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Respondida
De acordo com o Código de Processo Civil, os embargos do devedor serão
Respondida
Eduardo ajuizou ação de cobrança contra Pedro. Depois de decorrido o prazo para resposta, Eduardo formulou pedido de
desistência. De acordo com o Código de Processo Civil, o pedido de desistência
A
depende do consentimento de Pedro, e, se acolhido, acarreta a extinção do processo sem resolução de mérito, a qual não
obsta a que Eduardo intente nova ação, cumpridos os requisitos legais.
B
depende do consentimento de Pedro, e, se acolhido, acarreta a extinção do processo com resolução de mérito, a qual
obsta a que Eduardo intente nova ação.
C
depende do consentimento de Pedro, e, se acolhido, acarreta a extinção do processo com resolução de mérito, a qual não
obsta a que Eduardo intente nova ação, cumpridos os requisitos legais.
D
independe do consentimento de Pedro, e, se acolhido, acarreta a extinção do processo sem resolução de mérito, a qual
obsta a que Eduardo intente nova ação.
E
independe do consentimento de Pedro, e, se acolhido, acarreta a extinção do processo com resolução de mérito, a qual
obsta a que Eduardo intente nova ação.
Respondida
Carolina ajuizou ação de manutenção de posse contra o Município alegando ter sofrido esbulho há menos de ano e dia.
Formulou, além da pretensão possessória, pedido de condenação em perdas e danos. De acordo com o Código de Processo
Civil,
Respondida
Paulo e Ana moram juntos há 10 anos, em convivência estável e como se fossem casados. Ademais, Paulo é separado de fato de
Camila, tendo nascido desta união Mauro. Paulo e Ana, durante a profícua união, de comum adquiriram um apartamento no valor
de R$ 500.000,00, uma moto no valor de R$ 100.000,00. Destaque-se que ambos contribuíram financeiramente para a aquisição
dos bens, unidos seus esforços e patrimônio para tanto, todavia decidiram romper o convívio afetivo por incompatibilidades. Em
relação à situação fática exposta, é correto afirmar:
A
Paulo e Ana viveram em união estável, aplicando-se às relações patrimoniais, em regra, o regime de comunhão parcial de
bens, devendo isso ser levado em conta para o rompimento e a partilha dos bens.
B
Percebendo que Paulo era separado de fato de Camila, a relação desenvolvida com Ana realmente se dava como
concubinato e não, de outro lado, como união estável.
C
Na união estável, aplica-se, às relações patrimoniais, sempre o regime da comunhão parcial de bens.
D
Ressalvando-se contrato escrito entre os companheiros, na união estável, aplica-se às relações patrimoniais, o regime da
separação de bens.
E
Já que Paulo era separado de fato de Camila, não se impediria a existência de união estável com Ana, todavia, os bens
não serão divididos entre ambos porque na dissolução de união estável não cabe partilha de bens.
Respondida
Tratando-se do direito de propriedade, de acordo com o Código Civil,
Respondida
No que concerne à responsabilidade civil,
Respondida
Ao observar uma pessoa dirigindo um automóvel na rua, não se sabe, pela mera observação, se o condutor possui a qualidade
de possuidor ou detentor. Isto acontece em razão da posse se distinguir da detenção em razão
Respondida
Decorre do regime estabelecido pelo Código Civil que:
Respondida
Constitui característica da onerosidade excessiva, conforme regrado no Código Civil de 2002,
A
a manutenção das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos
antecedentes ou supervenientes que as tornem excessivamente onerosas.
B
o comprovado inadimplemento, pelo credor, de sua obrigação contratual, pois responde por perdas e danos, mais juros e
atualização monetária segundo índices oficiais regularmente estabelecidos, e honorários de advogado.
C
a efetiva alteração radical da estrutura contratual, em decorrência da desproporção manifesta entre o valor da prestação
devida e o do momento de sua execução, decorrentes de circunstâncias previstas ou previsíveis.
D
nos contratos de execução continuada ou diferida, a excessiva onerosidade da prestação de uma das partes, com extrema
vantagem para a outra, em virtude de acontecimentos extraordinários e imprevisíveis.
E
o enriquecimento inesperado e absolutamente infundado (injusto) para o credor, em detrimento do devedor, como
decorrência direta da situação superveniente e imprevista.
Respondida
Quanto à sucessão dos ascendentes:
A
Não havendo descendentes, por consequência, são chamados a suceder os ascendentes em concorrência com o cônjuge
ou companheiro sobrevivente, exceto se casado este com o falecido no regime da comunhão parcial de bens, ou da
separação obrigatória, desde que haja bens particulares.
B
Em todos os casos, concorrendo os descendentes, os em grau mais próximo excluem os mais remotos, independentemente
de haver ou não direito de representação.
C
Havendo concorrência com ascendente em primeiro grau, ao cônjuge consequentemente tocará a metade da herança,
mas caber-lhe-á, de outro lado, um quarto desta se houver um só ascendente ou se maior for aquele grau.
D
Havendo igualdade em grau e diversidade em linha, os ascendentes da linha paterna herdam a metade, cabendo a outra
aos da linha materna.
E
Não havendo descendentes, são chamados à sucessão os ascendentes em concorrência com o cônjuge sobrevivente,
exceto se casado este com o falecido no regime da comunhão universal, participação final nos aquestos, ou da separação
obrigatória de bens se, no regime da comunhão parcial, o autor da herança houver deixado bens particulares.