Foram encontradas 370 questões.
Leia o texto para responder à questão.
Deu na Folha que o caos do trânsito paulistano atingiu o ABC. Os suspeitos são os de sempre: aumento da frota, boom imobiliário e sistema viário obsoleto.
Esse é um daqueles paradoxos do mundo moderno. A fim de aumentar a qualidade de vida, muitas famílias decidem ir morar um pouquinho mais longe, onde poderão usufruir de casas maiores e mais tranquilidade. Só que, como muitos __________,a mesma ideia, o lugar acaba ficando mais barulhento e ___________os congestionamentos, dois dos fatores que mais deterioram a qualidade de vida.
(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 14.02.2012)
Para responder à questão, considere o período – Os suspeitos são os de sempre: aumento da frota, boom imobiliário e sistema viário obsoleto.
Na frase – Os suspeitos são os de sempre... – a palavra em destaque tem o mesmo emprego que se verifica na palavra destacada em:
Provas
Provas
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Provas
Provas
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José dos Campos-SP
Provas
Provas
Leia o texto do americano Michael Kepp, para responder à questão.
Fico te devendo
Deixar de assumir a responsabilidade pelos próprios atos e compromissos é uma falha universal. Mas, no Brasil que eu amo, essas esquivas são tão corriqueiras e escorregadias que mostram como esse povo institucionalizou e aperfeiçoou o truque de tirar o corpo fora.
Os brasileiros são craques em transferir a culpa. Veja uma manchete do “Globo”: “Estradas nunca mataram tanto quanto neste Carnaval”. Responsabilizar as rodovias absolve os motoristas imprudentes e o governo, que não as recapeou.
Uma vez, na São Paulo Fashion Week, o assistente de uma stylist, ao entregar um vestido sem o cinto no camarim da modelo, explicou: “O cinto não veio”. E um funcionário de um mercado driblou o deslize de não ter estocado papel higiênico, produto essencial, contemporizando: “Tem... Mas está em falta”. Diante da imprensa, um tira que “efetuou disparos” contra a vítima desarmada transfere sua culpa com frases como “foi uma fatalidade”, “o elemento faleceu” ou, pior ainda, “entrou em óbito”. Tradução: “Deus tirou-lhe a vida; eu só fiz os furos”.
Um locutor de futebol explica por que seu jogador preferido chutou a bola para fora: “O campo estreitou” ou “O campo acabou”. Se seu time perde, anuncia que “deixou de ganhar”.
Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos. Exclamam “Imagina!” para refutar uma acusação verdadeira ou falsa, dizem “Sumiu!” para transferir o peso do sumiço para o outro e “Houve um desencontro!” é o álibi que alguém usa quando foi ele quem deu o bolo. Se alguém que acabei de contratar me dá como prazo “deixa comigo” e o prorroga com “um dia desses”, eu me preparo para o “não deu”, “fico te devendo” ou “fica para a próxima”. Ou seja, muitos brasileiros empurram o compromisso para o dia de São Nunca.
(Folha de S. Paulo, 18.10.2011. Adaptado)
Assinale a alternativa em que as palavras foram empregadas em sentido próprio (denotação).
Provas
Provas
Provas
Caderno Container