Magna Concursos

Foram encontradas 584 questões.

1498466 Ano: 2007
Disciplina: Matemática
Banca: MULT-SAI
Orgão: Pref. Tenente Laurentino Cruz-RN

O preço a ser pago por uma corrida de táxi inclui uma parcela fixa, denominada bandeirada, e uma parcela que depende da distância percorrida. Se a bandeira custa R$ 3,44 e cada quilômetro rodado custa R$ 0,86, a distância percorrida por um passageiro que pagou R$ 18,06 pela corrida é de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1498465 Ano: 2007
Disciplina: Estatística
Banca: MULT-SAI
Orgão: Pref. Tenente Laurentino Cruz-RN

O gráfico abaixo, mostra a produtividade de café, em milhões de toneladas, em um certo município:

enunciado 1498465-1

De acordo com o gráfico, é correto afirmar que, em 1993, a produção de café nesse município foi, em milhões de toneladas:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1498464 Ano: 2007
Disciplina: Física
Banca: MULT-SAI
Orgão: Pref. Tenente Laurentino Cruz-RN
Provas:
Questões de 16 a 30 =Matemática.

Para transformar grau Fahrenheit em graus Celsius, usase a expessão:

enunciado 1498464-1

Onde F é o número de graus Fahrenheit e C o número de graus Celsius. Quando F= 122°F, o valor de C será:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1498463 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: MULT-SAI
Orgão: Pref. Tenente Laurentino Cruz-RN
Provas:
Questões de 01 a 15 = Português.

Leia, com atenção, o texto abaixo para responder às questões propostas.

Ouço muito: um bom texto deve ser claro e conciso.

Não há dúvida de que a clareza é a principal qualidade do texto. Ser conciso, entretanto, é uma luta muito árdua.

Ser conciso é dizer o necessário com o mínimo de palavras, sem prejudicar a clareza da frase. É ser objetivo e direto.

E aqui está a nossa dificuldade. Nós brasileiros, estamos habituados a falar muito e dizer pouco, a escrever mais do que o necessário, a discursar mais para impressionar do que comunicar.

Para muitos, esse hábito começa na escola. É só fazer uma “sessão nostalgia” e voltarmos aos bons tempos de colégio, às gloriosas aulas em que o professor anunciava: “Hoje é dia de redação.” Você se lembra da “alegria”que contagiava a turma? Você se lembra de algum coleguinha que dizia estar “inspirado”? Você se lembra de algum tema para a redação que tenha deixado toda a turma satisfeita? A verdade é que não aceitávamos tema algum. Pedíamos outro tema. Se o professor apresentasse vários temas, pedíamos “tema livre”. E se fosse tema livre, exigíamos um. Era uma insatisfação total. Depois de muita briga, o tema era “democraticamente imposto”. E aí vinha aquela tradicional pergunta: “Quantas linhas?”A resposta era original: “No mínimo 25 linhas.”Eu costumo dizer que 25 é um número traumático na vida do aluno. A partir daquele instante, começava um verdadeiro drama na sua vida: “Meu reino pela 25ª linha.” Valia tudo para se chegar lá. Desde as ridículas letras que “engordavam” repentinamente até a famosa “encheção de lingüiça”.

E aqui pode estar a origem de tudo. Nós nos habituamos a “encher lingüiça”. Pelo visto, há políticos que fizeram “pós-graduação” no assunto. São os mestres da prolixidade. Falam, falam e não dizem nada. Em algumas situações não têm o que dizer, às vezes não sabem explicar e muitas vezes precisam “engordar”.

O problema maior, entretanto, é que a doença atinge também outras categorias profissionais.

Vejamos três exemplos retirados de bons jornais:

1 – “A largada será no Leme. A chegada acontecerá no mesmo local da partida.” Cá entre nós, bastava ter escrito: “A largada e a chegada serão no Leme”.

2 – “O procurador encaminhou o ofício à área criminal da Procuradoria determinando que seja investigado...” Sendo direto: “O procurador mandou investigar”.

3 – “A posição do Governo brasileiro é de que esgotem todas as possibilidades de negociação para que se alcance uma solução pacífica”.

Enxugando a frase: “O Brasil é a favor de uma solução pacífica.”

Exemplos não faltam, mas espaço sim. Por hoje é só. Prometo voltar ao assunto.

(Sérgio Nogueira Duarte – Jornal do Brasil)

No contexto: "O problema maior, entretanto, é que a doença atinge também outras categorias profissionais", a palavra em destaque, quanto à significação

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1498462 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: MULT-SAI
Orgão: Pref. Tenente Laurentino Cruz-RN
Provas:
Questões de 01 a 15 = Português.

Leia, com atenção, o texto abaixo para responder às questões propostas.

Ouço muito: um bom texto deve ser claro e conciso.

Não há dúvida de que a clareza é a principal qualidade do texto. Ser conciso, entretanto, é uma luta muito árdua.

Ser conciso é dizer o necessário com o mínimo de palavras, sem prejudicar a clareza da frase. É ser objetivo e direto.

E aqui está a nossa dificuldade. Nós brasileiros, estamos habituados a falar muito e dizer pouco, a escrever mais do que o necessário, a discursar mais para impressionar do que comunicar.

Para muitos, esse hábito começa na escola. É só fazer uma “sessão nostalgia” e voltarmos aos bons tempos de colégio, às gloriosas aulas em que o professor anunciava: “Hoje é dia de redação.” Você se lembra da “alegria”que contagiava a turma? Você se lembra de algum coleguinha que dizia estar “inspirado”? Você se lembra de algum tema para a redação que tenha deixado toda a turma satisfeita? A verdade é que não aceitávamos tema algum. Pedíamos outro tema. Se o professor apresentasse vários temas, pedíamos “tema livre”. E se fosse tema livre, exigíamos um. Era uma insatisfação total. Depois de muita briga, o tema era “democraticamente imposto”. E aí vinha aquela tradicional pergunta: “Quantas linhas?”A resposta era original: “No mínimo 25 linhas.”Eu costumo dizer que 25 é um número traumático na vida do aluno. A partir daquele instante, começava um verdadeiro drama na sua vida: “Meu reino pela 25ª linha.” Valia tudo para se chegar lá. Desde as ridículas letras que “engordavam” repentinamente até a famosa “encheção de lingüiça”.

E aqui pode estar a origem de tudo. Nós nos habituamos a “encher lingüiça”. Pelo visto, há políticos que fizeram “pós-graduação” no assunto. São os mestres da prolixidade. Falam, falam e não dizem nada. Em algumas situações não têm o que dizer, às vezes não sabem explicar e muitas vezes precisam “engordar”.

O problema maior, entretanto, é que a doença atinge também outras categorias profissionais.

Vejamos três exemplos retirados de bons jornais:

1 – “A largada será no Leme. A chegada acontecerá no mesmo local da partida.” Cá entre nós, bastava ter escrito: “A largada e a chegada serão no Leme”.

2 – “O procurador encaminhou o ofício à área criminal da Procuradoria determinando que seja investigado...” Sendo direto: “O procurador mandou investigar”.

3 – “A posição do Governo brasileiro é de que esgotem todas as possibilidades de negociação para que se alcance uma solução pacífica”.

Enxugando a frase: “O Brasil é a favor de uma solução pacífica.”

Exemplos não faltam, mas espaço sim. Por hoje é só. Prometo voltar ao assunto.

(Sérgio Nogueira Duarte – Jornal do Brasil)

Observe o trecho abaixo, extraído do quinto parágrafo, para responder às questões de 11 a 14:

enunciado 1498462-1

Com referência à estruturação do período, pode-se concluir que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1498461 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: MULT-SAI
Orgão: Pref. Tenente Laurentino Cruz-RN
Provas:
Questões de 01 a 15 = Português.

Leia, com atenção, o texto abaixo para responder às questões propostas.

Ouço muito: um bom texto deve ser claro e conciso.

Não há dúvida de que a clareza é a principal qualidade do texto. Ser conciso, entretanto, é uma luta muito árdua.

Ser conciso é dizer o necessário com o mínimo de palavras, sem prejudicar a clareza da frase. É ser objetivo e direto.

E aqui está a nossa dificuldade. Nós brasileiros, estamos habituados a falar muito e dizer pouco, a escrever mais do que o necessário, a discursar mais para impressionar do que comunicar.

Para muitos, esse hábito começa na escola. É só fazer uma “sessão nostalgia” e voltarmos aos bons tempos de colégio, às gloriosas aulas em que o professor anunciava: “Hoje é dia de redação.” Você se lembra da “alegria”que contagiava a turma? Você se lembra de algum coleguinha que dizia estar “inspirado”? Você se lembra de algum tema para a redação que tenha deixado toda a turma satisfeita? A verdade é que não aceitávamos tema algum. Pedíamos outro tema. Se o professor apresentasse vários temas, pedíamos “tema livre”. E se fosse tema livre, exigíamos um. Era uma insatisfação total. Depois de muita briga, o tema era “democraticamente imposto”. E aí vinha aquela tradicional pergunta: “Quantas linhas?”A resposta era original: “No mínimo 25 linhas.”Eu costumo dizer que 25 é um número traumático na vida do aluno. A partir daquele instante, começava um verdadeiro drama na sua vida: “Meu reino pela 25ª linha.” Valia tudo para se chegar lá. Desde as ridículas letras que “engordavam” repentinamente até a famosa “encheção de lingüiça”.

E aqui pode estar a origem de tudo. Nós nos habituamos a “encher lingüiça”. Pelo visto, há políticos que fizeram “pós-graduação” no assunto. São os mestres da prolixidade. Falam, falam e não dizem nada. Em algumas situações não têm o que dizer, às vezes não sabem explicar e muitas vezes precisam “engordar”.

O problema maior, entretanto, é que a doença atinge também outras categorias profissionais.

Vejamos três exemplos retirados de bons jornais:

1 – “A largada será no Leme. A chegada acontecerá no mesmo local da partida.” Cá entre nós, bastava ter escrito: “A largada e a chegada serão no Leme”.

2 – “O procurador encaminhou o ofício à área criminal da Procuradoria determinando que seja investigado...” Sendo direto: “O procurador mandou investigar”.

3 – “A posição do Governo brasileiro é de que esgotem todas as possibilidades de negociação para que se alcance uma solução pacífica”.

Enxugando a frase: “O Brasil é a favor de uma solução pacífica.”

Exemplos não faltam, mas espaço sim. Por hoje é só. Prometo voltar ao assunto.

(Sérgio Nogueira Duarte – Jornal do Brasil)

Observe o trecho abaixo, extraído do quinto parágrafo, para responder às questões de 11 a 14:

enunciado 1498461-1

Na primeira oração do período temos:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1498460 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: MULT-SAI
Orgão: Pref. Tenente Laurentino Cruz-RN
Provas:
Questões de 01 a 15 = Português.

Leia, com atenção, o texto abaixo para responder às questões propostas.

Ouço muito: um bom texto deve ser claro e conciso.

Não há dúvida de que a clareza é a principal qualidade do texto. Ser conciso, entretanto, é uma luta muito árdua.

Ser conciso é dizer o necessário com o mínimo de palavras, sem prejudicar a clareza da frase. É ser objetivo e direto.

E aqui está a nossa dificuldade. Nós brasileiros, estamos habituados a falar muito e dizer pouco, a escrever mais do que o necessário, a discursar mais para impressionar do que comunicar.

Para muitos, esse hábito começa na escola. É só fazer uma “sessão nostalgia” e voltarmos aos bons tempos de colégio, às gloriosas aulas em que o professor anunciava: “Hoje é dia de redação.” Você se lembra da “alegria”que contagiava a turma? Você se lembra de algum coleguinha que dizia estar “inspirado”? Você se lembra de algum tema para a redação que tenha deixado toda a turma satisfeita? A verdade é que não aceitávamos tema algum. Pedíamos outro tema. Se o professor apresentasse vários temas, pedíamos “tema livre”. E se fosse tema livre, exigíamos um. Era uma insatisfação total. Depois de muita briga, o tema era “democraticamente imposto”. E aí vinha aquela tradicional pergunta: “Quantas linhas?”A resposta era original: “No mínimo 25 linhas.”Eu costumo dizer que 25 é um número traumático na vida do aluno. A partir daquele instante, começava um verdadeiro drama na sua vida: “Meu reino pela 25ª linha.” Valia tudo para se chegar lá. Desde as ridículas letras que “engordavam” repentinamente até a famosa “encheção de lingüiça”.

E aqui pode estar a origem de tudo. Nós nos habituamos a “encher lingüiça”. Pelo visto, há políticos que fizeram “pós-graduação” no assunto. São os mestres da prolixidade. Falam, falam e não dizem nada. Em algumas situações não têm o que dizer, às vezes não sabem explicar e muitas vezes precisam “engordar”.

O problema maior, entretanto, é que a doença atinge também outras categorias profissionais.

Vejamos três exemplos retirados de bons jornais:

1 – “A largada será no Leme. A chegada acontecerá no mesmo local da partida.” Cá entre nós, bastava ter escrito: “A largada e a chegada serão no Leme”.

2 – “O procurador encaminhou o ofício à área criminal da Procuradoria determinando que seja investigado...” Sendo direto: “O procurador mandou investigar”.

3 – “A posição do Governo brasileiro é de que esgotem todas as possibilidades de negociação para que se alcance uma solução pacífica”.

Enxugando a frase: “O Brasil é a favor de uma solução pacífica.”

Exemplos não faltam, mas espaço sim. Por hoje é só. Prometo voltar ao assunto.

(Sérgio Nogueira Duarte – Jornal do Brasil)

Observe o trecho abaixo, extraído do quinto parágrafo, para responder às questões de 11 a 14:

enunciado 1498460-1

No trecho, o termo "livre" exerce função morfossintática de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1498459 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: MULT-SAI
Orgão: Pref. Tenente Laurentino Cruz-RN
Provas:
Questões de 01 a 15 = Português.

Leia, com atenção, o texto abaixo para responder às questões propostas.

Ouço muito: um bom texto deve ser claro e conciso.

Não há dúvida de que a clareza é a principal qualidade do texto. Ser conciso, entretanto, é uma luta muito árdua.

Ser conciso é dizer o necessário com o mínimo de palavras, sem prejudicar a clareza da frase. É ser objetivo e direto.

E aqui está a nossa dificuldade. Nós brasileiros, estamos habituados a falar muito e dizer pouco, a escrever mais do que o necessário, a discursar mais para impressionar do que comunicar.

Para muitos, esse hábito começa na escola. É só fazer uma “sessão nostalgia” e voltarmos aos bons tempos de colégio, às gloriosas aulas em que o professor anunciava: “Hoje é dia de redação.” Você se lembra da “alegria”que contagiava a turma? Você se lembra de algum coleguinha que dizia estar “inspirado”? Você se lembra de algum tema para a redação que tenha deixado toda a turma satisfeita? A verdade é que não aceitávamos tema algum. Pedíamos outro tema. Se o professor apresentasse vários temas, pedíamos “tema livre”. E se fosse tema livre, exigíamos um. Era uma insatisfação total. Depois de muita briga, o tema era “democraticamente imposto”. E aí vinha aquela tradicional pergunta: “Quantas linhas?”A resposta era original: “No mínimo 25 linhas.”Eu costumo dizer que 25 é um número traumático na vida do aluno. A partir daquele instante, começava um verdadeiro drama na sua vida: “Meu reino pela 25ª linha.” Valia tudo para se chegar lá. Desde as ridículas letras que “engordavam” repentinamente até a famosa “encheção de lingüiça”.

E aqui pode estar a origem de tudo. Nós nos habituamos a “encher lingüiça”. Pelo visto, há políticos que fizeram “pós-graduação” no assunto. São os mestres da prolixidade. Falam, falam e não dizem nada. Em algumas situações não têm o que dizer, às vezes não sabem explicar e muitas vezes precisam “engordar”.

O problema maior, entretanto, é que a doença atinge também outras categorias profissionais.

Vejamos três exemplos retirados de bons jornais:

1 – “A largada será no Leme. A chegada acontecerá no mesmo local da partida.” Cá entre nós, bastava ter escrito: “A largada e a chegada serão no Leme”.

2 – “O procurador encaminhou o ofício à área criminal da Procuradoria determinando que seja investigado...” Sendo direto: “O procurador mandou investigar”.

3 – “A posição do Governo brasileiro é de que esgotem todas as possibilidades de negociação para que se alcance uma solução pacífica”.

Enxugando a frase: “O Brasil é a favor de uma solução pacífica.”

Exemplos não faltam, mas espaço sim. Por hoje é só. Prometo voltar ao assunto.

(Sérgio Nogueira Duarte – Jornal do Brasil)

Observe o trecho abaixo, extraído do quinto parágrafo, para responder às questões de 11 a 14:

enunciado 1498459-1

As formas verbais, em destaque, encontram-se no:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1498458 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: MULT-SAI
Orgão: Pref. Tenente Laurentino Cruz-RN
Provas:
Questões de 01 a 15 = Português.

Leia, com atenção, o texto abaixo para responder às questões propostas.

Ouço muito: um bom texto deve ser claro e conciso.

Não há dúvida de que a clareza é a principal qualidade do texto. Ser conciso, entretanto, é uma luta muito árdua.

Ser conciso é dizer o necessário com o mínimo de palavras, sem prejudicar a clareza da frase. É ser objetivo e direto.

E aqui está a nossa dificuldade. Nós brasileiros, estamos habituados a falar muito e dizer pouco, a escrever mais do que o necessário, a discursar mais para impressionar do que comunicar.

Para muitos, esse hábito começa na escola. É só fazer uma “sessão nostalgia” e voltarmos aos bons tempos de colégio, às gloriosas aulas em que o professor anunciava: “Hoje é dia de redação.” Você se lembra da “alegria”que contagiava a turma? Você se lembra de algum coleguinha que dizia estar “inspirado”? Você se lembra de algum tema para a redação que tenha deixado toda a turma satisfeita? A verdade é que não aceitávamos tema algum. Pedíamos outro tema. Se o professor apresentasse vários temas, pedíamos “tema livre”. E se fosse tema livre, exigíamos um. Era uma insatisfação total. Depois de muita briga, o tema era “democraticamente imposto”. E aí vinha aquela tradicional pergunta: “Quantas linhas?”A resposta era original: “No mínimo 25 linhas.”Eu costumo dizer que 25 é um número traumático na vida do aluno. A partir daquele instante, começava um verdadeiro drama na sua vida: “Meu reino pela 25ª linha.” Valia tudo para se chegar lá. Desde as ridículas letras que “engordavam” repentinamente até a famosa “encheção de lingüiça”.

E aqui pode estar a origem de tudo. Nós nos habituamos a “encher lingüiça”. Pelo visto, há políticos que fizeram “pós-graduação” no assunto. São os mestres da prolixidade. Falam, falam e não dizem nada. Em algumas situações não têm o que dizer, às vezes não sabem explicar e muitas vezes precisam “engordar”.

O problema maior, entretanto, é que a doença atinge também outras categorias profissionais.

Vejamos três exemplos retirados de bons jornais:

1 – “A largada será no Leme. A chegada acontecerá no mesmo local da partida.” Cá entre nós, bastava ter escrito: “A largada e a chegada serão no Leme”.

2 – “O procurador encaminhou o ofício à área criminal da Procuradoria determinando que seja investigado...” Sendo direto: “O procurador mandou investigar”.

3 – “A posição do Governo brasileiro é de que esgotem todas as possibilidades de negociação para que se alcance uma solução pacífica”.

Enxugando a frase: “O Brasil é a favor de uma solução pacífica.”

Exemplos não faltam, mas espaço sim. Por hoje é só. Prometo voltar ao assunto.

(Sérgio Nogueira Duarte – Jornal do Brasil)

No trecho "...e voltamos aos bons tempos de colégio...", a palavra em destaque é acentuada pela mesma razão que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1498457 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: MULT-SAI
Orgão: Pref. Tenente Laurentino Cruz-RN
Provas:
Questões de 01 a 15 = Português.

Leia, com atenção, o texto abaixo para responder às questões propostas.

Ouço muito: um bom texto deve ser claro e conciso.

Não há dúvida de que a clareza é a principal qualidade do texto. Ser conciso, entretanto, é uma luta muito árdua.

Ser conciso é dizer o necessário com o mínimo de palavras, sem prejudicar a clareza da frase. É ser objetivo e direto.

E aqui está a nossa dificuldade. Nós brasileiros, estamos habituados a falar muito e dizer pouco, a escrever mais do que o necessário, a discursar mais para impressionar do que comunicar.

Para muitos, esse hábito começa na escola. É só fazer uma “sessão nostalgia” e voltarmos aos bons tempos de colégio, às gloriosas aulas em que o professor anunciava: “Hoje é dia de redação.” Você se lembra da “alegria”que contagiava a turma? Você se lembra de algum coleguinha que dizia estar “inspirado”? Você se lembra de algum tema para a redação que tenha deixado toda a turma satisfeita? A verdade é que não aceitávamos tema algum. Pedíamos outro tema. Se o professor apresentasse vários temas, pedíamos “tema livre”. E se fosse tema livre, exigíamos um. Era uma insatisfação total. Depois de muita briga, o tema era “democraticamente imposto”. E aí vinha aquela tradicional pergunta: “Quantas linhas?”A resposta era original: “No mínimo 25 linhas.”Eu costumo dizer que 25 é um número traumático na vida do aluno. A partir daquele instante, começava um verdadeiro drama na sua vida: “Meu reino pela 25ª linha.” Valia tudo para se chegar lá. Desde as ridículas letras que “engordavam” repentinamente até a famosa “encheção de lingüiça”.

E aqui pode estar a origem de tudo. Nós nos habituamos a “encher lingüiça”. Pelo visto, há políticos que fizeram “pós-graduação” no assunto. São os mestres da prolixidade. Falam, falam e não dizem nada. Em algumas situações não têm o que dizer, às vezes não sabem explicar e muitas vezes precisam “engordar”.

O problema maior, entretanto, é que a doença atinge também outras categorias profissionais.

Vejamos três exemplos retirados de bons jornais:

1 – “A largada será no Leme. A chegada acontecerá no mesmo local da partida.” Cá entre nós, bastava ter escrito: “A largada e a chegada serão no Leme”.

2 – “O procurador encaminhou o ofício à área criminal da Procuradoria determinando que seja investigado...” Sendo direto: “O procurador mandou investigar”.

3 – “A posição do Governo brasileiro é de que esgotem todas as possibilidades de negociação para que se alcance uma solução pacífica”.

Enxugando a frase: “O Brasil é a favor de uma solução pacífica.”

Exemplos não faltam, mas espaço sim. Por hoje é só. Prometo voltar ao assunto.

(Sérgio Nogueira Duarte – Jornal do Brasil)

"A verdade é que não aceitávamos tema algum. Pedíamos outro tema." Conservando-se a mesma relação semântica e a ordem dos dois períodos acima, seria possível reuni-los em um só, através do seguinte conectivo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas