Foram encontradas 30 questões.
Considerando a classificação dos psicofármacos e exemplos das drogas mais empregadas, assinale a alternativa CORRETA.
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Considerando as práticas contempladas na publicação original da PNPIC (2006), assinale a alternativa CORRETA.
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Nos casos de atendimentos referentes à saúde mental, o abuso de álcool é a situação mais comum na Atenção Básica. A abordagem ao alcoolismo objetiva detectar precocemente problemas relacionados, além de tratar outras condições agravadas pelo álcool, como, por exemplo, a hipertensão. Os profissionais de saúde também devem considerar o abuso ou a dependência de álcool como uma possível causa de sintomas de ansiedade ou depressão.
Como detectar o uso abusivo de álcool? Existem alguns questionários de fácil uso, por exemplo o Teste de Identificação de Distúrbios por Uso de Álcool (AUDIT), composto por dez perguntas as quais investigam o padrão de uso de álcool nos últimos 12 meses. Cada resposta gera uma pontuação e indica a presença e a intensidade dos problemas relacionados ao álcool. Observe o questionário a seguir:
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1. Com que frequência você toma bebidas alcoólicas? (0) Nunca [vá para a questão 9). (1) Mensalmente ou menos. (2) de 2 a 4 vezes por mês. (3) de 2 a 3 vezes por semana. (4) 4 ou mais vezes por semana. |
6. Quantas vezes, ao longo dos últimos 12 meses, você precisou beber pela manhã para se sentir bem ao longo do dia, após ter bebido bastante no dia anterior? (0) Nunca. (1) Menos do que uma vez ao mês. (2) Mensalmente. (3) Semanalmente. (4) Todos ou quase todos os dias. |
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2. Quando você bebe, quantas doses você consome normalmente? (0) 1 ou 2. (1) 3 ou 4. (2) 5 ou 6. (3) 7 a 9. (4) 10 ou mais. |
7. Quantas vezes, ao longo dos últimos 12 meses, você se sentiu culpado ou com remorso depois de ter bebido? (0) Nunca. (1) Menos do que uma vez ao mês. (2) Mensalmente. (3) Semanalmente. (4) Todos ou quase todos os dias. |
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3. Com que frequência você toma 5 ou mais doses de uma vez? (0) Nunca. (1) Menos de uma vez ao mês. (2) Mensalmente. (3) Semanalmente. (4) Todos ou quase todos os dias. Se a soma das questões 2 e 3 for 0, avance para as questões 9 e 10. |
8. Quantas vezes, ao longo dos últimos 12 meses, você foi incapaz de lembrar o que aconteceu devido à bebida? (0) Nunca. (1) Menos do que uma vez ao mês. (2) Mensalmente. (3) Semanalmente. (4) Todos ou quase todos os dias. |
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4. Quantas vezes, ao longo dos últimos 12 meses, você achou que não conseguiria parar de beber uma vez tendo começado? (0) Nunca. (1) Menos do que uma vez ao mês. (2) Mensalmente. (3) Semanalmente. (4) Todos ou quase todos os dias. |
9. Alguma vez na vida você já causou ferimentos ou prejuízos a você mesmo ou a outra pessoa após ter bebido? (0) Não. (2) Sim, mas não nos últimos 12 meses. (4) Sim, nos últimos 12 meses. |
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5. Quantas vezes, ao longo dos últimos 12 meses, você, por causa do álcool, não conseguiu fazer o que era esperado de você? (0) Nunca. (1) Menos do que uma vez ao mês. (2) Mensalmente. (3) Semanalmente. (4) Todos ou quase todos os dias. |
10. Alguma vez na vida algum parente, amigo, médico ou outro profissional da Saúde já se preocupou com o fato de você beber ou sugeriu que você parasse? (0) Não. (2) Sim, mas não nos últimos 12 meses. (4) Sim, nos últimos 12 meses. |
| Escores | Intervenção |
|---|---|
| 0 – 7 | Prevenção primária |
| 8 – 15 | Orientação básica |
| 16 – 19 | Intervenção breve e monitoramento |
| 20 – 40 | Encaminhamento para serviço especializado |
Caso clínico: Durante uma consulta de enfermagem na Atenção Primária à Saúde, um homem de 42 anos relata consumo frequente de bebidas alcoólicas. O enfermeiro submete o paciente ao AUDIT e obtém as seguintes respostas:
Questão 1: 4 ou mais vezes por semana.
Questão 2: 5 a 6 doses por ocasião.
Questão 3: semanalmente.
Questão 4: mensalmente.
Questão 5: menos de uma vez ao mês.
Questão 6: nunca.
Questão 7: mensalmente.
Questão 8: nunca.
Questão 9: sim, mas não nos últimos 12 meses.
Questão 10: sim, mas não nos últimos 12 meses
Considerando o escore obtido e as recomendações do AUDIT, a conduta mais adequada é:
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Os achados obtidos pelo enfermeiro, durante o exame físico respiratório, indicam que o/a
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Analise o caso clínico a seguir para responder a esta questão: O Sr. José da Silva, 58 anos, foi admitido na unidade de internação cirúrgica para a realização de colecistectomia videolaparoscópica eletiva, sob anestesia geral, devido ao diagnóstico de colelitíase sintomática. Refere episódios recorrentes de dor em hipocôndrio direito (sinal de Murphy positivo) associada a náuseas e desconforto abdominal há aproximadamente oito meses, principalmente após refeições ricas em gordura. Nas últimas semanas, relata aumento da frequência e da intensidade da dor. Na admissão, encontra-se consciente, orientado, comunicativo e colaborativo, porém demonstra preocupação constante com o procedimento, verbalizando medo da anestesia, receio de não acordar após a cirurgia e ansiedade em relação ao período de recuperação. Apresenta histórico de hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg (100mg por dia) e diabetes mellitus tipo 2 controlado com metformina 850 mg (1.700mg por dia). Nega alergias medicamentosas. É ex-tabagista há cinco anos, após histórico de 20 anos de tabagismo. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, pele íntegra, normocorada e hidratada. Acesso venoso periférico em membro superior esquerdo instalado para hidratação venosa e administração de medicamentos. Encontrava-se em jejum. Dados pré-operatórios: pressão arterial (PA): 100 × 50 mmHg; frequência cardíaca (FC): 76 bpm; frequência respiratória (FR): 18 irpm; saturação periférica de oxigênio (SpO₂): 98% em ar ambiente; estado de consciência: alerta e orientado; mobilidade: movimenta os quatro membros normalmente.
Imediatamente após o término da cirurgia, o paciente foi encaminhado à Sala de Recuperação Pós-Anestésica (SRPA). Na admissão à SRPA, o enfermeiro realizou a seguinte avaliação: movimenta espontaneamente apenas os membros superiores; apresenta respiração superficial; pressão arterial atual: 79 × 48 mmHg; saturação periférica de oxigênio: 93% em uso de cateter nasal a 2 L/min; encontra-se desperto, orientado e responde adequadamente às perguntas.
Esse enfermeiro avaliou o paciente utilizando a Escala de Aldrete e Kroulik, instrumento necessário para acompanhamento da recuperação de anestesia geral, conforme quadro a seguir:
| Itens de avaliação | Condição | Nota |
| Atividade muscular | move 4 extremidades | 2 |
| move 2 extremidades | 1 | |
| move 0 extremidades | 0 | |
| Respiração | profunda, tosse | 2 |
| limitada, dispnéia | 1 | |
| apnéia | 0 | |
| Consciência | completamente acordado | 2 |
| despertado ao chamado | 1 | |
| não responde ao chamado | 0 | |
| Circulação (PA) | ± 20 % do nível pré-anestésico | 2 |
| ± 20 % a 49 % do nível pré-anestésico | 1 | |
| ± 50 % do nível pré-anestésico | 0 | |
| SpO2 | mantém SpO2 > 92% em ar ambiente | 2 |
| mantém SpO2 > 90% com O2 | 1 | |
| mantém SpO2 < 90% com O2 | 0 |
Fonte: MELO, S. M. D. et al. Cirurgia bariátrica: existe necessidade de internação em unidade de terapia intensiva? Revista Brasileira de Terapia Intensiva, v. 21, n. 2, p. 162-168, abr. 2009.
Considerando os dados apresentados no caso clínico, assinale a alternativa CORRETA.
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Analise o caso clínico a seguir para responder à questão.
Paciente L.C.; idade: 20 anos; sexo: feminino; estado civil: união estável.
Queixa principal: “perda gestacional recente acompanhada de sangramento vaginal.”
- História atual: paciente comparece à Unidade Básica de Saúde após perda gestacional recente. Relata que o quadro iniciou com sangramento vaginal de intensidade moderada, acompanhado de cólicas em baixo ventre, evoluindo para interrupção da gestação. Em consulta ao prontuário, observa-se histórico de outra perda gestacional ocorrida há aproximadamente três meses. Durante o atendimento, mantém-se tranquila, colaborativa e orientada. Quando questionada sobre as perdas gestacionais, demonstra sensibilidade ao tema, porém fornece poucas informações e não manifesta interesse em discutir possíveis causas ou aprofundar o assunto. Nega queixas físicas no momento da consulta.
- Antecedentes de saúde: G2P0A2 (duas gestações e duas perdas gestacionais). Nega doenças crônicas conhecidas, alergias e uso contínuo de medicamentos.
- Antecedentes familiares: mãe com hipertensão arterial sistêmica. Pai sem comorbidades relevantes. Nega histórico familiar conhecido de doenças hereditárias.
- Histórico social: relata ter boa convivência familiar e apoio do parceiro, e residir com o companheiro em casa de alvenaria com saneamento básico e energia elétrica.
- Histórico econômico: renda familiar proveniente do trabalho da paciente e do companheiro, suficiente para suprir as necessidades básicas.
Hábitos e fatores de risco: nega tabagismo, etilismo e uso de substâncias ilícitas. Não pratica atividade física regularmente. Sintomatologia: refere episódio recente de sangramento vaginal e cólicas durante a perda gestacional. No momento da consulta, encontra-se sem queixas físicas, afebril e em bom estado geral.
Impressões do avaliador: paciente apresenta histórico de perdas gestacionais recorrentes, em curto intervalo de tempo. Mostra-se emocionalmente sensível ao abordar o tema, porém pouco comunicativa sobre os eventos ocorridos. Necessita acompanhamento contínuo para monitoramento do estado físico e emocional. Indicadores de saúde.
Necessidades psico-biológicas: estado geral preservado, consciente e orientada. Sem queixas físicas atuais. Histórico recente de sangramento vaginal associado à perda gestacional. Necessidades psico-sociais: paciente em união estável, possui apoio familiar e do companheiro. Apresenta comportamento tranquilo durante a consulta, porém demonstra desconforto emocional ao falar sobre as perdas gestacionais, evitando aprofundar o assunto. Paciente consciente, orientada em tempo e espaço, comunicativa e cooperativa.
Exame físico: PA: 110 × 70 mmHg; FC: 78 bpm; FR: 18 irpm; temperatura axilar: 36,5 °C; saturação periférica de O₂: 98%. Segmentos corporais:
- Cabeça e pescoço: sem alterações aparentes; mucosas coradas e hidratadas.
- Sistema neurológico: consciente, orientada e com fala coerente.
- Sistema cardiovascular: bulhas cardíacas normofonéticas em dois tempos; ritmo regular.
- Sistema respiratório: murmúrios vesiculares fisiológicos presentes bilateralmente; sem ruídos adventícios.
- Sistema gastrintestinal: abdome plano, flácido e indolor à palpação; ruídos hidroaéreos presentes.
- Sistema geniturinário: sem queixas urinárias; ausência de sangramento vaginal no momento da consulta.
- Aspecto emocional: mantém comportamento tranquilo; demonstra sensibilidade ao falar das perdas gestacionais; pouca expressão verbal dos sentimentos relacionados ao evento.
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Analise o caso clínico a seguir para responder à questão.
Paciente L.C.; idade: 20 anos; sexo: feminino; estado civil: união estável.
Queixa principal: “perda gestacional recente acompanhada de sangramento vaginal.”
- História atual: paciente comparece à Unidade Básica de Saúde após perda gestacional recente. Relata que o quadro iniciou com sangramento vaginal de intensidade moderada, acompanhado de cólicas em baixo ventre, evoluindo para interrupção da gestação. Em consulta ao prontuário, observa-se histórico de outra perda gestacional ocorrida há aproximadamente três meses. Durante o atendimento, mantém-se tranquila, colaborativa e orientada. Quando questionada sobre as perdas gestacionais, demonstra sensibilidade ao tema, porém fornece poucas informações e não manifesta interesse em discutir possíveis causas ou aprofundar o assunto. Nega queixas físicas no momento da consulta.
- Antecedentes de saúde: G2P0A2 (duas gestações e duas perdas gestacionais). Nega doenças crônicas conhecidas, alergias e uso contínuo de medicamentos.
- Antecedentes familiares: mãe com hipertensão arterial sistêmica. Pai sem comorbidades relevantes. Nega histórico familiar conhecido de doenças hereditárias.
- Histórico social: relata ter boa convivência familiar e apoio do parceiro, e residir com o companheiro em casa de alvenaria com saneamento básico e energia elétrica.
- Histórico econômico: renda familiar proveniente do trabalho da paciente e do companheiro, suficiente para suprir as necessidades básicas.
Hábitos e fatores de risco: nega tabagismo, etilismo e uso de substâncias ilícitas. Não pratica atividade física regularmente. Sintomatologia: refere episódio recente de sangramento vaginal e cólicas durante a perda gestacional. No momento da consulta, encontra-se sem queixas físicas, afebril e em bom estado geral.
Impressões do avaliador: paciente apresenta histórico de perdas gestacionais recorrentes, em curto intervalo de tempo. Mostra-se emocionalmente sensível ao abordar o tema, porém pouco comunicativa sobre os eventos ocorridos. Necessita acompanhamento contínuo para monitoramento do estado físico e emocional. Indicadores de saúde.
Necessidades psico-biológicas: estado geral preservado, consciente e orientada. Sem queixas físicas atuais. Histórico recente de sangramento vaginal associado à perda gestacional. Necessidades psico-sociais: paciente em união estável, possui apoio familiar e do companheiro. Apresenta comportamento tranquilo durante a consulta, porém demonstra desconforto emocional ao falar sobre as perdas gestacionais, evitando aprofundar o assunto. Paciente consciente, orientada em tempo e espaço, comunicativa e cooperativa.
Exame físico: PA: 110 × 70 mmHg; FC: 78 bpm; FR: 18 irpm; temperatura axilar: 36,5 °C; saturação periférica de O₂: 98%. Segmentos corporais:
- Cabeça e pescoço: sem alterações aparentes; mucosas coradas e hidratadas.
- Sistema neurológico: consciente, orientada e com fala coerente.
- Sistema cardiovascular: bulhas cardíacas normofonéticas em dois tempos; ritmo regular.
- Sistema respiratório: murmúrios vesiculares fisiológicos presentes bilateralmente; sem ruídos adventícios.
- Sistema gastrintestinal: abdome plano, flácido e indolor à palpação; ruídos hidroaéreos presentes.
- Sistema geniturinário: sem queixas urinárias; ausência de sangramento vaginal no momento da consulta.
- Aspecto emocional: mantém comportamento tranquilo; demonstra sensibilidade ao falar das perdas gestacionais; pouca expressão verbal dos sentimentos relacionados ao evento.
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- Clínica MédicaExame físico / Semiologia
- Doenças Transmissíveis, Infecciosas e ParasitáriasDST: Doenças Sexualmente Transmissíveis
- Saúde da Mulher
- Sistematização da Assistência de Enfermagem
- Anamnese (Coleta de Dados)
Nome: A.P.S.; idade: 45 anos; sexo: feminino; cor: parda; estado civil: casada; profissão: dona do lar. Queixa principal: “estou com muita coceira e corrimento vaginal há duas semanas.”
- História da doença atual: paciente relata início de prurido intenso na região genital há aproximadamente 14 dias, acompanhado de corrimento vaginal abundante, amarelado e com odor desagradável. Refere ardência ao urinar, polaciúria e desconforto durante as relações sexuais e informa que os sintomas têm prejudicado seu sono e suas atividades diárias devido ao desconforto constante. Relata ter tido vergonha de procurar atendimento anteriormente.
- Antecedentes pessoais: nega doenças crônicas, alergias medicamentosas e cirurgias prévias.
- Antecedentes ginecológicos: menarca aos 11 anos, ciclos menstruais regulares, última menstruação há 12 dias, 1 parto.
- Histórico familiar: mãe viva, 75 anos, hipertensa. Pai falecido, vítima de acidente de trânsito. - Histórico social: relata conflito familiar e possui ensino médio completo.
- Histórico econômico: renda familiar de aproximadamente 1 salário-mínimo.
Exame físico: paciente consciente, orientada, comunicativa, apresentando desconforto devido ao prurido genital. PA: 120 x 80 mmHg; FC: 84 bpm; FR: 18 rpm; temperatura axilar: 36,8 °C.
Exame genital: corrimento vaginal abundante, amarelo-esverdeado, espumoso, odor fétido, sensibilidade aumentada no colo uterino, hiperemia vulvar moderada.
A etapa de Avaliação de Enfermagem consiste na coleta sistemática de dados subjetivos e objetivos para subsidiar as etapas subsequentes do Processo de Enfermagem. Ao analisar o caso clínico da paciente A.P.S., o enfermeiro identifica diversas informações relevantes para a compreensão do problema de saúde apresentado.
Considerando a classificação dos dados coletados durante a avaliação de enfermagem, assinale a alternativa que apresenta exclusivamente dados objetivos.
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- Clínica CirúrgicaPeríodo perioperatórioPré-Operatório
- Sistematização da Assistência de EnfermagemTaxonomia da assistência de enfermagem
Observe os diagnósticos de enfermagem apresentados a seguir:
I- Risco de infecção relacionado a procedimentos invasivos (cirurgia programada). II- Dor aguda relacionada a agentes lesivos (cirurgia realizada) caracterizada por expressão facial e relatos de dor e dor intensa aferida por escala validada. III- Ansiedade excessiva relacionada à situação desconhecida (procedimento invasivos: cirúrgicos) evidenciada por nervosismo, tensão e preocupação.
Está(ão) relacionado(s) ao período pré-operatório
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- Administração de MedicamentosCálculo de Solução e Medicamentos
- Administração de MedicamentosMedicação Endovenosa
INSTRUÇÃO: Analise o caso clínico a seguir para responder a esta questão.
Uma criança de 4 anos de idade, sexo masculino, com peso de 12 kg, foi levada ao Pronto Atendimento pela mãe com história de febre há três dias, de início súbito, com picos de até 39,2 °C, associada à tosse inicialmente seca, que evoluiu para produtiva, além de piora progressiva do estado geral. A mãe relata que a criança apresenta cansaço aos mínimos esforços, episódios de irritabilidade alternados com sonolência e recusa alimentação. Nas últimas 24 horas, observou respiração mais rápida e esforço para respirar, com “afundamento da barriga durante a respiração”. Ao exame físico, a paciente encontra-se em regular estado geral, febril (38,7 °C), prostrada e irritada durante a avaliação. Apresenta taquipneia, com aumento do esforço respiratório, evidenciado por tiragem intercostal e subcostal leve, além de batimento discreto de asas nasais. A ausculta pulmonar revela presença de roncos em base pulmonar direita, com redução do murmúrio vesicular na mesma região. A tosse é frequente e produtiva. A saturação periférica de oxigênio em ar ambiente encontra-se em 93%. A mãe nega comorbidades prévias relevantes. O quadro clínico é compatível com infecção respiratória, sugestiva de pneumonia bacteriana adquirida na comunidade, sendo indicada antibioticoterapia intravenosa. Foi prescrita ceftriaxona 75 mg/kg/dia, em dose única diária, por via intravenosa. A farmácia disponibiliza frascos de ceftriaxona de 1 g e frascos de 100 mL de soro fisiológico 0,9%.
Observação: A medicação, até 1 g, pode ser infundida sem diluição prévia, para infusão contínua em 40 mL de solução (fisiológica ou glicosada), por 30 minutos.
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