Foram encontradas 40 questões.
Uma indústria de alimentos vendia a barra de chocolate ao leite com peso de 200
gramas, mas informou aos clientes que este item terá uma redução de 10% em seu peso.
Com base nestas informações, a barra deste chocolate agora é vendida com peso igual a:
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Em uma confraternização do setor de manutenção as despesas foram de R$ 917,00.
Compareceram na confraternização 28 pessoas e o combinado é que todos vão dividir o
valor gasto em partes iguais. Assim, o valor pago por cada um é igual a:
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Uma hamburgueria trabalha somente com delivery e em cada pedido de lanche são
enviados molhos e dois guardanapos. A caixa de guardanapos utilizada contém 192
unidades embaladas individualmente. Se em um dia de trabalho a quantidade de lanches
vendida foi de 58 e neste dia foi aberta uma caixa de guardanapos com as 192 unidades e
considerando que cada pedido foi entregue com duas unidades, ainda restam na caixa o
total de:
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Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas
Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da
Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o
Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que
foram os primeiros moradores da região.
O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de
uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem
interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.
A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada
em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma
homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à
colonização da Província.
Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada
pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao
Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.
De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do
Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa,
inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial.
Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo
Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio
Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes,
São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.
Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no
bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia
Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou
que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A
minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda
porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.
Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da
época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando
mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das
excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.
“Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa
mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e
muita canseira”, relata.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442-
habitantes-raizes-polonesas/
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Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas
Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da
Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o
Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que
foram os primeiros moradores da região.
O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de
uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem
interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.
A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada
em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma
homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à
colonização da Província.
Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada
pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao
Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.
De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do
Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa,
inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial.
Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo
Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio
Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes,
São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.
Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no
bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia
Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou
que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A
minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda
porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.
Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da
época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando
mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das
excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.
“Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa
mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e
muita canseira”, relata.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442-
habitantes-raizes-polonesas/
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Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas
Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da
Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o
Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que
foram os primeiros moradores da região.
O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de
uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem
interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.
A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada
em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma
homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à
colonização da Província.
Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada
pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao
Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.
De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do
Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa,
inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial.
Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo
Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio
Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes,
São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.
Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no
bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia
Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou
que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A
minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda
porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.
Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da
época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando
mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das
excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.
“Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa
mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e
muita canseira”, relata.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442-
habitantes-raizes-polonesas/
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Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da
Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o
Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que
foram os primeiros moradores da região.
O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de
uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem
interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.
A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada
em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma
homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à
colonização da Província.
Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada
pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao
Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.
De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do
Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa,
inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial.
Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo
Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio
Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes,
São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.
Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no
bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia
Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou
que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A
minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda
porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.
Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da
época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando
mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das
excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.
“Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa
mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e
muita canseira”, relata.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442-
habitantes-raizes-polonesas/
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Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da
Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o
Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que
foram os primeiros moradores da região.
O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de
uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem
interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.
A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada
em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma
homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à
colonização da Província.
Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada
pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao
Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.
De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do
Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa,
inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial.
Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo
Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio
Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes,
São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.
Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no
bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia
Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou
que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A
minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda
porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.
Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da
época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando
mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das
excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.
“Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa
mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e
muita canseira”, relata.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442-
habitantes-raizes-polonesas/
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Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas
Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da
Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o
Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que
foram os primeiros moradores da região.
O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de
uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem
interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.
A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada
em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma
homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à
colonização da Província.
Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada
pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao
Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.
De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do
Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa,
inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial.
Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo
Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio
Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes,
São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.
Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no
bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia
Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou
que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A
minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda
porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.
Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da
época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando
mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das
excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.
“Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa
mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e
muita canseira”, relata.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442-
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Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas
Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da
Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o
Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que
foram os primeiros moradores da região.
O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de
uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem
interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.
A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada
em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma
homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à
colonização da Província.
Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada
pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao
Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.
De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do
Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa,
inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial.
Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo
Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio
Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes,
São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.
Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no
bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia
Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou
que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A
minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda
porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.
Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da
época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando
mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das
excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.
“Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa
mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e
muita canseira”, relata.
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