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Foram encontradas 409 questões.

4141727 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Terezinha-PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.

https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

"Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono."
No trecho acima, observa-se que a concordância nominal e verbal está adequada. Analise, a seguir, se os enunciados abaixo também apresentam concordância correta.
I. Durante a prova, observou-se que 90% dos candidatos tinha domínio total dos conteúdos apresentados.
II. Antes da prova, a funcionária deixou limpa a mesa e o assento do professor.
III. É proibido a entrada de pessoas não cadastradas no interior do recinto.
IV. O cliente com sua filha reclamou contra o aumento abusivo dos preços.
V. A maior parte do conselho decidiram adotar o novo regulamento.
Após analisar as frases quanto à concordância adequada, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
 

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4141726 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Terezinha-PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.

https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

"Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico."
O emprego da vírgula decorre de diferentes regras gramaticais. No trecho em análise, por exemplo, ela foi utilizada para isolar um adjunto adverbial intercalado na frase. Avalie, agora, o uso desse sinal de pontuação nas frases a seguir, conforme outras regras de emprego.
I. O lobo, viu-o o caçador.
II. Ele sairá daqui logo, ou eu me desligarei do grupo.
III. Teve duas fases a nossa paixão, ou ligação, ou qualquer outro nome que se atribua ao que vivemos.
IV. Abrem-se lírios, e jasmins, e rosas.
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta as frases cujo emprego da vírgula está de acordo com a norma-padrão.
 

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4141725 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Terezinha-PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.

https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

"O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava."
Analise a regência do verbo 'imaginar' na frase acima e marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas.
(   ) O verbo 'imaginar' atua como intransitivo, não apresentando complemento verbal, diferentemente do seu uso na frase 'A criança sapeca vivia imaginando ideias criativas e divertidas', em que atua como transitivo direto.
(   ) No contexto apresentado, o verbo 'imaginar' atua como transitivo direto, assim como ocorre na frase 'Não posso imaginar minha caçula começando a namorar'.
(   ) A preposição 'de', em 'do oceano', ocorre em razão da regência do substantivo 'fundo', que, nesse contexto, exige o complemento introduzido por preposição.
(   ) O verbo 'imaginar' também pode ser empregado corretamente como pronominal, como na frase 'Ele se imagina um herói'.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima.
 

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4141724 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Terezinha-PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.

https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

"O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade."
I. O vocábulo 'aquecimento' é formado pelo mesmo processo de formação do vocábulo 'adjacente'.
II. A palavra 'recuo' exemplifica derivação regressiva, pois é formada a partir da redução do verbo 'recuar' pela retirada da terminação de infinitivo.
III. O vocábulo 'marinho' é formado por um processo em que se adiciona um sufixo, que possui existência independente na língua, resultando em uma nova palavra com mudança da classificação morfológica.
IV. O vocábulo 'gelo' é um exemplo de palavra que não pode ser reduzida a grupos menores de palavras porque possui apenas um núcleo que carrega toda a significação da palavra que é reconhecida no mundo em que vivemos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
 

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4141723 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Terezinha-PE

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O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.

https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

"Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global."
Com base nas classes de palavras, julgue as afirmativas a seguir:
I. O termo 'entender' é um verbo que adquire valor nominal, exercendo a função de núcleo do sujeito da oração.
II. O vocábulo 'crucial' é um adjetivo exercendo a função de predicativo do sujeito.
III. O pronome 'que' em 'para que os cientistas possam prever' exerce função de conjunção subordinativa integrante causal.
IV. O termo 'mais' é um advérbio de intensidade, modificando o verbo 'prever' exercendo a função de adjunto adverbial.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
 

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4141722 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Terezinha-PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.

https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

"Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma assinatura química exótica que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos."
Muitas palavras, como o vocábulo 'só', podem apresentar-se de forma idêntica, mas com significados diferentes, os quais, em certos casos, podem ser distinguidos por valores semânticos distintos. Com base nisso, analise o emprego de 'só' no contexto acima e nas frases a seguir:
I. Todos saíram e só um ficou.
II. Viajei por um lugar distante e só.
III. Ele se sentiu muito só durante a viagem.
IV. Foi indicado que saíssem só após a tempestade cessar.
Após a análise, identifique a alternativa CORRETA que apresenta o vocábulo 'só' nas frases com o mesmo valor gramatical do apresentado no trecho inicial.
 

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4141721 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Terezinha-PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.

https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

"Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática."
"Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos relativamente baixos durante o período glacial."
"Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual."
Analise os trechos acima, considerando os mecanismos de coesão e coerência utilizados, e marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas.
(   ) A expressão 'esse isolamento' retoma o mecanismo de aquecimento oculto, estabelecendo uma relação de coesão referencial por meio de sinonímia.
(   ) A oração 'em um processo que reescreve a cronologia climática' estabelece coesão temática ao explicitar o efeito do reservatório de carbono.
(   ) O pronome relativo 'que', em 'um processo que reescreve a cronologia climática', estabelece coesão referencial ao retomar explicitamente 'o CO?'.
(   ) A conjunção 'embora' pode ser substituída 'ainda que', mantendo o sentido essencial da oração.
 

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4141720 Ano: 2026
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.

https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

"O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática."
Analise a classificação das orações presentes no período acima e julgue as afirmativas:
I. A oração iniciada por 'que as águas' é classificada como subordinada adjetiva, pois caracteriza o termo 'estudo', especificando que não se trata de qualquer estudo, mas daquele em águas profundas.
II. A oração iniciada por 'que reescreve...' classifica-se como oração subordinada adjetiva restritiva, pois caracteriza o termo 'processo', indicando tratar-se de um processo específico.
III. A oração iniciada por 'que as águas' possui a mesma classificação da iniciada por 'que' em 'Decidiu-se que você continue na liderança'.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
 

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4141719 Ano: 2026
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.

https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

Considerando o texto que trata do papel do Oceano Antártico no armazenamento e na liberação de carbono e sua influência nas mudanças climáticas ao longo do tempo, identifique a alternativa CORRETA.
 

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