Foram encontradas 50 questões.
Depois de 1830, o movimento geral em favor da revolução
se dividiu. Um dos resultados desta divisão merece atenção especial: os movimentos nacionalistas conscientes.
Se o novo nacionalismo tivesse se limitado apenas aos
membros das fraternidades revolucionárias nacionais,
não valeria a pena dar-lhe muita atenção. Entretanto, ele
também refletia forças muito mais poderosas, que estavam se tornando politicamente conscientes na década de
1830.
(Eric Hobsbawm. A era das revoluções – 1789-1848, 1998. Adaptado)
No contexto abordado pelo excerto, o historiador Eric Hobsbawm identificou, como parte da mais imediata e poderosa dessas forças,
(Eric Hobsbawm. A era das revoluções – 1789-1848, 1998. Adaptado)
No contexto abordado pelo excerto, o historiador Eric Hobsbawm identificou, como parte da mais imediata e poderosa dessas forças,
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Os agnis da Costa do Marfim passavam por inaptos para
o trabalho manual, e até para qualquer trabalho: a verdade é que tinham uma etiqueta complicada, a qual respeitavam, e que os proibia, sobretudo às classes superiores,
de trabalhar em público.
Entre os masikoros e os baras de Madagáscar, a permuta de um boi reveste-se de um significado especial, pois o gado tem valor social, e vendê-lo passa a ser sinal de decadência, já que esse bem faz parte de um jogo de trocas específicas, fora da economia monetária.
(Marc Ferro. História das colonizações: das conquistas às independências, século XIII a XX, 1996. Adaptado)
No excerto, o historiador Marc Ferro exemplifica
Entre os masikoros e os baras de Madagáscar, a permuta de um boi reveste-se de um significado especial, pois o gado tem valor social, e vendê-lo passa a ser sinal de decadência, já que esse bem faz parte de um jogo de trocas específicas, fora da economia monetária.
(Marc Ferro. História das colonizações: das conquistas às independências, século XIII a XX, 1996. Adaptado)
No excerto, o historiador Marc Ferro exemplifica
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Graças a isso, a Igreja enriqueceu ainda mais. No começo do século V, ela tinha sido a segunda maior proprietária imobiliária do Ocidente, depois do Estado Romano,
e tornou-se a maior, desde fins daquele século, com o
desaparecimento do Império. Esse patrimônio representava, no século IX, uma terça parte das terras cultiváveis
do Ocidente cristão.
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média, nascimento do ocidente, 2001. Adaptado)
De acordo com o autor, contribuíram para o enriquecimento mencionado
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média, nascimento do ocidente, 2001. Adaptado)
De acordo com o autor, contribuíram para o enriquecimento mencionado
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Historiadores soviéticos sugeriram corretamente uma tríplice classificação. Realmente, a região central do feudalismo europeu foi aquela onde ocorreu uma “síntese equilibrada” de elementos romanos e germânicos: essencialmente, o Norte da França e zonas contiguas, a terra do Império Carolíngio.
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, 1998. Adaptado)
Considerando a tríplice classificação citada, é correto afirmar que
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- História da América LatinaIndependências das regiões hispano-americanas: México, América Central e América do Sul
Maria Quitéria fugiu da família para se vestir de homem e
lutar como soldado, numa decisão premeditada e consciente. Foram mulheres rebeldes, insubordinadas, agindo fora das regras e das normas, que ganharam respeitabilidade, transformadas em modelos de esposa e mãe,
glorificadas por todas as virtudes cristãs intimamente
trançadas com as virtudes patrióticas.
(Maria Ligia Coelho Prado, América Latina no século XIX – Tramas, telas e textos, 1999)
Na discussão sobre a participação das mulheres nas lutas pela independência política da América Latina, Maria Ligia Coelho Prado destaca que a historiografia oficial produzida no século XIX e início do século XX
(Maria Ligia Coelho Prado, América Latina no século XIX – Tramas, telas e textos, 1999)
Na discussão sobre a participação das mulheres nas lutas pela independência política da América Latina, Maria Ligia Coelho Prado destaca que a historiografia oficial produzida no século XIX e início do século XX
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Desde os primórdios de sua existência, o Brasil tem sido
tanto uma ideia quanto um lugar. Significou coisas diferentes para pessoas diferentes e o próprio termo tem sido
redefinido e reinterpretado para refletir as diferenças e
discrepâncias entre pessoas de variadas extrações e posições sociais.
Para os historiadores, a habilidade em recapturar os conceitos variantes de Brasil sempre tem sido limitada.
(Stuart B. Schwartz, Gente da terra brasiliense da nasção. Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000. Adaptado)
Segundo o autor, a recaptura mencionada limita-se pela condição
Para os historiadores, a habilidade em recapturar os conceitos variantes de Brasil sempre tem sido limitada.
(Stuart B. Schwartz, Gente da terra brasiliense da nasção. Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000. Adaptado)
Segundo o autor, a recaptura mencionada limita-se pela condição
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Não se retrocederá aqui, portanto, à discussão de “um”
Descobrimento, apenas. A História do Brasil propriamente, na minha perspectiva, somente se afirmaria no período
da independência, quando se esboça uma historiografia
“brasileira”, delineando-se então, com maior nitidez, os
embates em busca de um projeto para a futura nação. No
período em que se processou a colonização portuguesa,
diversas ideias de Brasil são procuradas ou revisitadas
pelos autores destes estudos. Mas não trabalhamos, vale
grifar, com a equivocada “História do Brasil Colonial”, que
aliás não existe.
(Carlos Guilherme Mota, Introdução. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000. Adaptado)
A assertiva de Carlos Guilherme Mota demonstra
(Carlos Guilherme Mota, Introdução. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000. Adaptado)
A assertiva de Carlos Guilherme Mota demonstra
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Sobretudo a partir do século XIX, a perspectiva que passava a predominar prognosticava o desaparecimento total dos povos indígenas. A tese da extinção, sustentada
por sucessivas correntes do pensamento social brasileiro e reforçada, mais tarde, pelas teorias que orientavam
a antropologia no país, encontrava na história uma sólida base de apoio. Assim, para von Martius, as sociedades americanas, enquanto frutos de uma decadência ou
degenerescência histórica, traziam “já visível o gérmen
do desaparecimento rápido”.
(John Manuel Monteiro. O desafio da história indígena no Brasil. Em: Aracy Lopes da Silva e Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1° e 2° graus, 1995)
De acordo com John Monteiro, a partir dos anos finais do século XX, o contexto abordado pelo fragmento
(John Manuel Monteiro. O desafio da história indígena no Brasil. Em: Aracy Lopes da Silva e Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1° e 2° graus, 1995)
De acordo com John Monteiro, a partir dos anos finais do século XX, o contexto abordado pelo fragmento
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Este pensador partilhava da preocupação de contribuir
para uma compreensão histórica mais aprofundada das
causas do vigoroso conservadorismo que tem caracterizado o exercício de poder ao longo das mudanças que
têm ocorrido na nossa sociedade.
Em obra publicada em 1958, defendia a tese de que um regime patrimonialista desenvolvido em Portugal fora trazido para o lado de cá do Atlântico e vinha se adaptando eficaz e perversamente a todas as novas situações.
(Leandro Konder, História dos intelectuais nos anos 50. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
O trecho traz características da obra de
Em obra publicada em 1958, defendia a tese de que um regime patrimonialista desenvolvido em Portugal fora trazido para o lado de cá do Atlântico e vinha se adaptando eficaz e perversamente a todas as novas situações.
(Leandro Konder, História dos intelectuais nos anos 50. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
O trecho traz características da obra de
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Emília Viotti da Costa propunha-se a revisionar a historiografia tradicionalista que não supera a versão oferecida
pelos testemunhos dos vencedores e dos vencidos acerca do processo de proclamação da República.
(Maria de Lourdes Mônaco Janotti, O diálogo convergente: políticos e historiadores no início da República. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
Para Emília Viotti da Costa, o movimento de 1889
(Maria de Lourdes Mônaco Janotti, O diálogo convergente: políticos e historiadores no início da República. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
Para Emília Viotti da Costa, o movimento de 1889
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