Foram encontradas 40 questões.
1315822
Ano: 2020
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IGECS
Orgão: Pref. São Vicente-SP
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IGECS
Orgão: Pref. São Vicente-SP
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Em relação ao controle de constitucionalidade, assinale a alternativa correta:
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1315094
Ano: 2020
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IGECS
Orgão: Pref. São Vicente-SP
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IGECS
Orgão: Pref. São Vicente-SP
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Acerca dos poderes administrativos, assinale a alternativa incorreta
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Complete as lacunas corretamente:
I. O que acontecerá chover?
II. Venha logo vai chegar atrasado.
Assinale a opção correta:
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1306179
Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IGECS
Orgão: Pref. São Vicente-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IGECS
Orgão: Pref. São Vicente-SP
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Quais capitanias prosperaram em 1534?
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Oração do milho
Senhor, nada valho.
Sou a planta humilde dos quintais pequenos e das lavouras pobres.
Meu grão, perdido por acaso,
nasce e cresce na terra descuidada.
Ponho folhas e haste, e se me ajudardes, Senhor,
mesmo planta de acaso, solitária,
dou espigas e devolvo em muitos grãos
o grão perdido inicial, salvo por milagre,
que a terra fecundou.
Sou a planta primária da lavoura.
Não me pertence a hierarquia tradicional do trigo
e de mim não se faz o pão alvo universal.
O Justo não me consagrou Pão de Vida, nem lugar me foi dado nos altares.
Sou apenas o alimento forte e substancial dos que
trabalham a terra, onde não vinga o trigo nobre.
Sou de origem obscura e de ascendência pobre,
alimento de rústicos e animais do jugo.
Quando os deuses da Hélade corriam pelos bosques,
coroados de rosas e de espigas,
quando os hebreus iam em longas caravanas
buscar na terra do Egito o trigo dos faraós,
quando Rute respigava cantando nas searas de Booz
e Jesus abençoava os trigais maduros,
eu era apenas o bró nativo das tabas ameríndias.
Fui o angu pesado e constante do escravo na exaustão do eito.
Sou a broa grosseira e modesta do pequeno sitiante.
Sou a farinha econômica do proletário.
Sou a polenta do imigrante e a miga dos que começam a vida em terra estranha.
Alimento de porcos e do triste mu de carga.
O que me planta não levanta comércio, nem avantaja dinheiro.
Sou apenas a fartura generosa e despreocupada dos paióis.
Sou o cocho abastecido donde rumina o gado.
Sou o canto festivo dos galos na glória do dia que amanhece.
Sou o cacarejo alegre das poedeiras à volta dos seus ninhos.
Sou a pobreza vegetal agradecida a Vós, Senhor,
que me fizestes necessário e humilde.
Sou o milho.
Cora Coralina. Oração do Milo em Poemas dos becos de Goiás e estórias mais.
Global Editora. São Paulo 1987. pp. 163-164
Não caracteriza o trigo no texto:
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Oração do milho
Senhor, nada valho.
Sou a planta humilde dos quintais pequenos e das lavouras pobres.
Meu grão, perdido por acaso,
nasce e cresce na terra descuidada.
Ponho folhas e haste, e se me ajudardes, Senhor,
mesmo planta de acaso, solitária,
dou espigas e devolvo em muitos grãos
o grão perdido inicial, salvo por milagre,
que a terra fecundou.
Sou a planta primária da lavoura.
Não me pertence a hierarquia tradicional do trigo
e de mim não se faz o pão alvo universal.
O Justo não me consagrou Pão de Vida, nem lugar me foi dado nos altares.
Sou apenas o alimento forte e substancial dos que
trabalham a terra, onde não vinga o trigo nobre.
Sou de origem obscura e de ascendência pobre,
alimento de rústicos e animais do jugo.
Quando os deuses da Hélade corriam pelos bosques,
coroados de rosas e de espigas,
quando os hebreus iam em longas caravanas
buscar na terra do Egito o trigo dos faraós,
quando Rute respigava cantando nas searas de Booz
e Jesus abençoava os trigais maduros,
eu era apenas o bró nativo das tabas ameríndias.
Fui o angu pesado e constante do escravo na exaustão do eito.
Sou a broa grosseira e modesta do pequeno sitiante.
Sou a farinha econômica do proletário.
Sou a polenta do imigrante e a miga dos que começam a vida em terra estranha.
Alimento de porcos e do triste mu de carga.
O que me planta não levanta comércio, nem avantaja dinheiro.
Sou apenas a fartura generosa e despreocupada dos paióis.
Sou o cocho abastecido donde rumina o gado.
Sou o canto festivo dos galos na glória do dia que amanhece.
Sou o cacarejo alegre das poedeiras à volta dos seus ninhos.
Sou a pobreza vegetal agradecida a Vós, Senhor,
que me fizestes necessário e humilde.
Sou o milho.
Cora Coralina. Oração do Milo em Poemas dos becos de Goiás e estórias mais.
Global Editora. São Paulo 1987. pp. 163-164
De acordo com o eu lírico, o milho é de origem obscura. No entanto, pelo texto, pode-se deduzir que:
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1296281
Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IGECS
Orgão: Pref. São Vicente-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IGECS
Orgão: Pref. São Vicente-SP
Provas:
Em 22 de agosto de 1532:
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1294095
Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IGECS
Orgão: Pref. São Vicente-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IGECS
Orgão: Pref. São Vicente-SP
Provas:
Eram alimentos cultivados em São Vicente, exceto:
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Marque a opção que é um coletivo de fogos de artifício:
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Sobre o numeral 14, observe os itens:
I. Quatorze.
II. Catorze.
Sobre a forma de escrita assinale a opção correta:
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