“A síndrome metabólica (SMet) é considerada uma desordem clínica definida pela associação de fatores fisiológicos, bioquímicos, clínicos e metabólicos... A prevalência de SMet varia de acordo com as características populacionais e definições usadas. De
acordo com a International Diabetes Federation (IDF), ela ocorre quando há a presença do aumento da circunferência abdominal (≥90 cm para os homens e ≥80 cm para as mulheres) associada com mais dois fatores, como hipertensão arterial,
resistência insulínica, hiperinsulinemia ou dislipidemia... A SMet é considerada uma síndrome multifatorial que resulta da interação de um comportamento sedentário, inatividade física e fatores... e pode favorecer o aumento do risco cardiovascular...”
Acerca das informações apresentadas, assinale a alternativa correta.
Paciente M.R.I. de 24 anos de idade do sexo feminino, chegou no hospital com uma leve dor na lombar HMA: paciente
foi fazer um agachamento guiado na academia, ouviu um estalido e ao chegar em casa sentiu uma leve dor. Dormiu mal
a noite e na manhã seguinte resolveu procurar o pronto-socorro. Foi realizado um exame de Ressonância lombo-sacra.
Segue o exame da paciente:
Com base nas informações do caso clínico, a paciente apresentava retenção de urina e dificuldade para defecar. Sabe-se que a
paciente não teve lombociatalgia. Conforme apresentado na imagem comparativa, inicial à esquerda e após 3 meses de tratamento fisioterapêutico à direita, assinale a alternativa de tratamento fisioterapêutico mais adequado para atingir a resposta
apresentada na segunda imagem do exame.
Paciente M.R.I. de 24 anos de idade do sexo feminino, chegou no hospital com uma leve dor na lombar HMA: paciente
foi fazer um agachamento guiado na academia, ouviu um estalido e ao chegar em casa sentiu uma leve dor. Dormiu mal
a noite e na manhã seguinte resolveu procurar o pronto-socorro. Foi realizado um exame de Ressonância lombo-sacra.
Segue o exame da paciente:
A paciente foi diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Nível 1 de suporte, e Transtorno do Déficit de
Atenção (TDAH), grave, 3 meses antes. A partir das informações, assinale a alternativa correta.
Segundo diferentes estudos realizados, seguem abaixo os sintomas mais prevalentes em pessoas com histórico de
COVID-19 e hospitalização, com internação em enfermaria e/ou unidade de terapia intensiva (UTI), condizentes com o
que temos observado no Serviço de Reabilitação:
“Fadiga ou fraqueza muscular (63%) dos pacientes; Fadiga (29,9% e 38,1% dos pacientes hospitalizados, sem e com necessidade
de ventilação mecânica, respectivamente); Fraqueza Muscular - em pacientes internados em UTI a perda de força muscular foi
de até 3,7% ao dia (sendo que a perda muscular usualmente observada em pacientes críticos se situa entre 0,7 a 1,5% ao dia);
Dispneia (34,5% e 45,1% dos pacientes hospitalizados, em enfermaria e UTI, respectivamente); necessidade de meio auxiliar de
locomoção (28,8% e 39,8% dos pacientes hospitalizados, em enfermaria e UTI, respectivamente); Algum grau de dependência
para Atividades de Vida Diária (27,3% e 38,9%, dos pacientes hospitalizados, em enfermaria e UTI, respectivamente); Algum
grau de dependência para Atividades Instrumentais de Vida Diária (74,5% e 84,6% dos pacientes hospitalizados, em enfermaria
e UTI, respectivamente); Dor (27,1% e 33,9% dos pacientes hospitalizados, em enfermaria e UTI, respectivamente); Distúrbios
do sono (26%)4 e (53,6%); Disfunção Cognitiva (38,4%) e Ansiedade (31,4%); Depressão (20,6%)”.
(Recomendações para Reabilitação de Pacientes pós-covid 19, CREFITO.)
A ocorrência destes sintomas persistentes vem sendo denominada de “COVID LONGA” ou Síndrome Pós-COVID-19,
diante disso, logo após um paciente com o quadro grave receber alta, é correto afirmar que no acompanhamento ambulatorial fisioterapêutico:
A Doença do Coronavírus 2019 (COVID-19) é uma doença viral sistêmica, pode ser leve, moderada, grave ou crítica. Assintomática ou Infecção Pré-Sintomática (Pré-Clínica): indivíduos com teste positivo para SARS-CoV-2 com uso de testagem viral, mas
não possuem sintomas condizentes com a COVID-19. Doença Leve: indivíduos com teste positivo e que tenham qualquer sinal
ou sintoma da COVID-19 – tosse, diarreia, febre, dor de garganta, cefaleia, dor muscular, vômitos, perda de olfato e paladar),
porém não possuem falta de ar, dispneia ou alteração em exame de imagem pulmonar. Doença Moderada: indivíduos com
teste positivo e com envolvimento das vias aéreas inferiores no exame clínico (cansaço ou dispneia) ou nos exames de imagem
e que tenham saturação de oxigênio (Sat O2) ≥ 94% em ar ambiente. Doença Grave: indivíduos com teste positivo e com Sat O2
< 94% em ar ambiente ou uma relação entre a pressão parcial de oxigênio arterial e a fração inspirada de oxigênio (PaO2/FiO2)
< 300 mmHg ou frequência respiratória > 30 respirações/minuto ou acometimento pulmonar > 50%. Doença Crítica: indivíduos
também com teste positivo e com insuficiência respiratória, choque séptico e/ou disfunção de múltiplos órgãos. As sequelas e
as necessidades de reabilitação são mais evidentes nas pessoas que tiveram as formas grave e crítica da doença, porém as
formas mais brandas também podem deixar sequelas. Esses sintomas persistentes recebem o nome de Síndrome pós-covid.
Com base nas informações, assinale a alternativa que corresponda a avaliação ou tratamento das sequelas iniciais da síndrome
pós-covid.
Asma é uma doença pulmonar inflamatória e crônica de caráter obstrutiva, apresentando limitação do fluxo aéreo a
qual atinge 10% da população brasileira com faixa etária entre 4 e 12 anos de idade.
(Manejo da Asma grave, 2021, com adaptações.)
Acerca dos dados apresentados e nos preceitos/conceitos da sociedade de pneumologia e ministério da saúde, assinale
a alternativa correta.
Paciente J.A.P., 68 anos de idade do sexo masculino, lúcido, orientado e com lombalgia crônica há 10 anos (SIC). Foi internado
com lombociatalgia (irradiação para MIE). Refere que essa crise iniciou no dia anterior após ter escorregado num piso molhado, mas não houve queda. De acordo com o exame apresentado e com as seguintes informações: paciente diagnosticado
com espondilite anquilosante, múltiplas artroses, bem como com protrusões discais e espondilolistese grau I entre L4/L5,
assinale o tratamento fisioterapêutico mais adequado para a lombociatalgia.