Foram encontradas 40 questões.
2170272
Ano: 2022
Disciplina: Medicina
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Medicina
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Assinale a alternativa CORRETA.
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2170271
Ano: 2022
Disciplina: Medicina
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Medicina
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Paciente com sintomas demenciais importantes: memória de curto prazo bastante prejudicada, ansiedade,
irritabilidade, lentidão psicomotora e insônia. Qual é a conduta principal?
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2170270
Ano: 2022
Disciplina: Medicina
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Medicina
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Sobre os antipsicóticos atípicos, assinale a alternativa INCORRETA.
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2168866
Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:
A periodização da história jamais é um ato neutro ou inocente: a evolução da imagem da
Idade Média na época moderna e contemporânea comprova isso. Por meio da periodização,
expressa-se uma apreciação das sequências assim definidas, um julgamento de valor, mesmo que
seja coletivo. Aliás, a imagem de um período histórico pode mudar com o tempo.
A periodização, obra do homem, é portanto ao mesmo tempo artificial e provisória. Ela evolui
com a própria história. Em relação a isso, ela tem uma dupla utilidade: permite melhor controlar o
tempo passado, mas também sublinha a fragilidade desse instrumento do saber humano que é a
história.
O termo “Idade Média”, que expressa a ideia de que a humanidade sai de um período
brilhante esperando, sem dúvida, entrar num período tão radioso quanto, é difundido, diz-se, no
século XV, principalmente em Florença: aí está a razão pela qual essa cidade se torna o centro do
humanismo. O próprio termo “humanismo” não existe antes do século XIX: em torno de 1840, ele
designa a doutrina que coloca o homem no centro do pensamento e da sociedade. Parece que ele é
primeiramente encontrado na Alemanha, e depois em Pierre Joseph Proudhon, em 1846. Vemos que
o termo “Renascimento” levou tempo para impor-se diante do termo “Idade Média”. [...]
Se agora nos voltarmos para trás, a cronologia não é mais clara, nem mais precoce. Na Idade
Média, a noção de “Antiguidade” é reservada a Grécia e Roma pelos eruditos. A ideia de uma
Antiguidade da qual, de alguma forma, sairia a Idade Média – dado que esse período dito antigo
parece ter sido o modelo e a nostalgia da maior parte dos clérigos medievais – não aparece antes do
século XVI, e ainda assim de maneira fluida. [...]
Durante muito tempo se fez corresponder o fim da Antiguidade com a conversão do
imperador Constantino ao cristianismo (Édito de Milão, 313) ou com a remissão ao imperador de
Bizâncio das insígnias imperiais ocidentais (476). Porém, vários historiadores enfatizaram que a
transformação de uma época a outra foi longa, progressiva, cheia de sobreposições.
Fonte: LE GOFF, J. A história deve ser dividida em pedaços?. Trad. Nícia Adan Bonatti. São Paulo: Editora Unesp,
2015, p. 29-31.
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2168865
Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:
A periodização da história jamais é um ato neutro ou inocente: a evolução da imagem da
Idade Média na época moderna e contemporânea comprova isso. Por meio da periodização,
expressa-se uma apreciação das sequências assim definidas, um julgamento de valor, mesmo que
seja coletivo. Aliás, a imagem de um período histórico pode mudar com o tempo.
A periodização, obra do homem, é portanto ao mesmo tempo artificial e provisória. Ela evolui
com a própria história. Em relação a isso, ela tem uma dupla utilidade: permite melhor controlar o
tempo passado, mas também sublinha a fragilidade desse instrumento do saber humano que é a
história.
O termo “Idade Média”, que expressa a ideia de que a humanidade sai de um período
brilhante esperando, sem dúvida, entrar num período tão radioso quanto, é difundido, diz-se, no
século XV, principalmente em Florença: aí está a razão pela qual essa cidade se torna o centro do
humanismo. O próprio termo “humanismo” não existe antes do século XIX: em torno de 1840, ele
designa a doutrina que coloca o homem no centro do pensamento e da sociedade. Parece que ele é
primeiramente encontrado na Alemanha, e depois em Pierre Joseph Proudhon, em 1846. Vemos que
o termo “Renascimento” levou tempo para impor-se diante do termo “Idade Média”. [...]
Se agora nos voltarmos para trás, a cronologia não é mais clara, nem mais precoce. Na Idade
Média, a noção de “Antiguidade” é reservada a Grécia e Roma pelos eruditos. A ideia de uma
Antiguidade da qual, de alguma forma, sairia a Idade Média – dado que esse período dito antigo
parece ter sido o modelo e a nostalgia da maior parte dos clérigos medievais – não aparece antes do
século XVI, e ainda assim de maneira fluida. [...]
Durante muito tempo se fez corresponder o fim da Antiguidade com a conversão do
imperador Constantino ao cristianismo (Édito de Milão, 313) ou com a remissão ao imperador de
Bizâncio das insígnias imperiais ocidentais (476). Porém, vários historiadores enfatizaram que a
transformação de uma época a outra foi longa, progressiva, cheia de sobreposições.
Fonte: LE GOFF, J. A história deve ser dividida em pedaços?. Trad. Nícia Adan Bonatti. São Paulo: Editora Unesp,
2015, p. 29-31.
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2166175
Ano: 2022
Disciplina: Medicina
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Medicina
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Sobre o TDAH, assinale a alternativa INCORRETA.
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2165758
Ano: 2022
Disciplina: Medicina
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Medicina
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Assinale a alternativa CORRETA.
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2165757
Ano: 2022
Disciplina: Medicina
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Medicina
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Durante uma consulta, você começa a acompanhar um paciente com diagnóstico de Artrite Reumatoide.
Esse paciente se queixa de dores e edema em articulações das mãos. Ele faz uso de tratamento à base de
corticoides e metotrexato (posologia registrada em uma caderneta que carrega). Durante a coleta do histórico
completo do paciente, ele refere fazer tratamento psiquiátrico há 1 ano, com as medicações Dilvalproato e
Lamotrigina. Ele tem cópias das receitas do psiquiatra com as respectivas doses que faz uso. Sua esposa, que
o acompanha, refere que, embora o paciente tenha bastante benefício com o tratamento psiquiátrico, ele tem
se sentido triste há 2 meses, após demissão do trabalho. Sobre este caso, analise as seguintes afirmações, e
assinale a alternativa CORRETA.
I - É possível que o paciente tenha histórico de sintomas de hipomania. II - É possível que o paciente tenha histórico de sintomas de disforia. III - O tratamento reumatológico do paciente poderia ser potencializado, adicionando ao tratamento o antidepressivo duloxetina, considerando suas propriedades analgésicas. IV - O tratamento reumatológico do paciente poderia ser potencializado, adicionando o antidepressivo amitriptilina.
I - É possível que o paciente tenha histórico de sintomas de hipomania. II - É possível que o paciente tenha histórico de sintomas de disforia. III - O tratamento reumatológico do paciente poderia ser potencializado, adicionando ao tratamento o antidepressivo duloxetina, considerando suas propriedades analgésicas. IV - O tratamento reumatológico do paciente poderia ser potencializado, adicionando o antidepressivo amitriptilina.
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2164117
Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:
A periodização da história jamais é um ato neutro ou inocente: a evolução da imagem da
Idade Média na época moderna e contemporânea comprova isso. Por meio da periodização,
expressa-se uma apreciação das sequências assim definidas, um julgamento de valor, mesmo que
seja coletivo. Aliás, a imagem de um período histórico pode mudar com o tempo.
A periodização, obra do homem, é portanto ao mesmo tempo artificial e provisória. Ela evolui
com a própria história. Em relação a isso, ela tem uma dupla utilidade: permite melhor controlar o
tempo passado, mas também sublinha a fragilidade desse instrumento do saber humano que é a
história.
O termo “Idade Média”, que expressa a ideia de que a humanidade sai de um período
brilhante esperando, sem dúvida, entrar num período tão radioso quanto, é difundido, diz-se, no
século XV, principalmente em Florença: aí está a razão pela qual essa cidade se torna o centro do
humanismo. O próprio termo “humanismo” não existe antes do século XIX: em torno de 1840, ele
designa a doutrina que coloca o homem no centro do pensamento e da sociedade. Parece que ele é
primeiramente encontrado na Alemanha, e depois em Pierre Joseph Proudhon, em 1846. Vemos que
o termo “Renascimento” levou tempo para impor-se diante do termo “Idade Média”. [...]
Se agora nos voltarmos para trás, a cronologia não é mais clara, nem mais precoce. Na Idade
Média, a noção de “Antiguidade” é reservada a Grécia e Roma pelos eruditos. A ideia de uma
Antiguidade da qual, de alguma forma, sairia a Idade Média – dado que esse período dito antigo
parece ter sido o modelo e a nostalgia da maior parte dos clérigos medievais – não aparece antes do
século XVI, e ainda assim de maneira fluida. [...]
Durante muito tempo se fez corresponder o fim da Antiguidade com a conversão do
imperador Constantino ao cristianismo (Édito de Milão, 313) ou com a remissão ao imperador de
Bizâncio das insígnias imperiais ocidentais (476). Porém, vários historiadores enfatizaram que a
transformação de uma época a outra foi longa, progressiva, cheia de sobreposições.
Fonte: LE GOFF, J. A história deve ser dividida em pedaços?. Trad. Nícia Adan Bonatti. São Paulo: Editora Unesp,
2015, p. 29-31.
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Questão presente nas seguintes provas
2164116
Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:
A periodização da história jamais é um ato neutro ou inocente: a evolução da imagem da
Idade Média na época moderna e contemporânea comprova isso. Por meio da periodização,
expressa-se uma apreciação das sequências assim definidas, um julgamento de valor, mesmo que
seja coletivo. Aliás, a imagem de um período histórico pode mudar com o tempo.
A periodização, obra do homem, é portanto ao mesmo tempo artificial e provisória. Ela evolui
com a própria história. Em relação a isso, ela tem uma dupla utilidade: permite melhor controlar o
tempo passado, mas também sublinha a fragilidade desse instrumento do saber humano que é a
história.
O termo “Idade Média”, que expressa a ideia de que a humanidade sai de um período
brilhante esperando, sem dúvida, entrar num período tão radioso quanto, é difundido, diz-se, no
século XV, principalmente em Florença: aí está a razão pela qual essa cidade se torna o centro do
humanismo. O próprio termo “humanismo” não existe antes do século XIX: em torno de 1840, ele
designa a doutrina que coloca o homem no centro do pensamento e da sociedade. Parece que ele é
primeiramente encontrado na Alemanha, e depois em Pierre Joseph Proudhon, em 1846. Vemos que
o termo “Renascimento” levou tempo para impor-se diante do termo “Idade Média”. [...]
Se agora nos voltarmos para trás, a cronologia não é mais clara, nem mais precoce. Na Idade
Média, a noção de “Antiguidade” é reservada a Grécia e Roma pelos eruditos. A ideia de uma
Antiguidade da qual, de alguma forma, sairia a Idade Média – dado que esse período dito antigo
parece ter sido o modelo e a nostalgia da maior parte dos clérigos medievais – não aparece antes do
século XVI, e ainda assim de maneira fluida. [...]
Durante muito tempo se fez corresponder o fim da Antiguidade com a conversão do
imperador Constantino ao cristianismo (Édito de Milão, 313) ou com a remissão ao imperador de
Bizâncio das insígnias imperiais ocidentais (476). Porém, vários historiadores enfatizaram que a
transformação de uma época a outra foi longa, progressiva, cheia de sobreposições.
Fonte: LE GOFF, J. A história deve ser dividida em pedaços?. Trad. Nícia Adan Bonatti. São Paulo: Editora Unesp,
2015, p. 29-31.
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