Foram encontradas 40 questões.
Um jovem foi solicitado a realizar a compra de quatro
diferentes itens, uma unidade de cada, e apresentar a nota
fiscal. Entretanto, no meio do caminho, ele perdeu essa nota, e
só lembrava do valor de dois itens, assim como a média
aritmética entre os quatro: o item 1 custava R$ 12,85; o item 2
custava R$ 13,54; a média aritmética entre os 4 itens era igual
a R$ 13,05. Qual das alternativas apresenta uma possibilidade
do resultado da soma do preço do item 3 com o preço do item
4?
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Observe a matriz abaixo reproduzida, a qual é formada por
9 diferentes elementos, os quais estão dispostos em 3 colunas
com 3 linhas:
A partir da posição dos elementos da matriz, qual das alternativas apresenta o resultado da seguinte expressão numérica?
a11 + (a21 x a31 + a12) – a22 x (a32 – a13) + a23 – a33
A partir da posição dos elementos da matriz, qual das alternativas apresenta o resultado da seguinte expressão numérica?
a11 + (a21 x a31 + a12) – a22 x (a32 – a13) + a23 – a33
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Um professor inicia a correção de listas de exercícios que
passou para seus 45 alunos. A lista de exercícios, igual para
todos os alunos, possui 15 diferentes exercícios. Sabe-se que o
professor demora 25 segundos para corrigir uma questão de
uma lista de exercícios. Considerando que o professor começa
a correção exatamente às 14h56min00s, e irá corrigir
ininterruptamente todas as listas, em que horário ele irá
terminar?
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Para comemorar o aniversário de uma escola municipal, os
professores se reuniram e criaram brindes para serem
sorteados em uma pequena festa com alunos e pais. Os brindes
foram colocados em caixas cúbicas com volume de 1.000 cm³.
Nesse sentido, cada face dessa caixa deve ter área superficial
de:
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Anos depois do acidente que emudeceu uma de suas
filhas, meu pai, incentivado por Sutério, havia convidado o
irmão de minha mãe para residir em Água Negra. O gerente
queria trazer gente que «trabalhe muito» e «que não tenha
medo de trabalho», nas palavras de meu pai, «para dar seu
suor na plantação». Podia construir casa de barro, nada de
alvenaria, nada que demarcasse o tempo de presença das
famílias na terra. Podia colocar roça pequena para ter abóbora,
feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar
para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a
morada. Podia trazer mulher e filhos, melhor assim, porque
quando eles crescessem substituiriam os mais velhos. Seria
gente de estima, conhecida, afilhados do fazendeiro. Dinheiro
não tinha, mas tinha comida no prato. Poderia ficar naquelas
paragens, sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer
às ordens que lhe eram dadas. Vi meu pai dizer para meu tio
que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não
havia casa, todos se amontoavam no mesmo espaço, no
mesmo barracão.
Para convencê-lo, meu pai disse que o arrozal era bom
de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa, que, «olha», abria
os braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao
redor deles, «aqui não nos falta nada». «Você tem os meninos,
isso é de ajuda. Tem um passarinho preto miudinho assim»,
mostrava as falanges dos dedos dando a dimensão aproximada
da praga, «que ataca o arrozal de manhã cedo. Os meninos
podem ajudar a espantar eles. Aqui todo mundo acorda cedo
para espantar os passarinhos, só assim fazemos boa colheita».
Era verdade. Nos longos anos em que plantaram arroz
no meio do sertão de água, na beira dos pântanos dos
marimbus, acordávamos antes que o sol se levantasse no
horizonte e seguíamos rumo à roça da fazenda. Nos muníamos
de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar
os pássaros, miudinhos, de penas negras e que brilhavam quase
azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente,
seu bico entrava no grão que amadurecia e sugava tudo que
estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os
adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças, espantar a praga.
Os meninos chegavam com estilingues, por vezes abatiam a ave
pequena. Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto
quando sugeri que fizéssemos um enterro, com direito a uma
caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Anos depois do acidente que emudeceu uma de suas
filhas, meu pai, incentivado por Sutério, havia convidado o
irmão de minha mãe para residir em Água Negra. O gerente
queria trazer gente que «trabalhe muito» e «que não tenha
medo de trabalho», nas palavras de meu pai, «para dar seu
suor na plantação». Podia construir casa de barro, nada de
alvenaria, nada que demarcasse o tempo de presença das
famílias na terra. Podia colocar roça pequena para ter abóbora,
feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar
para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a
morada. Podia trazer mulher e filhos, melhor assim, porque
quando eles crescessem substituiriam os mais velhos. Seria
gente de estima, conhecida, afilhados do fazendeiro. Dinheiro
não tinha, mas tinha comida no prato. Poderia ficar naquelas
paragens, sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer
às ordens que lhe eram dadas. Vi meu pai dizer para meu tio
que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não
havia casa, todos se amontoavam no mesmo espaço, no
mesmo barracão.
Para convencê-lo, meu pai disse que o arrozal era bom
de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa, que, «olha», abria
os braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao
redor deles, «aqui não nos falta nada». «Você tem os meninos,
isso é de ajuda. Tem um passarinho preto miudinho assim»,
mostrava as falanges dos dedos dando a dimensão aproximada
da praga, «que ataca o arrozal de manhã cedo. Os meninos
podem ajudar a espantar eles. Aqui todo mundo acorda cedo
para espantar os passarinhos, só assim fazemos boa colheita».
Era verdade. Nos longos anos em que plantaram arroz
no meio do sertão de água, na beira dos pântanos dos
marimbus, acordávamos antes que o sol se levantasse no
horizonte e seguíamos rumo à roça da fazenda. Nos muníamos
de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar
os pássaros, miudinhos, de penas negras e que brilhavam quase
azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente,
seu bico entrava no grão que amadurecia e sugava tudo que
estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os
adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças, espantar a praga.
Os meninos chegavam com estilingues, por vezes abatiam a ave
pequena. Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto
quando sugeri que fizéssemos um enterro, com direito a uma
caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Anos depois do acidente que emudeceu uma de suas
filhas, meu pai, incentivado por Sutério, havia convidado o
irmão de minha mãe para residir em Água Negra. O gerente
queria trazer gente que «trabalhe muito» e «que não tenha
medo de trabalho», nas palavras de meu pai, «para dar seu
suor na plantação». Podia construir casa de barro, nada de
alvenaria, nada que demarcasse o tempo de presença das
famílias na terra. Podia colocar roça pequena para ter abóbora,
feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar
para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a
morada. Podia trazer mulher e filhos, melhor assim, porque
quando eles crescessem substituiriam os mais velhos. Seria
gente de estima, conhecida, afilhados do fazendeiro. Dinheiro
não tinha, mas tinha comida no prato. Poderia ficar naquelas
paragens, sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer
às ordens que lhe eram dadas. Vi meu pai dizer para meu tio
que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não
havia casa, todos se amontoavam no mesmo espaço, no
mesmo barracão.
Para convencê-lo, meu pai disse que o arrozal era bom
de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa, que, «olha», abria
os braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao
redor deles, «aqui não nos falta nada». «Você tem os meninos,
isso é de ajuda. Tem um passarinho preto miudinho assim»,
mostrava as falanges dos dedos dando a dimensão aproximada
da praga, «que ataca o arrozal de manhã cedo. Os meninos
podem ajudar a espantar eles. Aqui todo mundo acorda cedo
para espantar os passarinhos, só assim fazemos boa colheita».
Era verdade. Nos longos anos em que plantaram arroz
no meio do sertão de água, na beira dos pântanos dos
marimbus, acordávamos antes que o sol se levantasse no
horizonte e seguíamos rumo à roça da fazenda. Nos muníamos
de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar
os pássaros, miudinhos, de penas negras e que brilhavam quase
azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente,
seu bico entrava no grão que amadurecia e sugava tudo que
estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os
adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças, espantar a praga.
Os meninos chegavam com estilingues, por vezes abatiam a ave
pequena. Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto
quando sugeri que fizéssemos um enterro, com direito a uma
caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
I. O pai da narradora acredita que o trabalho na fazenda é duro, mas compensa com a boa colheita e a tranquilidade de não ser importunado.
II. As crianças tinham uma função essencial na roça: espantar as pragas que atacavam o arrozal.
III. O gerente da fazenda permitia que as famílias construíssem casas de alvenaria para garantir melhores condições de moradia.
Quais assertivas estão corretas?
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Anos depois do acidente que emudeceu uma de suas
filhas, meu pai, incentivado por Sutério, havia convidado o
irmão de minha mãe para residir em Água Negra. O gerente
queria trazer gente que «trabalhe muito» e «que não tenha
medo de trabalho», nas palavras de meu pai, «para dar seu
suor na plantação». Podia construir casa de barro, nada de
alvenaria, nada que demarcasse o tempo de presença das
famílias na terra. Podia colocar roça pequena para ter abóbora,
feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar
para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a
morada. Podia trazer mulher e filhos, melhor assim, porque
quando eles crescessem substituiriam os mais velhos. Seria
gente de estima, conhecida, afilhados do fazendeiro. Dinheiro
não tinha, mas tinha comida no prato. Poderia ficar naquelas
paragens, sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer
às ordens que lhe eram dadas. Vi meu pai dizer para meu tio
que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não
havia casa, todos se amontoavam no mesmo espaço, no
mesmo barracão.
Para convencê-lo, meu pai disse que o arrozal era bom
de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa, que, «olha», abria
os braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao
redor deles, «aqui não nos falta nada». «Você tem os meninos,
isso é de ajuda. Tem um passarinho preto miudinho assim»,
mostrava as falanges dos dedos dando a dimensão aproximada
da praga, «que ataca o arrozal de manhã cedo. Os meninos
podem ajudar a espantar eles. Aqui todo mundo acorda cedo
para espantar os passarinhos, só assim fazemos boa colheita».
Era verdade. Nos longos anos em que plantaram arroz
no meio do sertão de água, na beira dos pântanos dos
marimbus, acordávamos antes que o sol se levantasse no
horizonte e seguíamos rumo à roça da fazenda. Nos muníamos
de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar
os pássaros, miudinhos, de penas negras e que brilhavam quase
azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente,
seu bico entrava no grão que amadurecia e sugava tudo que
estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os
adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças, espantar a praga.
Os meninos chegavam com estilingues, por vezes abatiam a ave
pequena. Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto
quando sugeri que fizéssemos um enterro, com direito a uma
caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Anos depois do acidente que emudeceu uma de suas
filhas, meu pai, incentivado por Sutério, havia convidado o
irmão de minha mãe para residir em Água Negra. O gerente
queria trazer gente que «trabalhe muito» e «que não tenha
medo de trabalho», nas palavras de meu pai, «para dar seu
suor na plantação». Podia construir casa de barro, nada de
alvenaria, nada que demarcasse o tempo de presença das
famílias na terra. Podia colocar roça pequena para ter abóbora,
feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar
para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a
morada. Podia trazer mulher e filhos, melhor assim, porque
quando eles crescessem substituiriam os mais velhos. Seria
gente de estima, conhecida, afilhados do fazendeiro. Dinheiro
não tinha, mas tinha comida no prato. Poderia ficar naquelas
paragens, sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer
às ordens que lhe eram dadas. Vi meu pai dizer para meu tio
que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não
havia casa, todos se amontoavam no mesmo espaço, no
mesmo barracão.
Para convencê-lo, meu pai disse que o arrozal era bom
de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa, que, «olha», abria
os braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao
redor deles, «aqui não nos falta nada». «Você tem os meninos,
isso é de ajuda. Tem um passarinho preto miudinho assim»,
mostrava as falanges dos dedos dando a dimensão aproximada
da praga, «que ataca o arrozal de manhã cedo. Os meninos
podem ajudar a espantar eles. Aqui todo mundo acorda cedo
para espantar os passarinhos, só assim fazemos boa colheita».
Era verdade. Nos longos anos em que plantaram arroz
no meio do sertão de água, na beira dos pântanos dos
marimbus, acordávamos antes que o sol se levantasse no
horizonte e seguíamos rumo à roça da fazenda. Nos muníamos
de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar
os pássaros, miudinhos, de penas negras e que brilhavam quase
azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente,
seu bico entrava no grão que amadurecia e sugava tudo que
estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os
adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças, espantar a praga.
Os meninos chegavam com estilingues, por vezes abatiam a ave
pequena. Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto
quando sugeri que fizéssemos um enterro, com direito a uma
caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.
Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
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As progressões podem se comportar de duas formas
diferentes: aritmeticamente e geometricamente. Analise as
duas progressões a seguir e analise as assertivas.
1ª progressão: (1, 4, 7, 10, 13, 16, 19)
2ª progressão: (1, 2, 4, 8, 16, 32, 64)
I. Ambas as progressões são, ao mesmo tempo, aritméticas e geométricas.
II. A razão da 2ª progressão é igual ou maior do que a razão da 1ª progressão.
Observando as assertivas, é possível se afirmar que:
1ª progressão: (1, 4, 7, 10, 13, 16, 19)
2ª progressão: (1, 2, 4, 8, 16, 32, 64)
I. Ambas as progressões são, ao mesmo tempo, aritméticas e geométricas.
II. A razão da 2ª progressão é igual ou maior do que a razão da 1ª progressão.
Observando as assertivas, é possível se afirmar que:
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