Foram encontradas 820 questões.
2157588
Ano: 2022
Disciplina: Psicologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Psicologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Segundo Bergamini (1992, p. 84), “a convivência entre as pessoas é um fato marcante em termos do
destino da vida de cada um. O sucesso ou insucesso na formação de vínculos interpessoais é inegavelmente
fonte de alegria ou sofrimento e pode, consequentemente, ser um poderoso determinante dos níveis dos
sentimentos de autoestima de cada um”. Schutz postula necessidades de inclusão, controle e afeição. Ele
enuncia assim o que chama de postulado das necessidades interpessoais:
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2157587
Ano: 2022
Disciplina: Psicologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Psicologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Segundo Paul Spector (2002), motivação é um estado interior que conduz uma pessoa a assumir
determinados tipos de comportamentos. Motivação envolve direção, intensidade e persistência de um
comportamento, ou seja: Direção: escolha de comportamentos específicos entre uma série de comportamentos
possíveis. Por exemplo: um trabalhador pode decidir ir trabalhar, em vez de telefonar alegando que está doente
e ficar assistindo televisão. Intensidade: esforço que uma pessoa gasta na realização de uma tarefa. Por
exemplo: um trabalhador que precisa fazer um levantamento de estoque pode empenhar um grande esforço
para realizar a tarefa em pouco tempo e corretamente, ou não querer se esforçar, fazendo a empreitada
vagarosamente. Persistência: empenho contínuo e engajado no desempenho de determinado tipo de
comportamento ao longo do tempo. A partir dessa compreensão do conceito de motivação, responda como se
configura o modelo clássico de motivação (modelo homeostático) proposto por Robbins (2004, p. 46).
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2157586
Ano: 2022
Disciplina: Psicologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Psicologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Apesar de haver um maior número de profissionais na área hospitalar, ainda persiste uma série de
dificuldades. A própria inserção da(o) psicóloga(o) na unidade institucional é uma delas. Outra dificuldade
ainda é a deficiência do instrumental teórico necessário para atuação nessa área específica desde a formação
universitária. Até agora, muitas universidades não têm em sua grade curricular a Psicologia Hospitalar. Com
a atualização das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Psicologia, aprovada em 2004, e com
a publicação da Resolução do Conselho Nacional de Saúde, nº 597, de 13 de setembro de 2018, acredita-se
que gradativamente esse cenário se modificará. Atualmente, muitos hospitais dão preferência a contratar
psicólogas(os) que tenham o curso de especialização em Psicologia Hospitalar, inclusive, há hospitais que
ministram cursos de aprimoramento ou de especialização, que, além de proporcionar formação teórica,
oferecem ao aluno(a) a prática da profissão concomitantemente ao curso. A postura da(o) psicóloga(o)
também é importante para a sua inserção no hospital, sendo que ele(a) deve ser um(a) profissional amplo no
sentido da palavra. Com base nesse fragmento de texto, marque a opção que NÃO condiz com essa postura
e que NÃO se caracteriza como uma atribuição da(o) Psicóloga(o) Hospitalar.
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2157585
Ano: 2022
Disciplina: Psicologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Psicologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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No dia 1º de abril de 2019, foi publicada, no Diário Oficial da União, a Resolução CFP nº 006, de 29 de
março de 2019, que instituiu regras para a elaboração de documentos escritos produzidos pela(o) psicóloga(o)
no exercício profissional. Conforme esse documento (Art. 12º), “o relatório multiprofissional é resultante da
atuação da(o) psicóloga(o) em contexto multiprofissional, podendo ser produzido em conjunto com
profissionais de outras áreas, preservando-se a autonomia e a ética profissional dos envolvidos” e, na parte
em que trata da estrutura (§ 1.º), o documento aponta que “o relatório multiprofissional deve apresentar, no
que tange à atuação da(o) psicóloga(o), as informações da estrutura detalhada abaixo, em forma de itens ou
texto corrido”, sendo composto de cinco itens. Marque a alternativa que indica CORRETAMENTE esses
cinco itens.
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2157584
Ano: 2022
Disciplina: Psicologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Psicologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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A entrevista psicológica é um instrumento fundamental do método clínico e é, portanto, uma técnica de
investigação científica em psicologia. A entrevista pode ser de dois tipos fundamentais: aberta e fechada. No
segundo tipo, as perguntas já estão previstas, assim como a ordem e a maneira de formulá-las, e o
entrevistador não pode alterar nenhuma dessas disposições. Na entrevista aberta, pelo contrário, o
entrevistador tem ampla liberdade para as perguntas ou para suas intervenções, permitindo-se toda a
flexibilidade necessária em cada caso particular. Com base nessas informações, marque a alternativa
CORRETA.
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2157308
Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Texto-base para a questão:
Coluna Vozes da Educação
Graduação ou ensino técnico?
Para ajudar jovens nessa escolha, ouvi professores das duas modalidades. Eles ajudam a explicar as
diferenças e dão dicas de como escolher que caminho seguir, levando em conta empregabilidade e
expectativa salarial.
03/02/2022
Graduação ou ensino técnico? Este é um dos maiores dilemas do estudante da rede pública brasileira. É
recorrente ouvir falas preconceituosas, simplistas ou irreais sobre alguma das modalidades. E o que mais me
preocupa é que isso é causado única e exclusivamente pela falta de informação – algo que pretendo mudar com
este texto.
Para falar sobre as diferenças entre o ensino técnico e a graduação e ajudar aqueles que estão na dúvida
entre qual modalidade seguir, conversei com três especialistas: Marcelo Botelho da Costa Moraes, professor
doutor do Departamento de Contabilidade da FEA-RP há dez anos; e dois docentes que lecionam no ensino
técnico, Valquíria de Oliveira Borges, professora de Gestão e Comunicação há 12 anos, e Patrick Silva,
professor de Eletroeletrônica há dez.
Bom, a primeira coisa que o estudante precisa saber é que a graduação é voltada para o conhecimento
acadêmico, e os conteúdos da área são vistos com maior profundidade. Já o ensino técnico, além de ter uma
duração significativamente menor, é voltado para o conhecimento prático e para a aplicabilidade da profissão.
Em alguns cursos técnicos, por exemplo, essa prática já se inicia nas primeiras semanas de aula.
Para Botelho, os erros mais comuns de concepção entre as duas modalidades estão associados a acreditar
que formações com maior conteúdo prático sejam consideradas técnicas, sem a compreensão das diferenças
entre o ensino técnico e o superior.
[...]
Os três especialistas são categóricos ao afirmar que no contexto de diferenciar os dois a palavra
“qualidade” não é pertinente. Sobre isso, a professora Borges afirma: “Os objetivos são diferentes. O que vai
interferir é a qualidade da instituição onde se fará os cursos. Essa sim é uma questão pertinente. Há instituições
qualificadas e outras nem tanto. E isso vale para graduação e ensino profissionalizante. Reforço, quando se
compara curso técnico com graduação, comete-se um erro grave, pois não estão equiparados, são caminhos e
objetivos diferentes. E um não necessariamente anula o outro. Pode, sim, complementar, mas não anular.”
Botelho acrescenta: “Existe necessidade por parte das empresas de profissionais com habilidades em
diferentes níveis, pelos quais as empresas estão dispostas a pagar diferentes remunerações. Nesse sentido,
ambos possuem qualidades dentro do que se propõem – e se complementam.”
Fonte:https://www.dw.com/pt-br/gradua%C3%A7%C3%A3o-ou-ensino-t%C3%A9cnico/a60646381?fbclid=IwAR0Cnu8sSVwxEZDC0Bt1NTP7h6z42vxidYnxYKhorP-WQFdPBJ3HxNcSzKk
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2157307
Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Texto-base para a questão:
Coluna Vozes da Educação
Graduação ou ensino técnico?
Para ajudar jovens nessa escolha, ouvi professores das duas modalidades. Eles ajudam a explicar as
diferenças e dão dicas de como escolher que caminho seguir, levando em conta empregabilidade e
expectativa salarial.
03/02/2022
Graduação ou ensino técnico? Este é um dos maiores dilemas do estudante da rede pública brasileira. É
recorrente ouvir falas preconceituosas, simplistas ou irreais sobre alguma das modalidades. E o que mais me
preocupa é que isso é causado única e exclusivamente pela falta de informação – algo que pretendo mudar com
este texto.
Para falar sobre as diferenças entre o ensino técnico e a graduação e ajudar aqueles que estão na dúvida
entre qual modalidade seguir, conversei com três especialistas: Marcelo Botelho da Costa Moraes, professor
doutor do Departamento de Contabilidade da FEA-RP há dez anos; e dois docentes que lecionam no ensino
técnico, Valquíria de Oliveira Borges, professora de Gestão e Comunicação há 12 anos, e Patrick Silva,
professor de Eletroeletrônica há dez.
Bom, a primeira coisa que o estudante precisa saber é que a graduação é voltada para o conhecimento
acadêmico, e os conteúdos da área são vistos com maior profundidade. Já o ensino técnico, além de ter uma
duração significativamente menor, é voltado para o conhecimento prático e para a aplicabilidade da profissão.
Em alguns cursos técnicos, por exemplo, essa prática já se inicia nas primeiras semanas de aula.
Para Botelho, os erros mais comuns de concepção entre as duas modalidades estão associados a acreditar
que formações com maior conteúdo prático sejam consideradas técnicas, sem a compreensão das diferenças
entre o ensino técnico e o superior.
[...]
Os três especialistas são categóricos ao afirmar que no contexto de diferenciar os dois a palavra
“qualidade” não é pertinente. Sobre isso, a professora Borges afirma: “Os objetivos são diferentes. O que vai
interferir é a qualidade da instituição onde se fará os cursos. Essa sim é uma questão pertinente. Há instituições
qualificadas e outras nem tanto. E isso vale para graduação e ensino profissionalizante. Reforço, quando se
compara curso técnico com graduação, comete-se um erro grave, pois não estão equiparados, são caminhos e
objetivos diferentes. E um não necessariamente anula o outro. Pode, sim, complementar, mas não anular.”
Botelho acrescenta: “Existe necessidade por parte das empresas de profissionais com habilidades em
diferentes níveis, pelos quais as empresas estão dispostas a pagar diferentes remunerações. Nesse sentido,
ambos possuem qualidades dentro do que se propõem – e se complementam.”
Fonte:https://www.dw.com/pt-br/gradua%C3%A7%C3%A3o-ou-ensino-t%C3%A9cnico/a60646381?fbclid=IwAR0Cnu8sSVwxEZDC0Bt1NTP7h6z42vxidYnxYKhorP-WQFdPBJ3HxNcSzKk
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2157306
Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Texto-base para a questão:
Coluna Vozes da Educação
Graduação ou ensino técnico?
Para ajudar jovens nessa escolha, ouvi professores das duas modalidades. Eles ajudam a explicar as
diferenças e dão dicas de como escolher que caminho seguir, levando em conta empregabilidade e
expectativa salarial.
03/02/2022
Graduação ou ensino técnico? Este é um dos maiores dilemas do estudante da rede pública brasileira. É
recorrente ouvir falas preconceituosas, simplistas ou irreais sobre alguma das modalidades. E o que mais me
preocupa é que isso é causado única e exclusivamente pela falta de informação – algo que pretendo mudar com
este texto.
Para falar sobre as diferenças entre o ensino técnico e a graduação e ajudar aqueles que estão na dúvida
entre qual modalidade seguir, conversei com três especialistas: Marcelo Botelho da Costa Moraes, professor
doutor do Departamento de Contabilidade da FEA-RP há dez anos; e dois docentes que lecionam no ensino
técnico, Valquíria de Oliveira Borges, professora de Gestão e Comunicação há 12 anos, e Patrick Silva,
professor de Eletroeletrônica há dez.
Bom, a primeira coisa que o estudante precisa saber é que a graduação é voltada para o conhecimento
acadêmico, e os conteúdos da área são vistos com maior profundidade. Já o ensino técnico, além de ter uma
duração significativamente menor, é voltado para o conhecimento prático e para a aplicabilidade da profissão.
Em alguns cursos técnicos, por exemplo, essa prática já se inicia nas primeiras semanas de aula.
Para Botelho, os erros mais comuns de concepção entre as duas modalidades estão associados a acreditar
que formações com maior conteúdo prático sejam consideradas técnicas, sem a compreensão das diferenças
entre o ensino técnico e o superior.
[...]
Os três especialistas são categóricos ao afirmar que no contexto de diferenciar os dois a palavra
“qualidade” não é pertinente. Sobre isso, a professora Borges afirma: “Os objetivos são diferentes. O que vai
interferir é a qualidade da instituição onde se fará os cursos. Essa sim é uma questão pertinente. Há instituições
qualificadas e outras nem tanto. E isso vale para graduação e ensino profissionalizante. Reforço, quando se
compara curso técnico com graduação, comete-se um erro grave, pois não estão equiparados, são caminhos e
objetivos diferentes. E um não necessariamente anula o outro. Pode, sim, complementar, mas não anular.”
Botelho acrescenta: “Existe necessidade por parte das empresas de profissionais com habilidades em
diferentes níveis, pelos quais as empresas estão dispostas a pagar diferentes remunerações. Nesse sentido,
ambos possuem qualidades dentro do que se propõem – e se complementam.”
Fonte:https://www.dw.com/pt-br/gradua%C3%A7%C3%A3o-ou-ensino-t%C3%A9cnico/a60646381?fbclid=IwAR0Cnu8sSVwxEZDC0Bt1NTP7h6z42vxidYnxYKhorP-WQFdPBJ3HxNcSzKk
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2157305
Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Texto-base para a questão:
Coluna Vozes da Educação
Graduação ou ensino técnico?
Para ajudar jovens nessa escolha, ouvi professores das duas modalidades. Eles ajudam a explicar as
diferenças e dão dicas de como escolher que caminho seguir, levando em conta empregabilidade e
expectativa salarial.
03/02/2022
Graduação ou ensino técnico? Este é um dos maiores dilemas do estudante da rede pública brasileira. É
recorrente ouvir falas preconceituosas, simplistas ou irreais sobre alguma das modalidades. E o que mais me
preocupa é que isso é causado única e exclusivamente pela falta de informação – algo que pretendo mudar com
este texto.
Para falar sobre as diferenças entre o ensino técnico e a graduação e ajudar aqueles que estão na dúvida
entre qual modalidade seguir, conversei com três especialistas: Marcelo Botelho da Costa Moraes, professor
doutor do Departamento de Contabilidade da FEA-RP há dez anos; e dois docentes que lecionam no ensino
técnico, Valquíria de Oliveira Borges, professora de Gestão e Comunicação há 12 anos, e Patrick Silva,
professor de Eletroeletrônica há dez.
Bom, a primeira coisa que o estudante precisa saber é que a graduação é voltada para o conhecimento
acadêmico, e os conteúdos da área são vistos com maior profundidade. Já o ensino técnico, além de ter uma
duração significativamente menor, é voltado para o conhecimento prático e para a aplicabilidade da profissão.
Em alguns cursos técnicos, por exemplo, essa prática já se inicia nas primeiras semanas de aula.
Para Botelho, os erros mais comuns de concepção entre as duas modalidades estão associados a acreditar
que formações com maior conteúdo prático sejam consideradas técnicas, sem a compreensão das diferenças
entre o ensino técnico e o superior.
[...]
Os três especialistas são categóricos ao afirmar que no contexto de diferenciar os dois a palavra
“qualidade” não é pertinente. Sobre isso, a professora Borges afirma: “Os objetivos são diferentes. O que vai
interferir é a qualidade da instituição onde se fará os cursos. Essa sim é uma questão pertinente. Há instituições
qualificadas e outras nem tanto. E isso vale para graduação e ensino profissionalizante. Reforço, quando se
compara curso técnico com graduação, comete-se um erro grave, pois não estão equiparados, são caminhos e
objetivos diferentes. E um não necessariamente anula o outro. Pode, sim, complementar, mas não anular.”
Botelho acrescenta: “Existe necessidade por parte das empresas de profissionais com habilidades em
diferentes níveis, pelos quais as empresas estão dispostas a pagar diferentes remunerações. Nesse sentido,
ambos possuem qualidades dentro do que se propõem – e se complementam.”
Fonte:https://www.dw.com/pt-br/gradua%C3%A7%C3%A3o-ou-ensino-t%C3%A9cnico/a60646381?fbclid=IwAR0Cnu8sSVwxEZDC0Bt1NTP7h6z42vxidYnxYKhorP-WQFdPBJ3HxNcSzKk
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2157221
Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:
A periodização da história jamais é um ato neutro ou inocente: a evolução da imagem da
Idade Média na época moderna e contemporânea comprova isso. Por meio da periodização,
expressa-se uma apreciação das sequências assim definidas, um julgamento de valor, mesmo que
seja coletivo. Aliás, a imagem de um período histórico pode mudar com o tempo.
A periodização, obra do homem, é portanto ao mesmo tempo artificial e provisória. Ela evolui
com a própria história. Em relação a isso, ela tem uma dupla utilidade: permite melhor controlar o
tempo passado, mas também sublinha a fragilidade desse instrumento do saber humano que é a
história.
O termo “Idade Média”, que expressa a ideia de que a humanidade sai de um período
brilhante esperando, sem dúvida, entrar num período tão radioso quanto, é difundido, diz-se, no
século XV, principalmente em Florença: aí está a razão pela qual essa cidade se torna o centro do
humanismo. O próprio termo “humanismo” não existe antes do século XIX: em torno de 1840, ele
designa a doutrina que coloca o homem no centro do pensamento e da sociedade. Parece que ele é
primeiramente encontrado na Alemanha, e depois em Pierre Joseph Proudhon, em 1846. Vemos que
o termo “Renascimento” levou tempo para impor-se diante do termo “Idade Média”. [...]
Se agora nos voltarmos para trás, a cronologia não é mais clara, nem mais precoce. Na Idade
Média, a noção de “Antiguidade” é reservada a Grécia e Roma pelos eruditos. A ideia de uma
Antiguidade da qual, de alguma forma, sairia a Idade Média – dado que esse período dito antigo
parece ter sido o modelo e a nostalgia da maior parte dos clérigos medievais – não aparece antes do
século XVI, e ainda assim de maneira fluida. [...]
Durante muito tempo se fez corresponder o fim da Antiguidade com a conversão do
imperador Constantino ao cristianismo (Édito de Milão, 313) ou com a remissão ao imperador de
Bizâncio das insígnias imperiais ocidentais (476). Porém, vários historiadores enfatizaram que a
transformação de uma época a outra foi longa, progressiva, cheia de sobreposições.
Fonte: LE GOFF, J. A história deve ser dividida em pedaços?. Trad. Nícia Adan Bonatti. São Paulo: Editora Unesp,
2015, p. 29-31.
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