Foram encontradas 40 questões.
A cultura brasileira é fortemente reconhecida em cada
uma das regiões do país que trazem em seus hábitos e
costumes as heranças deixadas por seus colonizadores.
Em todo o país podemos encontrar, porém, traços de um
só povo, os indígenas que já ocupavam essas terras
quando os portugueses aqui chegaram. Entre os
principais costumes brasileiros herdados dos indígenas,
pode-se citar:
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O nome dado por Sebastião Caboto às terras onde hoje
se encontra a cidade de Tijucas/SC foi:
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São gratuidades reconhecidamente garantidas pela Lei Orgânica de Tijucas/SC:
I-O Cadastro de Pessoa Física.
II-O registro civil e a certidão de nascimento.
III-O reconhecimento de firma.
IV-O registro e a certidão de adoção de menor.
V-O registro e certidão de óbito.
É correto o que se afirma em:
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Segundo a Lei Orgânica de Tijucas/SC, a investidura em
cargo ou emprego público depende de aprovação prévia
em concurso público de provas ou de provas e títulos, de
acordo com a natureza e complexidade do cargo ou
emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas:
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A Lei Orgânica de Tijucas/SC determina que deve ser
dado tratamento especial, quando da elaboração do
Estatuto dos Servidores Públicos Municipais, para
servidora:
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Conforme está determinado na Lei Orgânica de
Tijucas/SC, a soberania popular será exercida pelo
sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, igual para
todos e nos termos da lei, tendo como uma das formas
de praticá-los:
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Segundo a Lei Orgânica de Tijucas/SC, um dos direitos
dos servidores desse município é a/o:
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Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada
Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada
O fascínio pelas estrelas encanta a humanidade há
milênios. Ao entender o caminho dos astros no céu,
começamos a sondar os mistérios da natureza, a nos
questionar sobre a imensidão do universo e sobre nós
mesmos. A vida moderna tem nos privado da visão
monumental das estrelas, mas o astroturismo tem
buscado resgatar essa conexão, associando ecoturismo,
preservação ambiental, astronomia e outras ciências
correlatas.
Mas, afinal, o que é o astroturismo? É uma modalidade
relativamente recente que tem como motivação a
visitação de destinos adequados à observação e à
contemplação dos astros, integrando práticas de
ecoturismo, geoturismo, turismo de experiência e turismo
científico. As atividades de observação podem ocorrer
em locais escuros, longe das luzes das cidades, ou a
partir de observatórios astronômicos, planetários, casas
e museus de ciência com foco em astronomia, mesmo
em centros urbanos.
Esse segmento do turismo envolve práticas sustentáveis
e valorização dos aspectos culturais, o que contribui para
a difusão do conhecimento, ações de cunho educacional
por meio do ensino de ciências e promoção de
atividades inovadoras de divulgação científica. O turismo
astronômico também busca estimular vínculos mais
profundos da interdisciplinaridade entre as ciências.
Pesquisas recentes apontam que o astroturismo
proporciona a seus adeptos o hábito de buscar
conhecimento, relaxamento e impressões sensoriais
significativas, provocadas pelo contato com o ambiente
noturno e a noite estrelada. A associação entre o espaço
geográfico e o espaço sideral na experiência turística é
profundamente impactante e só experienciada no
astroturismo.
O fascínio pela noite estrelada tem, no entanto,
esbarrado em um problema delicado: a poluição
luminosa, que pode ser definida como o excesso de luz
artificial. Voltada a atividades humanas, essa iluminação
é, muitas vezes, mal direcionada ou aproveitada e se
expande para além dos locais onde é utilizada. Seu
efeito mais notável é fazer com que o céu adquira
tonalidade clara e acinzentada, o que dificulta a
observação das estrelas nas grandes cidades. Devido a
esse fenômeno, estima-se que 80% da população
mundial não consiga mais ver a Via Láctea. A poluição
luminosa atua também como relevante fonte de
agressão aos ecossistemas, causando alterações nos
ciclos biológicos, no equilíbrio ambiental e na saúde
humana. Nunca iluminamos tanto o nosso planeta como
neste começo de século 21.
O astroturismo é um dos mais importantes aliados na
luta contra a poluição luminosa, pois é parte da atividade
mapear e preservar locais com condições ideais de
observação dos astros para a exploração do turismo
astronômico.
Algumas das regiões mais indicadas para a prática do
astroturismo são parques, reservas e locais de
conservação da natureza por já serem atrativos para o
turismo, terem infraestrutura mínima para recepção dos
visitantes e pela preservação ambiental estabelecida por
lei. Não por acaso a maioria das atividades de turismo
astronômico é praticada nesses locais, conhecidos
genericamente como Parques de Céu Escuro (do inglês:
Dark Sky Parks). As melhores áreas para observação
são certificadas pela International Dark Sky Association
(IDA) e pela Fundación Starlight (FS), o que proporciona
um fluxo de turistas durante todo o ano. Exemplos de
conhecidos Dark Sky Parks incluem o Mont-Mégantic
(Canadá), o Santuário Gabriela Mistral (Chile) e o
famoso Parque Nacional do Grand Canyon (EUA).
Os Parques de Céu Escuro internacionalmente
certificados possuem excelentes condições de céu
noturno, prezam pela preservação e educação
ambiental, executam programas de conscientização e
redução da poluição luminosa nas cidades em seus
entornos e estimulam o astroturismo como forma de
turismo sustentável. Segundo dados mais recentes da
IDA, FS e da International Union for Conservation of
Nature (IUCN), há quase três centenas de Dark Sky
Parks no mundo, e este número vem crescendo nos
últimos cinco anos.
Retirado e adaptado de: MELLO, Daniel R. C.; CESAR, Ricardo G.; GOMES, Fabíola A.
B.; BORGO, Igor. Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada. Ciência hoje.
Disponível em:https://cienciahoje.org.br/artigo/astroturismo-uma-viagem-pela-noiteestrelada/Acesso em:30 ago.,2022.
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Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada
Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada
O fascínio pelas estrelas encanta a humanidade há
milênios. Ao entender o caminho dos astros no céu,
começamos a sondar os mistérios da natureza, a nos
questionar sobre a imensidão do universo e sobre nós
mesmos. A vida moderna tem nos privado da visão
monumental das estrelas, mas o astroturismo tem
buscado resgatar essa conexão, associando ecoturismo,
preservação ambiental, astronomia e outras ciências
correlatas.
Mas, afinal, o que é o astroturismo? É uma modalidade
relativamente recente que tem como motivação a
visitação de destinos adequados à observação e à
contemplação dos astros, integrando práticas de
ecoturismo, geoturismo, turismo de experiência e turismo
científico. As atividades de observação podem ocorrer
em locais escuros, longe das luzes das cidades, ou a
partir de observatórios astronômicos, planetários, casas
e museus de ciência com foco em astronomia, mesmo
em centros urbanos.
Esse segmento do turismo envolve práticas sustentáveis
e valorização dos aspectos culturais, o que contribui para
a difusão do conhecimento, ações de cunho educacional
por meio do ensino de ciências e promoção de
atividades inovadoras de divulgação científica. O turismo
astronômico também busca estimular vínculos mais
profundos da interdisciplinaridade entre as ciências.
Pesquisas recentes apontam que o astroturismo
proporciona a seus adeptos o hábito de buscar
conhecimento, relaxamento e impressões sensoriais
significativas, provocadas pelo contato com o ambiente
noturno e a noite estrelada. A associação entre o espaço
geográfico e o espaço sideral na experiência turística é
profundamente impactante e só experienciada no
astroturismo.
O fascínio pela noite estrelada tem, no entanto,
esbarrado em um problema delicado: a poluição
luminosa, que pode ser definida como o excesso de luz
artificial. Voltada a atividades humanas, essa iluminação
é, muitas vezes, mal direcionada ou aproveitada e se
expande para além dos locais onde é utilizada. Seu
efeito mais notável é fazer com que o céu adquira
tonalidade clara e acinzentada, o que dificulta a
observação das estrelas nas grandes cidades. Devido a
esse fenômeno, estima-se que 80% da população
mundial não consiga mais ver a Via Láctea. A poluição
luminosa atua também como relevante fonte de
agressão aos ecossistemas, causando alterações nos
ciclos biológicos, no equilíbrio ambiental e na saúde
humana. Nunca iluminamos tanto o nosso planeta como
neste começo de século 21.
O astroturismo é um dos mais importantes aliados na
luta contra a poluição luminosa, pois é parte da atividade
mapear e preservar locais com condições ideais de
observação dos astros para a exploração do turismo
astronômico.
Algumas das regiões mais indicadas para a prática do
astroturismo são parques, reservas e locais de
conservação da natureza por já serem atrativos para o
turismo, terem infraestrutura mínima para recepção dos
visitantes e pela preservação ambiental estabelecida por
lei. Não por acaso a maioria das atividades de turismo
astronômico é praticada nesses locais, conhecidos
genericamente como Parques de Céu Escuro (do inglês:
Dark Sky Parks). As melhores áreas para observação
são certificadas pela International Dark Sky Association
(IDA) e pela Fundación Starlight (FS), o que proporciona
um fluxo de turistas durante todo o ano. Exemplos de
conhecidos Dark Sky Parks incluem o Mont-Mégantic
(Canadá), o Santuário Gabriela Mistral (Chile) e o
famoso Parque Nacional do Grand Canyon (EUA).
Os Parques de Céu Escuro internacionalmente
certificados possuem excelentes condições de céu
noturno, prezam pela preservação e educação
ambiental, executam programas de conscientização e
redução da poluição luminosa nas cidades em seus
entornos e estimulam o astroturismo como forma de
turismo sustentável. Segundo dados mais recentes da
IDA, FS e da International Union for Conservation of
Nature (IUCN), há quase três centenas de Dark Sky
Parks no mundo, e este número vem crescendo nos
últimos cinco anos.
Retirado e adaptado de: MELLO, Daniel R. C.; CESAR, Ricardo G.; GOMES, Fabíola A.
B.; BORGO, Igor. Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada. Ciência hoje.
Disponível em:https://cienciahoje.org.br/artigo/astroturismo-uma-viagem-pela-noiteestrelada/Acesso em:30 ago.,2022.
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- OrtografiaPontuaçãoAspas
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoTravessão
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada
Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada
O fascínio pelas estrelas encanta a humanidade há
milênios. Ao entender o caminho dos astros no céu,
começamos a sondar os mistérios da natureza, a nos
questionar sobre a imensidão do universo e sobre nós
mesmos. A vida moderna tem nos privado da visão
monumental das estrelas, mas o astroturismo tem
buscado resgatar essa conexão, associando ecoturismo,
preservação ambiental, astronomia e outras ciências
correlatas.
Mas, afinal, o que é o astroturismo? É uma modalidade
relativamente recente que tem como motivação a
visitação de destinos adequados à observação e à
contemplação dos astros, integrando práticas de
ecoturismo, geoturismo, turismo de experiência e turismo
científico. As atividades de observação podem ocorrer
em locais escuros, longe das luzes das cidades, ou a
partir de observatórios astronômicos, planetários, casas
e museus de ciência com foco em astronomia, mesmo
em centros urbanos.
Esse segmento do turismo envolve práticas sustentáveis
e valorização dos aspectos culturais, o que contribui para
a difusão do conhecimento, ações de cunho educacional
por meio do ensino de ciências e promoção de
atividades inovadoras de divulgação científica. O turismo
astronômico também busca estimular vínculos mais
profundos da interdisciplinaridade entre as ciências.
Pesquisas recentes apontam que o astroturismo
proporciona a seus adeptos o hábito de buscar
conhecimento, relaxamento e impressões sensoriais
significativas, provocadas pelo contato com o ambiente
noturno e a noite estrelada. A associação entre o espaço
geográfico e o espaço sideral na experiência turística é
profundamente impactante e só experienciada no
astroturismo.
O fascínio pela noite estrelada tem, no entanto,
esbarrado em um problema delicado: a poluição
luminosa, que pode ser definida como o excesso de luz
artificial. Voltada a atividades humanas, essa iluminação
é, muitas vezes, mal direcionada ou aproveitada e se
expande para além dos locais onde é utilizada. Seu
efeito mais notável é fazer com que o céu adquira
tonalidade clara e acinzentada, o que dificulta a
observação das estrelas nas grandes cidades. Devido a
esse fenômeno, estima-se que 80% da população
mundial não consiga mais ver a Via Láctea. A poluição
luminosa atua também como relevante fonte de
agressão aos ecossistemas, causando alterações nos
ciclos biológicos, no equilíbrio ambiental e na saúde
humana. Nunca iluminamos tanto o nosso planeta como
neste começo de século 21.
O astroturismo é um dos mais importantes aliados na
luta contra a poluição luminosa, pois é parte da atividade
mapear e preservar locais com condições ideais de
observação dos astros para a exploração do turismo
astronômico.
Algumas das regiões mais indicadas para a prática do
astroturismo são parques, reservas e locais de
conservação da natureza por já serem atrativos para o
turismo, terem infraestrutura mínima para recepção dos
visitantes e pela preservação ambiental estabelecida por
lei. Não por acaso a maioria das atividades de turismo
astronômico é praticada nesses locais, conhecidos
genericamente como Parques de Céu Escuro (do inglês:
Dark Sky Parks). As melhores áreas para observação
são certificadas pela International Dark Sky Association
(IDA) e pela Fundación Starlight (FS), o que proporciona
um fluxo de turistas durante todo o ano. Exemplos de
conhecidos Dark Sky Parks incluem o Mont-Mégantic
(Canadá), o Santuário Gabriela Mistral (Chile) e o
famoso Parque Nacional do Grand Canyon (EUA).
Os Parques de Céu Escuro internacionalmente
certificados possuem excelentes condições de céu
noturno, prezam pela preservação e educação
ambiental, executam programas de conscientização e
redução da poluição luminosa nas cidades em seus
entornos e estimulam o astroturismo como forma de
turismo sustentável. Segundo dados mais recentes da
IDA, FS e da International Union for Conservation of
Nature (IUCN), há quase três centenas de Dark Sky
Parks no mundo, e este número vem crescendo nos
últimos cinco anos.
Retirado e adaptado de: MELLO, Daniel R. C.; CESAR, Ricardo G.; GOMES, Fabíola A.
B.; BORGO, Igor. Astroturismo, uma viagem pela noite estrelada. Ciência hoje.
Disponível em:https://cienciahoje.org.br/artigo/astroturismo-uma-viagem-pela-noiteestrelada/Acesso em:30 ago.,2022.
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