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Foram encontradas 315 questões.

2159599 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES
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Com a pandemia da COVID-19, as restrições de circulação de pessoas e de isolamento social impostas pelos municípios e estados, com o intuito de conter o avanço do vírus, provocaram impactos diretos no emprego e renda da população. Sobre isso, julgue os itens a seguir:

I. Os trabalhadores informais foram atingidos primeiramente pela crise, os formais mantiveram seus empregos por algum período devido aos custos de demissão e de contratação que as empresas teriam que incorrer.

II. Dentre os setores mais afetados, estão os de turismo, transporte e alimentação (fora de casa).

III. A principal política de renda destinada aos trabalhadores adotada pelo governo foi o Bolsa Família.

IV. A adesão ao regime de trabalho de home office, a interrupção da cadeia produtiva de alguns setores da economia e a redução de exportações, foram ações que contribuíram para diminuir as desigualdades sociais.

Estão corretas apenas as afirmativas:

 

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2158433 Ano: 2022
Disciplina: Biologia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES
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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), não existe volume seguro de álcool a ser consumido, porque ele é tóxico para o organismo humano e pode provocar doenças mentais.” Ministério da Saúde. 01 de março de 2019

São doenças comuns causadas pela ingestão de álcool, EXCETO:

 

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2158432 Ano: 2022
Disciplina: Biologia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES
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A poluição e contaminação das águas podem causar doenças na população humana de diversas maneiras, sendo elas transmitidas diretamente ou indiretamente pela água ou mesmo evitadas pela higienização correta. Das doenças citadas abaixo, a transmitida diretamente pelo consumo de água poluída ou contaminada é:
 

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2157752 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES
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A diretora de um colégio realizou uma pesquisa entre seus alunos, com o objetivo de saber em qual matéria eles estão tendo maior dificuldade de aprendizado. O total de alunos que participaram da pesquisa foi de 260. Após o levantamento de dados, constatou que:

- 170 alunos têm dificuldade em matemática.

- 150 alunos têm dificuldade em física.

- 115 alunos têm dificuldade em química.

- 85 alunos têm dificuldade em matemática e física.

- 75 alunos têm dificuldade em matemática e química.

- 60 alunos têm dificuldade em física e química.

- 45 alunos têm dificuldade em matemática, física e química.

A quantidade de alunos que têm dificuldade em apenas uma matéria é:

 

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2157284 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES

Leia o trecho a seguir.

“O avanço das tecnologias se torna cada vez mais importante, ao passo que os desafios enfrentados pela humanidade crescem em escopo e complexidade. Não é à toa que a Organização das Nações Unidas tenha definido ‘Parcerias e meios de implementação’ como seu 17º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável. [...]”

10 tecnologias de 2021 para enfrentar os desafios mais urgentes do planeta. Scientific American Brasil, 23 de fevereiro de 2022. Disponível em: https://sciam.com.br/10-tecnologias-de-2021-para-enfrentar-osdesafios-mais-urgentes-do-planeta/.

A expressão em destaque nesse trecho veicula um sentido de:

 

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2157283 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES

Leia o excerto apresentado abaixo, atentando-se à composição das informações.

“Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), Artigo 29, a Educação Infantil tem como intuito o desenvolvimento integral de seus alunos, considerando suas questões físicas, sociais, intelectuais e psicológicas (BRASIL, 1996). Desta maneira, os professores devem buscar recursos didáticos, implementando suas práticas a fim de proporcionarem aos alunos essa evolução que servirá tanto para a sua vida escolar, como também cotidiana.

A música pode atuar como auxílio no desenvolvimento das questões mencionadas pela LDBEN (BRASIL, 1996), sendo um recurso capaz de atuar diretamente como colaborador no processo de desenvolvimento integral da criança neste período de educação que abrange a primeira infância. Todavia, a falta de aprofundamento do estudo sobre a área musical e a utilização de práticas docentes antigas, tornaram a metodologia de muitos professores mecanizadas por meio da repetição constante de gestos e movimentos no acompanhamento das canções, tornando-as clichês (BRITO, 2003). Outros já seguem os modelos escolanovistas de ensino, que têm como objetivo valorizar o processo de criatividade no momento da atividade, mas o que fazem é aproveitar-se disso, deixando os alunos livres para fazerem o que quiserem, e, no fim, retiram de si a responsabilidade de planejar o processo da aula (BRITO, 2003).

Desse modo, ao visitar uma escola pública brasileira de Educação Infantil é possível notar a música presente em muitos momentos da rotina deste nível de educação, porém sua aplicação muito se detém na hora da acolhida, na condução de alunos a espaços específicos, em determinados momentos da rotina escolar (e.g., lavar as mãos, fazer silêncio, tomar banho, etc.) ou em apresentações de datas comemorativas. A música é utilizada como recurso de apoio para a aprendizagem e desenvolvimento dos alunos, porém, com frequência, seu potencial não é explorado em sua totalidade. [...]”

FELIX et al. A música como ferramenta pedagógica na Educação infantil: uma pesquisa exploratória. Cadernos da Pedagogia, v. 15, n. 33, p. 58-73, set./dez. 2021. Disponível em: http://www.cadernosdapedagogia.ufscar.br/index.php/cp/article/view/1652.

Com base em suas características, pode-se afirmar que o tipo textual predominante nesse trecho é o:

 

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2157282 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES
Assinale a alternativa em que TODAS as palavras estão escritas segundo a ortografia oficial da língua portuguesa.
 

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2157281 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES

Leia o trecho a seguir, observando as palavras em destaque.

“A proliferação do novo coronavírus transformou os processos educativos em escala mundial. As instituições escolares precisaram se adaptar aos contextos criados a partir da situação pandêmica, sendo necessária a criação de diversas estratégias para aproximar as crianças e estudantes de diferentes níveis de ensino das instituições educacionais.”

BANDEIRA et al. Educação Infantil em tempos de pandemia: impactos nas práticas pedagógicas de professores/as do município do Rio Grande/RS. Pedagogia em Ação, v.17, n.3, 2 semestre de 2021. Disponível em: http://periodicos.pucminas.br/index.php/pedagogiacao/article/view/27217. Acesso em: 10 mar. 2022.

Dentre as palavras grifadas, aquelas que recebem o acento gráfico pela mesma regra são:

 

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2157245 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES
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Leia o texto a seguir para responder à questão

TEXTO I

Erros e adequação de linguagem - Como evitar o preconceito linguístico?

Jorge Viana de Moraes, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação.

O filósofo Spinoza escreveu: "Tenho-me esforçado por não rir das ações humanas, por não deplorá-las nem odiá-las, mas por entendê-las." (apud BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico).

Diante desse convidativo pensamento do excomungado filósofo racionalista, cabe-nos uma profunda reflexão quando, ao nos referimos às variedades linguísticas de uma determinada língua - neste caso, as variações de uso da língua portuguesa - as tratamos, muitas vezes, sob o signo do erro.

Precisamente em função disso, seria bom esclarecer que há certas afirmações equivocadas, que ainda são bastante usuais para avaliar o desempenho linguístico em geral dos falantes das variantes não-padrão da língua. Afirmações que, além de equivocadas, não são politicamente corretas e, por isso, devem ser evitadas.

Sendo a língua uma realidade essencialmente variável, em princípio não há formas ou expressões intrinsecamente erradas. Há, na verdade, variações. Assim, caberia a todo falante dessa língua adequar seu discurso a determinadas situações linguísticas de uso, que fossem necessárias à comunicação urgente e eficaz, seja ela culta ou não.

Portanto, dentro dessas variações (desde a norma padrão até a forma mais coloquial possível) há defeitos - e não erros - que deveriam ser observados e reparados. De modo que, quando falamos em linguagem coloquial, soa-nos que esta atua como um termômetro social, que mede o quanto um falante está socialmente mais ou menos afastado de uma elite social, falante de um português padrão culto.

Ora, isso não passa, no mínimo, do desconhecimento de qualquer análise de caráter sociolinguístico. Em princípio, mesmo nos falantes que usualmente utilizam, na maior parte do tempo, a chamada variante padrão, percebe-se também em suas falas a utilização da variante coloquial como forma de expressão.

Nossos discursos não são tão puros assim, de tal forma que, ao falarmos, fazemos separações rigorosas daquilo que é formal do que não é formal. Ademais, devemos atentar para as diferenças existentes entre as modalidades falada e escrita da língua. Essas diferenças devem ser estabelecidas e mostradas a todos, de maneira clara e objetiva, quando se aborda o assunto língua.

A partir dessas observações, usar conceitos como adequação e inadequação, dependendo, é claro, da situação comunicativa em que o falante / escritor está inserido, seria mais proveitoso e menos preconceituoso.

Não podemos incidir no mesmo equívoco que algumas pessoas cometem - em manuais, gramáticas ou livros didáticos - quando comparam a variante padrão, escrita, da língua, com a variante não-padrão, falada, se valendo dos mais arraigados e difundidos preconceitos linguísticos contra os falantes dessas variantes não-padrão, dizendo que estes não conhecem a própria língua, pelo fato de "maltratarem-na", "errarem-na" etc.

Tal comportamento explica-se pelo fato de essas pessoas (que atuam praticamente como verdadeiras donas da língua) perceberem a língua como um bloco monolítico, com uma única possibilidade de realização, e que está estática, tal como uma língua morta. E que qualquer manifestação linguística que não siga os padrões do passado (normalmente literários, que são legitimados pelas gramáticas normativas) é traduzida em erro.

Marcos Bagno mostra-nos exatamente isso, quando afirma: "O preconceito linguístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada, no curso da história, entre língua e gramática normativa. Nossa tarefa mais urgente é desfazer essa confusão. Uma receita de bolo não é um bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo. [...] Também a gramática não é a língua".

Além do mais, o preconceito linguístico está intimamente relacionado à imagem que cada um dos falantes tem do outro, e não necessariamente sobre o grau de conhecimento efetivo que estes falantes têm do padrão culto da língua.

Sobre isso, Marli Quadros Leite afirma o seguinte: "O preconceito decorre de incompatibilidades entre a pessoa e o ato que ela executa, ou, ao contrário, entre o ato e a pessoa, incluído aí o discurso. Isso quer dizer, se se tiver uma ideia favorável de uma pessoa, tudo o que ele fizer ou disser pode ser aceito, mesmo se o que disser ou fizer for errado, falso ou impreciso. Inversamente, se se tiver uma ideia desfavorável sobre alguém, tudo o que ela disser ou fizer pode ser rejeitado, mesmo se disser verdades ou se se comportar corretamente." Diante desses esclarecimentos, é fundamental que todos os falantes, sabendo exatamente das diferenças acima citadas, ao falarem linguisticamente em errado / certo, atentem para a existência das variações aqui esclarecidas e comecem a tomar a devida cautela quanto ao uso desses referidos conceitos (certo / errado), que, quando mal empregados, acabam por gerar pré-conceitos não somente nas já referidas gramáticas, manuais ou livros didáticos, mas principalmente em nossos mais variados discursos.

https://educacao.uol.com.br

Analise as afirmativas a seguir:
I- O princípio da adequação linguística é fundamental para o fim do preconceito linguístico.
II- A adequação ou inadequação de uma manifestação linguística deve ser avaliada conforme a situação comunicativa.
III- A variante padrão deve ser considerada superior à variante informal, uma vez que é restrita ao ensino de regras.
IV- As variações linguísticas são próprias da língua como um organismo vivo.
V- O uso frequente da variante informal reforçou a hegemonia do português padrão culto.
Está(ão) de acordo com o texto apenas a(s) afirmativa(s):
 

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2157244 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Sooretama-ES
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Leia o texto a seguir para responder à questão

TEXTO I

Erros e adequação de linguagem - Como evitar o preconceito linguístico?

Jorge Viana de Moraes, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação.

O filósofo Spinoza escreveu: "Tenho-me esforçado por não rir das ações humanas, por não deplorá-las nem odiá-las, mas por entendê-las." (apud BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico).

Diante desse convidativo pensamento do excomungado filósofo racionalista, cabe-nos uma profunda reflexão quando, ao nos referimos às variedades linguísticas de uma determinada língua - neste caso, as variações de uso da língua portuguesa - as tratamos, muitas vezes, sob o signo do erro.

Precisamente em função disso, seria bom esclarecer que há certas afirmações equivocadas, que ainda são bastante usuais para avaliar o desempenho linguístico em geral dos falantes das variantes não-padrão da língua. Afirmações que, além de equivocadas, não são politicamente corretas e, por isso, devem ser evitadas.

Sendo a língua uma realidade essencialmente variável, em princípio não há formas ou expressões intrinsecamente erradas. Há, na verdade, variações. Assim, caberia a todo falante dessa língua adequar seu discurso a determinadas situações linguísticas de uso, que fossem necessárias à comunicação urgente e eficaz, seja ela culta ou não.

Portanto, dentro dessas variações (desde a norma padrão até a forma mais coloquial possível) há defeitos - e não erros - que deveriam ser observados e reparados. De modo que, quando falamos em linguagem coloquial, soa-nos que esta atua como um termômetro social, que mede o quanto um falante está socialmente mais ou menos afastado de uma elite social, falante de um português padrão culto.

Ora, isso não passa, no mínimo, do desconhecimento de qualquer análise de caráter sociolinguístico. Em princípio, mesmo nos falantes que usualmente utilizam, na maior parte do tempo, a chamada variante padrão, percebe-se também em suas falas a utilização da variante coloquial como forma de expressão.

Nossos discursos não são tão puros assim, de tal forma que, ao falarmos, fazemos separações rigorosas daquilo que é formal do que não é formal. Ademais, devemos atentar para as diferenças existentes entre as modalidades falada e escrita da língua. Essas diferenças devem ser estabelecidas e mostradas a todos, de maneira clara e objetiva, quando se aborda o assunto língua.

A partir dessas observações, usar conceitos como adequação e inadequação, dependendo, é claro, da situação comunicativa em que o falante / escritor está inserido, seria mais proveitoso e menos preconceituoso.

Não podemos incidir no mesmo equívoco que algumas pessoas cometem - em manuais, gramáticas ou livros didáticos - quando comparam a variante padrão, escrita, da língua, com a variante não-padrão, falada, se valendo dos mais arraigados e difundidos preconceitos linguísticos contra os falantes dessas variantes não-padrão, dizendo que estes não conhecem a própria língua, pelo fato de "maltratarem-na", "errarem-na" etc.

Tal comportamento explica-se pelo fato de essas pessoas (que atuam praticamente como verdadeiras donas da língua) perceberem a língua como um bloco monolítico, com uma única possibilidade de realização, e que está estática, tal como uma língua morta. E que qualquer manifestação linguística que não siga os padrões do passado (normalmente literários, que são legitimados pelas gramáticas normativas) é traduzida em erro.

Marcos Bagno mostra-nos exatamente isso, quando afirma: "O preconceito linguístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada, no curso da história, entre língua e gramática normativa. Nossa tarefa mais urgente é desfazer essa confusão. Uma receita de bolo não é um bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo. [...] Também a gramática não é a língua".

Além do mais, o preconceito linguístico está intimamente relacionado à imagem que cada um dos falantes tem do outro, e não necessariamente sobre o grau de conhecimento efetivo que estes falantes têm do padrão culto da língua.

Sobre isso, Marli Quadros Leite afirma o seguinte: "O preconceito decorre de incompatibilidades entre a pessoa e o ato que ela executa, ou, ao contrário, entre o ato e a pessoa, incluído aí o discurso. Isso quer dizer, se se tiver uma ideia favorável de uma pessoa, tudo o que ele fizer ou disser pode ser aceito, mesmo se o que disser ou fizer for errado, falso ou impreciso. Inversamente, se se tiver uma ideia desfavorável sobre alguém, tudo o que ela disser ou fizer pode ser rejeitado, mesmo se disser verdades ou se se comportar corretamente." Diante desses esclarecimentos, é fundamental que todos os falantes, sabendo exatamente das diferenças acima citadas, ao falarem linguisticamente em errado / certo, atentem para a existência das variações aqui esclarecidas e comecem a tomar a devida cautela quanto ao uso desses referidos conceitos (certo / errado), que, quando mal empregados, acabam por gerar pré-conceitos não somente nas já referidas gramáticas, manuais ou livros didáticos, mas principalmente em nossos mais variados discursos.

https://educacao.uol.com.br

"O preconceito linguístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada [...].” 11º§
A forma infinitiva do verbo sublinhado é:
 

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