Foram encontradas 90 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Da comunicação de massa à participação: as redes
sociais digitais
Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a
crença de que as tecnologias de comunicação em rede
podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em:
6 jun. 2026.
I.No texto, predominam sequências de base expositivo-argumentativa, uma vez que a apresentação conceitual das redes sociais digitais é integrada à defesa de sua relevância na reconfiguração das práticas comunicativas contemporâneas.
PORQUE
II.A organização dos parágrafos não se limita a descrever fenômenos tecnológicos: articula definição, contextualização histórica, relações de causa e consequência e contraste entre o broadcasting e a lógica participativa em rede.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Da comunicação de massa à participação: as redes
sociais digitais
Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a
crença de que as tecnologias de comunicação em rede
podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em:
6 jun. 2026.
COLUNA I - Ocorrências
I."A nova feature do aplicativo agradou os usuários."
II."Os usuários criaram um elo de ligação entre suas comunidades."
III."O moderador repreendeu o usuário em seu perfil."
IV."Por cada publicação compartilhada, surgia uma polêmica."
COLUNA II - Classificações
( ) Cacofonia
( ) Estrangeirismo
( ) Pleonasmo
( ) Ambiguidade A sequência correta, de cima para baixo, é:
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sociais digitais
Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a
crença de que as tecnologias de comunicação em rede
podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em:
6 jun. 2026.
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podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
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podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em:
6 jun. 2026.
( ) Em "o fácil acesso às informações", a crase justifica-se pela fusão da preposição "a", exigida pelo nome "acesso", com o artigo "as".
( ) Em "manter contato com pessoas que estão distantes", caso "pessoas" fosse substituído por "a comunidade", seria obrigatória a crase: "contato à comunidade".
( ) Diante de palavra masculina, como em "acesso a equipamentos digitais", não ocorre crase, por ausência de artigo feminino.
( ) Em "as pessoas passaram [...] a participar de forma ativa", o "a" que antecede o infinitivo "participar" não recebe crase, por preceder verbo.
Assinale a alternativa com a sequência correta, de cima para baixo:
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sociais digitais
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crença de que as tecnologias de comunicação em rede
podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em:
6 jun. 2026.
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Da comunicação de massa à participação: as redes
sociais digitais
Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a
crença de que as tecnologias de comunicação em rede
podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em:
6 jun. 2026.
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podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
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mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
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comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Da comunicação de massa à participação: as redes
sociais digitais
Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a
crença de que as tecnologias de comunicação em rede
podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em:
6 jun. 2026.
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