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Foram encontradas 45 questões.

Para que o professor atinja efetivamente os objetivos traçados, é necessário que realize um conjunto de operações didáticas coordenadas entre si, quais sejam:
 

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2527209 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tianguá-CE
Para Henri Wallon, o estudo da criança é essencialmente o estudo das fases que vão fazer dela um adulto. Atente a alguns dos diferentes estágios do desenvolvimento identificados por Wallon, listados a seguir, e relacione-os corretamente com suas definições, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.
Coluna I
1. Impulsivoemocional
2. Sensóriomotor e projetivo
3. Personalismo
4. Categorial
Coluna II
( ) Inicia-se por volta dos seis anos, quando o interesse da criança se orienta em direção ao mundo exterior, ao conhecimento e às coisas.
( ) Ocorre dos 3 aos 6 anos, quando as crianças vivem uma série de conflitos, buscando diferenciar seu eu do dos outros.
( ) Nesse processo é a afetividade que vai orientar as primeiras relações da criança com as pessoas e com o mundo físico.
( ) A criança volta-se para explorar o mundo físico, ganhando autonomia; predominam as relações cognitivas com o meio.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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2526604 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tianguá-CE
Os primeiros anos de vida são marcados por descobertas, experiências e aprendizagens. Assim, a brincadeira se constitui como uma das mais valiosas estratégias no trabalho pedagógico desenvolvido na educação infantil. Considerando que o professor pode fazer com que crianças de 1 a 2 anos desenvolvam novas aprendizagens por meio de brincadeiras, atente às brincadeiras listadas a seguir e assinale com S (Sim) a que for apropriada a essa faixa etária e N (Não) a que não for.
( ) Brincar de roda imitando gestos e cantos do professor e dos colegas.
( ) Construir e empinar pipas com a ajuda de um adulto.
( ) Brincar de esconde-esconde, jogar bola e correr, com a supervisão do professor.
( ) Imitar sons de objetos como o do motor de um carro.
( ) Discutir as intenções dos personagens de um enredo encenado.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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2525015 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tianguá-CE
A linguagem é uma função e um aprendizado: uma função orgânica no sentido de que todo ser humano que dispõe do aparelho fonador com condições orgânicas, fala; e um aprendizado, pois os sistemas simbólicos linguísticos que a criança deve assimilar são adquiridos progressivamente pelo contato com o meio: convém lembrar-se de que essa aquisição ocorre durante toda a infância. Desse modo, a linguagem é uma função, porque
 

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Texto – Saudade
Conversávamos sobre saudade. E de repente me apercebi de que não tenho saudade de nada. (...) Nem da infância querida, nem sequer das borboletas azuis, Casimiro. Nem mesmo de quem morreu. De quem morreu sinto é falta, o prejuízo da perda, a ausência. A vontade da presença, mas não no passado, e sim presença atual. Saudade será isso? Queria tê-los aqui, agora. Voltar atrás? Acho que não, nem com eles.
A vida é uma coisa que tem de passar, uma obrigação de que é preciso dar conta. Uma dívida que se vai pagando todos os meses, todos os dias. Parece loucura lamentar o tempo em que se devia muito mais.
Gostaria de ter palavras boas, eficientes, para explicar como é isso de não ter saudades; fazer sentir que estou exprimindo um sentimento real, a humilde, a nua verdade. Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude.(...) Pois então eu lhe digo que essa capacidade de morrer de saudades, creio que ela só afeta a quem não cresceu direito; feito uma cobra que se sentisse melhor na pele antiga, não se acomodasse nunca à pele nova. (...)
Fala que saudade é sensação de perda. Pois é. E eu lhe digo que, pessoalmente, não sinto que perdi nada. Gastei, gastei tempo, emoções, corpo e alma. E gastar não é perder, é usar até consumir.
E não pense que estou a lhe sugerir tragédias. Tirando a média, não tive quinhão por demais pior que o dos outros. Houve muito pedaço duro, mas a vida é assim mesmo, a uns traz os seus golpes mais cedo e a outros mais tarde; no fim, iguala a todos.
Infância sem lágrimas, amada, protegida. Mocidade - mas a mocidade já é de si uma etapa infeliz. Coração inquieto que não sabe o que quer, ou quer demais. Qual será, nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade, nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos desenganos e, por isso mesmo, dos grandes heroísmos. É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo - e ao mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A idade em que se descobre a solidão irremediável de todos os viventes. (...)
Não sei mesmo como, entre as inúmeras mentiras do mundo, se consegue manter essa mentira maior de todas: a suposta felicidade dos moços. Por mim, sempre tive pena deles, da sua angústia e do seu desamparo.
Enquanto esta idade a que chegamos, você e eu, é o tempo da estabilidade e das batalhas ganhas. Já pouco se exige, já pouco se espera. E mesmo quando se exige muito, só se espera o possível. Se as surpresas são poucas, poucos também os desenganos. A gente vai se aferrando a hábitos, a pessoas e objetos. (...)
E depois há o capítulo da morte, sempre presente em todas as idades. Com a diferença de que a morte é a amante dos moços e a companheira dos velhos. Para os jovens ela é abismo e paixão. Para nós, foi se tornando pouco a pouco uma velha amiga, a se anunciar devagarinho: o cabelo branco, a preguiça, a ruga no rosto, a vista fraca, os achaques.
Velha amiga que vem de viagem e de cada porto nos manda um postal, para indicar que já embarcou.
QUEIROZ, Rachel de. Um alpendre, uma rede, um açude. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006. Texto adaptado.
A autora associa a capacidade de “se morrer de saudades” às pessoas
 

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A Diocese, com sede em Tianguá, abrange 13 municípios, dentre os quais se encontram

 

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Texto – Saudade
Conversávamos sobre saudade. E de repente me apercebi de que não tenho saudade de nada. (...) Nem da infância querida, nem sequer das borboletas azuis, Casimiro!$ ^{a)} !$. Nem mesmo de quem morreu. De quem morreu sinto é falta, o prejuízo da perda, a ausência. A vontade da presença, mas não no passado, e sim presença atual. Saudade será isso? Queria tê-los aqui, agora. Voltar atrás? Acho que não, nem com eles.
A vida é uma coisa que tem de passar, uma obrigação de que é preciso dar conta. Uma dívida que se vai pagando todos os meses, todos os dias. Parece loucura lamentar o tempo em que se devia muito mais.
Gostaria de ter palavras boas, eficientes, para explicar como é isso de não ter saudades; fazer sentir que estou exprimindo um sentimento real, a humilde, a nua verdade. Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude.(...) Pois então eu lhe digo que essa capacidade de morrer de saudades, creio que ela só afeta a quem não cresceu direito; feito uma cobra que se sentisse melhor na pele antiga!$ ^{b)} !$, não se acomodasse nunca à pele nova. (...)
Fala que saudade é sensação de perda. Pois é. E eu lhe digo que, pessoalmente, não sinto que perdi nada. Gastei, gastei tempo, emoções, corpo e alma. E gastar não é perder, é usar até consumir.
E não pense que estou a lhe sugerir tragédias. Tirando a média, não tive quinhão por demais pior que o dos outros. Houve muito pedaço duro, mas a vida é assim mesmo!$ ^{c)} !$, a uns traz os seus golpes mais cedo e a outros mais tarde; no fim, iguala a todos.
Infância sem lágrimas, amada, protegida. Mocidade - mas a mocidade já é de si uma etapa infeliz. Coração inquieto que não sabe o que quer, ou quer demais. Qual será, nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade, nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos desenganos e, por isso mesmo, dos grandes heroísmos. É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo - e ao mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A idade em que se descobre a solidão irremediável de todos os viventes. (...)
Não sei mesmo como, entre as inúmeras mentiras do mundo, se consegue manter essa mentira maior de todas: a suposta felicidade dos moços. Por mim, sempre tive pena deles, da sua angústia e do seu desamparo.
Enquanto esta idade a que chegamos, você e eu, é o tempo da estabilidade e das batalhas ganhas. Já pouco se exige, já pouco se espera. E mesmo quando se exige muito, só se espera o possível. Se as surpresas são poucas, poucos também os desenganos!$ ^{d)} !$. A gente vai se aferrando a hábitos, a pessoas e objetos. (...)
E depois há o capítulo da morte, sempre presente em todas as idades. Com a diferença de que a morte é a amante dos moços e a companheira dos velhos. Para os jovens ela é abismo e paixão. Para nós, foi se tornando pouco a pouco uma velha amiga, a se anunciar devagarinho: o cabelo branco, a preguiça, a ruga no rosto, a vista fraca, os achaques.
Velha amiga que vem de viagem e de cada porto nos manda um postal, para indicar que já embarcou.
QUEIROZ, Rachel de. Um alpendre, uma rede, um açude. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006. Texto adaptado.
Assinale a opção em que a relação de ideias estabelecida nas orações está identificada corretamente.
 

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Foram eleitos para o cargo de prefeito municipal de Tianguá:

 

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2522644 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tianguá-CE
Ouvir e ler histórias é entrar em um mundo encantador, cheio ou não de mistérios, mas sempre muito interessante, curioso, que diverte e ensina. É na relação lúdica e prazerosa da criança com a obra literária que se amplia a possibilidade de formação do leitor. Assim, instigar a criatividade e fortalecer a interação entre o texto e a criança requer
 

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A Lei Federal Nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE), preconiza que os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão aprovar leis específicas para os seus sistemas de ensino, no prazo de 2 (dois) anos contados da publicação desta Lei, adequando, quando for o caso, a legislação local já adotada com essa finalidade, disciplinando
 

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