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Foram encontradas 199 questões.

1469967 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
enunciado 2030682-1
Questão Anulada

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1469859 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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A lavagem intestinal é um procedimento onde se efetua a limpeza das vísceras com objetivo de promover a retirada de resíduos fecais, os quais são fontes de processos intoxicativos do corpo. Assinale a posição em que o paciente deve permanecer por cerca de 15 minutos:
Questão Anulada

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1469840 Ano: 2015
Disciplina: Direito Tributário
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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A incidência do imposto alcança as seguintes mutações patrimoniais:
Questão Anulada

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1469807 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
Evandro tem !$ R$\,10\,000,00 !$ depositados no banco Rende Mais em uma aplicação com tempo determinado de 2 anos que rende 2% ao mês de juros simples. Após o primeiro mês dessa aplicação Evandro precisou pegar emprestados !$ R$\,5\,000,00 !$ no banco Rende Menos pagando por isso 1% ao mês de juros compostos. Se Evandro esperar até o final da aplicação para pagar o empréstimo, seu saldo será de aproximadamente:
(Observação: caso necessário adote: !$ 1,01^{10} = 1,1046 !$ e !$ 1,01^3 = 1,03031 !$)
Questão Anulada

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1469739 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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Numa pesquisa sobre a preferência das pessoas em relação à marca de três sabonetes S1, S2 e S3 foram obtidos os seguintes dados:
enunciado 2030453-1340 pessoas gostaram do sabonete S1.
enunciado 2030453-8310 pessoas gostaram do sabonete S2.
enunciado 2030453-3280 pessoas gostaram do sabonete S3.
enunciado 2030453-4190 pessoas gostaram dos sabonetes S1 e S2.
enunciado 2030453-5155 pessoas gostaram dos sabonetes S1 e S3.
enunciado 2030453-6175 pessoas gostaram dos sabonetes S2 e S3.
enunciado 2030453-792 pessoas gostaram dos três sabonetes.
enunciado 2030453-2195 pessoas não gostaram de nenhum dos sabonetes.
Sobre as informações coletadas na pesquisa, pode-se concluir que:
Questão Anulada

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1469709 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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Considere as frases:
I. O proprietário da farmácia saiu.
II. O proprietário saiu da farmácia.
-Na frase I, da farmácia é adjunto adnominal.
-Na frase II, da farmácia é adjunto adverbial.
-Ambas as frases têm exatamente o mesmo significado.
-Tanto em I como em II, da farmácia tem a mesma função sintática.
Dessas quatro considerações:
Questão Anulada

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1469696 Ano: 2015
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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Em Uruana, nos estabelecimentos e locais onde se manipulem beneficiem, preparem ou fabriquem gêneros alimentícios é proibido, sob pena de multa:
Questão Anulada

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1469687 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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Medo e preconceito
Lya Luft
O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva -, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro.
Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão as pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.
Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que "ele é diferente, pode me ameaçar", estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim).
Nossa agressividade de animais predadores se oculta sob uma camada de civilização, mas está à espreita – e explode num insulto, na perseguição a um adversário que enxovalhamos porque não podemos vencê-lo com honra, ou numa bala nada perdida. Nessa guerra ou guerrilha usamos muitas armas: uma delas, poderosa e sutil, é a palavra.
Paradoxais são as palavras, que podem ser carícias ou punhais. Minha profissão lida com elas, que desde sempre me encantam e me assombram: houve um tempo, recente, em que não podíamos usar a palavra ―negro". Tinha de ser ―afrodescendente", ou cometíamos um crime. Ora, ao mesmo tempo havia uma banda Raça Negra, congressos de Negritude… e afinal descobrimos que, em lugar de evitar a palavra, podíamos honrá-la.
Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. ―Meu nego‖, ―minha neguinha‖, podem chamar uma pessoa amada, ainda que loura. ―Gordo‖, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como ―judeu, turco, alemão‖ carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.
De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: "negro", "macaco" e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei.
No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições, a teoria do "sem limites". Não vale a desculpa habitual de "não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância". Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.
"Isso não tem jeito mesmo", me dizem também. Acho que tem. É possível conviver de forma honrada com o diferente: minha família, de imigrantes alemães aqui chegados há quase 200 anos, hoje inclui italianos, negros, libaneses, portugueses. Não nos ocorreria amar ou respeitar a uns menos do que a outros: somos todos da velha raça humana. Isso ocorre em incontáveis famílias, grupos, povos. Porque são especiais? Não. Simplesmente entenderam que as diferenças podem enriquecer.
Num país que sofre de tamanhas carências em coisas essenciais, não devíamos ter energia e tempo para perseguir o outro, causando-lhe sofrimento e vexame, por suas ideias, pela cor de sua pele, formato dos olhos, deuses que venera ou pessoa que ama.
Nossa energia precisa se devotar a mudanças importantes que o povo reclama. Nestes tempos de perseguição, calúnia, impunidade e desculpas tolas, só o rigor da lei pode nos impedir de recair rapidamente na velha selvageria. Mudar é preciso.
Disponível em: http://veja.abril.com.br
/blog/ricardo-setti/tema-livre/lya-luft-medo-e-preconceito.Acesso em 10 de abril de 2015.
No trecho "Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que "ele é diferente, pode me ameaçar", estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim)." Em qual das alternativas abaixo, há uma palavra que apresenta o mesmo significado do termo destacado?
Questão Anulada

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1476908 Ano: 2015
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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São modalidades de comunicação oficial praticamente idênticas. A única diferença entre eles é que um é expedido exclusivamente por Ministros de Estado, para autoridades de mesma hierarquia, ao passo que o outro é expedido para e pelas demais autoridades. Trata-se de:
Questão Desatualizada

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