Foram encontradas 50 questões.
4189341
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Provas:
Para Alfredo Bosi, em História Concisa da Literatura
Brasileira (Bosi, 2020), a literatura brasileira deve ser
entendida como memória e registro histórico das condições
sociais e culturais formadoras do país, em especial da
condição colonial, e como espaço de mediação das
contradições sociais, ideológicas e estéticas que marcam o
processo de formação. Nesse sentido, de modo geral, a
visão crítica que há acerca da formação da literatura
nacional. sob lentes distintas, passou por uma tensão entre
a cultura da metrópole e a realidade da colônia, de modo
que um dos principais conflitos instaurados para a formação
literária nacional decorre do fato de a literatura
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com os estudos de Mikhail Bakhtin, a linguagem
é constituída socialmente. Nesse viés, nenhum enunciado é
isolado; ele é sempre uma resposta a enunciados anteriores
e se dirige a enunciados futuros. Essa característica
intrínseca da linguagem, que pressupõe a presença de
múltiplas vozes (sejam elas convergentes ou divergentes)
dentro de um mesmo texto, é definida tecnicamente como
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A formação escolar do leitor passa pelo crivo da cultura em
que este se enquadra. Se a escola não efetua o vínculo
entre a cultura grupal ou de classe e o texto a ser lido, o
aluno não se reconhece na obra. Costuma-se atribuir a falha
do ensino tradicional de literatura a desconexão entre a
cultura do aluno e o texto escolar. Para superar essa falha e
promover a formação do leitor como um sujeito capaz de
agir e intervir na sociedade, o professor de língua
portuguesa deve adotar uma postura metodológica para o
trabalho com a literatura que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No âmbito da linguística brasileira, o movimento de crítica à
gramática normativa impôs a necessidade de reconfigurar o
ensino de Língua Portuguesa. João Wanderley Geraldi, um
dos principais pesquisadores que orientou a nova forma de
ensino do idioma materno, propôs que o estudo da língua
fosse retirado de seu isolamento e articulado com o uso
efetivo da linguagem, sob uma prática de ensino de natureza
funcional e reflexiva. Essa perspectiva de ensino se
materializa na articulação de três práticas pedagógicas que
devem compor o ensino de Língua Portuguesa, que são:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Currículo (Teoria e Prática)Currículo, interdisciplinaridade, transversalidade e a transdisciplinaridade
- Temas Educacionais Pedagógicos
- Interdisciplinaridade e Contextualização
Leia o texto a seguir.
Primeiro, verifiquei que a literatura corresponde a uma necessidade universal que deve ser satisfeita sob pena de mutilar a personalidade, porque pelo fato de dar forma aos sentimentos e à visão do mundo ela nos organiza, nos liberta do caos e portanto nos humaniza. Negar a fruição da literatura é mutilar a nossa humanidade. Em segundo lugar, a literatura pode ser um instrumento consciente de desmascaramento, pelo fato de focalizar as situações de restrição dos direitos, ou de negação deles, como a miséria, a servidão, a mutilação espiritual. Tanto num nível quanto no outro ela tem muito a ver com a luta pelos direitos humanos.
CANDIDO, Antonio. Direito à literatura. In CANDIDO, Antonio. Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1979.
A concepção de literatura como uma necessidade universal capaz de humanizar e servir como instrumento de desmascaramento das injustiças sociais fundamenta o trabalho integrativo de saberes no currículo escolar. Nesse contexto, a principal contribuição da literatura em conjunto com outros saberes para a formação integral do aluno reside em
Primeiro, verifiquei que a literatura corresponde a uma necessidade universal que deve ser satisfeita sob pena de mutilar a personalidade, porque pelo fato de dar forma aos sentimentos e à visão do mundo ela nos organiza, nos liberta do caos e portanto nos humaniza. Negar a fruição da literatura é mutilar a nossa humanidade. Em segundo lugar, a literatura pode ser um instrumento consciente de desmascaramento, pelo fato de focalizar as situações de restrição dos direitos, ou de negação deles, como a miséria, a servidão, a mutilação espiritual. Tanto num nível quanto no outro ela tem muito a ver com a luta pelos direitos humanos.
CANDIDO, Antonio. Direito à literatura. In CANDIDO, Antonio. Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1979.
A concepção de literatura como uma necessidade universal capaz de humanizar e servir como instrumento de desmascaramento das injustiças sociais fundamenta o trabalho integrativo de saberes no currículo escolar. Nesse contexto, a principal contribuição da literatura em conjunto com outros saberes para a formação integral do aluno reside em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A concepção de texto como um evento comunicativo e não
apenas uma estrutura formal exige que sua análise e
produção não se limitem à superfície do enunciado. Nesse
sentido, o conceito que representa o resultado da ativação
do conhecimento de mundo, da relação entre discursos para
a construção do sentido é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Nos documentos curriculares atuais, a Análise Linguística
(AL) é entendida como um eixo de ensino que deve ser
realizado de forma reflexiva e contextualizada. Essa prática
se opõe à concepção tradicional de ensino da língua que
dissocia o estudo da gramática do uso real da língua,
transformando-o em um fim em si mesmo. Considerando a
perspectiva funcional e reflexiva da Análise Linguística (AL)
nas aulas de Língua Portuguesa, o objetivo principal dessa
prática pedagógica é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
Magda Soares é uma autora brasileira que critica a
concepção tradicional de alfabetização. Para a autora, essa
ideia produz um ensino mecânico e ineficaz, pois a escrita é
sempre uma prática social, e não uma tecnologia neutra.
Nessa perspectiva, a falha do modelo tradicional de ensino
do português reside em não tratar o domínio da escrita como
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir.
O círculo de Bakhtin compreende o enunciado como memória discursiva, isto é, todo enunciado é uma resposta a algo já dito, orientado a um público em um dado contexto social (FARACO, 2009). Na psicologia do corpo social, os atos humanos são construídos por cadeias ininterruptas dos enunciados como, por exemplo, as conversas de corredor, as trocas de opinião nas diferentes reuniões sociais e as trocas puramente fortuitas (BAKHTIN, 2011).
CAMPOS, Paula Angélica da Silva. O gênero do discurso no ensinoaprendizagem: em direção a uma abordagem desestabilizadora e sóciohistórica da linguagem. Entretextos, Londrina, v. 18, n. 2, p. 51–76, 2018. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/article/view/31994. Acesso em: 29 nov. 2025.
A compreensão do enunciado como memória discursiva e como ato sempre orientado a um contexto social deve ser levado em consideração nas aulas de língua portuguesa para que se desloque a abordagem normativa tradicional para uma prática de ensino funcional e reflexiva. Nessa perspectiva, qual é a principal implicação metodológica para o ensino de língua que contemple a dimensão social e discursiva da linguagem?
O círculo de Bakhtin compreende o enunciado como memória discursiva, isto é, todo enunciado é uma resposta a algo já dito, orientado a um público em um dado contexto social (FARACO, 2009). Na psicologia do corpo social, os atos humanos são construídos por cadeias ininterruptas dos enunciados como, por exemplo, as conversas de corredor, as trocas de opinião nas diferentes reuniões sociais e as trocas puramente fortuitas (BAKHTIN, 2011).
CAMPOS, Paula Angélica da Silva. O gênero do discurso no ensinoaprendizagem: em direção a uma abordagem desestabilizadora e sóciohistórica da linguagem. Entretextos, Londrina, v. 18, n. 2, p. 51–76, 2018. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/article/view/31994. Acesso em: 29 nov. 2025.
A compreensão do enunciado como memória discursiva e como ato sempre orientado a um contexto social deve ser levado em consideração nas aulas de língua portuguesa para que se desloque a abordagem normativa tradicional para uma prática de ensino funcional e reflexiva. Nessa perspectiva, qual é a principal implicação metodológica para o ensino de língua que contemple a dimensão social e discursiva da linguagem?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir.
Frequentemente, tem-se feito referência às habilidades dos falantes para distinguirem entre uma sequência aleatória de palavras e um texto. Parece inteiramente razoável admitir que, mesmo intuitivamente, tal discernimento tem em conta a forma como os elementos linguísticos se dispõem e se organizam na superfície do texto. Ou seja, distingue-se um texto de um nãotexto, também, pela sequência que as palavras assumem.
ANTUNES, Irandé. A coesão como propriedade textual: bases para o ensino do texto. Calidoscópio Vol. 7, n. 1, p. 62-71, jan/abr 2009. Disponível em: https://revistas.unisinos.br/index.php/calidoscopio/article/view/4855/2113. Acesso em: 28 nov. 2025.
A organização dos elementos na superfície textual e as relações sequenciais que as palavras assumem são a base para a distinção entre um texto e um não-texto. O conceito que define o estabelecimento dessas relações formais e estruturais entre os elementos da superfície de um texto é denominado:
Frequentemente, tem-se feito referência às habilidades dos falantes para distinguirem entre uma sequência aleatória de palavras e um texto. Parece inteiramente razoável admitir que, mesmo intuitivamente, tal discernimento tem em conta a forma como os elementos linguísticos se dispõem e se organizam na superfície do texto. Ou seja, distingue-se um texto de um nãotexto, também, pela sequência que as palavras assumem.
ANTUNES, Irandé. A coesão como propriedade textual: bases para o ensino do texto. Calidoscópio Vol. 7, n. 1, p. 62-71, jan/abr 2009. Disponível em: https://revistas.unisinos.br/index.php/calidoscopio/article/view/4855/2113. Acesso em: 28 nov. 2025.
A organização dos elementos na superfície textual e as relações sequenciais que as palavras assumem são a base para a distinção entre um texto e um não-texto. O conceito que define o estabelecimento dessas relações formais e estruturais entre os elementos da superfície de um texto é denominado:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container