Foram encontradas 275 questões.
3922320
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
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O Brasil tem grande tradição no automobilismo. Atualmente, o país é representado na
Fórmula 1 por Gabriel Bortoleto, piloto na equipe Sauber. Qual das alternativas abaixo se
refere a um grande piloto da história brasileira?
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3922319
Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
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Um caminhão carregado com a capacidade máxima de carga pesa 35.600 quilos.
Sabendo que o peso da carga que está carregando é de 22.450 quilos, o peso somente do
caminhão é igual a:
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3922318
Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
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Em uma corrida de rua organizada pela Prefeitura de Califórnia, o número de inscritos
foi de 1320 atletas. Cada atleta recebe frutas e água durante a competição. Entre as frutas
que serão oferecidas, há maças. Se foi decidido que deve ter uma maça por atleta e que as
maças são vendidas em caixas com 48 unidades cada, o número mínimo de caixas que
devem ser compradas para o evento é igual a:
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3922317
Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
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Um grupo de 5 amigos ganhou um prêmio de R$ 6.000,00 em uma rifa. Eles decidiram
fazer uma doação de 1/3 do valor para uma instituição de caridade e o restante vão dividir
em partes iguais. Com base nestas informações, é correto afirmar que cada um dos amigos
recebeu a importância de:
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3922316
Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
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Seu Armando realizou um serviço de alinhamento nos pneus do seu carro. Ao realizar o
pagamento, foi informado que se a forma de pagamento for pix ele obteria um desconto de
10%. Se esta foi a opção escolhida por Seu Armando e antes do desconto o valor a pagar
era de R$ 180,00, o valor que foi pago por ele corresponde a:
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3922315
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
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Em um jogo de tênis de mesa, o placar está 7 a 5 para o jogador A. Sabendo que quem
começou sacando foi o jogador B e que a cada dois pontos disputados troca o jogador que
executa o saque, é correto afirmar que o jogador A já realizou um total de:
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3922314
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
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Justiça nega nome africano composto de bebê Tumi Mboup em BH
A Justiça de Minas Gerais negou o registro do nome africano composto da bebê Tumi
Mboup, após pedido feito pelos pais, em Belo Horizonte. Em decisão publicada nesta terça-feira
(30), a juíza de direito Daniela Bertolini Rosa Coelho autorizou apenas o registro de Tumi, mas
negou o nome Mboup.
O caso foi parar na Justiça depois que cartórios da capital mineira negaram, na semana
passada, a escolha do nome composto feita pela historiadora Kelly Cristina da Silva e o sociólogo
Fábio Rodrigo Tavares, pais da menina, como representação da identidade africana da família.
No momento do registro, os cartórios alegaram que Mboup é um sobrenome senegalês e,
pela legislação brasileira, não pode ser registrado sem a comprovação de parentesco direto.
Diante do impasse, os pais acionaram a Vara de Registros Públicos da Comarca de Belo
Horizonte.
Ao analisar o caso nesta terça-feira (29), a juíza Daniela Coelho usou outros argumentos
para negar o registro do nome composto Tumi Mboup. Segundo ela, é "direito da família se
identificar com a cultura ancestral dos pais e a escolha de nomes vinculados à herança cultural
africana", porém, destacou que é "necessário garantir que o registro seja claro e compreensível,
tanto para fins administrativos quanto para a própria vida social do indivíduo".
No caso de Tumi, a juíza entendeu que a escolha "não afronta a moral, os bons costumes
ou a segurança jurídica, tratando-se de expressão linguística com origem cultural", apesar de
pouco convencional. Por outro lado, ao considerar Mboup, a magistrada aponta "dificuldade de
fonética do nome, que apresenta peculiaridades que podem dificultar sua pronúncia no contexto
brasileiro, ocasionando problemas administrativos e de identificação".
Além disso, a juíza afirmou que Mboup não deixa claro se é "um prenome ou sobrenome, o
que gera confusão, considerando a estrutura tradicional de nomes adotada no ordenamento
jurídico". Por isso, ela negou o segundo registro.
Fonte: https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2025/09/30/justica-nega-nome-africano
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3922313
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
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Justiça nega nome africano composto de bebê Tumi Mboup em BH
A Justiça de Minas Gerais negou o registro do nome africano composto da bebê Tumi
Mboup, após pedido feito pelos pais, em Belo Horizonte. Em decisão publicada nesta terça-feira
(30), a juíza de direito Daniela Bertolini Rosa Coelho autorizou apenas o registro de Tumi, mas
negou o nome Mboup.
O caso foi parar na Justiça depois que cartórios da capital mineira negaram, na semana
passada, a escolha do nome composto feita pela historiadora Kelly Cristina da Silva e o sociólogo
Fábio Rodrigo Tavares, pais da menina, como representação da identidade africana da família.
No momento do registro, os cartórios alegaram que Mboup é um sobrenome senegalês e,
pela legislação brasileira, não pode ser registrado sem a comprovação de parentesco direto.
Diante do impasse, os pais acionaram a Vara de Registros Públicos da Comarca de Belo
Horizonte.
Ao analisar o caso nesta terça-feira (29), a juíza Daniela Coelho usou outros argumentos
para negar o registro do nome composto Tumi Mboup. Segundo ela, é "direito da família se
identificar com a cultura ancestral dos pais e a escolha de nomes vinculados à herança cultural
africana", porém, destacou que é "necessário garantir que o registro seja claro e compreensível,
tanto para fins administrativos quanto para a própria vida social do indivíduo".
No caso de Tumi, a juíza entendeu que a escolha "não afronta a moral, os bons costumes
ou a segurança jurídica, tratando-se de expressão linguística com origem cultural", apesar de
pouco convencional. Por outro lado, ao considerar Mboup, a magistrada aponta "dificuldade de
fonética do nome, que apresenta peculiaridades que podem dificultar sua pronúncia no contexto
brasileiro, ocasionando problemas administrativos e de identificação".
Além disso, a juíza afirmou que Mboup não deixa claro se é "um prenome ou sobrenome, o
que gera confusão, considerando a estrutura tradicional de nomes adotada no ordenamento
jurídico". Por isso, ela negou o segundo registro.
Fonte: https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2025/09/30/justica-nega-nome-africano
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3922312
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
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Justiça nega nome africano composto de bebê Tumi Mboup em BH
A Justiça de Minas Gerais negou o registro do nome africano composto da bebê Tumi
Mboup, após pedido feito pelos pais, em Belo Horizonte. Em decisão publicada nesta terça-feira
(30), a juíza de direito Daniela Bertolini Rosa Coelho autorizou apenas o registro de Tumi, mas
negou o nome Mboup.
O caso foi parar na Justiça depois que cartórios da capital mineira negaram, na semana
passada, a escolha do nome composto feita pela historiadora Kelly Cristina da Silva e o sociólogo
Fábio Rodrigo Tavares, pais da menina, como representação da identidade africana da família.
No momento do registro, os cartórios alegaram que Mboup é um sobrenome senegalês e,
pela legislação brasileira, não pode ser registrado sem a comprovação de parentesco direto.
Diante do impasse, os pais acionaram a Vara de Registros Públicos da Comarca de Belo
Horizonte.
Ao analisar o caso nesta terça-feira (29), a juíza Daniela Coelho usou outros argumentos
para negar o registro do nome composto Tumi Mboup. Segundo ela, é "direito da família se
identificar com a cultura ancestral dos pais e a escolha de nomes vinculados à herança cultural
africana", porém, destacou que é "necessário garantir que o registro seja claro e compreensível,
tanto para fins administrativos quanto para a própria vida social do indivíduo".
No caso de Tumi, a juíza entendeu que a escolha "não afronta a moral, os bons costumes
ou a segurança jurídica, tratando-se de expressão linguística com origem cultural", apesar de
pouco convencional. Por outro lado, ao considerar Mboup, a magistrada aponta "dificuldade de
fonética do nome, que apresenta peculiaridades que podem dificultar sua pronúncia no contexto
brasileiro, ocasionando problemas administrativos e de identificação".
Além disso, a juíza afirmou que Mboup não deixa claro se é "um prenome ou sobrenome, o
que gera confusão, considerando a estrutura tradicional de nomes adotada no ordenamento
jurídico". Por isso, ela negou o segundo registro.
Fonte: https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2025/09/30/justica-nega-nome-africano
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3922311
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Três Barras Paraná-PR
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Justiça nega nome africano composto de bebê Tumi Mboup em BH
A Justiça de Minas Gerais negou o registro do nome africano composto da bebê Tumi
Mboup, após pedido feito pelos pais, em Belo Horizonte. Em decisão publicada nesta terça-feira
(30), a juíza de direito Daniela Bertolini Rosa Coelho autorizou apenas o registro de Tumi, mas
negou o nome Mboup.
O caso foi parar na Justiça depois que cartórios da capital mineira negaram, na semana
passada, a escolha do nome composto feita pela historiadora Kelly Cristina da Silva e o sociólogo
Fábio Rodrigo Tavares, pais da menina, como representação da identidade africana da família.
No momento do registro, os cartórios alegaram que Mboup é um sobrenome senegalês e,
pela legislação brasileira, não pode ser registrado sem a comprovação de parentesco direto.
Diante do impasse, os pais acionaram a Vara de Registros Públicos da Comarca de Belo
Horizonte.
Ao analisar o caso nesta terça-feira (29), a juíza Daniela Coelho usou outros argumentos
para negar o registro do nome composto Tumi Mboup. Segundo ela, é "direito da família se
identificar com a cultura ancestral dos pais e a escolha de nomes vinculados à herança cultural
africana", porém, destacou que é "necessário garantir que o registro seja claro e compreensível,
tanto para fins administrativos quanto para a própria vida social do indivíduo".
No caso de Tumi, a juíza entendeu que a escolha "não afronta a moral, os bons costumes
ou a segurança jurídica, tratando-se de expressão linguística com origem cultural", apesar de
pouco convencional. Por outro lado, ao considerar Mboup, a magistrada aponta "dificuldade de
fonética do nome, que apresenta peculiaridades que podem dificultar sua pronúncia no contexto
brasileiro, ocasionando problemas administrativos e de identificação".
Além disso, a juíza afirmou que Mboup não deixa claro se é "um prenome ou sobrenome, o
que gera confusão, considerando a estrutura tradicional de nomes adotada no ordenamento
jurídico". Por isso, ela negou o segundo registro.
Fonte: https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2025/09/30/justica-nega-nome-africano
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