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Leia o excerto a seguir:
Foi a partir de experiências e aprendizados com comunidades tradicionais da floresta que a manauara Elijane Nogueira fundou a Yanciã, uma ________________ voltada para artigos artesanais de moda. Ela tem graduação em direito, com especialização em ciências criminais, mas decidiu fazer uma transição para área ambiental, trazendo a bagagem das ações e estudos nas questões de vulnerabilidade social.
"Iniciei essas pesquisas dentro da moda com responsabilidade ________________. E comecei a voltar o meu olhar para a minha região, ao refletir muito sobre as mudanças climáticas e como nós todos estávamos sendo afetados. Queria muito desenvolver uma cultura de moda a partir dos nossos territórios", explica Elijane. [...]
O negócio não é uma revenda de materiais amazônicos. Ela pega os produtos prontos em associações, que fazem a coleta e as modificações nas _________________. O trabalho envolve pesquisa e troca de saberes com artesãs. Entre os materiais utilizados estão fibras de tucum e sementes de açaí. Elijane faz o processo de curadoria, selecionando e produzindo artesanatos que se transformam em coleções de moda.
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-01/bioeco nomia-amazonica-o-desafio-de-gerar-renda-e-conservar-floresta. Acesso em: 10 nov. 2025. Adaptado.)

Observando-se a ortografia, assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no excerto:
 

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A regência verbal é uma relação lógica estabelecida, por uma preposição, entre um verbo e seu complemento, construindo sentidos. Alguns verbos podem ter mais de uma regência, validadas pelas gramáticas da língua portuguesa brasileira, ou seja, aceitar preposições distintas, possibilitando, inclusive, sentidos diversos. É possível também que o mesmo verbo seja regido por preposição em um contexto e não ser regido em outro, ou que aceite tanto a regência como não para exprimir a mesma ideia. Tendo isso em consideração, leia as sentenças a seguir e analise se as construções estão corretas quanto aos verbos, à regência (ou não) da preposição e ao sentido pretendido (entre parênteses):

I. Leitura pede atenção, vontade e tempo. (requerer, exigir)
II. Achou muito a bagatela que lhe pedimos pelo projeto. (exigir, estipular)
III. Naqueles tempos, eles só desejavam o direito de viver e de sonhar. (ter vontade, ambicionar)
IV. Desejo a vocês toda sorte do mundo. (fazer votos)

Está correta a regência verbal em:
 

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No excerto a seguir, há alguns problemas no uso da língua escrita. Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

"Até mesmo pessoas que já praticam exercícios físicos podem ser sedentárias nas horas sentadas à trabalho. Segundo o profissional, o comportamento sedentário ocupacional é um fator de risco independente a outras atividades físicas para pessoas que passam de 80 a 90% do dia sentadas e sem pausas ativas."

(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/pequenas-pausas-no-trabalho-pr evinem-impactos-negativos-na-saude/. Acesso em: 09 nov. 2025. Adaptado.)

(__) A crase em "nas horas sentadas à trabalho" foi usada equivocadamente, uma vez que, para haver a fusão que forma a crase, é preciso haver a preposição "a" acompanhada do artigo feminino "a". Nesse contexto, além de a palavra que segue a "sentadas" ser masculina, o que já impede a crase, nesse contexto, ela não pede o uso de artigo. O correto "seria nas horas sentadas a trabalho".

(__) Na construção "é um fator de risco independente a outras atividades físicas", há um problema no uso da preposição "a" porque, nesse contexto, ela não estabelece sentido claro. O correto seria usar a preposição "de": "é um fato de risco independente de outras atividades físicas".

(__) Em "passam de 80 a 90%", faltou a crase para que a construção estivesse adequada, ou seja, "passam de 80 à 90%".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

 

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Como toda lenda, é impossível dizer com exatidão como surgiu a história da Perna Cabeluda. O primeiro registro é de uma matéria que surgiu na edição de 10 de dezembro de 1975 do Diário de Pernambuco, o jornal mais antigo em circulação na América Latina. A manchete anunciava: Perna fantasma surge em moradia de Tiúma. Publicada sem assinatura de repórter, a notícia relatava que um homem chamado José Luís Borges (seria ele o célebre escritor argentino?) havia visto "uma perna caminhar pelas paredes" da casa onde morava com o filho, Wanderley Borges, no bairro de Tiúma, em São Lourenço da Mata, a cerca de 50 km do Recife. Apavorados, pai e filho chamaram dois médiuns, um padre e um pastor protestante para tentar afastar a maldição, além de estarem dispostos a abandonar a residência caso as "visagens" continuassem. O episódio, de acordo com a matéria, provocou "um rebuliço no município".
(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/lenda-perna-cabeluda-agente-secreto/. Acesso em 10 nov. 2025. Adaptado.)
O tempo ou a temporalidade dos verbos, assim como o modo verbal não são escolhidos aleatoriamente na construção textual. Enquanto o tempo verbal marca a posição que os fatos enunciados ocupam no tempo, o modo exprime sentidos diversos, desde ideias mais certas, concluídas, a incertezas, dúvidas instruções ou ordens. Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir:

I. No texto há predomínio de dois tempos verbais: pretérito perfeito e pretérito imperfeito, ambos no modo indicativo, considerando os fatos a que eles se referem em sua certeza de acontecimento.
II. Em "A manchete anunciava", o verbo está no pretérito imperfeito do indicativo e exprime, para o leitor, a ideia de um fato passado, mas não concluído, dando uma ideia de continuidade. O mesmo ocorre em: "seria ele o célebre escritor argentino?".
III. Em "além de estarem dispostos a abandonar a residência caso as 'visagens' continuassem", a escolha pelo pretérito do subjuntivo para a conjugação do verbo continuar se dá porque, nesse contexto, apesar de a ação estar localizada no passado, ela se refere a uma possibilidade, a uma hipótese.

É correto o que se afirma em:
 

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Como toda lenda, é impossível dizer com exatidão como surgiu a história da Perna Cabeluda. O primeiro registro é de uma matéria que surgiu na edição de 10 de dezembro de 1975 do Diário de Pernambuco, o jornal mais antigo em circulação na América Latina. A manchete anunciava: Perna fantasma surge em moradia de Tiúma. Publicada sem assinatura de repórter, a notícia relatava que um homem chamado José Luís Borges (seria ele o célebre escritor argentino?) havia visto "uma perna caminhar pelas paredes" da casa onde morava com o filho, Wanderley Borges, no bairro de Tiúma, em São Lourenço da Mata, a cerca de 50 km do Recife. Apavorados, pai e filho chamaram dois médiuns, um padre e um pastor protestante para tentar afastar a maldição, além de estarem dispostos a abandonar a residência caso as "visagens" continuassem. O episódio, de acordo com a matéria, provocou "um rebuliço no município".
(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/lenda-perna-cabeluda-agente-secreto/. Acesso em 10 nov. 2025. Adaptado.)
A organização dos textos, as escolhas lexicais e, inclusive o tipo de verbo que será usado, se de ação ou de estado por exemplo, têm relação direta com o gênero textual e o tipo que predomina na construção. Em relação ao texto, assinale a alternativa correta:
 

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Um estudo que acaba de ser publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que 16,3 milhões de famílias brasileiras vivem em casas com inadequações como falta de banheiro (3% do total), ausência de abastecimento de água pela rede pública (17%) e de esgotamento sanitário (22%), entre outras. Elas representam quase 40% das famílias inscritas no CadÚnico (2024) e o custo estimado para superação dos problemas é de quase R$274 bilhões. [...]
O trabalho também mostra que 78% das famílias que sofrem com pelo menos um tipo de inadequação habitacional são chefiadas por mulheres. Além disso, as chefiadas por pessoas negras (pretas e pardas) representam 74,64% das que vivem em casas com inadequações, um percentual ainda maior do que elas representam no total das registradas no CadÚnico (68,89%).
(Disponível em: https://www.ecycle.com.br/brasil-tem-mais-de-12-milhao-de-familias-qu e-vivem-em-casas-sem-banheiro-835-delas-sao-chefiadas-por-pessoas -negras-e-70-por-mulheres/. Acesso em: 09 nov. 2025. Adaptado.)
A partir da leitura do texto, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Das famílias cadastradas no CadÚnico, aquelas que vivem em casas com inadequações de saneamento representam quase 40% e dão um prejuízo estimado aos cofres públicos de aproximadamente 274 bilhões de reais.
(__) A maior parte das famílias que vivem em casas que apresentam algum tipo de inadequação habitacional é liderada por mulheres. Entre essas famílias lideradas por mulheres, a maior representação é de mulheres negras.
(__) De 16,3 milhões de famílias brasileiras que vivem em casas com inadequações, o maior problema corresponde à falta de esgotamento sanitário.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
 

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Um estudo que acaba de ser publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que 16,3 milhões de famílias brasileiras vivem em casas com inadequações como falta de banheiro (3% do total), ausência de abastecimento de água pela rede pública (17%) e de esgotamento sanitário (22%), entre outras. Elas representam quase 40% das famílias inscritas no CadÚnico (2024) e o custo estimado para superação dos problemas é de quase R$274 bilhões. [...]
O trabalho também mostra que 78% das famílias que sofrem com pelo menos um tipo de inadequação habitacional são chefiadas por mulheres. Além disso, as chefiadas por pessoas negras (pretas e pardas) representam 74,64% das que vivem em casas com inadequações, um percentual ainda maior do que elas representam no total das registradas no CadÚnico (68,89%).
(Disponível em: https://www.ecycle.com.br/brasil-tem-mais-de-12-milhao-de-familias-qu e-vivem-em-casas-sem-banheiro-835-delas-sao-chefiadas-por-pessoas -negras-e-70-por-mulheres/. Acesso em: 09 nov. 2025. Adaptado.)
A coesão textual é responsável pela articulação das ideias, de modo que seja possível dar progressão ao texto, seja a partir da referenciação, seja a partir da sequenciação. Tendo isso em consideração e mobilizando seus conhecimentos a respeito do assunto, analise as assertivas a seguir:

I. Em "Elas representam quase 40% das famílias inscritas no CadÚnico (2024)", o pronome pessoal "elas" tem como referente "16,3 milhões de famílias brasileiras", estabelecendo uma relação anafórica.
II. No 2º parágrafo, a expressão "Além disso" exerce duas funções importantes na articulação das ideias. Primeiro, indica uma ideia nova a ser apresentada, viabilizada pela locução adverbial "além de" que, no contexto, confere uma ideia de adição. Já o pronome demonstrativo "isso" retoma o que foi dito anteriormente, para que sirva de referente para nova informação. A expressão toda (além disso) equivale a "ademais".
III. No início do 2º parágrafo, tem-se a expressão "o trabalho". O autor do texto lançou mão da progressão referencial, usando uma forma linguística que, no contexto, é sinônima de "um estudo". Desse modo, manteve a articulação das ideias, retomando algo que já havia sido posto, sem repetir o mesmo termo. 

É correto o que se afirma em:
 

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Pequenas pausas no trabalho previnem impactos negativos na saúde
Mesmo quem se exercita pode sofrer os efeitos do sedentarismo ocupacional. Entre um e-mail e outro, levantar-se vira um ato de saúde
Por trás das longas horas em frente ao computador, existem vários efeitos negativos para o corpo e a mente. Chamado de sedentarismo ocupacional, comum entre quem passa o dia sentado no trabalho, o comportamento é fator de risco para quem não inclui pausas ativas durante os expedientes − mesmo que faça algum exercício físico depois. [...] E esse padrão se tornou ainda mais comum após a consolidação do home office.
De acordo com Daniel Sandy, especialista em Ciência da Motricidade Humana e fundador da Pausa Ativa Ocupacional, o perigo está justamente naquilo que parece inofensivo: "O sedentarismo ocupacional é muitas vezes confundido apenas com a ausência de prática esportiva, mas também se manifesta nos longos períodos de inatividade diante do computador", explica.
Os riscos desse tipo de sedentarismo até são comparados com os do fumo. "Nos anos 80, fumar era amplamente aceito, e só depois de muita conscientização os riscos foram reconhecidos. Atualmente, ocorre o mesmo com o comportamento sedentário. Não percebemos o quanto ele é prejudicial." [...] Os efeitos vão muito além das dores musculares. De acordo com Sandy, o comportamento sedentário está ligado a um aumento expressivo dos riscos cardiometabólicos, dores de coluna, cefaleia, transtornos mentais como ansiedade e depressão, além de síndrome de burnout, diabetes, doenças autoimunes e até demência.
A quantidade de tempo segura para permanecer sentado é de 30 minutos, intercaladas por pausas ativas, sem nunca ultrapassar uma hora sem se levantar. As chamadas pausas ativas são breves intervalos de movimento, entre 2 e 10 minutos, como alongamentos, exercícios respiratórios, caminhadas curtas ou pequenos deslocamentos dentro do escritório. "Essas pausas quebram o ciclo do sedentarismo, ativando músculos, oxigenando o cérebro e prevenindo doenças crônicas. Além disso, ajudam a aliviar o estresse, promovem disposição e podem reduzir o risco de burnout", comenta Sandy. [...] "todo movimento conta": caminhar rápido, subir escadas, alongar-se, fazer agachamentos, flexões de panturrilha, polichinelos ou mesmo corrida estacionária são gestos simples, mas eficazes. O segredo está na intenção e na regularidade.
Para além dos benefícios fisiológicos, Sandy acredita que as pausas ativas têm um papel simbólico: elas rompem com a cultura de exaustão. "Além dos danos físicos, ficar sentado por longos períodos gera impactos sociais e culturais, perpetuando ambientes de trabalho pouco saudáveis", afirma. Quando um funcionário se levanta para se mover, ele também envia uma mensagem silenciosa de que produtividade e autocuidado podem coexistir.
(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/pequenas-pausas-no-trabalho-pr evinem-impactos-negativos-na-saude/. Acesso em: 09 nov. 2025. Adaptado.)
A coordenação das orações pode ser feita usando conectivos coordenativos, no caso, conjunções que ajudam a estabelecer relações semânticas entre as orações: adição, alternância, oposição, explicação, etc. Porém, há situações em que a conjunção é suprimida e os sinais de pontuação indicam a coordenação, sem alterar o sentido construído. Tendo isso em consideração, analise o excerto a seguir:
"Para além dos benefícios fisiológicos, Sandy acredita que as pausas ativas têm um papel simbólico: elas rompem com a cultura de exaustão."
Assinale a alternativa que indica corretamente a conjunção que, substituída pelos dois pontos, faz a coordenação mantendo o sentido do texto:
 

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Pequenas pausas no trabalho previnem impactos negativos na saúde
Mesmo quem se exercita pode sofrer os efeitos do sedentarismo ocupacional. Entre um e-mail e outro, levantar-se vira um ato de saúde
Por trás das longas horas em frente ao computador, existem vários efeitos negativos para o corpo e a mente. Chamado de sedentarismo ocupacional, comum entre quem passa o dia sentado no trabalho, o comportamento é fator de risco para quem não inclui pausas ativas durante os expedientes − mesmo que faça algum exercício físico depois. [...] E esse padrão se tornou ainda mais comum após a consolidação do home office.
De acordo com Daniel Sandy, especialista em Ciência da Motricidade Humana e fundador da Pausa Ativa Ocupacional, o perigo está justamente naquilo que parece inofensivo: "O sedentarismo ocupacional é muitas vezes confundido apenas com a ausência de prática esportiva, mas também se manifesta nos longos períodos de inatividade diante do computador", explica.
Os riscos desse tipo de sedentarismo até são comparados com os do fumo. "Nos anos 80, fumar era amplamente aceito, e só depois de muita conscientização os riscos foram reconhecidos. Atualmente, ocorre o mesmo com o comportamento sedentário. Não percebemos o quanto ele é prejudicial." [...] Os efeitos vão muito além das dores musculares. De acordo com Sandy, o comportamento sedentário está ligado a um aumento expressivo dos riscos cardiometabólicos, dores de coluna, cefaleia, transtornos mentais como ansiedade e depressão, além de síndrome de burnout, diabetes, doenças autoimunes e até demência.
A quantidade de tempo segura para permanecer sentado é de 30 minutos, intercaladas por pausas ativas, sem nunca ultrapassar uma hora sem se levantar. As chamadas pausas ativas são breves intervalos de movimento, entre 2 e 10 minutos, como alongamentos, exercícios respiratórios, caminhadas curtas ou pequenos deslocamentos dentro do escritório. "Essas pausas quebram o ciclo do sedentarismo, ativando músculos, oxigenando o cérebro e prevenindo doenças crônicas. Além disso, ajudam a aliviar o estresse, promovem disposição e podem reduzir o risco de burnout", comenta Sandy. [...] "todo movimento conta": caminhar rápido, subir escadas, alongar-se, fazer agachamentos, flexões de panturrilha, polichinelos ou mesmo corrida estacionária são gestos simples, mas eficazes. O segredo está na intenção e na regularidade.
Para além dos benefícios fisiológicos, Sandy acredita que as pausas ativas têm um papel simbólico: elas rompem com a cultura de exaustão. "Além dos danos físicos, ficar sentado por longos períodos gera impactos sociais e culturais, perpetuando ambientes de trabalho pouco saudáveis", afirma. Quando um funcionário se levanta para se mover, ele também envia uma mensagem silenciosa de que produtividade e autocuidado podem coexistir.
(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/pequenas-pausas-no-trabalho-pr evinem-impactos-negativos-na-saude/. Acesso em: 09 nov. 2025. Adaptado.)
A partir de sua leitura do texto e mobilizando seus conhecimentos, analise as sentenças a seguir:

I. Mesmo que a pessoa faça exercícios físicos regularmente, as pausas ativas durante o período de trabalho, para quem trabalha sentado, são essenciais para minimizar riscos causados pelo sedentarismo ocupacional.
II. Comparáveis aos riscos do fumo para o organismo, os efeitos do sedentarismo ocupacional são, muitas vezes silenciosos, indo muito além daquilo que é perceptível, como as dores musculares.
III. As pausas ativas, ao longo do dia de trabalho, não representam apenas benefícios para o corpo de quem as pratica. Elas são também discursivas, simbolizando que aquela pessoa que se movimenta a cada intervalo de tempo valoriza não só a produtividade no trabalho, mas também o cuidado consigo e com sua saúde, rompendo de alguma maneira com a cultura da exaustão. 

É correto o que se afirma em:
 

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Pequenas pausas no trabalho previnem impactos negativos na saúde
Mesmo quem se exercita pode sofrer os efeitos do sedentarismo ocupacional. Entre um e-mail e outro, levantar-se vira um ato de saúde
Por trás das longas horas em frente ao computador, existem vários efeitos negativos para o corpo e a mente. Chamado de sedentarismo ocupacional, comum entre quem passa o dia sentado no trabalho, o comportamento é fator de risco para quem não inclui pausas ativas durante os expedientes − mesmo que faça algum exercício físico depois. [...] E esse padrão se tornou ainda mais comum após a consolidação do home office.
De acordo com Daniel Sandy, especialista em Ciência da Motricidade Humana e fundador da Pausa Ativa Ocupacional, o perigo está justamente naquilo que parece inofensivo: "O sedentarismo ocupacional é muitas vezes confundido apenas com a ausência de prática esportiva, mas também se manifesta nos longos períodos de inatividade diante do computador", explica.
Os riscos desse tipo de sedentarismo até são comparados com os do fumo. "Nos anos 80, fumar era amplamente aceito, e só depois de muita conscientização os riscos foram reconhecidos. Atualmente, ocorre o mesmo com o comportamento sedentário. Não percebemos o quanto ele é prejudicial." [...] Os efeitos vão muito além das dores musculares. De acordo com Sandy, o comportamento sedentário está ligado a um aumento expressivo dos riscos cardiometabólicos, dores de coluna, cefaleia, transtornos mentais como ansiedade e depressão, além de síndrome de burnout, diabetes, doenças autoimunes e até demência.
A quantidade de tempo segura para permanecer sentado é de 30 minutos, intercaladas por pausas ativas, sem nunca ultrapassar uma hora sem se levantar. As chamadas pausas ativas são breves intervalos de movimento, entre 2 e 10 minutos, como alongamentos, exercícios respiratórios, caminhadas curtas ou pequenos deslocamentos dentro do escritório. "Essas pausas quebram o ciclo do sedentarismo, ativando músculos, oxigenando o cérebro e prevenindo doenças crônicas. Além disso, ajudam a aliviar o estresse, promovem disposição e podem reduzir o risco de burnout", comenta Sandy. [...] "todo movimento conta": caminhar rápido, subir escadas, alongar-se, fazer agachamentos, flexões de panturrilha, polichinelos ou mesmo corrida estacionária são gestos simples, mas eficazes. O segredo está na intenção e na regularidade.
Para além dos benefícios fisiológicos, Sandy acredita que as pausas ativas têm um papel simbólico: elas rompem com a cultura de exaustão. "Além dos danos físicos, ficar sentado por longos períodos gera impactos sociais e culturais, perpetuando ambientes de trabalho pouco saudáveis", afirma. Quando um funcionário se levanta para se mover, ele também envia uma mensagem silenciosa de que produtividade e autocuidado podem coexistir.
(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/pequenas-pausas-no-trabalho-pr evinem-impactos-negativos-na-saude/. Acesso em: 09 nov. 2025. Adaptado.)
A respeito da colocação pronominal no português brasileiro, analise as sentenças a seguir:

I. "Mesmo quem se exercita pode sofrer os efeitos do sedentarismo ocupacional": a próclise, colocação do pronome átono antes do verbo, é a posição mais comum no português no Brasil. Nesse excerto, ela ocorre porque a palavra que antecede imediatamente o verbo é um pronome relativo e exerce a função de conectivo de subordinação.
II. "Entre um e-mail e outro, levantar-se vira um ato de saúde": observa-se que a autora do texto optou pela posição enclítica, ou seja, pronome átono após o verbo, o que confere mais formalidade ao texto. Nesse contexto, a autora poderia ter optado pela próclise, uma vez que com verbos no infinitivo, soltos, as duas colocações são aceitas.
III. "E esse padrão se tornou ainda mais comum após a consolidação do home office": é característica do português do Brasil a preferência pela próclise em orações absolutas (que formam um período por si só), principais ou coordenadas, por isso, o pronome átono antes do verbo "tornou". Isso não impede que se opte pelo uso mais formal, após o verbo. 

É correto o que se afirma em:
 

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