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4176142 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
Considerando as normas ortográficas vigentes sobre o emprego do hífen, assinale a alternativa que apresenta uma palavra grafada corretamente.
 

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4176141 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho retirado do texto “Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação”, a expressão “a informação” exerce a função sintática de:
 

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4176140 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho retirado do texto “Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das mídias digitais na leitura”, a oração apresenta um sujeito:
 

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4176139 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando os aspectos gramaticais dos trechos mencionados a seguir, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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4176138 Ano: 2026
Disciplina: Português
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O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho em que ocorre, o vocábulo “habilidade” (l. 02) retoma a ideia de:
 

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4176137 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “habilidade” for flexionada no plural, quantas outras alterações serão obrigatoriamente necessárias para manter a correção gramatical?

“Essa habilidade, embora culturalmente construída, transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano”.
 

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4176136 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre a palavra “está”, no trecho “Nesse cenário, o cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual”, retirado do texto, analise as seguintes assertivas:

I. Exerce função de verbo auxiliar na locução verbal “está sendo desafiado”.
II. Recebe acento gráfico por tratar-se de uma palavra paroxítona, seguindo a mesma regra de acentuação de vocábulos como “traçará” e “apagará”.
III. Se o sujeito “cenário” fosse substituído por “cenários”, a forma verbal deveria passar para “estão”, em conformidade com a norma-padrão.

Quais estão corretas?
 

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4176135 Ano: 2026
Disciplina: Português
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O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as regras de regência verbal e o uso do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos abaixo, retirados do texto.

 “‘Não ___ nada menos natural do que ler para os seres humanos”.
 “devido ___ digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”.
 “o cérebro formata e registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção”.
 

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4176134 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Sarandi-RS
O que é a leitura profunda e por que ela faz bem para o cérebro
Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Com base no texto, analise as assertivas abaixo:

I. A relação entre o que lemos e como lemos nas mídias digitais preserva os itinerários da razão constituídos pela leitura tradicional, favorecendo a continuidade do processo de aprendizagem. 
II. A capacidade de fazer relações e a capacidade de análise estão diretamente relacionadas a um engajamento com a leitura profunda.
III. No âmbito do projeto E-READ, 30 cientistas e pesquisadores de uma universidade reuniram-se para examinar os efeitos da leitura de e-books sobre o cérebro.

Quais estão corretas?
 

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4176133 Ano: 2026
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Por BBC Ideas e The Open University


“Não ___ nada menos natural do que ler” para os seres humanos. É o que aponta a

pesquisa da neurocientista Maryanne Wolf. Essa habilidade, embora culturalmente construída,

transforma profundamente a organização cognitiva do cérebro humano e isso não é, de forma

alguma, algo ruim. Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma

programação genética nos humanos para aprender a ler.

A leitura implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

“Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com

o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e

compartilhar conhecimento”, ressalta a neurocientista Maryanne Wolf. “Ler é um conjunto

adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro. Permite fazer novas conexões entre

regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa. Essas

conexões têm papel fundamental na construção do pensamento crítico.

“Quando lemos em um nível superficial, estamos apenas obtendo a informação. Quando

lemos profundamente, estamos usando muito mais do nosso córtex cerebral”, explica

Maryanne Wolf. “Leitura profunda significa que fazemos analogias e inferências, o que nos

permite sermos humanos verdadeiramente críticos, analíticos e empáticos”, Wolf

complementa. Mas, enquanto o processo de aprender a ler muda nosso cérebro, o mesmo

acontece com o que lemos e como lemos.

“Reunimos acadêmicos e cientistas de mais de 30 países para pesquisar o impacto das

mídias digitais na leitura”, afirma Anne Mangen, à frente da E-READ (Evolução da Leitura na

Era da Digitalização), organização cujo objetivo é melhorar a compreensão científica das

implicações da digitalização da cultura. Segundo o programa, “a pesquisa mostra que a

quantidade de tempo gasto na leitura de textos longos está diminuindo e, devido ___

digitalização, a leitura está se tornando mais intermitente e fragmentada”, algo que poderia

“ter um impacto negativo nos aspectos cognitivos emocionais da leitura”. Nesse cenário, o

cérebro está sendo continuamente desafiado a adaptar seus modos de processamento textual.

Em outras palavras, assim como ao aprender a ler da maneira tradicional o cérebro formata e

registra os itinerários da razão e os caminhos para ___ emoção, ao aprender a ler da maneira

como fazemos nas mídias digitais o cérebro traçará diferentes trajetórias e, se deixarmos a

leitura profunda de lado, ele apagará as anteriores, caso tenham um dia existido.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgk00njgeevo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Com base no texto, analise as assertivas abaixo:

I. Anne Mangen, neurocientista da leitura e coordenadora do projeto E-READ, afirma que, por consequência da digitalização, a leitura está se tornando mais acessível e constante.
II. A leitura envolve a assimilação de um código simbólico relacionado à visão e aos processos cognitivos, constituindo-se como uma capacidade geneticamente programada no ser humano.
III. Com a consolidação dos sistemas alfabéticos, passou-se a dispor de um mecanismo eficiente para armazenar e compartilhar saberes.

Quais estão corretas?
 

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