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São modalidades de Interpretação:
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Assinale a alternativa que corresponde a um sinal de Classificador:
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A Língua Brasileira de sinais tem sua estrutura constituída por parâmetros primários e secundários.
Assinale a alternativa que traz informação incorreta sobre esses parâmetros.
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A tradução sempre envolve uma língua escrita enquanto que a interpretação sempre envolve as línguas faladas/sinalizadas, ou seja, as modalidades orais-auditivas e visuais-espaciais. O termo tradutor é usado de forma mais generalizada e inclui o termo interpretação.
A afirmativa acima está:
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O Art. 18, do Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000, definindo que: Nos próximos dez anos, a partir da publicação deste Decreto, a formação de tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa, em nível médio, deve ser realizada por meio de:
I. Cursos de educação profissional.
II. Cursos de extensão universitária.
III. Cursos de formação continuada promovidos por instituições de ensino superior e instituições credenciadas por secretarias de educação.
Está (estão) correta(s):
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A Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais, em seu Art. 4o diz: “O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de , de e de , em seus níveis médio e superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme legislação vigente”.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas da proposição acima.
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O intérprete de Libras
Os alunos surdos precisam ser acompanhados com o auxílio do intérprete da Língua de Sinais, profissional fluente na língua falada/sinalizada do seu país, qualificado para desenvolver essa função (Barbosa-Junior, 2011). Esse profissional precisa realizar a interpretação de uma língua falada para a sinalizada e vice-versa. De acordo com Quadros (2004, p. 27), o tradutor intérprete de Língua de Sinais é aquele “profissional que domina a Língua de Sinais e a língua falada do país e que é qualificado para desempenhar a função de intérprete da Libras. No Brasil, o intérprete da Língua de Sinais deve dominar a Língua Brasileira de Sinais e a língua portuguesa”. [...]
No momento de uma interpretação, o intérprete da Libras precisa mostrar-se totalmente imparcial, sem interferência de opinião pessoal; deve passar confiança e manter sigilo caso lhe seja pedido; deve saber estabelecer limites no envolvimento durante sua atuação e prezar pela fidelidade oral, textual, ou seja, jamais alterar ou opinar a cerca do assunto em questão (Lacerda, 2000). Quadros (2004, p. 28) expõem de forma enfática os pressupostos deste profissional: realizar a interpretação da língua falada para a língua sinalizada e vice-versa observando os seguintes preceitos éticos: a) confiabilidade (sigilo profissional); b) imparcialidade (o intérprete deve ser neutro e não interferir com opiniões próprias); c) discrição (o intérprete deve estabelecer limites no seu envolvimento durante a atuação); d) distância profissional (o profissional intérprete e sua vida pessoal são separados); e) fidelidade (a interpretação deve ser fiel, o intérprete não pode alterar a informação por querer ajudar ou ter opiniões à respeito de algum assunto, o objetivo da interpretação é passar o que realmente foi dito).
Esses são alguns requisitos ligados ao intérprete; por essa razão, o professor, ao questionar, precisa estar ciente de tais interpostos interpretativos, ou seja, se o que ele está explicitando está sendo realmente transmitido ao aluno surdo (Barbosa-Junior, 2011). O intérprete deve ser competente para exercer sua função sem que haja desconfiança quanto ao profissionalismo. [...]
A atuação do intérprete é de suma importância, pois sem a sua presença se torna impossível para o aluno surdo adquirir conhecimentos e absorver conteúdos ministrados na aula pelo professor ouvinte. Assim, afirmam Lacerda et al. (2011, p. 5), “o objetivo principal não é apenas traduzir, mas buscar, juntamente com o professor, meios diferenciados de ensino para que o aluno surdo possa ser favorecido por uma aprendizagem especificamente elaborada e pensada e, consequentemente, eficiente”.
Sendo assim, cada profissional deve reconhecer seu papel nesse processo de inclusão escolar, pois tem uma função diferenciada do professor e não deve de maneira alguma ocupar o lugar do professor, ou seja, jamais substituir-lhe na sua ausência (Lacerda, 2002; Quadros, 2004). A função do professor não é tão somente ensinar, mas a do intérprete é apenas interpretar. Lacerda et al. (2011, p.18) afirmam que é necessário que haja uma mudança de postura por parte do professor, que também tem o dever, como educador, de auxiliar o intérprete da Língua de Sinais em suas práticas. Se o professor não assumir práticas que favoreçam a atuação do intérprete da Língua de Sinais, consequentemente, a compreensão do aluno surdo ficará comprometida.
Severina Mariano da Silva Almeida
Eduardo Beltrão de Lucena Córdula
http://educacaopublica.cederj.edu.br/revista/artigos/o-papel-do-interprete-de-libras-no-processo-de-ensino-aprendizagem-doa-alunoa-surdoa - texto adaptado.
Considere as seguintes afirmativas sobre o texto e, após, marque a alternativa correta.
I. O termo que exerce a função de sujeito do verbo precisar é o mesmo ser sujeito desse verbo, empregado no início do segundo período do primeiro parágrafo.
II. O termo a Língua de Sinais e a língua falada do país completa o sentido do verbo dominar, assim como o termo essa função completa o sentido do verbo desenvolver.
III. Retirando a desinência de plural da palavra alunos, no primeiro período do texto, quatro palavras a mais deverão passar para o singular a fim de atender à sintaxe de concordância.
IV. O ponto e vírgula, empregado no segundo parágrafo do texto, separa itens de mesma função sintática.
V. A expressão ou seja, nas duas situações de uso, pode ser substituída por isto é, sem que ocorra alteração de sentido aos contextos do texto onde está empregada.
VI. A expressão que inicia o último parágrafo do texto pode ser substituída pela conjunção Portanto, visto que ambas expressam ideia de conclusão.
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O intérprete de Libras
Os alunos surdos precisam ser acompanhados com o auxílio do intérprete da Língua de Sinais, profissional fluente na língua falada/sinalizada do seu país, qualificado para desenvolver essa função (Barbosa-Junior, 2011). Esse profissional precisa realizar a interpretação de uma língua falada para a sinalizada e vice-versa. De acordo com Quadros (2004, p. 27), o tradutor intérprete de Língua de Sinais é aquele “profissional que domina a Língua de Sinais e a língua falada do país e que é qualificado para desempenhar a função de intérprete da Libras. No Brasil, o intérprete da Língua de Sinais deve dominar a Língua Brasileira de Sinais e a língua portuguesa”. [...]
No momento de uma interpretação, o intérprete da Libras precisa mostrar-se totalmente imparcial, sem interferência de opinião pessoal; deve passar confiança e manter sigilo caso lhe seja pedido; deve saber estabelecer limites no envolvimento durante sua atuação e prezar pela fidelidade oral, textual, ou seja, jamais alterar ou opinar a cerca do assunto em questão (Lacerda, 2000). Quadros (2004, p. 28) expõem de forma enfática os pressupostos deste profissional: realizar a interpretação da língua falada para a língua sinalizada e vice-versa observando os seguintes preceitos éticos: a) confiabilidade (sigilo profissional); b) imparcialidade (o intérprete deve ser neutro e não interferir com opiniões próprias); c) discrição (o intérprete deve estabelecer limites no seu envolvimento durante a atuação); d) distância profissional (o profissional intérprete e sua vida pessoal são separados); e) fidelidade (a interpretação deve ser fiel, o intérprete não pode alterar a informação por querer ajudar ou ter opiniões à respeito de algum assunto, o objetivo da interpretação é passar o que realmente foi dito).
Esses são alguns requisitos ligados ao intérprete; por essa razão, o professor, ao questionar, precisa estar ciente de tais interpostos interpretativos, ou seja, se o que ele está explicitando está sendo realmente transmitido ao aluno surdo (Barbosa-Junior, 2011). O intérprete deve ser competente para exercer sua função sem que haja desconfiança quanto ao profissionalismo. [...]
A atuação do intérprete é de suma importância, pois sem a sua presença se torna impossível para o aluno surdo adquirir conhecimentos e absorver conteúdos ministrados na aula pelo professor ouvinte. Assim, afirmam Lacerda et al. (2011, p. 5), “o objetivo principal não é apenas traduzir, mas buscar, juntamente com o professor, meios diferenciados de ensino para que o aluno surdo possa ser favorecido por uma aprendizagem especificamente elaborada e pensada e, consequentemente, eficiente”.
Sendo assim, cada profissional deve reconhecer seu papel nesse processo de inclusão escolar, pois tem uma função diferenciada do professor e não deve de maneira alguma ocupar o lugar do professor, ou seja, jamais substituir-lhe na sua ausência (Lacerda, 2002; Quadros, 2004). A função do professor não é tão somente ensinar, mas a do intérprete é apenas interpretar. Lacerda et al. (2011, p.18) afirmam que é necessário que haja uma mudança de postura por parte do professor, que também tem o dever, como educador, de auxiliar o intérprete da Língua de Sinais em suas práticas. Se o professor não assumir práticas que favoreçam a atuação do intérprete da Língua de Sinais, consequentemente, a compreensão do aluno surdo ficará comprometida.
Severina Mariano da Silva Almeida
Eduardo Beltrão de Lucena Córdula
http://educacaopublica.cederj.edu.br/revista/artigos/o-papel-do-interprete-de-libras-no-processo-de-ensino-aprendizagem-doa-alunoa-surdoa - texto adaptado.
Atribua 1000 pontos para cada afirmativa verdadeira sobre o texto e 100 pontos para cada afirmativa falsa. Na sequência, marque a alternativa que apresenta a soma correspondente a todos os pontos.
( ) O tempo verbal que predomina no texto é o presente do modo indicativo e a função de linguagem é a referencial.
( ) O texto caracteriza-se como uma crônica opinativa a respeito do profissional intérprete de Libras.
( ) A expressão cada profissional faz referência exclusiva aos intérpretes de libras, aos professores e demais profissionais das escolas envolvidos no processo educacional dos alunos surdos.
( ) A afirmação de que “a compreensão do aluno surdo ficará comprometida” está condicionada consequentemente ao fato de “o professor não assumir práticas que favoreçam a atuação do intérprete da Língua de Sinais”.
( ) O conector para que (linha 31) introduz a finalidade da oração “mas buscar, juntamente com o professor, meios diferenciados de ensino”.
( ) A conjunção ou em “jamais alterar ou opinar” tem o mesmo sentido que em “ajudar ou ter opiniões”. Nos dois casos, expressa ideia de exclusão.
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O intérprete de Libras
Os alunos surdos precisam ser acompanhados com o auxílio do intérprete da Língua de Sinais, profissional fluente na língua falada/sinalizada do seu país, qualificado para desenvolver essa função (Barbosa-Junior, 2011). Esse profissional precisa realizar a interpretação de uma língua falada para a sinalizada e vice-versa. De acordo com Quadros (2004, p. 27), o tradutor intérprete de Língua de Sinais é aquele “profissional que domina a Língua de Sinais e a língua falada do país e que é qualificado para desempenhar a função de intérprete da Libras. No Brasil, o intérprete da Língua de Sinais deve dominar a Língua Brasileira de Sinais e a língua portuguesa”. [...]
No momento de uma interpretação, o intérprete da Libras precisa mostrar-se totalmente imparcial, sem interferência de opinião pessoal; deve passar confiança e manter sigilo caso lhe seja pedido; deve saber estabelecer limites no envolvimento durante sua atuação e prezar pela fidelidade oral, textual, ou seja, jamais alterar ou opinar a cerca do assunto em questão (Lacerda, 2000). Quadros (2004, p. 28) expõem de forma enfática os pressupostos deste profissional: realizar a interpretação da língua falada para a língua sinalizada e vice-versa observando os seguintes preceitos éticos: a) confiabilidade (sigilo profissional); b) imparcialidade (o intérprete deve ser neutro e não interferir com opiniões próprias); c) discrição (o intérprete deve estabelecer limites no seu envolvimento durante a atuação); d) distância profissional (o profissional intérprete e sua vida pessoal são separados); e) fidelidade (a interpretação deve ser fiel, o intérprete não pode alterar a informação por querer ajudar ou ter opiniões à respeito de algum assunto, o objetivo da interpretação é passar o que realmente foi dito).
Esses são alguns requisitos ligados ao intérprete; por essa razão, o professor, ao questionar, precisa estar ciente de tais interpostos interpretativos, ou seja, se o que ele está explicitando está sendo realmente transmitido ao aluno surdo (Barbosa-Junior, 2011). O intérprete deve ser competente para exercer sua função sem que haja desconfiança quanto ao profissionalismo. [...]
A atuação do intérprete é de suma importância, pois sem a sua presença se torna impossível para o aluno surdo adquirir conhecimentos e absorver conteúdos ministrados na aula pelo professor ouvinte. Assim, afirmam Lacerda et al. (2011, p. 5), “o objetivo principal não é apenas traduzir, mas buscar, juntamente com o professor, meios diferenciados de ensino para que o aluno surdo possa ser favorecido por uma aprendizagem especificamente elaborada e pensada e, consequentemente, eficiente”.
Sendo assim, cada profissional deve reconhecer seu papel nesse processo de inclusão escolar, pois tem uma função diferenciada do professor e não deve de maneira alguma ocupar o lugar do professor, ou seja, jamais substituir-lhe na sua ausência (Lacerda, 2002; Quadros, 2004). A função do professor não é tão somente ensinar, mas a do intérprete é apenas interpretar. Lacerda et al. (2011, p.18) afirmam que é necessário que haja uma mudança de postura por parte do professor, que também tem o dever, como educador, de auxiliar o intérprete da Língua de Sinais em suas práticas. Se o professor não assumir práticas que favoreçam a atuação do intérprete da Língua de Sinais, consequentemente, a compreensão do aluno surdo ficará comprometida.
Severina Mariano da Silva Almeida
Eduardo Beltrão de Lucena Córdula
http://educacaopublica.cederj.edu.br/revista/artigos/o-papel-do-interprete-de-libras-no-processo-de-ensino-aprendizagem-doa-alunoa-surdoa - texto adaptado.
Com base no texto, analise as afirmações a seguir identificando-as como certas (C) ou erradas (E). Após, marque a alternativa que apresenta a sequência correta das letras de cima para baixo.
( ) Realizar a interpretação da língua falada para a língua sinalizada e vice-versa, observando os preceitos éticos, é um dos pressupostos da atuação profissional do intérprete de Libras.
( ) Confiabilidade e imparcialidade referem-se, respectivamente, à neutralidade e ao sigilo profissional.
( ) Conforme o texto, discrição e distância profissional são preceitos éticos que estabelecem entre si uma relação de sinonímia.
( ) A fidelidade a que se refere o texto está relacionada à distância profissional que deve existir entre o intérprete e, no caso, o aluno surdo, de forma que se estabeleça entre ambos uma relação de respeito e que se estabeleçam limites no envolvimento durante a atuação do intérprete.
( ) O objetivo da interpretação é passar o que realmente foi dito, de forma imparcial, sem interferências pessoais, devendo o intérprete ser competente na sua função, de forma que haja confiança quanto à sua atuação profissional.
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O intérprete de Libras
Os alunos surdos precisam ser acompanhados com o auxílio do intérprete da Língua de Sinais, profissional fluente na língua falada/sinalizada do seu país, qualificado para desenvolver essa função (Barbosa-Junior, 2011). Esse profissional precisa realizar a interpretação de uma língua falada para a sinalizada e vice-versa. De acordo com Quadros (2004, p. 27), o tradutor intérprete de Língua de Sinais é aquele “profissional que domina a Língua de Sinais e a língua falada do país e que é qualificado para desempenhar a função de intérprete da Libras. No Brasil, o intérprete da Língua de Sinais deve dominar a Língua Brasileira de Sinais e a língua portuguesa”. [...]
No momento de uma interpretação, o intérprete da Libras precisa mostrar-se totalmente imparcial, sem interferência de opinião pessoal; deve passar confiança e manter sigilo caso lhe seja pedido; deve saber estabelecer limites no envolvimento durante sua atuação e prezar pela fidelidade oral, textual, ou seja, jamais alterar ou opinar a cerca do assunto em questão (Lacerda, 2000). Quadros (2004, p. 28) expõem de forma enfática os pressupostos deste profissional: realizar a interpretação da língua falada para a língua sinalizada e vice-versa observando os seguintes preceitos éticos: a) confiabilidade (sigilo profissional); b) imparcialidade (o intérprete deve ser neutro e não interferir com opiniões próprias); c) discrição (o intérprete deve estabelecer limites no seu envolvimento durante a atuação); d) distância profissional (o profissional intérprete e sua vida pessoal são separados); e) fidelidade (a interpretação deve ser fiel, o intérprete não pode alterar a informação por querer ajudar ou ter opiniões à respeito de algum assunto, o objetivo da interpretação é passar o que realmente foi dito).
Esses são alguns requisitos ligados ao intérprete; por essa razão, o professor, ao questionar, precisa estar ciente de tais interpostos interpretativos, ou seja, se o que ele está explicitando está sendo realmente transmitido ao aluno surdo (Barbosa-Junior, 2011). O intérprete deve ser competente para exercer sua função sem que haja desconfiança quanto ao profissionalismo. [...]
A atuação do intérprete é de suma importância, pois sem a sua presença se torna impossível para o aluno surdo adquirir conhecimentos e absorver conteúdos ministrados na aula pelo professor ouvinte. Assim, afirmam Lacerda et al. (2011, p. 5), “o objetivo principal não é apenas traduzir, mas buscar, juntamente com o professor, meios diferenciados de ensino para que o aluno surdo possa ser favorecido por uma aprendizagem especificamente elaborada e pensada e, consequentemente, eficiente”.
Sendo assim, cada profissional deve reconhecer seu papel nesse processo de inclusão escolar, pois tem uma função diferenciada do professor e não deve de maneira alguma ocupar o lugar do professor, ou seja, jamais substituir-lhe na sua ausência (Lacerda, 2002; Quadros, 2004). A função do professor não é tão somente ensinar, mas a do intérprete é apenas interpretar. Lacerda et al. (2011, p.18) afirmam que é necessário que haja uma mudança de postura por parte do professor, que também tem o dever, como educador, de auxiliar o intérprete da Língua de Sinais em suas práticas. Se o professor não assumir práticas que favoreçam a atuação do intérprete da Língua de Sinais, consequentemente, a compreensão do aluno surdo ficará comprometida.
Severina Mariano da Silva Almeida
Eduardo Beltrão de Lucena Córdula
http://educacaopublica.cederj.edu.br/revista/artigos/o-papel-do-interprete-de-libras-no-processo-de-ensino-aprendizagem-doa-alunoa-surdoa - texto adaptado.
Considere os seguintes itens a respeito das ideias do texto:
I. Os autores do texto, ao abordarem as responsabilidades e funções do intérprete de Libras, deixam claro que atuação desse profissional é exclusiva das salas de aula, já que “A atuação do intérprete é de suma importância, pois sem a sua presença se torna impossível para o aluno surdo adquirir conhecimentos...”.
II. Para desempenhar a função de intérprete de Língua de Sinais no Brasil, é preciso que esse profissional tenha o domínio da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e da língua falada no país, no caso a língua portuguesa.
III. O intérprete da Libras deve atentar para a fidelidade no momento da interpretação de forma a garantir a originalidade do que está sendo transmitido. Porém, em se tratando de sala de aula, caso as explicações do professor se apresentem com certo grau de dificuldade, o intérprete pode valer-se de seus conhecimentos e de suas experiências de modo a tornar as explicações mais fáceis e, assim, facilitar a compreensão por parte do aluno surdo.
Conforme o texto:
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