Foram encontradas 40 questões.
Adolescente de 16 anos, nuligesta, comparece à Unidade Básica de Saúde
desacompanhada, solicitando método contraceptivo. Refere início da vida sexual há 5
meses, parceiro fixo, uso irregular de preservativo. Nega comorbidades. IMC 22 kg/m².
Ciclos regulares. Nega enxaqueca, tabagismo ou história pessoal/familiar de trombose. A
paciente afirma não desejar que os pais saibam da consulta e solicita “um método seguro
que não precise lembrar todo dia”.
Com base nas recomendações atuais e nos critérios de elegibilidade médica da OMS, e considerando que todos os métodos estão disponíveis, a melhor conduta é:
Com base nas recomendações atuais e nos critérios de elegibilidade médica da OMS, e considerando que todos os métodos estão disponíveis, a melhor conduta é:
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Gestante de 19 anos, G1, 36 semanas e 2 dias, é admitida em hospital terciário com
cefaleia persistente há 24 horas e edema em membros inferiores. Nega escotomas ou dor
epigástrica. Exame físico: PA: 158x98 mmHg (confirmada após 4 horas: 158x100 mmHg);
FC: 84 bpm; Edema em membros inferiores ++/4+; Altura uterina 35cm; BCF 144 bpm.
Exames laboratoriais: Hemoglobina: 11,8 g/dL; Plaquetas: 210.000/mm³; Creatinina: 0,9
mg/dL; TGO/TGP normais; Ácido úrico: 6,2 mg/dL; Avaliação de proteinúria: Relação
proteína/creatinina urinária (amostra isolada): 0,42 e Proteinúria de 24 horas: 620 mg.
Com base nos dados apresentados, a melhor interpretação do quadro é:
Com base nos dados apresentados, a melhor interpretação do quadro é:
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Gestante de 31 anos, G3P1A1, 28 semanas e 5 dias, em acompanhamento em hospital
terciário por isoimunização Rh. Refere parto anterior há 2 anos de RN Rh positivo, sem
registro de uso de imunoglobulina anti-D no puerpério. Tipagem atual: mãe A negativo; pai
O positivo. Exames atuais: Coombs indireto: 1:64; Ultrassonografia obstétrica: feto único,
biometria compatível com idade gestacional, placenta normoinserida, líquido amniótico
normal. Doppler da artéria cerebral média (ACM): pico de velocidade sistólica = 1,65 MoM.
Não há sinais ultrassonográficos de hidropisia fetal.
Considerando o quadro clínico, a melhor conduta neste momento é:
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Paciente de 44 anos, nuligesta, procura atendimento com queixa de corrimento vaginal
branco há 4 meses, associado a ardor vulvovaginal e dispareunia superficial. Refere piora
dos sintomas na semana que antecede a menstruação. Já utilizou vários esquemas de
antifúngicos tópicos e orais com melhora parcial e recorrência dos sintomas. Nega odor
fétido. Nega múltiplos parceiros. Não fez uso de antibióticos recentemente. Exame
ginecológico: Vulva discretamente hiperemiada; Corrimento branco, homogêneo, sem
grumos evidentes; pH vaginal: 3,8. Teste das aminas: negativo. Microscopia a fresco:
Lactobacilos abundantes. Ausência de hifas ou esporos. Ausência de clue cells. Citólise
intensa com fragmentação de células epiteliais.
Considerando o quadro clínico e laboratorial, a melhor conduta é:
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Paciente de 32 anos, G2A1, comparece ao pronto atendimento de hospital terciário com
dor leve em fossa ilíaca esquerda há 2 dias e pequeno sangramento vaginal. Última
menstruação há 8 semanas. Está hemodinamicamente estável. Exame físico: PA 110x70
mmHg; FC 82 bpm; Abdome discretamente doloroso em FIE, sem sinais de irritação
peritoneal. Toque vaginal: dor à mobilização do colo uterino. Anexos: dor à palpação à
esquerda. Exames complementares: β-hCG: 3.200 mUI/mL; Hemoglobina: 12,4 g/dL;
Ultrassonografia transvaginal: Útero vazio; Massa anexial esquerda de 2,5 cm; Sem
atividade cardíaca embrionária. Ausência de líquido livre. Considerando o quadro clínico, a
melhor conduta inicial é:
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Gestante de 36 anos, G3P2, com 35 semanas e 2 dias, em acompanhamento pré-natal
de risco habitual, relata história de herpes genital recorrente há 6 anos, com média de 3
episódios por ano. O último episódio ocorreu com 29 semanas, tratado com aciclovir por 5
dias, tendo resolução completa. Atualmente está assintomática. Exame obstétrico: BCF
148bpm; Altura uterina 35cm; Dinâmica uterina ausente; Sem lesões genitais ao exame da
genitália externa e especular. Sorologias no pré-natal: HIV negativo; VDRL não reagente.
A conduta mais adequada é:
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Paciente de 34 anos, G1P1, filho de 7 anos, comparece a ambulatório de hospital
terciário para avaliação após resultado de exames realizados. Assintomática, nega
comorbidades, uso de medicações contínuas ou alergias conhecidas. Refere novo parceiro
sexual há 5 meses. Usuária de DIU de cobre, nega uso de preservativo. Nega lesões
genitais prévias ou infecções sexualmente transmissíveis conhecidas.
Exames apresentados:
- Teste rápido para HIV: reagente.
- VDRL: não reagente.
- Teste treponêmico (FTA-Abs): reagente.
- TPHA (Treponema pallidum Hemaglutinação): reagente.
Refere não saber se já tratou sífilis anteriormente. Não possui exames antigos. Ao exame físico: sem lesões cutaneomucosas, sem linfonodomegalia, exame ginecológico sem alterações. A conduta mais adequada é:
Exames apresentados:
- Teste rápido para HIV: reagente.
- VDRL: não reagente.
- Teste treponêmico (FTA-Abs): reagente.
- TPHA (Treponema pallidum Hemaglutinação): reagente.
Refere não saber se já tratou sífilis anteriormente. Não possui exames antigos. Ao exame físico: sem lesões cutaneomucosas, sem linfonodomegalia, exame ginecológico sem alterações. A conduta mais adequada é:
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Paciente de 34 anos, G2P2, sem antecedentes pessoais ou familiares de câncer de
mama, vem ao ambulatório encaminhada da Unidade Básica de Saúde devido a nódulo
palpável em mama direita percebido há cerca de 2 meses, sem dor associada, sem
descarga papilar e sem crescimento perceptível no período. Ao exame físico: Nódulo
palpável em quadrante superolateral da mama direita, medindo aproximadamente 1,8 cm,
móvel, de consistência fibroelástica. Sem retração cutânea. Sem descarga papilar. Axilas
livres. Traz Ultrassonografia de mamas: Presença de nódulo sólido, oval, margens
circunscritas, de orientação paralela à pele (mais largo que alto), textura homogênea,
hipoecoico, medindo 2,1 x 1,4 cm. Ausência de sombra acústica. Ausência de
microcalcificações. Ausência de vascularização interna significativa ao Doppler.
Com base na descrição ultrassonográfica, o achado deve ser classificado como:
Com base na descrição ultrassonográfica, o achado deve ser classificado como:
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Paciente de 25 anos, nuligesta, procura ambulatório de ginecologia com queixa de
lesão vulvar dolorosa há 4 dias. Refere início como pequena pápula que evoluiu para úlcera
dolorosa, associada a linfonodomegalia inguinal dolorosa à direita. Nega febre. Relata
relação sexual desprotegida com novo parceiro há 12 dias. Ao exame: presença de úlcera
única em pequeno lábio direito, com fundo sujo e bordas irregulares, dolorosa à palpação.
Linfonodo inguinal direito aumentado, doloroso, sem fistulização. Exame especular sem
lesões visíveis, conteúdo vaginal de aspecto fisiológico. Testes rápidos realizados com
resultados não reagentes.
Considerando o quadro clínico, a conduta mais adequada é:
Considerando o quadro clínico, a conduta mais adequada é:
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G2PN1, 40 semanas, em trabalho de parto ativo há 3 horas, apresenta contrações
regulares a cada 3 minutos, com duração média de 50 segundos. Ao toque vaginal:
dilatação de 8 cm, variedade de posição occipito anterior direita (OAD), plano -1 de DeLee.
Considerando o mecanismo do parto e a fisiologia da contratilidade uterina, assinale a alternativa CORRETA:
Considerando o mecanismo do parto e a fisiologia da contratilidade uterina, assinale a alternativa CORRETA:
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