Foram encontradas 255 questões.
É muito recentemente que historiadores brasileiros têm
se debruçado sobre a revisão e a reescrita de toda história, isto é, dos acontecimentos no processo histórico e
das versões historiográficas sobre esse processo.
[Eduardo França Paiva. De português a mestiço: o imaginário brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]
A partir do artigo, é correto afirmar que
[Eduardo França Paiva. De português a mestiço: o imaginário brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]
A partir do artigo, é correto afirmar que
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Seria fundamental examinar a diversidade do mapa do
feudalismo ocidental que emergiu a partir do século IX. Os
historiadores soviéticos Liublinskaya, Gutnova e Udaltsova
sugeriam corretamente uma tríplice classificação.
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, 1988. Adaptado)
Faz parte dessa “tríplice classificação”,
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, 1988. Adaptado)
Faz parte dessa “tríplice classificação”,
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É inegável que a riqueza de abordagens presentes na
literatura europeia e norte-americana, especializada no
estudo da cartografia histórica, muito tem contribuído
para esse despertar. Entretanto, imputar-lhe total responsabilidade pelo fascínio que mapas e cartas antigas têm
exercido sobre uma fração significativa dos estudiosos
das ciências humanas, para ficarmos apenas neste campo
do saber cientifico, equivaleria a desprezar a força de
variáveis sócio-políticas e culturais no processo de valorização deste objeto de análise que, em muitos casos,
também nos apresenta como uma fonte de pesquisa
histórica extremamente fértil.
[Maria Eliza Linhares Borges. Cartografia, poder e imaginário: cartográfica portuguesa e terras de além-mar. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]
De acordo com o excerto, a cartografia histórica é
[Maria Eliza Linhares Borges. Cartografia, poder e imaginário: cartográfica portuguesa e terras de além-mar. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]
De acordo com o excerto, a cartografia histórica é
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Nas histórias da colonização, de modo geral, opõe-se
o caso de Portugal, com suas feitorias, ao da Espanha,
dotada de um verdadeiro império territorial. A oposição,
sem dúvida, pode ter existido, mas falta a verdadeira
explicação, pois no Brasil foi de fato um império territorial
que os portugueses erigiram.
(Marc Ferro, História das colonizações – Das conquistas às independências – século XIII a XX)
A “verdadeira explicação”, para Marc Ferro, consiste em
(Marc Ferro, História das colonizações – Das conquistas às independências – século XIII a XX)
A “verdadeira explicação”, para Marc Ferro, consiste em
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Documentos do século XVI algumas vezes se referem
aos habitantes indígenas como “os brasis”, ou “gente
Brasília” e, ocasionalmente no século XVII, o termo “brasileiro” era a eles aplicado [...] os termos “negros da terra”
e “índios” eram utilizados com mais frequência do que
qualquer outro para designar os indígenas enquanto verdadeiros habitantes da terra.
[Stuart B. Schwartz, “Gente da terra braziliense da nasção”. Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. Formação: histórias, 2000]
O uso dos termos “negros da terra” e “índios” para a designação dos indígenas, segundo Stuart Schwartz, tem relação com
[Stuart B. Schwartz, “Gente da terra braziliense da nasção”. Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. Formação: histórias, 2000]
O uso dos termos “negros da terra” e “índios” para a designação dos indígenas, segundo Stuart Schwartz, tem relação com
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[...] não somente a situação dos trabalhadores era desalentadora, como ainda o quadro político se agravou durante a presidência de Costa e Silva, a partir de setembro de 1968. [...] Como o Congresso Nacional garantiu, por votação nominal, a imunidade parlamentar [de um] deputado, protegendo a tribuna da Câmara, onde ele discursara, o presidente Costa e Silva assinou o Ato Institucional no 5, em 13 de dezembro de 1968, no dia seguinte à referida votação.
[Evaldo Vieira, Brasil: do golpe de 1964 à redemocratização. Em: Carlos Guilherme Mota. A experiência brasileira. A grande transação, 2000]
O Ato Institucional nº 5 – o AI-5 –
[Evaldo Vieira, Brasil: do golpe de 1964 à redemocratização. Em: Carlos Guilherme Mota. A experiência brasileira. A grande transação, 2000]
O Ato Institucional nº 5 – o AI-5 –
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A Constituição Federal, aprovada pela Assembleia Constituinte, em 24 de fevereiro de 1891, cumpriu a promessa
de descentralizar uma das palavras de ordem do manifesto republicano de 1870 – “Centralização, desmembramento; descentralização, unidade”.
[Joseph Love, A república brasileira: federalismo e regionalismo (1889-1937). Em: Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação, 2000]
Trata-se de exemplo de descentralização, presente na Carta de 1891,
[Joseph Love, A república brasileira: federalismo e regionalismo (1889-1937). Em: Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação, 2000]
Trata-se de exemplo de descentralização, presente na Carta de 1891,
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Os resultados mais duradouros deste despertar histórico
se deram no campo da documentação e da técnica histórica. Colecionar relíquias do passado, escritas ou não, se
transformou em uma paixão universal. Talvez, em parte,
fosse uma tentativa de salvaguardá-la contra os ataques
do presente, embora o nacionalismo provavelmente fosse
seu mais importante estímulo: em nações até então adormecidas, os historiadores, os lexicógrafos e os colecionadores de canções folclóricas foram muitas vezes os
verdadeiros fundadores da consciência nacional.
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções – 1789-1848, 1995)
Segundo Eric Hobsbawm, as lutas sociais em parte dos séculos XVIII e XIX
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções – 1789-1848, 1995)
Segundo Eric Hobsbawm, as lutas sociais em parte dos séculos XVIII e XIX
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Em relação à questão de uma ruptura revolucionária [de
1930], a problemática das relações Estado-sociedade
configura-se como eixo de análises a partir da influência
interdisciplinar. Destaca-se como fundamental a análise
de Francisco Weffort sobre o “Estado de compromisso”.
[Vavy Pacheco Borges, Anos trinta e política: história e historiografia. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998]
“Estado de compromisso” pode ser conceituado como
[Vavy Pacheco Borges, Anos trinta e política: história e historiografia. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998]
“Estado de compromisso” pode ser conceituado como
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Pode-se afirmar que as características geográficas de
várias regiões, com especial incidência no sudeste, dificultaram significativamente a penetração portuguesa no
sertão, condicionando a forma de ocupação do território
brasílico nos séculos XVI e XVII. [...]
Além dos condicionamentos de ordem geográfica, fatores de natureza socioeconômica e geopolítica encontram-se na origem da “colonização pontual”, ou seja, a ocupação apenas dos pontos estratégicos da orla costeira.
[Jorge Couto, A gênese do Brasil. Em: Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. Formação: histórias, 2000]
Em relação aos “fatores de natureza socioeconômica e geopolítica”, é correto considerar
Além dos condicionamentos de ordem geográfica, fatores de natureza socioeconômica e geopolítica encontram-se na origem da “colonização pontual”, ou seja, a ocupação apenas dos pontos estratégicos da orla costeira.
[Jorge Couto, A gênese do Brasil. Em: Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. Formação: histórias, 2000]
Em relação aos “fatores de natureza socioeconômica e geopolítica”, é correto considerar
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