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O contato pele a pele é visto como importante na criação de vínculo e no desenvolvimento do bebê. Uma das formas desse contato em promover essa experiência de contenção, satisfação da mãe e um efeito positivo sobre a amamentação é conhecido como
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Com relação à dimensão investigativa do exercício profissional de assistentes sociais, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. No cumprimento das atribuições e competências socioprofissionais, há que se realizar permanentemente a pesquisa das condições e relações sob as quais o exercício profissional se realiza, dos objetos de intervenção, das condições e relações de vida, trabalho e resistência dos sujeitos sociais que recebem os serviços.
II. Mais do que uma postura, o caráter investigativo é constitutivo de grande parte das competências/atribuições profissionais.
III. A dimensão investigativa relaciona-se às ações e intervenções arbitrárias, direcionadas a buscar elementos de prova diante das situações e declarações da população usuária, a fim de operacionalizar ou não seu acesso a bens e serviços públicos.
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Procedimentos de auditoria são as investigações técnicas que, tomadas em conjunto, permitem a formação fundamentada da opinião do auditor sobre as demonstrações contábeis ou sobre o trabalho realizado. Sobre procedimentos de auditoria, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Os procedimentos de auditoria devem ser estendidos e aprofundados até a obtenção dos elementos comprobatórios necessários para a formar e fundamentar o parecer do auditor.
( ) Um procedimento de auditoria proporciona maior ou menor benefício em decorrência de ser aplicado no momento oportuno.
( ) A opinião formada pelo auditor precisa estar apoiada em bases sólidas, alicerçada em fatos comprovados, evidências factuais e informações irrefutáveis.
( ) O exame físico é a verificação in loco; deve proporcionar ao auditor a formação de opinião quanto à existência física do objeto ou item examinado.
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Conforme a Lei Complementar nº 101/00 – Lei de Responsabilidade Fiscal, assinale a alternativa correta.
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Terra Boa-PR
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, os três anos iniciais do ensino fundamental devem garantir à criança
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Leia o texto para responder a questão.
O casamento da clarinha
Por Mentor Neto
Clarinha casou com o Valdomiro muito mais para esquecer do ex, do que por amor de verdade.
E olha que cansaram de avisar que o Valdomiro não era flor que se cheirasse.
Mas a verdade é que o ex-namorado da Clarinha tinha sido tão safado, mas tão safado, que qualquer coisa era melhor que “aquilo”.
“Aquilo” era como ela chamava o ex, que até roubar dinheiro dela o canalha roubou.
O Valdomiro podia não ser lá grande coisa, mas para ela estava ótimo. A bem da verdade, aviso é o que não faltou.
– Clara, Clara… abre esse teu olho – avisou a mãe, experiente, dias antes do matrimônio.
– Abre o olho com o que, mãe?
– Esse Valdomiro não presta para marido, minha filha!
– Até a senhora, mãe? Quem foi fazer futrica agora?
– A Berê, do salão.
Clarinha se preocupou.
Porque o que não faltava no bairro era gente fofoqueira.
Mas a Berê não dava ponto sem nó.
Sabia das coisas de verdade.
Berê dizia que sabia até a cor da cueca dos meninos.
E do Valdomiro ela sabia mesmo, porque os dois tiveram um casinho.
Mas Clarinha estava apaixonada, aí já viu.
E o Valdomiro falava tudo o que ela queria ouvir.
Ele também não se bicava com o ex, então mais um ponto para o Valdomiro.
Como queria enterrar de vez o ex, Clarinha ignorou os sinais, os avisos e os conselhos de que aquilo não ia dar certo.
Então ela aceitou quando ele a pediu em casamento.
A verdade é que o próprio Valdomiro não se ajudava.
Era cheio de graça na mesa de bar, mesmo com a Clarinha presente.
Fazia troça para as moças da mesa ao lado, contava piadas machistas e, vira e mexe, dava uns perdidos no final da noite Clarinha nem tchuns. Estava que era só ilusão.
Valdomiro era tão sem noção, que até no casamento, no altar, quando o padre perguntou se alguém se opunha ao casamento, de farra, levantou a mãozinha.
Clarinha achou graça, fazer o que? Casaram.
Passaram a lua de mel no apartamento que o pai da Clarinha deu para os dois.
Viajar nem pensar, porque o Valdomiro estava desempregado há tempos.
Os meses passaram a ser anos e o Valdomiro igualzinho.
Mulherengo, às vezes chegava a casa com cheiro de perfume de mulher. Clarinha não botava reparo.
– Ele é assim mesmo, mãe. Gosta de interagir com as pessoas.
Alguns finais de semana Valdomiro dizia que ia pescar com os amigos. Clarinha achava ótimo.
Ele ia e os amigos ficavam. Mas ela dava a maior força.
– Tem mais é que se distrair, poxa vida.
Quanto mais o tempo passava, mais era evidente que o Valdomiro não tinha nascido para ser marido de ninguém.
Era boêmio, irresponsável e de uns tempos para cá, deixou até de disfarçar. Às vezes parecia que fazia coisas para testar até onde poderia ir com a Clarinha, de tão descarado que era.
No bairro ganhou o apelido de “Vadinho”, em referência à personagem de Dona Flor. Ele foi visto de madrugada com duas mulheres a tiracolo.
– Vocês têm é inveja – Clarinha defendia o marido no cabeleireiro.
Com o tempo, até os amigos do próprio Valdomiro foram se afastando.
– Não dá, meu! O Vadinho chuta o caneco demais. Minha mulher não deixa mais nem trocar Whatsapp com ele.
A essa altura o bairro inteiro sabia que Valdomiro definitivamente não prestava. E a Clarinha? Nem aí.
A família resolveu intervir.
Juntaram um monte de histórias escabrosas do Valdomiro, chamaram a Clarinha e contaram tudo.
Clarinha ouviu, ouviu, ouviu e não se abalou.
Quando terminaram de revelar as safadezas do Valdomiro, a única reação de Clarinha foi dizer:
– Tá bom. Já entendi. Vocês preferiam que eu tivesse casado com “aquilo”, é isso?
Se depender da Clarinha, esse casamento vai longe.
[...]
Disponível em https://istoe.com.br/o-casamento-da-clarinha/
Assinale a alternativa que apresenta o gênero do texto.
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Uma dona de casa foi até o mercadinho do seu bairro para fazer algumas compras. Chegando no mercadinho separou 2 quilos de arroz, que custava R$ 3,00 o quilo; 1,5 quilos de feijão, que custava R$ 4,00 o quilo; e 1 quilo de carne, que custava R$ 22,00 o quilo. Ao fazer o pagamento a dona de casa deu uma nota de R$ 50,00 ao caixa. Assinale a alternativa que representa o valor do troco que o caixa teria que devolver para a dona de casa.
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Campanha de vacinação contra o sarampo agora foca em crianças e jovens
De 10 de fevereiro a 13 de março, Ministério da Saúde pretende aplicar a vacina em brasileiros de 5 a 19 anos que não receberam as duas doses
Por Da Redação
O Ministério da Saúde anunciou uma nova fase da campanha nacional de vacinação contra o sarampo. Entre o dia 10 de fevereiro e o 13 de março, crianças e jovens de 5 a 19 anos devem tomar a vacina contra esse vírus.
A recomendação vale para quem não recebeu as duas doses da tríplice viral (que também protege de caxumba e rubéola) adequadamente. Mas atenção: a chamada dose zero, aplicada em bebês de 6 meses a menos de 1 ano em momentos de surto, não entra nessa conta. Ou seja, os pequenos que a receberam seguem precisando tomar mais duas injeções, a partir dos 12 meses de vida.
No dia 15 de fevereiro acontecerá o Dia D. É um sábado em que os postos de saúde estarão abertos para vacinar os brasileiros de 5 a 19 anos. A meta é imunizar 3 milhões de jovens até o fim dessa fase.
Atenção: não é porque o Ministério da Saúde está se concentrando em uma parte da população que outros indivíduos com recomendação para tomar a vacina devem esperar para ir aos postos. Clique aqui para saber quem pode receber sua dose no sistema púbica.
Em 2019, a campanha de vacinação contra o sarampo primeiro se focou em crianças de 6 meses a menores de 5 anos, que têm um maior risco de sofrer complicações dessa infecção. A segunda etapa, em novembro, destinou-se às pessoas entre 20 e 29 anos, um subgrupo que não havia recebido as duas doses com regularidade.
Casos de sarampo e estados mais preocupantes
Em 2019, foram 18 203 episódios confirmados da doença, com 15 mortes (14 em São Paulo). Do início de 2020 até início de fevereiro, os estados de São Paulo (77 casos), Rio de Janeiro (73), Paraná (27), Santa Catarina (22) e Pernambuco (3) registraram infecções pelo vírus, sem nenhum óbito.
Para conter o sarampo, é necessário atingir uma taxa de vacinação de 95%. No momento, Acre (91,4%), Amapá (94,9%), Bahia (88,9%), Distrito Federal (93,7%), Maranhão (90%), Pará (77,6%), Piauí (91,9%), Roraima (87,9%) e São Paulo (93,9%) estão aquém do desejado. Só que mesmo nos estados com cobertura aceitável, há ainda pessoas desprotegidas – e que precisam ir aos postos de saúde.
Disponível em https://saude.abril.com.br/familia/vacinacao-sarampo-criancasjovens/
Qual o período de vacinação de crianças e jovens de 5 a 19?
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Art. 7º: Princípios e Diretrizes
“Para atender todas as regiões do país de forma direcionada às necessidades locais, o Sistema Único de Saúde (SUS) divide-se em órgãos regionais com poder de administração. No âmbito nacional, a administração do SUS acontece através do Ministério da Saúde. Nos estados, Distrito Federal e municípios, a administração fica por conta das Secretarias de Saúde, ou órgãos equivalentes”. Assinale a alternativa que corresponde à diretriz apresentada.
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Campanha de vacinação contra o sarampo agora foca em crianças e jovens
De 10 de fevereiro a 13 de março, Ministério da Saúde pretende aplicar a vacina em brasileiros de 5 a 19 anos que não receberam as duas doses
Por Da Redação
O Ministério da Saúde anunciou uma nova fase da campanha nacional de vacinação contra o sarampo. Entre o dia 10 de fevereiro e o 13 de março, crianças e jovens de 5 a 19 anos devem tomar a vacina contra esse vírus.
A recomendação vale para quem não recebeu as duas doses da tríplice viral (que também protege de caxumba e rubéola) adequadamente. Mas atenção: a chamada dose zero, aplicada em bebês de 6 meses a menos de 1 ano em momentos de surto, não entra nessa conta. Ou seja, os pequenos que a receberam seguem precisando tomar mais duas injeções, a partir dos 12 meses de vida.
No dia 15 de fevereiro acontecerá o Dia D. É um sábado em que os postos de saúde estarão abertos para vacinar os brasileiros de 5 a 19 anos. A meta é imunizar 3 milhões de jovens até o fim dessa fase.
Atenção: não é porque o Ministério da Saúde está se concentrando em uma parte da população que outros indivíduos com recomendação para tomar a vacina devem esperar para ir aos postos. Clique aqui para saber quem pode receber sua dose no sistema púbica.
Em 2019, a campanha de vacinação contra o sarampo primeiro se focou em crianças de 6 meses a menores de 5 anos, que têm um maior risco de sofrer complicações dessa infecção. A segunda etapa, em novembro, destinou-se às pessoas entre 20 e 29 anos, um subgrupo que não havia recebido as duas doses com regularidade.
Casos de sarampo e estados mais preocupantes
Em 2019, foram 18 203 episódios confirmados da doença, com 15 mortes (14 em São Paulo). Do início de 2020 até início de fevereiro, os estados de São Paulo (77 casos), Rio de Janeiro (73), Paraná (27), Santa Catarina (22) e Pernambuco (3) registraram infecções pelo vírus, sem nenhum óbito.
Para conter o sarampo, é necessário atingir uma taxa de vacinação de 95%. No momento, Acre (91,4%), Amapá (94,9%), Bahia (88,9%), Distrito Federal (93,7%), Maranhão (90%), Pará (77,6%), Piauí (91,9%), Roraima (87,9%) e São Paulo (93,9%) estão aquém do desejado. Só que mesmo nos estados com cobertura aceitável, há ainda pessoas desprotegidas – e que precisam ir aos postos de saúde.
Disponível em https://saude.abril.com.br/familia/vacinacao-sarampo-criancasjovens/
Assinale a alternativa que apresenta um vocábulo com sufixo.
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