipertensão Arterial Sistêmica, Pacientes préhipertensos apresentam maior probabilidade de se tornarem hipertensos e de desenvolvimento de complicações cardiovasculares, quando comparados a indivíduos normotensos. Assinale a alternativa que apresenta o valor da Pressão Arterial Sistólica (PAS) e Pressão Arterial Diastólica (PAD) considerada como pré-hipertensão:

Questão Anulada

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3782461 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Santarém-PA
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Qual o valor exato da diferença 99999 − 99998?
Questão Anulada

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3782460 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Santarém-PA
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Data a função f : ℝ ⟶ ℝ definida por \( f (x) = {\sqrt-2x +8} \), podemos afirmar que o domínio da função é o conujunto:

Questão Anulada

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3782459 Ano: 2024
Disciplina: Farmácia
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Santarém-PA
Provas:
As drogas derivadas semi-sintéticas da eritromicina que apresentam um grupamento cetona em sua composição, interagindo com a subunidade 23S do RNAr sendo também capazes de inibir a formação da subunidade 30S, sendo identificadas como:
Questão Anulada

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