Foram encontradas 30 questões.
A Auditoria pode apresentar formar diversas, cada uma delas com características peculiares. São classificadas de acordo com: a extensão do trabalho, a profundidade dos exames, a natureza e com os fins a que se destina. Considerando as formas de auditoria, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) A auditoria geral pode variar com profundidade, exigindo exame integral, ou por testes, das operações registradas, segundo o julgamento do auditor quanto a segurança que lhe podem oferecer os controles internos, cuja eficiência determina o grau de convicção do auditor em relação a fidelidade dos registros contábeis.
( ) O auditor externo precisa proceder a revisão integral para obter elementos de convicção quanto a confiabilidade dos registros contábeis de uma entidade, principalmente quando ela possui eficientes controles internos.
( ) A Auditoria continuada traz para a empresa a vantagem de fiscalização constante, pelo auditor, cuja presença frequente na empresa pode auxiliar na soluções de problemas contábeis que possam surgir.
( ) A Auditoria para fins de concessão de crédito não é exigida pelo financiador em perspectiva, que deseja conhecer a realidade do estado econômico e financeiro da empresa a qual vai conceder o crédito.
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Considerando o MS-Word 2016 (em português e em sua configuração padrão), assinale a alternativa que não corresponde a um recurso disponibilizado na Guia Inserir localizado na faixa de opções.
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O relatório é o documento pelo qual a Auditoria Interna apresenta o resultado dos seus trabalhos com objetividade e imparcialidade, expressando claramente suas conclusões recomendações a administração. Sobre os aspectos do relatório, assinale a alternativa correta.
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Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Terra Boa-PR
De acordo com a Lei Complementar nº 06/2003, que dispõe sobre o Sistema Tributário Municipal de Terra Boa, assinale a alternativa correta.
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A Lei nº 4.320/64 – Lei do Orçamento, apresenta a diferenciação da receita e despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de unidade universalidade e anualidade. De acordo com esta Lei, assinale a alternativa incorreta.
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O parecer representa o produto final do trabalho do auditor e deve ser dirigido a diretoria, ao conselho de administração ou aos acionistas, contendo a data do termino do serviço e estar assinado pelo contador responsável. Referente ao parecer do auditor, assinale a alternativa correta.
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Procedimentos de auditoria são as investigações técnicas que, tomadas em conjunto, permitem a formação fundamentada da opinião do auditor sobre as demonstrações contábeis ou sobre o trabalho realizado. Sobre procedimentos de auditoria, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Os procedimentos de auditoria devem ser estendidos e aprofundados até a obtenção dos elementos comprobatórios necessários para a formar e fundamentar o parecer do auditor.
( ) Um procedimento de auditoria proporciona maior ou menor benefício em decorrência de ser aplicado no momento oportuno.
( ) A opinião formada pelo auditor precisa estar apoiada em bases sólidas, alicerçada em fatos comprovados, evidências factuais e informações irrefutáveis.
( ) O exame físico é a verificação in loco; deve proporcionar ao auditor a formação de opinião quanto à existência física do objeto ou item examinado.
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Conforme a Lei Complementar nº 101/00 – Lei de Responsabilidade Fiscal, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto para responder a questão.
O casamento da clarinha
Por Mentor Neto
Clarinha casou com o Valdomiro muito mais para esquecer do ex, do que por amor de verdade.
E olha que cansaram de avisar que o Valdomiro não era flor que se cheirasse.
Mas a verdade é que o ex-namorado da Clarinha tinha sido tão safado, mas tão safado, que qualquer coisa era melhor que “aquilo”.
“Aquilo” era como ela chamava o ex, que até roubar dinheiro dela o canalha roubou.
O Valdomiro podia não ser lá grande coisa, mas para ela estava ótimo. A bem da verdade, aviso é o que não faltou.
– Clara, Clara… abre esse teu olho – avisou a mãe, experiente, dias antes do matrimônio.
– Abre o olho com o que, mãe?
– Esse Valdomiro não presta para marido, minha filha!
– Até a senhora, mãe? Quem foi fazer futrica agora?
– A Berê, do salão.
Clarinha se preocupou.
Porque o que não faltava no bairro era gente fofoqueira.
Mas a Berê não dava ponto sem nó.
Sabia das coisas de verdade.
Berê dizia que sabia até a cor da cueca dos meninos.
E do Valdomiro ela sabia mesmo, porque os dois tiveram um casinho.
Mas Clarinha estava apaixonada, aí já viu.
E o Valdomiro falava tudo o que ela queria ouvir.
Ele também não se bicava com o ex, então mais um ponto para o Valdomiro.
Como queria enterrar de vez o ex, Clarinha ignorou os sinais, os avisos e os conselhos de que aquilo não ia dar certo.
Então ela aceitou quando ele a pediu em casamento.
A verdade é que o próprio Valdomiro não se ajudava.
Era cheio de graça na mesa de bar, mesmo com a Clarinha presente.
Fazia troça para as moças da mesa ao lado, contava piadas machistas e, vira e mexe, dava uns perdidos no final da noite Clarinha nem tchuns. Estava que era só ilusão.
Valdomiro era tão sem noção, que até no casamento, no altar, quando o padre perguntou se alguém se opunha ao casamento, de farra, levantou a mãozinha.
Clarinha achou graça, fazer o que? Casaram.
Passaram a lua de mel no apartamento que o pai da Clarinha deu para os dois.
Viajar nem pensar, porque o Valdomiro estava desempregado há tempos.
Os meses passaram a ser anos e o Valdomiro igualzinho.
Mulherengo, às vezes chegava a casa com cheiro de perfume de mulher. Clarinha não botava reparo.
– Ele é assim mesmo, mãe. Gosta de interagir com as pessoas.
Alguns finais de semana Valdomiro dizia que ia pescar com os amigos. Clarinha achava ótimo.
Ele ia e os amigos ficavam. Mas ela dava a maior força.
– Tem mais é que se distrair, poxa vida.
Quanto mais o tempo passava, mais era evidente que o Valdomiro não tinha nascido para ser marido de ninguém.
Era boêmio, irresponsável e de uns tempos para cá, deixou até de disfarçar. Às vezes parecia que fazia coisas para testar até onde poderia ir com a Clarinha, de tão descarado que era.
No bairro ganhou o apelido de “Vadinho”, em referência à personagem de Dona Flor. Ele foi visto de madrugada com duas mulheres a tiracolo.
– Vocês têm é inveja – Clarinha defendia o marido no cabeleireiro.
Com o tempo, até os amigos do próprio Valdomiro foram se afastando.
– Não dá, meu! O Vadinho chuta o caneco demais. Minha mulher não deixa mais nem trocar Whatsapp com ele.
A essa altura o bairro inteiro sabia que Valdomiro definitivamente não prestava. E a Clarinha? Nem aí.
A família resolveu intervir.
Juntaram um monte de histórias escabrosas do Valdomiro, chamaram a Clarinha e contaram tudo.
Clarinha ouviu, ouviu, ouviu e não se abalou.
Quando terminaram de revelar as safadezas do Valdomiro, a única reação de Clarinha foi dizer:
– Tá bom. Já entendi. Vocês preferiam que eu tivesse casado com “aquilo”, é isso?
Se depender da Clarinha, esse casamento vai longe.
[...]
Disponível em https://istoe.com.br/o-casamento-da-clarinha/
Assinale a alternativa que apresenta o gênero do texto.
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Leia o texto para responder a questão.
O casamento da clarinha
Por Mentor Neto
Clarinha casou com o Valdomiro muito mais para esquecer do ex, do que por amor de verdade.
E olha que cansaram de avisar que o Valdomiro não era flor que se cheirasse.
Mas a verdade é que o ex-namorado da Clarinha tinha sido tão safado, mas tão safado, que qualquer coisa era melhor que “aquilo”.
“Aquilo” era como ela chamava o ex, que até roubar dinheiro dela o canalha roubou.
O Valdomiro podia não ser lá grande coisa, mas para ela estava ótimo. A bem da verdade, aviso é o que não faltou.
– Clara, Clara… abre esse teu olho – avisou a mãe, experiente, dias antes do matrimônio.
– Abre o olho com o que, mãe?
– Esse Valdomiro não presta para marido, minha filha!
– Até a senhora, mãe? Quem foi fazer futrica agora?
– A Berê, do salão.
Clarinha se preocupou.
Porque o que não faltava no bairro era gente fofoqueira.
Mas a Berê não dava ponto sem nó.
Sabia das coisas de verdade.
Berê dizia que sabia até a cor da cueca dos meninos.
E do Valdomiro ela sabia mesmo, porque os dois tiveram um casinho.
Mas Clarinha estava apaixonada, aí já viu.
E o Valdomiro falava tudo o que ela queria ouvir.
Ele também não se bicava com o ex, então mais um ponto para o Valdomiro.
Como queria enterrar de vez o ex, Clarinha ignorou os sinais, os avisos e os conselhos de que aquilo não ia dar certo.
Então ela aceitou quando ele a pediu em casamento.
A verdade é que o próprio Valdomiro não se ajudava.
Era cheio de graça na mesa de bar, mesmo com a Clarinha presente.
Fazia troça para as moças da mesa ao lado, contava piadas machistas e, vira e mexe, dava uns perdidos no final da noite Clarinha nem tchuns. Estava que era só ilusão.
Valdomiro era tão sem noção, que até no casamento, no altar, quando o padre perguntou se alguém se opunha ao casamento, de farra, levantou a mãozinha.
Clarinha achou graça, fazer o que? Casaram.
Passaram a lua de mel no apartamento que o pai da Clarinha deu para os dois.
Viajar nem pensar, porque o Valdomiro estava desempregado há tempos.
Os meses passaram a ser anos e o Valdomiro igualzinho.
Mulherengo, às vezes chegava a casa com cheiro de perfume de mulher. Clarinha não botava reparo.
– Ele é assim mesmo, mãe. Gosta de interagir com as pessoas.
Alguns finais de semana Valdomiro dizia que ia pescar com os amigos. Clarinha achava ótimo.
Ele ia e os amigos ficavam. Mas ela dava a maior força.
– Tem mais é que se distrair, poxa vida.
Quanto mais o tempo passava, mais era evidente que o Valdomiro não tinha nascido para ser marido de ninguém.
Era boêmio, irresponsável e de uns tempos para cá, deixou até de disfarçar. Às vezes parecia que fazia coisas para testar até onde poderia ir com a Clarinha, de tão descarado que era.
No bairro ganhou o apelido de “Vadinho”, em referência à personagem de Dona Flor. Ele foi visto de madrugada com duas mulheres a tiracolo.
– Vocês têm é inveja – Clarinha defendia o marido no cabeleireiro.
Com o tempo, até os amigos do próprio Valdomiro foram se afastando.
– Não dá, meu! O Vadinho chuta o caneco demais. Minha mulher não deixa mais nem trocar Whatsapp com ele.
A essa altura o bairro inteiro sabia que Valdomiro definitivamente não prestava. E a Clarinha? Nem aí.
A família resolveu intervir.
Juntaram um monte de histórias escabrosas do Valdomiro, chamaram a Clarinha e contaram tudo.
Clarinha ouviu, ouviu, ouviu e não se abalou.
Quando terminaram de revelar as safadezas do Valdomiro, a única reação de Clarinha foi dizer:
– Tá bom. Já entendi. Vocês preferiam que eu tivesse casado com “aquilo”, é isso?
Se depender da Clarinha, esse casamento vai longe.
[...]
Disponível em https://istoe.com.br/o-casamento-da-clarinha/
Analise: “Clarinha casou com o Valdomiro” e assinale a alternativa que apresenta a transitividade verbal correta dessa oração.
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