Foram encontradas 50 questões.
Um dos aspectos mais interessantes e importantes da Base
Nacional Comum Curricular (BNCC) quando se trata da
Educação Infantil é o arranjo curricular em torno de campos
de experiências. Estes visam garantir direitos de
aprendizagem e desenvolvimento da criança, mas sem
perder de vista o que é o próprio e específico desse
momento da vida das crianças que estão nas creches e préescolas. Os referidos campos de experiências
compreendem saberes e conhecimentos que, conforme a
BNCC, se configuram em
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Leia o caso a seguir.
Para organizar seu plano de ensino semestral, uma professora buscou organizar as aulas em uma sequência lógica por meio de blocos de aulas: um pequeno conjunto de aulas para tratar de determinado conteúdo no qual havia uma aula inicial, aulas de desenvolvimento e de síntese. Essa forma de distribuição tinha um motivo, munida dos livros de um importante estudioso da educação, Dermeval Saviani, ela tinha em mente promover uma lógica de organização do trabalho pedagógico no qual os alunos pudessem tomar uma questão de estudo em seu ponto de partida, isto é, com os conhecimentos que já possuíam sobre ela, depois problematizá-la e, em seguida, munir-se de elementos teóricos tendo em vista compreendê-la para – esse é o passo seguinte – elaborar uma síntese sobre a questão que foi objeto de estudo, momento de sistematização do que foi aprendido. A ideia a conduzir as ações da professora era de que os alunos deveriam, no curso do processo pedagógico planejado, passar de uma menor compreensão científica do conteúdo estudado para uma maior compreensão, adquirindo assim uma visão situada, contextualizada e crítica. É o que Saviani aponta como a passagem do pensamento sincrético da realidade ao concreto pensado.
Considerado o caso relatado, é possível identificar toda a intencionalidade da professora no planejamento e na organização de suas aulas, inclusive é possível identificar a abordagem de ensino que a orienta. Qual abordagem conduz o planejamento e o trabalho pedagógico da professora?
Para organizar seu plano de ensino semestral, uma professora buscou organizar as aulas em uma sequência lógica por meio de blocos de aulas: um pequeno conjunto de aulas para tratar de determinado conteúdo no qual havia uma aula inicial, aulas de desenvolvimento e de síntese. Essa forma de distribuição tinha um motivo, munida dos livros de um importante estudioso da educação, Dermeval Saviani, ela tinha em mente promover uma lógica de organização do trabalho pedagógico no qual os alunos pudessem tomar uma questão de estudo em seu ponto de partida, isto é, com os conhecimentos que já possuíam sobre ela, depois problematizá-la e, em seguida, munir-se de elementos teóricos tendo em vista compreendê-la para – esse é o passo seguinte – elaborar uma síntese sobre a questão que foi objeto de estudo, momento de sistematização do que foi aprendido. A ideia a conduzir as ações da professora era de que os alunos deveriam, no curso do processo pedagógico planejado, passar de uma menor compreensão científica do conteúdo estudado para uma maior compreensão, adquirindo assim uma visão situada, contextualizada e crítica. É o que Saviani aponta como a passagem do pensamento sincrético da realidade ao concreto pensado.
Considerado o caso relatado, é possível identificar toda a intencionalidade da professora no planejamento e na organização de suas aulas, inclusive é possível identificar a abordagem de ensino que a orienta. Qual abordagem conduz o planejamento e o trabalho pedagógico da professora?
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- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- LegislaçãoPNE: Plano Nacional de Educação
O Plano Nacional de Educação (PNE) representa um dos
principais instrumentos no âmbito das políticas públicas
para o desenvolvimento e a efetivação de uma educação de
qualidade em nosso país. O comando para a existência do
PNE é dado pela própria Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional, LDB/1996, determinando que ele deve
apresentar diretrizes e metas para período de
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4189318
Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Quando se trata da educação escolar, um condicionante de
primeira importância é o provimento dos recursos
necessários para que esta possa se efetivar mediante o
custeio das unidades escolares e dos salários dos
servidores, o atendimento das necessidades dos alunos,
entre outros aspectos. No caso do Município de Senador
Canedo, a Lei Orgânica Municipal (Lei nº 1/1990) firma, em
seu art. 87, a obrigação do poder público efetuar o
provimento dos recursos necessários à manutenção e
desenvolvimento do ensino público, estabelecendo que o
município aplicará anualmente o mínimo de
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4189317
Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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A importância dos profissionais do magistério e sua
valorização é um dos tópicos da Lei Orgânica do Município
de Senador Canedo (Lei nº 1/1990). A questão é
expressamente tratada no art. 90 da mencionada Lei,
estabelecendo que esta assegurará a valorização dos
profissionais de ensino
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4189316
Ano: 2026
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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A educação brasileira nas últimas décadas passou a conferir
atenção ao fato que é importante os alunos conhecerem a
história e a cultura afro-brasileira e indígena. Trata-se de
algo de grande relevância para formação das próximas
gerações e cujo quadro normativo é dado pela própria Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB/1996,
notadamente no art. 26-A. Conforme a referida Lei, o estudo
da história e cultura afro-brasileira e indígena
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Leia o texto a seguir.
A escola era na rua do Costa, um sobradinho de grade de pau. O ano era 1840 [...]. Subi a escada com cautela, para não ser ouvido pelo mestre, e cheguei a tempo; ele entrou na sala três ou quatro minutos depois. Entrou com o andar manso do costume, em chinelas de cordovão, com a jaqueta de brim lavada e desbotada, calça branca e tesa e grande colarinho caído. Chamava-se Policarpo e tinha perto de cinquenta anos ou mais. Uma vez sentado, extraiu da jaqueta uma boceta de rapé e o lenço vermelho, pô-los na gaveta; depois relanceou os olhos pela sala. Os meninos, que se conservaram de pé durante a entrada dele, tornaram a sentar-se. Tudo estava em ordem; começaram os trabalhos [...]. Na verdade, o mestre fitava-nos. Como era mais severo para o filho, buscava-o muitas vezes com os olhos, para trazê-lo mais aperreado. Mas nós também éramos finos; metemos o nariz no livro, e continuamos a ler [...]. O pior que ele podia ter, para nós, era a palmatória. E essa lá estava, pendurada do portal da janela, à direita, com os seus cinco olhos do diabo.
Assis, M. de. Conto de escola. São Paulo: Cosac Naify, 2002, p. 3 e 13.
Com base no excerto extraído de uma das obras de Machado de Assis, é possível inferir que a abordagem de ensino em curso naquele contexto compreende uma abordagem
A escola era na rua do Costa, um sobradinho de grade de pau. O ano era 1840 [...]. Subi a escada com cautela, para não ser ouvido pelo mestre, e cheguei a tempo; ele entrou na sala três ou quatro minutos depois. Entrou com o andar manso do costume, em chinelas de cordovão, com a jaqueta de brim lavada e desbotada, calça branca e tesa e grande colarinho caído. Chamava-se Policarpo e tinha perto de cinquenta anos ou mais. Uma vez sentado, extraiu da jaqueta uma boceta de rapé e o lenço vermelho, pô-los na gaveta; depois relanceou os olhos pela sala. Os meninos, que se conservaram de pé durante a entrada dele, tornaram a sentar-se. Tudo estava em ordem; começaram os trabalhos [...]. Na verdade, o mestre fitava-nos. Como era mais severo para o filho, buscava-o muitas vezes com os olhos, para trazê-lo mais aperreado. Mas nós também éramos finos; metemos o nariz no livro, e continuamos a ler [...]. O pior que ele podia ter, para nós, era a palmatória. E essa lá estava, pendurada do portal da janela, à direita, com os seus cinco olhos do diabo.
Assis, M. de. Conto de escola. São Paulo: Cosac Naify, 2002, p. 3 e 13.
Com base no excerto extraído de uma das obras de Machado de Assis, é possível inferir que a abordagem de ensino em curso naquele contexto compreende uma abordagem
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4189314
Ano: 2026
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Provas:
- Direitos Fundamentais no Estatuto da Pessoa com Deficiência
- Direito à Educação
- Legislação das Pessoas com Deficiência
Leia o caso a seguir.
M.P.S, 23 anos, é deficiente visual e cursa Licenciatura em Letras em uma instituição pública estadual de ensino superior. Era seu segundo semestre no curso e ela sempre pedia, sem ser atendida, que as provas e o material instrucional utilizados pelos professores do curso fossem minimamente adaptados, de modo a facilitar sua leitura. Ela, então, procurou mais uma vez a secretaria e a coordenação do curso que disseram nada poder fazer, alegando que a designação de educação inclusiva não cabia ao ensino superior, mas apenas ao ensino fundamental.
A esse respeito, se M.P.S. consultasse o art. 27 e o art. 28 da Lei nº 13.146/2015, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, ela identificaria facilmente que
M.P.S, 23 anos, é deficiente visual e cursa Licenciatura em Letras em uma instituição pública estadual de ensino superior. Era seu segundo semestre no curso e ela sempre pedia, sem ser atendida, que as provas e o material instrucional utilizados pelos professores do curso fossem minimamente adaptados, de modo a facilitar sua leitura. Ela, então, procurou mais uma vez a secretaria e a coordenação do curso que disseram nada poder fazer, alegando que a designação de educação inclusiva não cabia ao ensino superior, mas apenas ao ensino fundamental.
A esse respeito, se M.P.S. consultasse o art. 27 e o art. 28 da Lei nº 13.146/2015, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, ela identificaria facilmente que
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4189313
Ano: 2026
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Um importante marco para a garantia dos direitos das
pessoas com deficiência foi a promulgação da Lei nº
13.146/2015, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com
Deficiência. O art. 28 desta Lei trata das incumbências do
poder público e aborda, no inciso XVIII, parágrafo segundo,
a questão do perfil docente para o trabalho de tradutor e
intérprete de Libras. Conforme a referida Lei, para atuar
como
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- Autores da EducaçãoVygotsky
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemVygotsky: Teoria Histórico-Cultural
Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
Vygotsky (1995) atribuía grande importância ao domínio da
cultura no processo de desenvolvimento psicológico da criança.
Por isso, voltou-se para o estudo das relações entre cultura e
desenvolvimento, trazendo, com isso, inúmeras contribuições
para o campo pedagógico. Ele nos afirmava, por exemplo, que,
até então, os psicólogos haviam estudado de maneira unilateral
o processo do desenvolvimento cultural na educação, uma vez
que apenas procuravam averiguar quais capacidades naturais
condicionavam a possibilidade do desenvolvimento da criança,
e em quais funções naturais o pedagogo deveria se apoiar para
introduzi-la na esfera da aprendizagem cultural.
Analisava-se, assim, como o desenvolvimento da linguagem ou
a aprendizagem da aritmética dependiam de funções naturais,
mas não procuravam entender o contrário, ou seja, como a
internalização da linguagem ou da aritmética transformavam
essas funções naturais em funções culturais reorganizando
todo o curso do pensamento natural.
Para Vygotsky, essa compreensão é fundamental ao educador.
Quando a criança adentra na cultura, não somente toma algo
dela, não apenas se enriquece com o que está fora dela. A
própria cultura reelabora em profundidade a composição
natural da conduta, dando uma orientação completamente nova
a todo curso do desenvolvimento [...].
Sob a lógica do princípio evolutivo, a socialidade animal é
substrato da socialidade humana, assim como a natureza é
substrato e a condição de emergência da cultura. No entanto, a
socialidade não é dada pela natureza, mas concretizada pelo
homem, à medida que este último cria suas condições de
existência material, expressas em produções culturais.
Logo, para Vygotsky, a cultura é um produto da vida social e, ao
mesmo tempo, da atividade social do homem. Permeado por
essa concepção histórica de cultura, o autor analisa o
desenvolvimento cultural da conduta humana, à luz da qual
postula a “lei genética geral do desenvolvimento cultural”, que
se desdobra na grande importância conferida à internalização
de signos [...].
Mas em que radica a grande importância conferida à educação
escolar nessa concepção teórica? A resposta a essa questão
nos conduz à transmissão dos signos historicamente
constituídos, posto que na escola essa transmissão deva se
realizar de maneira planejada e sistematizada e, assim sendo,
com amplas possibilidades para interferirem mais efetivamente
na vida dos indivíduos, isto é, para promoverem a conversão
dos signos externos em “instrumentos” psíquicos.
MARTINS, Lígia Márcia; RABATINI, Vanessa Gertrudes. A concepção de
cultura em Vygotsky: contribuições para a educação escolar. Psicologia
Política, 11(22), 345-358, 2011.
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