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O objetivo principal da maioria das entidades do
setor público é prestar serviços à sociedade, em vez de
obter lucros e gerar retorno financeiro aos investidores.
Consequentemente, o desempenho de tais entidades pode
ser apenas parcialmente avaliado por meio da análise da
situação patrimonial, do desempenho e dos fluxos de
caixa.
(Fonte: https://www1.cfc.org.br/sisweb/SRE/docs/NBCTSPEC.pdf).
As entidades do setor público possuem características que as diferenciam das demais entidades, sobre as quais considere.
I – A elaboração do orçamento público, como instrumento de fiscalização da gestão das entidades públicas e de definição dos níveis de tributação e de outras receitas para compondo o processo de obtenção de autorização legislativa para a realização do gasto público.
II – A natureza dos programas e longevidade do setor público aborda o cumprimento dos compromissos após a produção de dois tipos de informações financeiras pelo governo: Estatísticas de Finanças Públicas (EFP) (SGG) e Demonstrações Contábeis de Propósito Geral.
III – No setor público, devido ao tipo de serviços prestados, a principal razão de se manterem ativos imobilizados e outros ativos é para o potencial de serviços deles e, não, para a sua capacidade de gerar fluxos de caixa, por isso, uma parcela significativa deles é especializada.
IV – O poder de regulação que o governo possui sobre entidades que operam em determinados setores da economia, de forma direta ou por meio de agências reguladoras, para assegurar o interesse público ou corrigir falhas de mercado.
Está correto o que consta apenas nas opções
(Fonte: https://www1.cfc.org.br/sisweb/SRE/docs/NBCTSPEC.pdf).
As entidades do setor público possuem características que as diferenciam das demais entidades, sobre as quais considere.
I – A elaboração do orçamento público, como instrumento de fiscalização da gestão das entidades públicas e de definição dos níveis de tributação e de outras receitas para compondo o processo de obtenção de autorização legislativa para a realização do gasto público.
II – A natureza dos programas e longevidade do setor público aborda o cumprimento dos compromissos após a produção de dois tipos de informações financeiras pelo governo: Estatísticas de Finanças Públicas (EFP) (SGG) e Demonstrações Contábeis de Propósito Geral.
III – No setor público, devido ao tipo de serviços prestados, a principal razão de se manterem ativos imobilizados e outros ativos é para o potencial de serviços deles e, não, para a sua capacidade de gerar fluxos de caixa, por isso, uma parcela significativa deles é especializada.
IV – O poder de regulação que o governo possui sobre entidades que operam em determinados setores da economia, de forma direta ou por meio de agências reguladoras, para assegurar o interesse público ou corrigir falhas de mercado.
Está correto o que consta apenas nas opções
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Uma empresa de construção civil assinou um
contrato com uma entidade da administração pública
municipal para a construção de uma Praça. No contrato a
empresa deveria fazer um depósito de 30% do valor da
obra, salientando que essa quantia é a título de caução e
ao final do contrato seria devolvido para a contratada.
Conforme a exigência classificatória da Receita Pública, a disponibilidade do recurso caução corresponde a:
Conforme a exigência classificatória da Receita Pública, a disponibilidade do recurso caução corresponde a:
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Uma entidade do setor público apresentou os
saldos das despesas e receitas orçamentárias e dos
ingressos e dispêndios extra orçamentários, bem como
do Caixa e equivalentes de caixa do exercício anterior,
referentes ao exercício financeiro de 2023, conforme
tabela a seguir.
Saldos orçamentários, extra orçamentários e de caixa em 31/12/2023.
Considerando as informações apresentadas, o Balanço Financeiro do Exercício de 2023, evidenciará o Saldo de caixa e equivalentes de caixa para o exercício seguinte no valor de:
Saldos orçamentários, extra orçamentários e de caixa em 31/12/2023.
Considerando as informações apresentadas, o Balanço Financeiro do Exercício de 2023, evidenciará o Saldo de caixa e equivalentes de caixa para o exercício seguinte no valor de:
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Uma entidade do setor público, após o devido
processo licitatório, celebrou contrato com determinada
empresa, no valor de R$ 15.000,00, para fornecimento
de prestação de serviços – PF.
O registro contábil, no ente do setor público, do empenho da despesa para fornecimento de prestação de serviços – PF, conforme a natureza da informação orçamentária, está corretamente demonstrado em:

O registro contábil, no ente do setor público, do empenho da despesa para fornecimento de prestação de serviços – PF, conforme a natureza da informação orçamentária, está corretamente demonstrado em:

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3794956
Ano: 2024
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: HL
Orgão: Pref. União Minas-MG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: HL
Orgão: Pref. União Minas-MG
Provas:
Em um município ocorreram os seguintes fatos em
janeiro de 2024:
I – 05/01/2024 – Lançamento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) a receber, relativo ao exercício financeiro de 2024, no valor de R$ 12.000,00.
II – 10/01/2024 – Empenho para aquisição de material de expediente, no valor de R$ 10.000,00.
III – 15/01/2024 – Entrega, conferência e liquidação do material de expediente adquirido em 10/01/2024, no valor de R$ 10.000,00.
IV – 20/01/2024 – Pagamento do material de expediente adquirido em 10/01/2024, no valor de R$ 10.000,00.
V – 25/01/2024 – Utilização do material de expediente adquirido em 10/01/2024, tendo sido consumido, até esta data o valor de R$ 8.000,00.
VI – 30/01/2024 – Arrecadação, até esta data, do IPTU, relativo ao exercício financeiro de 2024, no valor de R$ 4.000,00.
A receita e a despesa do mês de janeiro de 2024, de acordo com a abordagem orçamentária, deverão ser reconhecidas respectivamente, pelo valor de:
I – 05/01/2024 – Lançamento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) a receber, relativo ao exercício financeiro de 2024, no valor de R$ 12.000,00.
II – 10/01/2024 – Empenho para aquisição de material de expediente, no valor de R$ 10.000,00.
III – 15/01/2024 – Entrega, conferência e liquidação do material de expediente adquirido em 10/01/2024, no valor de R$ 10.000,00.
IV – 20/01/2024 – Pagamento do material de expediente adquirido em 10/01/2024, no valor de R$ 10.000,00.
V – 25/01/2024 – Utilização do material de expediente adquirido em 10/01/2024, tendo sido consumido, até esta data o valor de R$ 8.000,00.
VI – 30/01/2024 – Arrecadação, até esta data, do IPTU, relativo ao exercício financeiro de 2024, no valor de R$ 4.000,00.
A receita e a despesa do mês de janeiro de 2024, de acordo com a abordagem orçamentária, deverão ser reconhecidas respectivamente, pelo valor de:
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
(Fonte: http://apugssind.com.br/wp-content/uploads/2017/05/chargecongresso.jpg).
A charge apresentada mantém relação intertextual com o texto de Aldo Paviani, o que pode ser comprovado, principalmente, pela alternativa:
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Assinale a alternativa em que o referente do pronome destacado está corretamente indicado entre parênteses.
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
A inserção de vírgulas após “trabalhadores” e antes de “e”, acarretaria:
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
“Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade”.
Desprezando-se o sentido obtido, assinale a única alternativa em que a reescrita do trecho apresentado NÃO respeita os preceitos da norma culta para a concordância verbal.
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