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[...]. Do Estado moderno, ‘da geração’, nas palavras de Hobbes, ‘daquele grande Leviatã, ou
antes daquele Deus Mortal, ao qual devemos, abaixo do Deus Imortal, nossa paz e defesa’,
ousaria dizer, concluindo, que os italianos o criaram, os franceses e ingleses o desenvolveram e
aos alemães restou o consolo de o interpretarem.
(FLORENZANO,Modesto. Sobre as Origens e o Desenvolvimento do Estado Moderno no Ocidente.p.37. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ln/n71/01.pdf. Acesso em 06/11/2019.)
No processo de formação do Estado Moderno,
(FLORENZANO,Modesto. Sobre as Origens e o Desenvolvimento do Estado Moderno no Ocidente.p.37. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ln/n71/01.pdf. Acesso em 06/11/2019.)
No processo de formação do Estado Moderno,
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[...]. A Igreja recomendava aos pais batizar seus filhos assim que possível. O batismo de crianças livres ou
escravas era ministrado por párocos ou capelães, sem delongas, para garantir aos inocentes que
morressem a chance de ir direto ao Céu sem passar pelo Purgatório. Escravos adultos eram batizados em
ritos extremamente sumários e, na maior parte, coletivos. Na intimidade, a preocupação com o
crescimento dos filhos era recorrente. Testamentos feitos entre os séculos XVII e XVIII registram
instantâneos de como se concebia a criação da prole: aos machos devia se ensinar a ler, escrever e
contar. s fêmeas, coser, lavar e os bons costumes; ambos deviam sempre ‘apartar-se do mal e chegarse ao bem [...].
(PRIORE, Mary Del. Ritos da vida privada. p.276-330. In: SOUZA, Laura de Mello. (Orgs.). História da Vida Privada no Brasil – Cotidiano e vida privada na América portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. v.1. p. 311).
A privacidade na colônia era realizada mediante diversos ritos cotidianos que
(PRIORE, Mary Del. Ritos da vida privada. p.276-330. In: SOUZA, Laura de Mello. (Orgs.). História da Vida Privada no Brasil – Cotidiano e vida privada na América portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. v.1. p. 311).
A privacidade na colônia era realizada mediante diversos ritos cotidianos que
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A história da Grécia e de Roma é testemunha e exemplo da estreita relação que há entre as ideias
da inteligência humana e o estado social de um povo. Observai as instituições dos antigos, sem
atentar para suas crenças; achá-las-eis obscuras, bizarras, inexplicáveis. Por que havia patrícios e
plebeus, patrões e clientes, eupátridas e tetas, e de onde vêm as diferenças nativas e indeléveis
que encontramos entre essas classes? Que significam essas instituições lacedemonianas, que nos
parecem tão contrárias à natureza? [...].
Disponivel: http://bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/services/e-books. Acesso em 09/11/2019.
O historiador francês Numa Denis Fustel de Coulanges, na obra acima, analisa a formação e o desenvolvimento das cidades antigas, ressaltando aspectos das civilizações grega e romana, como
Disponivel: http://bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/services/e-books. Acesso em 09/11/2019.
O historiador francês Numa Denis Fustel de Coulanges, na obra acima, analisa a formação e o desenvolvimento das cidades antigas, ressaltando aspectos das civilizações grega e romana, como
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O corpo escravo se constitui assim como o horizonte fantasmático universal das relações
sociais, como se o colonizador tivesse conseguido instaurar sua exploração do corpo da terra
como metáfora última das relações sociais. E, de fato, o corpo escravo é onipresente. Os jornais
nos falam regularmente da escravatura que ainda existe e que a polícia persegue. E há aquela
que a polícia não persegue. Um mal-estar permanente nas classes privilegiadas, com relação às
condições de indigência de uma grande parte da população, manifesta o sentimento de que
algo, no vínculo empregatício, ainda participe ou possa participar da escravatura.
(CALLIGARIS, Contardo. Hello, Brasil! – psicanálise da estranha civilização brasileira. São Paulo: Três Estrelas, 2017)
O texto conduz o leitor a uma reflexão em torno
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Em setembro de 1914, em declarações citadas pela imprensa norte-americana, o biólogo
alemão e filósofo Ernst Haeckel fez a primeira referência registrada ao conflito como “Primeira
Guerra Mundial”, em sua previsão de que a luta que começava “se tornaria a primeira Guerra
Mundial no sentido pleno da palavra”. O rótulo de “Primeira Guerra Mundial” só se tornaria
corrente depois de 1939, quando a revista Time e uma série de outras publicações
popularizaram seu uso como corolário da expressão “Segunda Guerra Mundial”.
( SONDHAUSS, Lawrence. A Primeira Guerra Mundial. São Paulo: Contexto, 2013, p.13)
Para o autor, a definição “Primeira Guerra Mundial” atribuída ao conflito ocorrido entre 1914 e 1918 é considerada a expressão
Para o autor, a definição “Primeira Guerra Mundial” atribuída ao conflito ocorrido entre 1914 e 1918 é considerada a expressão
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Por “religião” entende-se as manifestações do tipo do cristianismo e das outras grandes religiões
redentoras; por “Estado” entende-se as organizações políticas do tipo do Estado-Nação
moderno. Para compreender convenientemente as religiões políticas devemos, portanto, alargar
o conceito do religioso de maneira a poder explicar não somente as religiões redentoras mas
também as outras manifestações que percebemos como religiosas no desenvolvimento dos
Estados; e, depois disso, deveremos examinar o conceito de Estado, a fim de saber se este não
diz verdadeiramente respeito a mais nada senão às relações de organização mundanas e
humanas, sem relação com o domínio do religioso.
(VOEGELIN, Erich. As religiões políticas. Lisboa: Vega Passagens, 2002, p.24)
A fusão entre a simbologia da linguagem religiosa e o poder de Estado, na história contemporânea, é identificada
A fusão entre a simbologia da linguagem religiosa e o poder de Estado, na história contemporânea, é identificada
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Notava as coisas e via que mandava comprar um frangão, quatro ovos e um peixe para comer, e
nada lhe traziam, porque não se achava na praça, nem no açougue, e, se mandava pedir as coisas
e outras às casas particulares, lhas mandavam. Então disse o bispo: verdadeiramente que nestas
terras andam as coisas trocadas, porque toda ela não é republica, sendo-o cada casa.
(SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil: 1500-1627. Livro I, cap.II, p.42-3, NOVAIS, Fernando A. (Org.). História da vida privada no Brasil : cotidiano e vida privada na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p.14).
As condições de privacidade na colônia eram marcadas
(SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil: 1500-1627. Livro I, cap.II, p.42-3, NOVAIS, Fernando A. (Org.). História da vida privada no Brasil : cotidiano e vida privada na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p.14).
As condições de privacidade na colônia eram marcadas
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Em 1808, como consequência da invasão francesa a Portugal, chega a família real ao Brasil. D.
João, o príncipe regente, sua mãe, D. Maria, e ainda fidalgos, oficiais, clérigos, açafatas, que os
acompanham nessa desdita que marca o fim do período colonial. A capital do vice-reino terá de
absorver todo esse “povo” e acomodar várias secretarias [...].Como manter essa corte e a
ampliação do aparelho burocrático com a penúria do tesouro real ?
(SCHNOOR, Eduardo. Os senhores dos caminhos: a elite na transição para o século XIX. IN : DEL PRIORE, Mary. Revisão do paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de história. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.163)
As soluções encontradas pela administração para o problema da escassez de recursos necessários à manutenção da corte no Brasil foram
(SCHNOOR, Eduardo. Os senhores dos caminhos: a elite na transição para o século XIX. IN : DEL PRIORE, Mary. Revisão do paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de história. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.163)
As soluções encontradas pela administração para o problema da escassez de recursos necessários à manutenção da corte no Brasil foram
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O “enigma russo” resulta muito das ambivalências com que se percebe a Rússia: é europeia mas asiática,
eslava mas oriental, cristã mas ortodoxa, historicamente expansionista mas decisiva para travar a França de
Napoleão e a Alemanha de Hitler, provocou a Guerra Fria mas soube manter uma certa coexistência
pacífica... E da mesma maneira que em tempos se confundia a URSS com a antiga Rússia, também hoje há
a tendência para confundir a Federação Russa com a defunta União Soviética – no entanto, nem a URSS era
o Império Russo nem a Federação Russa é a URSS. Por outro lado, a perspectiva geopolítica é crucial para
entender as percepções, opções políticas/estratégicas e interações da Rússia dada a relevância da sua
geografia, da sua localização, das suas fronteiras, dos recursos existentes no seu território e do seu poder
relativo no espaço pós-soviético e no mundo.
Fonte: TOMÉ, 2018 – Adaptado.
O comportamento da política internacional russa, liderada por Vladimir Putin, reside no interesse
Fonte: TOMÉ, 2018 – Adaptado.
O comportamento da política internacional russa, liderada por Vladimir Putin, reside no interesse
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Não podemos opor a priori uma Roma monolítica, de pura essência ariana, a uma Grécia
impregnada de pensamento oriental. Se os Indo-Europeus impuseram sua língua ao Lácio,
enquanto os Etruscos conservavam até o início do Império seu antigo dialeto pelágico, em outros
aspectos, particularmente em matéria de crenças e ritos, e mesmo de política e de organização
social, a velha comunidade mediterrânica marcava de forma indelével a herança da cidade que ia
nascer.
(GRIMMAL, Pierre. A civilização romana. Lisboa/Portugal: Edições 70, p.16).
A influência inicial dos gregos sobre a civilização romana deu-se como
(GRIMMAL, Pierre. A civilização romana. Lisboa/Portugal: Edições 70, p.16).
A influência inicial dos gregos sobre a civilização romana deu-se como
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