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2810732 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. São Carlos-SP
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    É correto afirmar que no processo administrativo disciplinar instaurado contra servidor público civil da União:
     

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    2810731 Ano: 2023
    Disciplina: Direito Administrativo
    Banca: Nosso Rumo
    Orgão: Pref. São Carlos-SP
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      No que concerne à contratação de parceiras público-privada, considere os itens a seguir.
      I. Não há limite mínimo para o valor do contrato de parceria público-privada.
      II. É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada cujo valor do contrato seja inferior a R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais).
      III. É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada cujo período de prestação do serviço seja inferior a cinco anos.
      Estão corretos os itens:
       

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      2810730 Ano: 2023
      Disciplina: Direito Administrativo
      Banca: Nosso Rumo
      Orgão: Pref. São Carlos-SP
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        Constitui ato de improbidade administrativa:
         

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        2810729 Ano: 2023
        Disciplina: Legislação Municipal
        Banca: Nosso Rumo
        Orgão: Pref. São Carlos-SP
        Provas:
          Nos exatos termos da Lei Orgânica do Município de São Carlos/SP, é correto afirmar que
           

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          2810728 Ano: 2023
          Disciplina: Português
          Banca: Nosso Rumo
          Orgão: Pref. São Carlos-SP
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            Função da linguagem em que o emissor se preocupa de que maneira a mensagem será transmitida, por meio da escolha das palavras, das expressões e das figuras de linguagem. Por isso, o principal elemento comunicativo é a mensagem. Sua linguagem apresenta aspecto simbólico e subjetivo. O intuito principal dessa função é transmitir uma mensagem e utilizar o trabalho com a língua como ferramenta estilística e estética, para garantir maior impacto e força no conteúdo. Trata-se da seguinte função da linguagem:
             

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            2810727 Ano: 2023
            Disciplina: Português
            Banca: Nosso Rumo
            Orgão: Pref. São Carlos-SP
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              São características do texto injuntivo, EXCETO:
               

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              2810726 Ano: 2023
              Disciplina: Português
              Banca: Nosso Rumo
              Orgão: Pref. São Carlos-SP
              Provas:
                Na frase “No curso de cinema, tivemos que assistir muito Steven Spielberg” ocorre a seguinte figura de linguagem:
                 

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                2810725 Ano: 2023
                Disciplina: Português
                Banca: Nosso Rumo
                Orgão: Pref. São Carlos-SP
                Provas:
                  Leia o texto abaixo para responder à questão.
                  Sozinhos
                  Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo depois de tê-la, me arrependi. Mas já estava tida, não adiantava mais. Você, leitor, no entanto, tem uma escolha. Pode parar aqui, e se poupar, ou ler até o fim e provavelmente nunca mais dormir. Vejo que decidiu continuar. Muito bem, vamos em frente. Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada. É assim:
                  Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.
                  – Ronca.
                  – Não ronco.
                  – Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.
                  Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo.
                  Ficam os dois sozinhos.
                  – Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Esta noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos.
                  – Humrfm – diz o velho.
                  Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer. Pare de ler, leitor. Eu não posso parar de escrever. As ideias não podem ser desperdiçadas, mesmo que nos custem amigos, a vida ou o sono. Imagine se Shakespeare tivesse se horrorizado com suas próprias ideias e deixado de escrevê-las, por puro comedimento. Não que eu queira me comparar a Shakespeare. Shakespeare era bem mais magro. Tenho que exercer este ofício, esta danação. Você, no entanto, não é obrigado a me acompanhar, leitor. Vá passear, vá tomar um sol. Uma das maneiras de controlar a demência solta no mundo e deixar os escritores falando sozinhos, exercendo sozinhos a sua profissão malsã, o seu vício solitário. Você ainda está lendo. Você é pior do que eu, leitor. Você tinha escolha.
                  Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
                  Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.
                  – Rarrá! – diz a velha, feliz.
                  Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!
                  – Rarrá! – diz o velho, vingativo.
                  E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz sussurrando, leitor. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes.
                  É um diálogo sussurrado.
                  “Estão prontos?”
                  “Não, acho que ainda não…”
                  “Então vamos voltar amanhã…”
                  VERÍSSIMO, Luís Fernando – Comédias para se Ler na Escola. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001.
                  Leia o trecho abaixo, retirado do texto.
                  “Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada.”
                  É correto afirmar que o verbo em destaque está conjugado no
                   

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                  2810724 Ano: 2023
                  Disciplina: Português
                  Banca: Nosso Rumo
                  Orgão: Pref. São Carlos-SP
                  Provas:
                    Leia o texto abaixo para responder à questão.
                    Sozinhos
                    Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo depois de tê-la, me arrependi. Mas já estava tida, não adiantava mais. Você, leitor, no entanto, tem uma escolha. Pode parar aqui, e se poupar, ou ler até o fim e provavelmente nunca mais dormir. Vejo que decidiu continuar. Muito bem, vamos em frente. Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada. É assim:
                    Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.
                    – Ronca.
                    – Não ronco.
                    – Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.
                    Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo.
                    Ficam os dois sozinhos.
                    – Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Esta noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos.
                    – Humrfm – diz o velho.
                    Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer. Pare de ler, leitor. Eu não posso parar de escrever. As ideias não podem ser desperdiçadas, mesmo que nos custem amigos, a vida ou o sono. Imagine se Shakespeare tivesse se horrorizado com suas próprias ideias e deixado de escrevê-las, por puro comedimento. Não que eu queira me comparar a Shakespeare. Shakespeare era bem mais magro. Tenho que exercer este ofício, esta danação. Você, no entanto, não é obrigado a me acompanhar, leitor. Vá passear, vá tomar um sol. Uma das maneiras de controlar a demência solta no mundo e deixar os escritores falando sozinhos, exercendo sozinhos a sua profissão malsã, o seu vício solitário. Você ainda está lendo. Você é pior do que eu, leitor. Você tinha escolha.
                    Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
                    Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.
                    – Rarrá! – diz a velha, feliz.
                    Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!
                    – Rarrá! – diz o velho, vingativo.
                    E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz sussurrando, leitor. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes.
                    É um diálogo sussurrado.
                    “Estão prontos?”
                    “Não, acho que ainda não…”
                    “Então vamos voltar amanhã…”
                    VERÍSSIMO, Luís Fernando – Comédias para se Ler na Escola. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001.
                    Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “malsã”, em destaque no texto.
                     

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                    Questão presente nas seguintes provas
                    2810723 Ano: 2023
                    Disciplina: Português
                    Banca: Nosso Rumo
                    Orgão: Pref. São Carlos-SP
                    Provas:
                      Leia o texto abaixo para responder à questão.
                      Sozinhos
                      Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo depois de tê-la, me arrependi. Mas já estava tida, não adiantava mais. Você, leitor, no entanto, tem uma escolha. Pode parar aqui, e se poupar, ou ler até o fim e provavelmente nunca mais dormir. Vejo que decidiu continuar. Muito bem, vamos em frente. Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada. É assim:
                      Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.
                      – Ronca.
                      – Não ronco.
                      – Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.
                      Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo.
                      Ficam os dois sozinhos.
                      – Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Esta noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos.
                      – Humrfm – diz o velho.
                      Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer. Pare de ler, leitor. Eu não posso parar de escrever. As ideias não podem ser desperdiçadas, mesmo que nos custem amigos, a vida ou o sono. Imagine se Shakespeare tivesse se horrorizado com suas próprias ideias e deixado de escrevê-las, por puro comedimento. Não que eu queira me comparar a Shakespeare. Shakespeare era bem mais magro. Tenho que exercer este ofício, esta danação. Você, no entanto, não é obrigado a me acompanhar, leitor. Vá passear, vá tomar um sol. Uma das maneiras de controlar a demência solta no mundo e deixar os escritores falando sozinhos, exercendo sozinhos a sua profissão malsã, o seu vício solitário. Você ainda está lendo. Você é pior do que eu, leitor. Você tinha escolha.
                      Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.
                      Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.
                      – Rarrá! – diz a velha, feliz.
                      Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!
                      – Rarrá! – diz o velho, vingativo.
                      E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz sussurrando, leitor. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes.
                      É um diálogo sussurrado.
                      “Estão prontos?”
                      “Não, acho que ainda não…”
                      “Então vamos voltar amanhã…”
                      VERÍSSIMO, Luís Fernando – Comédias para se Ler na Escola. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001.
                      Com base na leitura do texto, é correto afirmar que
                       

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