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A análise do quadro da distribuição étnica no Brasil Imperial, demonstra que

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[...]. O fim do século XVIII é um dos raros momentos revolucionários da História. Ele configurou
a sociedade, a política, a economia e o próprio homem da Idade Contemporânea, com a
Revolução Francesa e a Revolução Industrial. [...].
(IGLÉSIAS, Francisco. A Revolução Industrial. São Paulo: Editora Brasiliense, 1981. Coleção Tudo é História v. 11. p.47).
A Revolução Industrial foi um acontecimento importante para a humanidade, por ter sido responsável por grandes transformações no processo produtivo e nas relações de trabalho. Essas transformações
A Revolução Industrial foi um acontecimento importante para a humanidade, por ter sido responsável por grandes transformações no processo produtivo e nas relações de trabalho. Essas transformações
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Apresenta-se às vezes a Revolução como um confronto entre os discípulos de Montesquieu e os
de Rousseau, geralmente para concluir que a influência de Rousseau sobrepuja a de
Montesquieu.
(FURET, François e OZOUF, Mona. Dicionário crítico da Revolução Francesa. Rio de Janeiro:Nova Fronteira, 1989, p.789)
Uma reflexão em torno das obras dos dois filósofos iluministas citados quanto à influência nos rumos da Revolução Francesa, demonstra que
(FURET, François e OZOUF, Mona. Dicionário crítico da Revolução Francesa. Rio de Janeiro:Nova Fronteira, 1989, p.789)
Uma reflexão em torno das obras dos dois filósofos iluministas citados quanto à influência nos rumos da Revolução Francesa, demonstra que
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O primeiro passo documentado para a escolha do sucessor de Médici foi dado pelo próprio
presidente em janeiro de 1971 [...]. Reuniu-se com os colaboradores mais próximos na granja do
Riacho Fundo, onde passava a maior parte dos dias livres, fugido da fornalha do Alvorada. Eram o
general João Baptista Figueiredo, chefe do Gabinete Militar, o professor João Leitão de Abreu, do
Gabinete Civil, e o general Carlos Alberto da Fontoura, chefe do SNI.
(GASPARI, Elio. A ditadura derrotada: o sacerdote e o feiticeiro. São Paulo: Companhia das letras, 2003, p. 185)
O processo e o contexto em que se deu a sucessão do presidente Emilio Garrastazu Médici ocorreram
O processo e o contexto em que se deu a sucessão do presidente Emilio Garrastazu Médici ocorreram
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A base da nova teologia de Lutero, e da crise espiritual que a precipitou, residia em sua concepção da
natureza humana. Lutero vivia obcecado pela ideia da completa indignidade da natureza humana. Para um
psicólogo de nosso tempo, isso pode evidenciar uma crise particularmente grave de identidade, uma “crise de
integridade” na qual o padecente vem a descrer por completo do valor de sua própria existência (Erikson,
1958, p.254). Os biógrafos mais convencionais de Lutero, porém, se contentaram em explicar esse fato como
“o enfrentamento de uma espécie de catolicismo contra outra, do agostinismo contra o tomismo (Bainton,
1953a, p.36). Essa convicção de Lutero levou-o a rejeitar a ideia otimista de um homem apto a intuir e seguir
as leis de Deus – concepção essa essencial para os tomistas - e a retornar à insistência com que, séculos
antes, Santo Agostinho tratara, com não pouco pessimismo, da natureza decaída do homem.
(SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Cia. das Letras, 1996, p. 285-286).
A proximidade do pensamento de Martinho Lutero com a teologia agostiniana trouxe implicações para a relação que o luteranismo manteve com o pensamento político de sua época. Tais implicações podem ser percebidas
(SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Cia. das Letras, 1996, p. 285-286).
A proximidade do pensamento de Martinho Lutero com a teologia agostiniana trouxe implicações para a relação que o luteranismo manteve com o pensamento político de sua época. Tais implicações podem ser percebidas
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Os rios e as drenagens podem ser classificados de diferentes formas. Do geral para o particular, as
classificações mais comuns têm como base o padrão de drenagem, o comportamento da drenagem em
relação ao substrato e a morfologia dos canais. As drenagens, observadas em uma carta topográfica,
fotografia aérea ou imagem de satélite, apresentam padrões bastante característicos em função dos tipos de
rocha e das estruturas geológicas presentes no substrato da bacia.
Observe abaixo a bacia hidrográfica do rio Parnaíba:
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Do ponto de vista geomorfológico, a recente evolução do Brasil Central contribuiu para uma revisão da
gênese das condições geomorfológicas e hídricas de uma região que está no meio do processo motor de
modernização e desenvolvimento no interior do Brasil. Uma revisão nas bases físicas que sustentaram a
revitalização econômico-social da região pode ser útil ao conhecimento científico e, até mesmo, ao esforço de
preservação dos fluxos vivos da natureza regional.
AB’SABER, A. N. Domínios da natureza do Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editora, 2003.
A estrutura física do Planalto Brasileiro, apontada no texto acima, caracteriza-se
AB’SABER, A. N. Domínios da natureza do Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editora, 2003.
A estrutura física do Planalto Brasileiro, apontada no texto acima, caracteriza-se
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Nas atuais condições de globalização, a metáfora proposta por Pascal parece ter ganho realidade: o
universo visto como uma esfera infinita, cujo centro está em toda parte.
Na verdade, a globalização faz também redescobrir a corporeidade. O mundo da fluidez, a vertigem da
velocidade, a frequência dos deslocamentos e a banalidade do movimento e das alusões a lugares e a coisas
distantes, revelam, por contraste, no ser humano, o corpo como uma certeza materialmente sensível, diante
de um universo difícil de apreender.
SANTOS, M. A Natureza do espaço: tempo e técnica, razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2008.
A partir do entendimento do fragmento e da compreensão do conceito de lugar, deve-se considerar que
SANTOS, M. A Natureza do espaço: tempo e técnica, razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2008.
A partir do entendimento do fragmento e da compreensão do conceito de lugar, deve-se considerar que
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A energia elétrica é uma das formas de energia mais utilizadas no cotidiano das pessoas e na produção
econômica da sociedade. É derivada das diferenças de potencial elétrico em um condutor, de tal modo que
possibilite a geração de uma corrente orientada de elétrons em um circuito. Caracteriza-se, principalmente,
pela flexibilidade de transformação em outras formas de energia e pela facilidade de transporte em relação a
outras fontes. Para que possa ser útil, ela precisa ser gerada por outras fontes energéticas e convertida em
eletricidade para fins de transporte da origem da fonte geradora até o local de consumo, quando novamente
se converte em outro tipo de energia, de acordo com o uso que se faz necessário.
Fonte: BRASIL, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica. Redes e fluxos do território: Logística de energia. Rio de Janeiro: IBGE, 2015.
Quanto às fontes de energia exploradas no Brasil, é válido afirmar que
Quanto às fontes de energia exploradas no Brasil, é válido afirmar que
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Há consenso entre os especialistas sobre a constatação de que, a partir dos anos 80, ocorrem acentuadas
transformações nos volumes, fluxos e características dos movimentos migratórios no Brasil, sintetizados num
menor crescimento das metrópoles, numa maior predominância de migrações a curta distância e intraregionais, numa incidência acentuada de migrações de retorno – sugerindo uma circularidade de movimentos
–, na tendência a um crescimento de cidades de porte médio e na configuração generalizada de periferias no
entorno dos centros urbanos maiores, nas distintas regiões do país.
PATARRA, N. L. Movimentos migratórios no Brasil: tempos e espaços. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Ciências Estatísticas/IBGE, 2003.
A configuração dos processos migratórios brasileiros a partir da década de 1980, conforme trata o texto, é marcada por transformações importantes. Nesse contexto, constata-se que
PATARRA, N. L. Movimentos migratórios no Brasil: tempos e espaços. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Ciências Estatísticas/IBGE, 2003.
A configuração dos processos migratórios brasileiros a partir da década de 1980, conforme trata o texto, é marcada por transformações importantes. Nesse contexto, constata-se que
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