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Foram encontradas 486 questões.

835490 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Só o começo

O Brasil conta enfim com uma carta essencial de direitos de aprendizagem e obrigações da escola, batizada Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Incompleta, decerto, pois falta a parte do ensino médio – e, mesmo quanto ao fundamental, há pendências no texto recém-homologado, uma vez que não se resolveu a questão divisiva da educação religiosa.

Ainda assim, é um bom começo.

Só o começo, ressalve-se. Um documento com objetivos claros não garante, pelo simples fato de existir, que venham a ser alcançados já em 2020, quando a base deverá estar implantada. Resta um trabalho hercúleo pela frente.

De todo modo, não deixa de ser admirável que o passo inicial tenha sido dado. Desde 2015, o Ministério da Educação logrou apresentar três versões anteriores da BNCC.

Os equívocos de fundo ideológico do primeiro documento foram expurgados a tempo, ainda que num processo de discussão de início desorganizado.

De 12 milhões de comentários colhidos em consulta pública, a BNCC progrediu para um documento mais concatenado e útil, apesar de longo (466 páginas).

Será necessário que governos estaduais e prefeituras concretizem os objetivos em currículos adaptados às condições regionais e locais. Cumpre ainda produzir material didático coerente com a base e treinar professores nas técnicas didáticas correspondentes.

Em paralelo, haverá que adequar sistemas e exames de avaliação. Mais do que verbas, imprescindíveis, mas escassas, o esforço demandará um empenho de coordenação e liderança do governo federal que talvez só se apresente, com sorte, após a eleição presidencial de 2018.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.12.2017. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o verbo deverá ir para o plural, se a expressão destacada for flexionada no plural.
 

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Leia a tira para responder a questão.

enunciado 835488-1

Uma interpretação correta da tira está em:
 

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835486 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Leia o texto para responder a questão.
Ex-vice-presidente do Facebook critica redes sociais
Ao falar em uma palestra nos Estados Unidos, Chamath Palihapitiya, ex-vice-presidente de crescimento do Facebook, criticou o efeito causado pelas redes sociais.
Ele sugere que as curtidas e outros tipos de interação automática são voltados para a sensação de gratificação de curto prazo, e não geram conversas entre as pessoas. Palihapitiya diz usar o mínimo possível o Facebook e não permite que seus filhos acessem a plataforma. Apesar das palavras duras, ele ameniza o discurso dizendo que a empresa faz o bem no mundo.
Ao site Futurism, Lizbeth M. Kim, candidata a doutorado em psicologia social na Universidade Estadual da Pensilvânia, diz que a mensagem de Palihapitiya é importante para nos lembrar de algo que normalmente ignoramos por escolha. Estudos indicam que passar muito tempo usando redes sociais pode levar à depressão.
(Lucas Agrela. https://exame.abril.com.br/. 06.01.2018. Adaptado)
Lizbeth M. Kim usa a mensagem de Palihapitiya a fim de reforçar o alerta para a relação entre o uso prolongado das redes sociais e a depressão, uma informação que geralmente ignoramos por escolha, ou seja, uma informação que
 

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835485 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Leia a tira para responder à questão.

enunciado 835485-1

(Folha de S.Paulo, 28.12.2017)

Com base nos critérios de textualização de Marcuschi (2008), é correto afirmar que a tira é um texto de
 

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835484 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Só o começo

O Brasil conta enfim com uma carta essencial de direitos de aprendizagem e obrigações da escola, batizada Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Incompleta, decerto, pois falta a parte do ensino médio – e, mesmo quanto ao fundamental, há pendências no texto recém-homologado, uma vez que não se resolveu a questão divisiva da educação religiosa.

Ainda assim, é um bom começo.

Só o começo, ressalve-se. Um documento com objetivos claros não garante, pelo simples fato de existir, que venham a ser alcançados já em 2020, quando a base deverá estar implantada. Resta um trabalho hercúleo pela frente.

De todo modo, não deixa de ser admirável que o passo inicial tenha sido dado. Desde 2015, o Ministério da Educação logrou apresentar três versões anteriores da BNCC.

Os equívocos de fundo ideológico do primeiro documento foram expurgados a tempo, ainda que num processo de discussão de início desorganizado.

De 12 milhões de comentários colhidos em consulta pública, a BNCC progrediu para um documento mais concatenado e útil, apesar de longo (466 páginas).

Será necessário que governos estaduais e prefeituras concretizem os objetivos em currículos adaptados às condições regionais e locais. Cumpre ainda produzir material didático coerente com a base e treinar professores nas técnicas didáticas correspondentes.

Em paralelo, haverá que adequar sistemas e exames de avaliação. Mais do que verbas, imprescindíveis, mas escassas, o esforço demandará um empenho de coordenação e liderança do governo federal que talvez só se apresente, com sorte, após a eleição presidencial de 2018.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.12.2017. Adaptado)

No editorial, a frase “Ainda assim, é um bom começo.” (3° parágrafo) permite concluir que
 

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835482 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Sobre o ‘sobre’

De um ano pra cá, comecei a ouvir frases do tipo “não é sobre opinião, é sobre respeito” ou “não é sobre direitos, é sobre deveres”.

A primeira vez que me deparei com este novo uso do “sobre”, pensei que estavam falando “sobre” algum filme, livro ou peça de teatro. A respeito de “Superman I”, por exemplo, poderíamos dizer que “não é sobre superpoderes, é sobre amor”. Assim como “Casa de Bonecas”, do Ibsen, “não é sobre um casamento, é sobre a liberdade”. Prestando mais atenção, porém, percebi que o sentido era outro. Era o “sobre” como “ter a ver com”. Trata-se de uma tradução troncha de “it’s not about”, que os anglófonos usam a torto e a direito. Ou melhor, nós usamos torto, eles usam direito.

Palavras são ferramentas, chaves que se encaixam perfeitamente nas delicadas fendas dos significados. Quando a gente usa a ferramenta errada, espana o parafuso. O que aumenta meu desconforto com o “sobre” é que, nas frases em que ele é empregado, tem sempre alguém nos dando uma lição e dizendo que não entendemos lhufas do assunto. É como se eu estivesse tentando aparafusar uma estante na parede, me afastassem da tarefa e assumissem o meu lugar usando uma faca de cozinha. Ou, para ligar a imagem à origem do problema: usando uma chave inglesa.

Não quero parecer arrogante. “Não é sobre preciosismo”, eu diria, aderindo à moda, “é sobre lógica”. Há frases que fazem sentido, outras que não. Já está tão difícil nos entendermos em bom português, imagina com todo mundo usando faca em parafuso e desrosqueando porca com alicate: acabaremos por estropiar de vez a fragilíssima máquina da comunicação.

(Antônio Prata. Folha de S.Paulo. www.folha.uol.com.br. 29.10.2018. Adaptado)

Atendo-se à regência da norma-padrão, o vocábulo destacado em – Era o “sobre” como “ter a ver com”. (2° parágrafo) – está corretamente substituído por:
 

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835481 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Assinale a alternativa correta quanto à pontuação e à colocação pronominal, de acordo com a norma-padrão.
 

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835480 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Assinale a alternativa em que o uso da crase e a colocação dos pronomes está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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835479 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Só o começo

O Brasil conta enfim com uma carta essencial de direitos de aprendizagem e obrigações da escola, batizada Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Incompleta, decerto, pois falta a parte do ensino médio – e, mesmo quanto ao fundamental, há pendências no texto recém-homologado, uma vez que não se resolveu a questão divisiva da educação religiosa.

Ainda assim, é um bom começo.

Só o começo, ressalve-se. Um documento com objetivos claros não garante, pelo simples fato de existir, que venham a ser alcançados já em 2020, quando a base deverá estar implantada. Resta um trabalho hercúleo pela frente.

De todo modo, não deixa de ser admirável que o passo inicial tenha sido dado. Desde 2015, o Ministério da Educação logrou apresentar três versões anteriores da BNCC.

Os equívocos de fundo ideológico do primeiro documento foram expurgados a tempo, ainda que num processo de discussão de início desorganizado.

De 12 milhões de comentários colhidos em consulta pública, a BNCC progrediu para um documento mais concatenado e útil, apesar de longo (466 páginas).

Será necessário que governos estaduais e prefeituras concretizem os objetivos em currículos adaptados às condições regionais e locais. Cumpre ainda produzir material didático coerente com a base e treinar professores nas técnicas didáticas correspondentes.

Em paralelo, haverá que adequar sistemas e exames de avaliação. Mais do que verbas, imprescindíveis, mas escassas, o esforço demandará um empenho de coordenação e liderança do governo federal que talvez só se apresente, com sorte, após a eleição presidencial de 2018.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.12.2017. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho em destaque expressa um aspecto negativo da BNCC.
 

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835477 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Leia o texto para responder à questão.
Teto de vidro
Em 1940, apenas 34% das mulheres no Brasil sabiam ler e escrever, segundo dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ir além da alfabetização e ingressar em uma universidade era atividade rara para elas.
A primeira universidade brasileira, estruturada na maneira como conhecemos hoje, administrada por uma reitoria e organizada nas vertentes do ensino, pesquisa e extensão, surgiu na década de 1920, com a Universidade do Rio de Janeiro, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Na década de 1930, surge a principal universidade do Brasil: a Universidade de São Paulo (USP).
A criação da USP se dá com a organização da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, atualmente Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Desde a década de 1930 até hoje, a Faculdade teve somente uma mulher no cargo de diretora: Sandra Margarida Nitrini, que desempenhou a função entre 2008 e 2012.
A advogada Esther de Figueiredo Ferraz foi a primeira professora mulher da USP, ocupando o cargo na década de 1950, vinte anos após a criação da universidade. Mais que isso, Esther se tornou a primeira docente mulher na Faculdade mais antiga do Brasil, a Faculdade de Direito de São Paulo, fundada em 1827 e integrada à USP em 1932. Desde o século 19, a Faculdade de Direito da USP teve somente uma mulher no cargo de diretora, Ivette Senise Fonseca, que ocupou a cadeira entre 1998 e 2002.
Ser a primeira docente universitária do Brasil permitiu que Esther fosse também pioneira em outras áreas: foi a primeira reitora mulher da Universidade Mackenzie e a primeira ministra da história nacional, em 1982, ocupando a pasta da Educação. Apesar de muitos avanços das mulheres no setor educacional, Esther ainda é a única mulher nomeada ministra da Educação no Brasil.
(Laís Modelli, Teto de vidro. Revista Cult, setembro de 2016)
A leitura permite concluir que se trata de
 

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