Foram encontradas 340 questões.
- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaGrafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
Assinale a alternativa em que todas as palavras
estão grafadas de acordo com as normas
vigentes em Língua Portuguesa.
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Assinale a alternativa cujos elementos
preenchem corretamente as lacunas a seguir, de
acordo com a colocação pronominal prevista
pela norma-padrão.
- _________ os lápis que estão na mesa, aos quais _______ durante a nossa conversa.
- Jamais ________ uma desfeita dessa; peço que isso não ___________.
- _________ os lápis que estão na mesa, aos quais _______ durante a nossa conversa.
- Jamais ________ uma desfeita dessa; peço que isso não ___________.
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TACOLADO. Placa de sinalização pessoas autorizadas. Disponível <https://www.tacolado.com.br/placa-de-sinalizacaopessoas-nao-autorizadas/>.
Assinale a alternativa cuja forma reescrita do texto utilizado na placa acima se encontra totalmente correta.
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"Agora, já aos 70 anos, o que eu realmente
aprendi foi aquilo que eu não sabia aos 21: não
adianta esperar pela resposta quando não se tem
a pergunta certa." (Pedro Bandeira)
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta da palavra destacada no período acima.
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta da palavra destacada no período acima.
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CAZO. Nova onda de calor. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-nova-onda-decalor/>.
A expressão “pra ele poder sair”", empregada na fala da personagem na charge acima, tem o sentido de _____________ e pode ser reescrita como "_____________".
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.
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Assinale a alternativa cujo elemento destacado
estabelece referência exofórica, isto é, remete a
algo que está fora do enunciado.
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Assinale a alternativa cujos elementos
preenchem corretamente as lacunas a seguir, na
mesma ordem:
- Tudo aconteceu ____ custa de muito esforço, graças ____ tentativa de anular ____ decisão da assembleia.
- Pouco _____ pouco, os convidados foram se acostumando ____ luminosidade do local.
- Dirijo-me ____ vocês com um objetivo muito simples: declarar minha adesão ____ causa desse grupo.
- Tudo aconteceu ____ custa de muito esforço, graças ____ tentativa de anular ____ decisão da assembleia.
- Pouco _____ pouco, os convidados foram se acostumando ____ luminosidade do local.
- Dirijo-me ____ vocês com um objetivo muito simples: declarar minha adesão ____ causa desse grupo.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Crônica da conexão
Um doido dia resolveu mudar e o dia
doido era eu. Tomei uma decisão:
Eu não quero me conectar. Hoje eu
quero um afastamento da tela do celular, da
televisão, das redes sociais. Há de haver algum
lugar no espaço ao meu alcance onde a conexão
seja natural e não dependa de senhas.
Assim como o sol quando eu olho ao
sentir o brilho e percebo o relento. Preciso de
uma conexão no meu espaço físico, na
quantidade dos livros guardados chorando por
mim. Conectar com histórias contadas em verso
e prosa que eu abandonei há sete meses, e hoje
é o dia do encontro. Ou reencontro, ou muito
encanto. A gente precisou muito da conexão no
caos diário, mas a gente se esgota. Pira,
estranha, chora, e de repente a conexão se fez
diferente.
Dei um basta. Respirei. Reaprendi a
dialogar com as pessoas da minha vida real:
filho, marido, cachorro, barulhos brandos,
vozes, era nossa vez de escutar nosso cotidiano.
E fazer planos, e cantar e sonhar. Nos
reconectar e nos sentir vivos.
Mas voltei para minha conexão virtual
de todos os dias. Minha irmă usa apenas
mensagem de áudio pra se comunicar. Por causa
da minha irmã, minha filha, minha tia, eu me
reconecto. Por carinho à causa. Um dia desses
em que eu resolvi não olhar notificações, recebi
um áudio:
- Você não usa o telefone?
Era minha irmã, sentindo minha falta.
- Você quer falar comigo pelo telefone?
Perguntei preocupada.
- Quero falar com você por aqui
mesmo. Pra gente conversar muito.
Comecei a conversar com ela quatro,
cinco vezes pelo WhatsApp navegável. Do
jeitinho que ela gosta. É amor. E de amor
estamos todos precisando. Em doses cavalares.
Que restabeleça em mim a importância
da conexão. Sem nunca perder a vontade de se
desconectar por alguns momentos.
MODESTO, Sandra. Crônica da conexão. Revista Cult.
Disponível em <https://revistacult.uol.com.br/home/cronica-daconexao/>.
- Você quer falar comigo pelo telefone? Perguntei preocupada."
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta de parte do trecho acima.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Crônica da conexão
Um doido dia resolveu mudar e o dia
doido era eu. Tomei uma decisão:
Eu não quero me conectar. Hoje eu
quero um afastamento da tela do celular, da
televisão, das redes sociais. Há de haver algum
lugar no espaço ao meu alcance onde a conexão
seja natural e não dependa de senhas.
Assim como o sol quando eu olho ao
sentir o brilho e percebo o relento. Preciso de
uma conexão no meu espaço físico, na
quantidade dos livros guardados chorando por
mim. Conectar com histórias contadas em verso
e prosa que eu abandonei há sete meses, e hoje
é o dia do encontro. Ou reencontro, ou muito
encanto. A gente precisou muito da conexão no
caos diário, mas a gente se esgota. Pira,
estranha, chora, e de repente a conexão se fez
diferente.
Dei um basta. Respirei. Reaprendi a
dialogar com as pessoas da minha vida real:
filho, marido, cachorro, barulhos brandos,
vozes, era nossa vez de escutar nosso cotidiano.
E fazer planos, e cantar e sonhar. Nos
reconectar e nos sentir vivos.
Mas voltei para minha conexão virtual
de todos os dias. Minha irmă usa apenas
mensagem de áudio pra se comunicar. Por causa
da minha irmã, minha filha, minha tia, eu me
reconecto. Por carinho à causa. Um dia desses
em que eu resolvi não olhar notificações, recebi
um áudio:
- Você não usa o telefone?
Era minha irmã, sentindo minha falta.
- Você quer falar comigo pelo telefone?
Perguntei preocupada.
- Quero falar com você por aqui
mesmo. Pra gente conversar muito.
Comecei a conversar com ela quatro,
cinco vezes pelo WhatsApp navegável. Do
jeitinho que ela gosta. É amor. E de amor
estamos todos precisando. Em doses cavalares.
Que restabeleça em mim a importância
da conexão. Sem nunca perder a vontade de se
desconectar por alguns momentos.
MODESTO, Sandra. Crônica da conexão. Revista Cult.
Disponível em <https://revistacult.uol.com.br/home/cronica-daconexao/>.
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta das duas formas verbais identificadas por números no enunciado acima.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Crônica da conexão
Um doido dia resolveu mudar e o dia
doido era eu. Tomei uma decisão:
Eu não quero me conectar. Hoje eu
quero um afastamento da tela do celular, da
televisão, das redes sociais. Há de haver algum
lugar no espaço ao meu alcance onde a conexão
seja natural e não dependa de senhas.
Assim como o sol quando eu olho ao
sentir o brilho e percebo o relento. Preciso de
uma conexão no meu espaço físico, na
quantidade dos livros guardados chorando por
mim. Conectar com histórias contadas em verso
e prosa que eu abandonei há sete meses, e hoje
é o dia do encontro. Ou reencontro, ou muito
encanto. A gente precisou muito da conexão no
caos diário, mas a gente se esgota. Pira,
estranha, chora, e de repente a conexão se fez
diferente.
Dei um basta. Respirei. Reaprendi a
dialogar com as pessoas da minha vida real:
filho, marido, cachorro, barulhos brandos,
vozes, era nossa vez de escutar nosso cotidiano.
E fazer planos, e cantar e sonhar. Nos
reconectar e nos sentir vivos.
Mas voltei para minha conexão virtual
de todos os dias. Minha irmă usa apenas
mensagem de áudio pra se comunicar. Por causa
da minha irmã, minha filha, minha tia, eu me
reconecto. Por carinho à causa. Um dia desses
em que eu resolvi não olhar notificações, recebi
um áudio:
- Você não usa o telefone?
Era minha irmã, sentindo minha falta.
- Você quer falar comigo pelo telefone?
Perguntei preocupada.
- Quero falar com você por aqui
mesmo. Pra gente conversar muito.
Comecei a conversar com ela quatro,
cinco vezes pelo WhatsApp navegável. Do
jeitinho que ela gosta. É amor. E de amor
estamos todos precisando. Em doses cavalares.
Que restabeleça em mim a importância
da conexão. Sem nunca perder a vontade de se
desconectar por alguns momentos.
MODESTO, Sandra. Crônica da conexão. Revista Cult.
Disponível em <https://revistacult.uol.com.br/home/cronica-daconexao/>.
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