Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São Lourenço Sul-RS
Durante uma discussão sobre movimentos literários, um estudante afirma que o Realismo e o Naturalismo podem ser confundidos porque ambos se afastam da idealização romântica e se aproximam da observação crítica da sociedade. Para diferenciar adequadamente esses movimentos, a explicação mais precisa é:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São Lourenço Sul-RS
Em uma análise de teoria literária, um poema é descrito como composto por versos decassílabos, organizados em dois quartetos e dois tercetos, com esquema de rimas regular. Além disso, o eu lírico desenvolve uma reflexão de tom elevado, em linguagem trabalhada e com forte preocupação formal. A descrição aponta para uma composição conhecida como:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São Lourenço Sul-RS
Um Professor propõe a leitura comparada de textos literários brasileiros e pede que os estudantes observem não apenas o tema, mas também a forma de construção estética. Em um dos textos, há regularidade métrica, vocabulário preciso, preferência por descrição objetiva e distanciamento emocional; em outro, há musicalidade intensa, sugestão de sentidos, imagens vagas e valorização da dimensão espiritual e sensorial da linguagem. As características descritas correspondem, respectivamente, a tendências associadas ao:
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Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No período Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão, a expressão inicial Sem um ambiente acolhedor estabelece no contexto, uma circunstância de:
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicativo
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoSujeito
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
Analise as assertivas a seguir sobre a sintaxe de trechos retirados do texto:
I. Em o estudo mapeou comportamentos, o termo comportamentos exerce função de objeto direto.
II. Em A violência física também é uma realidade assustadora, a expressão uma realidade assustadora exerce função de predicativo do sujeito.
III. Em o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão, os termos pelo medo e pela exclusão exercem função de agente da passiva.
Está(ão) CORRETA(S):
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoClassificação do Predicado
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Intransitivos
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Transitivos
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No trecho A frequência desses episódios é alarmante, a estrutura sintática do período apresenta:
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Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
Ao mencionar que o ambiente escolar deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, mas tem se tornado palco de agressões sistemáticas, o texto estabelece uma oposição que contribui para:
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Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
A presença de percentuais como 68%, 52%, 31%, 86%, 90%, 34% e 38% cumpre papel relevante na construção argumentativa do texto, pois:
I. Demonstra que a violência de gênero ocorre em situações raras, mas ganha destaque por envolver temas sensíveis no debate educacional contemporâneo.
II. Confere concretude à denúncia apresentada, mostrando que o problema possui recorrência expressiva e afeta diferentes grupos no ambiente escolar.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
O texto constrói sua argumentação a partir da articulação entre dados de pesquisa, descrição do ambiente escolar e fala de especialista. Esse conjunto de elementos permite compreender que a violência de gênero na escola é apresentada como:
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicativo
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Indireto
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplemento Nominal
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.
Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula
O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas. 68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
A frequência desses episódios é alarmante: 31% dos professores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86% dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. “Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No período Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores, a expressão destacada exerce, em relação ao verbo, a função sintática de:
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