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4184293 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
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De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa em que a alteração na pontuação NÃO acarreta incorreção ao trecho.

“Então é emocionante ver toda a __________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens a seguirem carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”.

 

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4184292 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
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De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os trechos abaixo, retirados do texto, assinale a alternativa em que o vocábulo “que” NÃO exerce a função de pronome relativo.

 

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4184291 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “astronautas” fosse flexionada no singular, quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias para manter a correta concordância no excerto? 

“Nunca ninguém foi tão distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro, extremamente competentes”.

 

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4184290 Ano: 2026
Disciplina: Português
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De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

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Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho retirado do texto “a pesquisadora colaborou com o Inpe”, analise as assertivas a seguir sobre a palavra “pesquisadora”: 
I. Em relação à classe gramatical, a palavra é um substantivo próprio. II. A palavra foi formada pelo processo de derivação sufixal. III. O elemento “-dora” constitui o radical da palavra.
Quais estão corretas?

 

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4184289 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

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Considerando o trecho retirado do texto “Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro, extremamente competentes”, um possível antônimo para “humildes”, no contexto em que ocorre, é:

 

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4184288 Ano: 2026
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De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a conjugação correta dos verbos se o trecho a seguir, retirado do texto, fosse convertido para o futuro do presente do indicativo, na voz passiva analítica.

“Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à agência espacial para um período acadêmico”.

 

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4184287 Ano: 2026
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De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

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Analise as assertivas a seguir sobre trechos retirados do texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) No trecho “Então é emocionante ver toda a __________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens”, o termo “ela” exerce função catafórica.
( ) No trecho “Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou”, o termo “porque” estabelece relação de explicação ou justificativa.
( ) No trecho “Meus pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos”, a conjunção “e” é classificada como coordenativa conclusiva.
( ) No trecho “logo percebi que sendo brasileira, mulher e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13, soube de uma mulher chamada Frances ‘Poppy’ Northcutt”, a palavra “mas” estabelece relação de contraste em relação a uma ideia apresentada anteriormente.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base no exposto no texto, assinale a alternativa INCORRETA sobre Rosaly Lopez.

 

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Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. O texto apresenta o percurso profissional de Rosaly Lopes como exemplo de inspiração gerada pelas missões espaciais e pela valorização da ciência.

II. Ao mencionar Frances “Poppy” Northcutt, o texto usa um exemplo concreto para reforçar a ideia de que a presença feminina na astronomia pode estimular outras mulheres.

III. O texto defende que o Brasil conta com um campo consolidado e abrangente de pesquisas espaciais, comparável à estrutura da agência espacial norte-americana.

Quais estão corretas?

 

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4184284 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
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De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base nas regras ortográficas vigentes, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto. 

  • “Então é emocionante ver toda a __________ com a missão Artemis II”.
  • “Frances ‘Poppy’ Northcutt, que calculava as __________ para trazer as cápsulas de volta”.
  • “Rosaly falava inglês, graças ao __________ da mãe”.  “logo surgiu a oportunidade de fazer um __________ no JPL”.
 

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