Foram encontradas 30 questões.
1918675
Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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No processo de elaboração de um projeto na área de aquicultura, por exemplo, para implantação de um projeto de piscicultura, é fundamental a criação de uma planilha contendo a descrição, documentos, processos, custos e equipamentos necessários para a correta implantação do projeto. Marque a alternativa que não apresenta itens importantes para a implantação de um projeto de piscicultura.
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1918674
Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Antes de iniciar as atividades em instalações de piscicultura, são necessários preparos e adequações nos viveiros para que eles possam receber os peixes. O processo de preparação dos viveiros envolve diversos procedimentos que devem ser observados para que se consiga atingir os níveis esperados de produtividade. Marque a alternativa que relaciona corretamente esses procedimentos:
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1918673
Ano: 2016
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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- Outros NormativosLei 11.959/2009: Política Nacional Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura/Pesca
Marque a alternativa incorreta acerca da Lei nº 11.959, de 29 de junho de 2009, referente à Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura e da Pesca, em relação à classificação da aquicultura quanto aos seus fins.
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1918672
Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Uma das espécies de crescente interesse econômico para a piscicultura, no Estado do Pará, é o Tambaqui (Colossoma macropomum), em função do seu excelente desempenho zootécnico em ambientes de cultivo.
Com relação à criação do Tambaqui, assinale a alternativa incorreta:
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1918671
Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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As técnicas de pesca podem ser classificadas de acordo com o tipo de arte empregada para a captura do peixe ou outros animais aquáticos de interesse, podendo ser divididas em duas classes: pesca com artes ativas, ou pesca com artes passivas. Marque a alternativa que apresenta apenas pesca como artes passivas:
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1918655
Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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O Pirarucu (Arapaima Gigas), é nativo da Região Amazônica, representa um dos maiores peixes de água doce do mundo, e também apresenta elevado valor econômico no mercado nacional. A criação deste peixe está em uma crescente, no Estado do Pará, assim como a procura dos criadores por capacitação técnica e treinamentos de manejo. O manejo adequado dos alevinos de Pirarucu é de fundamental importância para produzir alevinos de qualidade com o máximo de sobrevivência.
Marque a alternativa que não representa uma prática correta no manejo dos alevinos.
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1918652
Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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A Tilápia representa um dos grupos de peixes com maior potencial para a aquicultura, chegando a estar na atualidade entre as mais cultivadas em todo o mundo. A Tilápia é produzida em praticamente todas as regiões do Brasil, sendo a produção na Região Norte ainda bastante insipiente. No Estado do Pará, destaca-se o cultivo da Tilápia do gênero Oreochromis, em virtude de suas características de adaptação e produtividade.
Sobre o cultivo e reprodução da Tilápia do Nilo (Oreochromis Niloticus), é correto afirmar que:
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1918651
Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Os peixes dependem quase que completamente da água para efetuar todas as suas atividades vitais como respirar, se alimentar, excretar e reproduzir. Dessa forma, conservar a qualidade da água utilizada nos cultivos, é de fundamental importância para se ter sucesso na produção de peixes. Marque a alternativa falsa a respeito de como determinados fatores afetam a qualidade da água:
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1917805
Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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A última crônica
A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café, junto ao balcão. Na realidade, estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório, no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico.
Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete, na lembrança: “Assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço, então, um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
Ao fundo do botequim, um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore, ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás, na cadeira, e aponta, no balcão, um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e, depois, se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado, o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem, atrás do balcão, apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três: pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe, na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda, também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E, enquanto ela serve a Coca-cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente, põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois, a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las, na bolsa.
A negrinha agarra, finalmente, o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha, no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e, enfim, se abre num sorriso. Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
(Sabino, Fernando. Blog do Noblat – O Globo. Postado em 1º de janeiro de 2012)
Em relação às classes de palavras, assinale a alternativa que classifica corretamente, e respectivamente, os vocábulos em destaque, no seguinte trecho: “Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e, enfim, se abre num sorriso.”
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1917804
Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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A última crônica
A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café, junto ao balcão. Na realidade, estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório, no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico.
Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete, na lembrança: “Assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço, então, um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
Ao fundo do botequim, um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore, ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás, na cadeira, e aponta, no balcão, um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e, depois, se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado, o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem, atrás do balcão, apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três: pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe, na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda, também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E, enquanto ela serve a Coca-cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente, põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois, a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las, na bolsa.
A negrinha agarra, finalmente, o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha, no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e, enfim, se abre num sorriso. Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
(Sabino, Fernando. Blog do Noblat – O Globo. Postado em 1º de janeiro de 2012)
“A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer?”
O trecho acima é finalizado com uma pergunta feita pelo cronista. Assinale a alternativa que possui a resposta mais coerente, de acordo com a interpretação do contexto, na crônica de Fernando Sabino:
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