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Por “religião” entende-se as manifestações do tipo do cristianismo e das outras grandes religiões
redentoras; por “Estado” entende-se as organizações políticas do tipo do Estado-Nação
moderno. Para compreender convenientemente as religiões políticas devemos, portanto, alargar
o conceito do religioso de maneira a poder explicar não somente as religiões redentoras mas
também as outras manifestações que percebemos como religiosas no desenvolvimento dos
Estados; e, depois disso, deveremos examinar o conceito de Estado, a fim de saber se este não
diz verdadeiramente respeito a mais nada senão às relações de organização mundanas e
humanas, sem relação com o domínio do religioso.
(VOEGELIN, Erich. As religiões políticas. Lisboa: Vega Passagens, 2002, p.24)
A fusão entre a simbologia da linguagem religiosa e o poder de Estado, na história contemporânea, é identificada
A fusão entre a simbologia da linguagem religiosa e o poder de Estado, na história contemporânea, é identificada
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Notava as coisas e via que mandava comprar um frangão, quatro ovos e um peixe para comer, e
nada lhe traziam, porque não se achava na praça, nem no açougue, e, se mandava pedir as coisas
e outras às casas particulares, lhas mandavam. Então disse o bispo: verdadeiramente que nestas
terras andam as coisas trocadas, porque toda ela não é republica, sendo-o cada casa.
(SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil: 1500-1627. Livro I, cap.II, p.42-3, NOVAIS, Fernando A. (Org.). História da vida privada no Brasil : cotidiano e vida privada na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p.14).
As condições de privacidade na colônia eram marcadas
(SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil: 1500-1627. Livro I, cap.II, p.42-3, NOVAIS, Fernando A. (Org.). História da vida privada no Brasil : cotidiano e vida privada na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p.14).
As condições de privacidade na colônia eram marcadas
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Em 1808, como consequência da invasão francesa a Portugal, chega a família real ao Brasil. D.
João, o príncipe regente, sua mãe, D. Maria, e ainda fidalgos, oficiais, clérigos, açafatas, que os
acompanham nessa desdita que marca o fim do período colonial. A capital do vice-reino terá de
absorver todo esse “povo” e acomodar várias secretarias [...].Como manter essa corte e a
ampliação do aparelho burocrático com a penúria do tesouro real ?
(SCHNOOR, Eduardo. Os senhores dos caminhos: a elite na transição para o século XIX. IN : DEL PRIORE, Mary. Revisão do paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de história. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.163)
As soluções encontradas pela administração para o problema da escassez de recursos necessários à manutenção da corte no Brasil foram
(SCHNOOR, Eduardo. Os senhores dos caminhos: a elite na transição para o século XIX. IN : DEL PRIORE, Mary. Revisão do paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de história. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.163)
As soluções encontradas pela administração para o problema da escassez de recursos necessários à manutenção da corte no Brasil foram
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Não podemos opor a priori uma Roma monolítica, de pura essência ariana, a uma Grécia
impregnada de pensamento oriental. Se os Indo-Europeus impuseram sua língua ao Lácio,
enquanto os Etruscos conservavam até o início do Império seu antigo dialeto pelágico, em outros
aspectos, particularmente em matéria de crenças e ritos, e mesmo de política e de organização
social, a velha comunidade mediterrânica marcava de forma indelével a herança da cidade que ia
nascer.
(GRIMMAL, Pierre. A civilização romana. Lisboa/Portugal: Edições 70, p.16).
A influência inicial dos gregos sobre a civilização romana deu-se como
(GRIMMAL, Pierre. A civilização romana. Lisboa/Portugal: Edições 70, p.16).
A influência inicial dos gregos sobre a civilização romana deu-se como
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A análise do quadro da distribuição étnica no Brasil Imperial, demonstra que

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[...]. O fim do século XVIII é um dos raros momentos revolucionários da História. Ele configurou
a sociedade, a política, a economia e o próprio homem da Idade Contemporânea, com a
Revolução Francesa e a Revolução Industrial. [...].
(IGLÉSIAS, Francisco. A Revolução Industrial. São Paulo: Editora Brasiliense, 1981. Coleção Tudo é História v. 11. p.47).
A Revolução Industrial foi um acontecimento importante para a humanidade, por ter sido responsável por grandes transformações no processo produtivo e nas relações de trabalho. Essas transformações
A Revolução Industrial foi um acontecimento importante para a humanidade, por ter sido responsável por grandes transformações no processo produtivo e nas relações de trabalho. Essas transformações
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Apresenta-se às vezes a Revolução como um confronto entre os discípulos de Montesquieu e os
de Rousseau, geralmente para concluir que a influência de Rousseau sobrepuja a de
Montesquieu.
(FURET, François e OZOUF, Mona. Dicionário crítico da Revolução Francesa. Rio de Janeiro:Nova Fronteira, 1989, p.789)
Uma reflexão em torno das obras dos dois filósofos iluministas citados quanto à influência nos rumos da Revolução Francesa, demonstra que
(FURET, François e OZOUF, Mona. Dicionário crítico da Revolução Francesa. Rio de Janeiro:Nova Fronteira, 1989, p.789)
Uma reflexão em torno das obras dos dois filósofos iluministas citados quanto à influência nos rumos da Revolução Francesa, demonstra que
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O primeiro passo documentado para a escolha do sucessor de Médici foi dado pelo próprio
presidente em janeiro de 1971 [...]. Reuniu-se com os colaboradores mais próximos na granja do
Riacho Fundo, onde passava a maior parte dos dias livres, fugido da fornalha do Alvorada. Eram o
general João Baptista Figueiredo, chefe do Gabinete Militar, o professor João Leitão de Abreu, do
Gabinete Civil, e o general Carlos Alberto da Fontoura, chefe do SNI.
(GASPARI, Elio. A ditadura derrotada: o sacerdote e o feiticeiro. São Paulo: Companhia das letras, 2003, p. 185)
O processo e o contexto em que se deu a sucessão do presidente Emilio Garrastazu Médici ocorreram
O processo e o contexto em que se deu a sucessão do presidente Emilio Garrastazu Médici ocorreram
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A base da nova teologia de Lutero, e da crise espiritual que a precipitou, residia em sua concepção da
natureza humana. Lutero vivia obcecado pela ideia da completa indignidade da natureza humana. Para um
psicólogo de nosso tempo, isso pode evidenciar uma crise particularmente grave de identidade, uma “crise de
integridade” na qual o padecente vem a descrer por completo do valor de sua própria existência (Erikson,
1958, p.254). Os biógrafos mais convencionais de Lutero, porém, se contentaram em explicar esse fato como
“o enfrentamento de uma espécie de catolicismo contra outra, do agostinismo contra o tomismo (Bainton,
1953a, p.36). Essa convicção de Lutero levou-o a rejeitar a ideia otimista de um homem apto a intuir e seguir
as leis de Deus – concepção essa essencial para os tomistas - e a retornar à insistência com que, séculos
antes, Santo Agostinho tratara, com não pouco pessimismo, da natureza decaída do homem.
(SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Cia. das Letras, 1996, p. 285-286).
A proximidade do pensamento de Martinho Lutero com a teologia agostiniana trouxe implicações para a relação que o luteranismo manteve com o pensamento político de sua época. Tais implicações podem ser percebidas
(SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Cia. das Letras, 1996, p. 285-286).
A proximidade do pensamento de Martinho Lutero com a teologia agostiniana trouxe implicações para a relação que o luteranismo manteve com o pensamento político de sua época. Tais implicações podem ser percebidas
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Oportunidades e fatalidades que se sucedem ao longo do ciclo vital das pessoas modelam suas
biografias, e as situações em que ocorrem refletem-se nas configurações familiares, quando
examinadas em um momento dado [...]. Do ponto de vista demográfico interagem, nesse caso,
processos que resultam da “evolução dos níveis e padrões da fecundidade”, do “quantum do
tempo da nupcialidade”, das separações e divórcios e dos recasamentos, das alterações das
curvas de mortalidade e seus diferenciais por sexo e idade, e da intensidade dos deslocamentos
espaciais da população.
(BERQUÓ, Elza. Arranjos familiares no Brasil: uma visão demográfica. In: SCHWARCZ, Lilian Moritz. História da vida privada
no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p.186)
Os arranjos familiares no Brasil sempre foram marcados por grande dinamicidade. Entre os fatores que contribuem para a alteração da estrutura familiar, destaca-se
Os arranjos familiares no Brasil sempre foram marcados por grande dinamicidade. Entre os fatores que contribuem para a alteração da estrutura familiar, destaca-se
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