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Mudanças climáticas levam à queda em população de baleias, indica estudo
As baleias francas do Atlântico Norte quase foram extintas em razão da caça comercial no século 19. Quando a prática foi proibida, a espécie se recuperou aos poucos. Mas, recentemente, em 2017, aconteceu um declínio repentino na população. Um estudo publicado no periódico especializado Oceanography tentou entender o motivo – e tudo indica que a culpa é das mudanças climáticas, desencadeadas pela ação humana.
Os cientistas analisaram o Golfo do Maine, nos EUA, e o litoral da província canadense Nova Escócia. Coletaram dados sobre a presença de plâncton, temperatura da água e outros parâmetros do oceano e, é claro, avistamentos de baleias.
Esses números indicam que, de 2010 em diante, essas regiões do oceano foram alteradas como nunca antes pelo aquecimento global. O baque é sentido com força pela corrente do Golfo – um fluxo natural do Atlântico que tem origem no Golfo do México e influencia todo o clima da América do Norte e da Europa.
Houve um aquecimento das águas na região do Golfo do Maine, o que criou um ambiente pouco favorável para a alimentação das baleias – a população de crustáceos, por exemplo, que fazia parte das refeições delas por lá, despencou.
Devido a isso, as baleias migraram rumo ao norte, até o Golfo de São Lourenço, no Canadá. Mas a espécie também não se viu livre de problemas por lá: no novo habitat, elas não estariam protegidas contra navios e equipamentos de pesca (como estavam no habitat anterior, por algumas medidas de conservação).
Existem algumas medidas que são adotadas por autoridades do Canadá e dos EUA para evitar que as baleias encontrem pescadores no Atlântico Norte. As medidas envolvem, por exemplo, restrições de velocidade para navios; pausas nas atividades pesqueiras quando uma baleia é avistada; enfraquecimento das cordas utilizadas nas armadilhas de pesca.
Mas os cientistas afirmam que a melhor solução para o problema da pesca seria uma mudança tecnológica: a adoção de materiais de pesca sem corda. Algo que dependeria, claro, de políticas públicas forçando o emprego dessas tecnologias alternativas.
(Site: Abril - adaptado.)
Ao singularizar as palavras sublinhadas em “Algo que dependeria, claro, de políticas públicas forçando o emprego dessas tecnologias alternativas. ”, quantas outras palavras obrigatoriamente sofrerão alteração de número para fins de concordância?
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Mudanças climáticas levam à queda em população de baleias, indica estudo
As baleias francas do Atlântico Norte quase foram extintas em razão da caça comercial no século 19. Quando a prática foi proibida, a espécie se recuperou aos poucos. Mas, recentemente, em 2017, aconteceu um declínio repentino na população. Um estudo publicado no periódico especializado Oceanography tentou entender o motivo – e tudo indica que a culpa é das mudanças climáticas, desencadeadas pela ação humana.
Os cientistas analisaram o Golfo do Maine, nos EUA, e o litoral da província canadense Nova Escócia. Coletaram dados sobre a presença de plâncton, temperatura da água e outros parâmetros do oceano e, é claro, avistamentos de baleias.
Esses números indicam que, de 2010 em diante, essas regiões do oceano foram alteradas como nunca antes pelo aquecimento global. O baque é sentido com força pela corrente do Golfo – um fluxo natural do Atlântico que tem origem no Golfo do México e influencia todo o clima da América do Norte e da Europa.
Houve um aquecimento das águas na região do Golfo do Maine, o que criou um ambiente pouco favorável para a alimentação das baleias – a população de crustáceos, por exemplo, que fazia parte das refeições delas por lá, despencou.
Devido a isso, as baleias migraram rumo ao norte, até o Golfo de São Lourenço, no Canadá. Mas a espécie também não se viu livre de problemas por lá: no novo habitat, elas não estariam protegidas contra navios e equipamentos de pesca (como estavam no habitat anterior, por algumas medidas de conservação).
Existem algumas medidas que são adotadas por autoridades do Canadá e dos EUA para evitar que as baleias encontrem pescadores no Atlântico Norte. As medidas envolvem, por exemplo, restrições de velocidade para navios; pausas nas atividades pesqueiras quando uma baleia é avistada; enfraquecimento das cordas utilizadas nas armadilhas de pesca.
Mas os cientistas afirmam que a melhor solução para o problema da pesca seria uma mudança tecnológica: a adoção de materiais de pesca sem corda. Algo que dependeria, claro, de políticas públicas forçando o emprego dessas tecnologias alternativas.
(Site: Abril - adaptado.)
Considerando-se seu sentido, a palavra sublinhada em “(...) por exemplo, que fazia parte das refeições delas por lá, despencou.” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
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Mudanças climáticas levam à queda em população de baleias, indica estudo
As baleias francas do Atlântico Norte quase foram extintas em razão da caça comercial no século 19. Quando a prática foi proibida, a espécie se recuperou aos poucos. Mas, recentemente, em 2017, aconteceu um declínio repentino na população. Um estudo publicado no periódico especializado Oceanography tentou entender o motivo – e tudo indica que a culpa é das mudanças climáticas, desencadeadas pela ação humana.
Os cientistas analisaram o Golfo do Maine, nos EUA, e o litoral da província canadense Nova Escócia. Coletaram dados sobre a presença de plâncton, temperatura da água e outros parâmetros do oceano e, é claro, avistamentos de baleias.
Esses números indicam que, de 2010 em diante, essas regiões do oceano foram alteradas como nunca antes pelo aquecimento global. O baque é sentido com força pela corrente do Golfo – um fluxo natural do Atlântico que tem origem no Golfo do México e influencia todo o clima da América do Norte e da Europa.
Houve um aquecimento das águas na região do Golfo do Maine, o que criou um ambiente pouco favorável para a alimentação das baleias – a população de crustáceos, por exemplo, que fazia parte das refeições delas por lá, despencou.
Devido a isso, as baleias migraram rumo ao norte, até o Golfo de São Lourenço, no Canadá. Mas a espécie também não se viu livre de problemas por lá: no novo habitat, elas não estariam protegidas contra navios e equipamentos de pesca (como estavam no habitat anterior, por algumas medidas de conservação).
Existem algumas medidas que são adotadas por autoridades do Canadá e dos EUA para evitar que as baleias encontrem pescadores no Atlântico Norte. As medidas envolvem, por exemplo, restrições de velocidade para navios; pausas nas atividades pesqueiras quando uma baleia é avistada; enfraquecimento das cordas utilizadas nas armadilhas de pesca.
Mas os cientistas afirmam que a melhor solução para o problema da pesca seria uma mudança tecnológica: a adoção de materiais de pesca sem corda. Algo que dependeria, claro, de políticas públicas forçando o emprego dessas tecnologias alternativas.
(Site: Abril - adaptado.)
Em conformidade com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
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Mudanças climáticas levam à queda em população de baleias, indica estudo
As baleias francas do Atlântico Norte quase foram extintas em razão da caça comercial no século 19. Quando a prática foi proibida, a espécie se recuperou aos poucos. Mas, recentemente, em 2017, aconteceu um declínio repentino na população. Um estudo publicado no periódico especializado Oceanography tentou entender o motivo – e tudo indica que a culpa é das mudanças climáticas, pela ação humana.
Os cientistas analisaram o Golfo do Maine, nos EUA, e o litoral da província canadense Nova Escócia. Coletaram dados sobre a presença de plâncton, temperatura da água e outros parâmetros do oceano e, é claro, avistamentos de baleias.
Esses números indicam que, de 2010 em diante, essas regiões do oceano foram alteradas como nunca antes pelo aquecimento global. O baque é sentido com força pela corrente do Golfo – um fluxo natural do Atlântico que tem origem no Golfo do México e todo o clima da América do Norte e da Europa.
Houve um aquecimento das águas na região do Golfo do Maine, o que criou um ambiente pouco favorável para a alimentação das baleias – a população de , por exemplo, que fazia parte das refeições delas por lá, despencou.
Devido a isso, as baleias migraram rumo ao norte, até o Golfo de São Lourenço, no Canadá. Mas a espécie também não se viu livre de problemas por lá: no novo habitat, elas não estariam protegidas contra navios e equipamentos de pesca (como estavam no habitat anterior, por algumas medidas de conservação).
Existem algumas medidas que são adotadas por autoridades do Canadá e dos EUA para evitar que as baleias encontrem pescadores no Atlântico Norte. As medidas envolvem, por exemplo, restrições de velocidade para navios; pausas nas atividades pesqueiras quando uma baleia é avistada; enfraquecimento das cordas utilizadas nas armadilhas de pesca.
Mas os cientistas afirmam que a melhor solução para o problema da pesca seria uma mudança tecnológica: a adoção de materiais de pesca sem corda. Algo que dependeria, claro, de políticas públicas forçando o emprego dessas tecnologias alternativas.
(Site: Abril - adaptado.)
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
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Paciente, de 64 anos, com dispneia intensa e hipoxemia moderada, é submetido a suporte respiratório com máscara de reservatório de alta concentração (100% FiO2). Sabendo que a utilização dessa fração inspirada de oxigênio (FiO2) por longos períodos afeta os pulmões e o Sistema Nervoso Central, ordenar abaixo a sequência de evolução correta de lesão dos eventos pulmonares:
I. Fase exudativa acarretando em índices relação ventilação/perfusão baixos.
II. Infiltrados irregulares na radiografia torácica.
III. Formação de membranas hialinas na região alveolar seguida por fibrose e hipertensão pulmonar.
IV. Edema intersticial acarretando em espessamento da membrana alvéolo-capilar.
A sequência CORRETA da identificação dos eventos é:
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A reabilitação após reconstrução de ligamento cruzado anterior (LCA) deve levar em consideração o tipo de enxerto, o posicionamento do mesmo, a técnica de fixação, a resistência inicial e todo o processo de maturação. Além disso, Peccin e cols. ressaltam a importância do conhecimento da análise biomecânica da musculatura da perna e dos tipos de exercícios para o processo de recuperação. Considerando-se isso, analisar os itens abaixo:
I. A contração do quadríceps, entre 15 e 300 de flexão, produz redução considerável da tensão sobre o LCA.
II. A contração isométrica do quadríceps, entre 60 e 900 de flexão de joelho, não provoca mudança na tensão do LCA quando comparada à mesma posição com o músculo relaxado.
III. A co-contração do quadríceps e dos isquiotibiais em 150 de flexão produz relevante aumento de tensão do LCA em comparação à mesma posição de tais músculos relaxados.
IV. Exercícios de cadeia cinética fechada são mais seguros que os realizados em cadeia cinética aberta.
Estão CORRETOS:
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De acordo com TORTORA, o vômito é a expulsão forçada do conteúdo da parte superior do trato gastrointestinal. Sobre os episódios de vômito, analisar os itens abaixo:
I. Ocorre a partir de estímulos de irritação e distensão excessiva do estômago e, às vezes, do duodeno.
II. O vômito é uma ocorrência normal e fisiológica que não traz riscos, principalmente a crianças e idosos.
III. Outros estímulos incluem visões desagradáveis, anestesia geral, tonturas e determinadas substâncias, como a morfina.
Está(ão) CORRETO(S):
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Considerando-se que uma caixa contém 3 chinelos de cores diferentes, isto é, azul, vermelho e preto, e que eles possuem tamanhos diferentes, sendo pequeno, médio e grande, não necessariamente nessa ordem, analisar as afirmações abaixo e assinalar a alternativa CORRETA:
O chinelo vermelho não é o maior.
O chinelo vermelho é maior do que o chinelo branco.
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