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Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Deseja-se construir uma rampa com inclinação de 10%, conforme desenho abaixo. Sabendo-se que a cota de início da rampa é de 34,55m (ponto mais baixo), que o terreno está nivelado na cota 36,73m e que a rampa deverá ter largura de 7m, calcule o volume de material (!$ m^3 !$) a ser retirado do terreno.

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O lixo e o seu destino são problemas que atingem muitos países do mundo. Analise o texto a seguir e responda a questão.

(Revista Superinteressante. Março/2011.)
Segundo o texto, o país que mais desperdiça comida e gera mais lixo orgânico é
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O quadro abaixo apresenta um procedimento muito utilizado em laboratórios de hematologia. Analise-o.
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1. Colocar o sangue do paciente em tubo próprio (até dois terços do seu volume).
2. Selar o tubo, introduzida a extremidade vazia na massa própria, com movimentos de rotação até, aproximadamente, 5mm de profundidade.
4. Colocar os tubos na centrífuga, em posição diametralmente opostas, com a parte selada voltada para fora.
5. Após tampar convenientemente a centrífuga, colocá-a em movimento por cinco minutos.
6. Desligar o aparelho. Retirar os tubos e fazer a leitura, usando a escala própria.
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Considerando o quadro e o assunto abordado, analise as alternativas a seguir e assinale a CORRESPONDENTE ao parâmetro hematológico realizado pelo procedimento descrito acima.
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A representação social reúne algumas características básicas abaixo relacionadas, EXCETO
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
ESTRESSE
Estresse é um termo que se vulgarizou nos últimos tempos. Queixa-se de estresse o homem que chega em casa depois de um dia de muito trabalho, de trânsito pesado e das filas do banco. Queixa-se a mulher que enfrentou uma maratona de atividades domésticas, profissionais e com os filhos. À noite, terminado o jantar, com as crianças recolhidas, os dois mal têm forças para trocar de roupa e cair na cama. A palavra estresse não cabe nesse contexto. O que eles sentem é cansaço, estão exaustos e uma noite de sono é um santo remédio para recompor as energias e revigorá-los para as tarefas do dia seguinte.
A palavra estresse, na verdade, caracteriza um mecanismo fisiológico do organismo sem o qual nós, nem os outros animais, teríamos sobrevivido. Se nosso antepassado das cavernas não reagisse imediatamente, ao se deparar com uma fera faminta, não teria deixado descendentes. Nós existimos porque nossos ancestrais se estressavam, isto é, liberavam uma série de mediadores químicos (o mais popular é a adrenalina), que provocavam reações fisiológicas para que, diante do perigo, enfrentassem a fera ou fugissem.
É pela ação desses mediadores que, num momento de pavor, os pelos ficam eriçados (diante do cão ameaçador, o gato fica com os pelos em pé para dar impressão de que é maior), o batimento cardíaco e a pressão arterial aumentam, o sangue é desviado do aparelho digestivo e da pele, por exemplo, para os músculos que precisam estar fortalecidos para o combate ou para a fuga. Vencido o desafio, vem a fase do
pós-estresse. Quem já passou por um susto grande sabe que depois as pernas ficam trêmulas e, às vezes, andar é impraticável.
No entanto, o estresse do mundo moderno é muito diferente do que existia no passado. Resulta do acúmulo de pequenos problemas que se repetem todos os dias. A promissória a vencer no banco e o compromisso com hora marcada prejudicado pelo congestionamento inexplicável não liberam mediadores na quantidade necessária para enfrentar um animal ameaçador, mas provocam um discreto e constante aumento da pressão arterial e do número dos batimentos cardíacos que, sem dúvida, trazem consequências nefastas para o organismo.
(Fonte: http://drauziovarella.com.br/entrevistas-2/estresse/ Acesso em 25 set. 2014. Adaptado.)
Vencido o susto inicial, quais são as consequências do pós-estresse?
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A depressão é uma doença que ataca tão subrepticiamente, que a maioria dos que sofrem dela nem percebem que estão doentes. De cada dez pessoas que procuram o médico, pelo menos uma preenche os requisitos para o diagnóstico de depressão.
A anedonia é um dos sintomas manifestados por indivíduos com diagnóstico de depressão e significa:
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As pesquisas científicas tem comprovado inúmeros benefícios da prática regular de exercícios físicos desde que adequadamente prescritos e executados. Acerca do tema levantado, é INCORRETO afirmar:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão que se segue.
O Brasil que podemos ter
A gente pode ter o Brasil que quiser, o país que merecemos pelo nosso trabalho, sonho, luta, esperança e valor. Pelo sofrimento de milhões. Depende do que a gente quer, realmente.
Quero um país onde as ruas não sejam um campo de batalha, mas de seguir para o trabalho, para a escola, fazer compras, voltar para casa, se sentir seguro. Quero um país onde as casas e edifícios não sejam fortalezas nas quais nos refugiamos amedrontados. Quero um país onde multidões sem casa e sem trabalho não precisem se manifestar, seja com paz, seja com violência, mas todos tenham naturalmente abrigo, salário, dignidade.
Quero um país onde as instituições não sejam desmanteladas, onde líderes e governos nos deem espaço e nos honrem com sua postura e ações. Onde "corrupção" seja uma palavra estranha, não esse pão nosso de cada dia que é agora, que só nos faz perder a confiança naquilo que deveria ser o nosso estímulo.
Quero um Brasil justo, esperançoso, progressista, onde o primeiro avanço seja o da dignidade de seu povo, dos mais privilegiados aos mais despossuídos, pois, assim, com o tempo, não haverá mais despossuídos: todos poderemos produzir com contentamento, segurança e paz, em qualquer lugar, em qualquer nível, da mais sofisticada tecnologia, da mais avançada ciência ao mais simples, mas essencial trabalho nas casas, nas indústrias, nas lojas, nos portos, nas estradas, nos hospitais, nos mercados, nas bancas de jornal, na direção de um ônibus ou de um táxi.
Para isso, quero, antes de tudo, um Brasil onde haja escolas para todos, porque povo educado é povo informado, lúcido e feliz. Podem ser modestas, não precisam de grandes bibliotecas ou mirabolantes envios ou promessas de computadores: precisam, para começar, de paredes, assoalho, mesas e cadeiras, livros, uniformes, banheiros, merenda que não foi roubada e professares satisfeitos, isto é, com salário honrado e dignidade. Também quero escolas protegidas de traficantes e de violência interna. Aliás, quero um Brasil onde o narcotráfico não tenha importância nem poder.
Quero um país onde velhos, grávidas, crianças e carentes não tenham de ficar meses à espera de uma consulta, parir ou morrer na maca ou no chão do corredor, ou voltar para casa com filhinho doente nos braços, com a informação de que não há nem o mais simples remédio para ajudar. Quero um Brasil onde ser médico não é ser explorado, mas dignificado. Onde ser professor não é ser humilhado, mas honrado.
Quero um Brasil onde não se minta iludindo o povo ingênuo com promessas que, ano após ano, se acumulam como castelos de areia, onde não nos tratem com mentiras óbvias, mas respondam à nossa confiança com obras reais, com ações visíveis e concretas, movidas por um verdadeiro interesse e empenho por este lugar e esta gente, muito além do desejo de poder.
Quero um Brasil onde haja real democracia, onde não se persiga quem expõe sua opinião, onde não se planeje amordaçar a imprensa, onde todos sejam ouvidos e tratados com cortesia e atendidos, dentro do possível, sem populismo nem autoritarismo, sem grosseria, sem ironia nem sarcasmo, sem desonra nem medo, pois o medo, a ameaça, o suborno, a exploração da fraqueza, da credulidade ou da indigência são o oposto da democracia.
Quero um país integrado no contexto global mais civilizado, não obtuso e à margem, não ofuscado pela ideologia ou caprichos, não alardeando um ufanismo descabido e pobre, mas aberto ao intercâmbio com os países mais avançados, mais livres e mais justos, sendo ouvido, respeitado e admirado por vencer a alienação e o atraso.
Quero o Brasil que, em poucas horas, poderemos criar com um gesto simples chamado "voto": escolhendo lúcida e conscientemente quem nos representa e quem nos governa, quem pode nos levar à posição que desejamos e de que necessitamos. Pois merecemos sentir alegria, orgulho, segurança e ânimo com o Brasil que estamos, a cada dia, construindo e que queremos igualar aos melhores entre todos. Depende de nós.
(LUFT, Lya. O Brasil que podemos ter. Revista Veja. p. 24, 8 de outubro de 2014. Adaptado)
Considere o trecho:
“Quero um país onde as instituições não sejam desmanteladas, onde líderes e governos nos deem espaço e nos honrem com sua postura e ações.”
Todos os verbos abaixo, conjugados na 3.ª pessoa do plural, seguirão a grafia do verbo que aparece negritado no trecho acima (dobra-se a vogal ‘e’ e acrescenta-se a consoante ‘m’), EXCETO
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Philippe Perrenoud, em seu livro “Avaliação. Da Excelência à Regulação das Aprendizagens. Entre Duas Lógicas”, afirma que “As diferenças e as desigualdades extraescolares – biológicas, psicológicas, econômicas, sociais e culturais – não se transformam em desigualdades de aprendizagem e de êxito escolar, a não ser ao sabor de um funcionamento particular do sistema de ensino, de sua maneira de “tratar" as diferenças.” Nesse sentido, é CORRETO afirmar:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão que se segue.
O Brasil que podemos ter
A gente pode ter o Brasil que quiser, o país que merecemos pelo nosso trabalho, sonho, luta, esperança e valor. Pelo sofrimento de milhões. Depende do que a gente quer, realmente.
Quero um país onde as ruas não sejam um campo de batalha, mas de seguir para o trabalho, para a escola, fazer compras, voltar para casa, se sentir seguro. Quero um país onde as casas e edifícios não sejam fortalezas nas quais nos refugiamos amedrontados. Quero um país onde multidões sem casa e sem trabalho não precisem se manifestar, seja com paz, seja com violência, mas todos tenham naturalmente abrigo, salário, dignidade.
Quero um país onde as instituições não sejam desmanteladas, onde líderes e governos nos deem espaço e nos honrem com sua postura e ações. Onde "corrupção" seja uma palavra estranha, não esse pão nosso de cada dia que é agora, que só nos faz perder a confiança naquilo que deveria ser o nosso estímulo.
Quero um Brasil justo, esperançoso, progressista, onde o primeiro avanço seja o da dignidade de seu povo, dos mais privilegiados aos mais despossuídos, pois, assim, com o tempo, não haverá mais despossuídos: todos poderemos produzir com contentamento, segurança e paz, em qualquer lugar, em qualquer nível, da mais sofisticada tecnologia, da mais avançada ciência ao mais simples, mas essencial trabalho nas casas, nas indústrias, nas lojas, nos portos, nas estradas, nos hospitais, nos mercados, nas bancas de jornal, na direção de um ônibus ou de um táxi.
Para isso, quero, antes de tudo, um Brasil onde haja escolas para todos, porque povo educado é povo informado, lúcido e feliz. Podem ser modestas, não precisam de grandes bibliotecas ou mirabolantes envios ou promessas de computadores: precisam, para começar, de paredes, assoalho, mesas e cadeiras, livros, uniformes, banheiros, merenda que não foi roubada e professares satisfeitos, isto é, com salário honrado e dignidade. Também quero escolas protegidas de traficantes e de violência interna. Aliás, quero um Brasil onde o narcotráfico não tenha importância nem poder.
Quero um país onde velhos, grávidas, crianças e carentes não tenham de ficar meses à espera de uma consulta, parir ou morrer na maca ou no chão do corredor, ou voltar para casa com filhinho doente nos braços, com a informação de que não há nem o mais simples remédio para ajudar. Quero um Brasil onde ser médico não é ser explorado, mas dignificado. Onde ser professor não é ser humilhado, mas honrado.
Quero um Brasil onde não se minta iludindo o povo ingênuo com promessas que, ano após ano, se acumulam como castelos de areia, onde não nos tratem com mentiras óbvias, mas respondam à nossa confiança com obras reais, com ações visíveis e concretas, movidas por um verdadeiro interesse e empenho por este lugar e esta gente, muito além do desejo de poder.
Quero um Brasil onde haja real democracia, onde não se persiga quem expõe sua opinião, onde não se planeje amordaçar a imprensa, onde todos sejam ouvidos e tratados com cortesia e atendidos, dentro do possível, sem populismo nem autoritarismo, sem grosseria, sem ironia nem sarcasmo, sem desonra nem medo, pois o medo, a ameaça, o suborno, a exploração da fraqueza, da credulidade ou da indigência são o oposto da democracia.
Quero um país integrado no contexto global mais civilizado, não obtuso e à margem, não ofuscado pela ideologia ou caprichos, não alardeando um ufanismo descabido e pobre, mas aberto ao intercâmbio com os países mais avançados, mais livres e mais justos, sendo ouvido, respeitado e admirado por vencer a alienação e o atraso.
Quero o Brasil que, em poucas horas, poderemos criar com um gesto simples chamado "voto": escolhendo lúcida e conscientemente quem nos representa e quem nos governa, quem pode nos levar à posição que desejamos e de que necessitamos. Pois merecemos sentir alegria, orgulho, segurança e ânimo com o Brasil que estamos, a cada dia, construindo e que queremos igualar aos melhores entre todos. Depende de nós.
(LUFT, Lya. O Brasil que podemos ter. Revista Veja. p. 24, 8 de outubro de 2014. Adaptado)
Assinale a afirmativa
CORRETA e que pode ser confirmada através do texto.
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