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Foram encontradas 525 questões.

425226 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
O território é a base do trabalho do ACS – Agente Comunitário de Saúde, segundo a lógica da saúde, pode-se considerar território como:
 

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425225 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Uma das palavras abaixo apresenta um dígrafo.
Que palavra é essa?
 

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425218 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
A LEI ......... previa que “a educação dos excepcionais, devia, no que for possível, enquadrar-se no sistema geral de educação, a fim de integrá-los na comunidade”. Dessa maneira, ficava claro que se pretendia integrar, na medida do possível, todos os alunos, com deficiências ou não, no processo educacional.
 

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425205 Ano: 2015
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Podemos definir a memória cache como uma memória:
 

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425197 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Escolha a opção que apresenta a correta relação entre a tendência pedagógica e a relação professor-aluno.
 

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425191 Ano: 2015
Disciplina: Odontologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Assinale a alternativa que NÃO indica um benefício do flúor:
 

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425190 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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A Teoria do Campo, desenvolvida por Kurt Lewin, utiliza conceitos estruturais para descrever uma pessoa situando-a espacialmente. Usa uma fórmula original que descreve o comportamento como sendo o resultado de um campo de determinantes interdependentes chamado de:
 

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425177 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
A Concepção Crítico-superadora foi elaborada por um Coletivo de Autores através do livro “Metodologia do Ensino da Educação Física” que defendia o discurso da justiça social como ponto de apoio para a realização das aulas de Educação Física. Sobre essa concepção é correto afirmar que:
I- Acredita que qualquer consideração sobre a pedagogia deve versar, não somente sobre como ensinar, mas também sobre como adquirimos estes conhecimentos, valorizando a contextualização dos fatos e o resgate histórico.
II- É diagnóstica, porque pretende ler os dados da realidade, interpretá-los e emitir um juízo de valor;
III- É judicativa, porque julga os elementos da sociedade a partir de uma ótica de classe;
IV- É teleológica, pois busca uma direção, numa perspectiva de classe social.
A partir da leitura acima, está (ao) correta(s):
 

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425166 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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2 KB equivalem a aproximadamente:
 

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408576 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Judia, fingi ser antissemita para fugir do Holocausto
Já era noite quando os soldados alemães chegaram ao Gueto de Varsóvia, uma espécie de fortaleza, ou prisão, onde ficavam as famílias de judeus poloneses durante a Segunda Guerra Mundial. Do lado de fora dos muros, estavam os poloneses cristãos. Ao oficial que ficava na entrada do Gueto, os soldados nazistas deram o nome de uma família. Alguém fizera uma denúncia. E os soldados não precisavam de uma razão para matar judeus. O oficial abriu o livro de registros, encontrou o endereço e repassou aos soldados. Os soldados levaram aquela família inteira para uma ponte. Mataram todos. O sobrenome daquela família era muito parecido com o nosso. Não sabíamos se os soldados procuravam por aquela família ou se o oficial da entrada do Gueto entendeu o nome errado e os mandou para outro endereço. Os mortos poderíamos ser nós.
A notícia chegou na manhã seguinte. Se minha memória embaralha a sequência dos acontecimentos, não há sombras sobre os momentos marcantes que vivi no Holocausto. Naquele dia de 1942, meu avô, um polonês muito culto, recebeu uma carta de anistia dos alemães. A mensagem dizia que seríamos perdoados – com direito até a vale-alimentação -, caso saíssemos do Gueto. Meu avô depositou um longo olhar naquele pedaço de papel antes de falar com minha avó. Fingi estar brincado, mas prestei atenção em cada palavra.
Meu avô aceitou a proposta dos nazistas. Retornaria à cidade onde nasci, Sokolov. Minha avó, chorando, disse que era uma armadilha preparada pelos alemães. Tinha certeza de que seriam mortos no regresso. Vovô respondeu que já estavam velhos, e não era justo dificultar a fuga dos filhos. Era melhor que partissem.
Minha mãe, a filha mais velha e viúva (meu pai faleceu em decorrência de uma pneumonia), decidiu acompanhá-los. Impôs aos irmãos uma única condição: que me mantivessem viva. Abracei minha mãe e implorei para que ela ficasse. Minha última lembrança é ver minha mãe empurrando, sutilmente, a maleta dela para baixo da mesa de centro. Ninguém percebeu, só eu. Minha mãe sabia que ia morrer. Quando minha tia avistou a maleta, disse: “Sua mãe só sabe chorar, olha o que ela esqueceu.”
Não tínhamos outra escolha senão fugir. Como era fácil desconfiarem de uma família dizimada como a nossa, meus tios se encarregaram de providenciar um novo passado para nós quatro – eu, minha tia solteira, meu tio viúvo e o filho dele. Meus tios, que eram irmãos, fingiriam ser um casal. Na história, a esposa do meu tio faleceu em decorrência de pneumonia – o que aconteceu na vida real. Diante da morte da esposa, meu tio se casou com a irmã mais nova da falecida. Eu era a filha do primeiro casamento. Meu primo, do segundo.
Por muito dinheiro, meu tio comprou documentos falsos, com nomes de poloneses mortos, para ele e minha tia.
Depois, pediu ajuda a um fazendeiro conhecido nosso – e respeitado pelos poloneses cristãos – para fugir. Antes de partir, soubemos por um rapaz que conseguiu escapar de um campo de concentração que meus avós e minha mãe tinham sido exterminados na cidade de Treblinkla. (...)
Desembarquei no Brasil com 17 ou 18 anos.
Desde então, moro na cidade de São Paulo. Casei com Francisco Gotthilf, um polonês conhecido como o apresentador do programa Mosaico na TV. Idealizado por Francisco, o programa, destinado à comunidade judaica, foi ao ar em 1961. Entrou para o Guinness, o livro dos recordes, como o programa mais antigo da televisão brasileira (está no ar hoje pela TV Aberta São Paulo).
Tenho 85 anos, três filhos, sete netos e dois bisnetos. Francisco faleceu há quatro anos. Ele nem imaginava que eu seria capaz de contar minha história sem chorar. Para voltar à Polônia e visitar à casa de meu avô, que deu a vida por mim, amealhei coragem por 30 anos. Já se passaram sete décadas, e eu ainda preciso me proteger dessas lembranças, mas não posso levá-las guardadas comigo. O mundo precisa saber o que aconteceu. Nós, sobreviventes, precisamos encontrar uma maneira de romper o silêncio que nos impusemos.
Minha estratégia, que estou estreando com você, é contar como se estivesse narrando a trajetória de uma vizinha. De outra maneira, essa conversa não seria possível.
Artigo escrito por Rachela Gotthilf, na Revista Época, edição de 
25 de janeiro de 2016, n 919, São Paulo, Capital.
Releia o trecho e, em seguida, responda: “Naquele dia de 1942, meu avô, um polonês muito culto, recebeu uma carta de anistia dos alemães.” Qual a função sintática da expressão sublinhada?
 

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