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- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
A linguista brasileira Roxane Rojo concebe o letramento
como um processo de aprendizagem que está intimamente
ligado ao uso social da linguagem, de forma que o ensino
da leitura deve estar em sintonia com os propósitos do
letramento. No processo de ensino e aprendizagem do
Português, a prática do letramento favorece
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- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
Texto 7
Nesse sentido, ao investigar e ao transpor para o ensino a
oralidade de modo mais geral ou um gênero oral em específico,
é essencial contemplar os vários sistemas e explorar como eles
impactam na construção dos sentidos dos textos e dos
discursos.
MAGALHÃES, T. G.; BUENO, L.; STORTO, L. J.; COSTA-MACIEL, D. A. G.
Um decálogo para a inserção da oralidade na formação docente. Veredas –
Revista de Estudos Linguísticos, v. 26, n. 1, 2022. [Adaptado].
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Texto 7
Nesse sentido, ao investigar e ao transpor para o ensino a
oralidade de modo mais geral ou um gênero oral em específico,
é essencial contemplar os vários sistemas e explorar como eles
impactam na construção dos sentidos dos textos e dos
discursos.
MAGALHÃES, T. G.; BUENO, L.; STORTO, L. J.; COSTA-MACIEL, D. A. G.
Um decálogo para a inserção da oralidade na formação docente. Veredas –
Revista de Estudos Linguísticos, v. 26, n. 1, 2022. [Adaptado].
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Leia o texto a seguir.
Invertemos o jogo, começando pela formulação de perguntas, para as quais juntos buscaremos as respostas. O tratamento da língua materna tem esse objetivo maior entre seus falantes: provocar a indagação, desenvolver o espírito crítico que se espera de cidadãos de uma democracia.
CASTILHO, A. T. de; ELIAS, V. M. Pequena gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2012. [Adaptado].
Com base na leitura do texto 6, infere-se que o ensino da língua deve promover, sobretudo, o espírito crítico entre os alunos, em vez de apenas oferecer respostas prontas ou regras fixas, como ocorre no processo tradicional. Nesse sentido, na escola, o ensino de gramática deve
Invertemos o jogo, começando pela formulação de perguntas, para as quais juntos buscaremos as respostas. O tratamento da língua materna tem esse objetivo maior entre seus falantes: provocar a indagação, desenvolver o espírito crítico que se espera de cidadãos de uma democracia.
CASTILHO, A. T. de; ELIAS, V. M. Pequena gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2012. [Adaptado].
Com base na leitura do texto 6, infere-se que o ensino da língua deve promover, sobretudo, o espírito crítico entre os alunos, em vez de apenas oferecer respostas prontas ou regras fixas, como ocorre no processo tradicional. Nesse sentido, na escola, o ensino de gramática deve
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Texto 6
Enfatizando a natureza histórica e social da língua, dos sujeitos
e das interações verbais, [João Wanderley Geraldi] considera
fundamental compreender o trabalho linguístico (dos sujeitos)
como atividade constitutiva, em que se entrecruzam produção
histórica e social de sistemas de referências e de operações
discursivas. Nesse âmbito, por sua vez, há ações que se fazem
com a linguagem e sobre a linguagem, assim como há ações
da linguagem sobre os sujeitos. Trata-se, assim, de distinguir,
nesses níveis de ação, os diferentes níveis de reflexão:
atividades linguísticas, epilinguísticas e metalinguísticas; e,
nesse trabalho linguístico, que ocorre sempre em determinada
situação histórico-social – espaço de relações interlocutivas –
produzem-se discursos necessariamente significativos. [...] a
especificidade do ensino da língua encontra-se, portanto, no
trabalho com o texto, compreendido sempre como uma
atividade de produção de sentidos [...].
SILVA, L; FERREIRA, N; MORTATTI, M. (Orgs.). O texto na sala de aula: um
clássico sobre o ensino de língua portuguesa. Campinas: Autores Associados,
2014. Adaptado.
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Texto 6
Enfatizando a natureza histórica e social da língua, dos sujeitos
e das interações verbais, [João Wanderley Geraldi] considera
fundamental compreender o trabalho linguístico (dos sujeitos)
como atividade constitutiva, em que se entrecruzam produção
histórica e social de sistemas de referências e de operações
discursivas. Nesse âmbito, por sua vez, há ações que se fazem
com a linguagem e sobre a linguagem, assim como há ações
da linguagem sobre os sujeitos. Trata-se, assim, de distinguir,
nesses níveis de ação, os diferentes níveis de reflexão:
atividades linguísticas, epilinguísticas e metalinguísticas; e,
nesse trabalho linguístico, que ocorre sempre em determinada
situação histórico-social – espaço de relações interlocutivas –
produzem-se discursos necessariamente significativos. [...] a
especificidade do ensino da língua encontra-se, portanto, no
trabalho com o texto, compreendido sempre como uma
atividade de produção de sentidos [...].
SILVA, L; FERREIRA, N; MORTATTI, M. (Orgs.). O texto na sala de aula: um
clássico sobre o ensino de língua portuguesa. Campinas: Autores Associados,
2014. Adaptado.
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4168900
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Valparaíso Goiás-GO
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Valparaíso Goiás-GO
Na obra “A Literatura em perigo”, de Tzvetan Todorov (2009),
nota-se uma inquietação do autor quanto à forma como a
Literatura vem sendo ensinada e entendida nas instituições
educacionais. Todorov defende a ideia de que a Literatura
corre o risco de perder sua função primordial de humanizar o
ser humano e de favorecer uma compreensão mais profunda
tanto do mundo quanto de si mesmo. A crítica de Todorov
pode ser explicada pelo fato de o ensino de Literatura
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Marcos Bagno é, no Brasil, uma das referências no assunto
do preconceito linguístico e, em especial, na área da
Sociolinguística. Pode-se dizer que as ideias desse linguista
embasam uma pedagogia da variação linguística por abarcar
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Texto 5
[...] Temos no Brasil gramáticas tradicionais de boa qualidade –
como a de Celso Cunha e Lindley Cintra; dispomos do
excelente dicionário Houaiss, certamente um dos melhores da
língua; realizamos, no início dos anos 1970, um extenso
levantamento da norma culta falada e, na década de 1980, um
extenso levantamento da norma culta escrita no Brasil desde
1950. Nada desse acervo de instrumentos normativos teve até
agora, porém, repercussão no modo como se representa a
língua no senso comum, no modo como se prepara o professor
ou no modo como se ensina o Português. Nem mesmo a
presença dos linguistas nos debates sobre o ensino do
Português neste último quarto de século conseguiu alterar
substancialmente esse quadro. E essa situação está a exigir
uma criteriosa reflexão. Nós, linguistas, temos de reconhecer
que, em geral, temos tido pouco sucesso nas nossas relações
com a escola. Talvez isso seja consequência de não termos tido
sucesso nas nossas relações com a sociedade em geral. Não
são de pequena monta os conflitos que estão hoje instaurados
entre o saber acadêmico e um certo senso comum. Até há
pouco tempo nós, linguistas, não tínhamos nos apercebido do
tamanho e da gravidade desses conflitos.
FARACO, C. A. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo:
Parábola Editorial, 2008.
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Texto 5
[...] Temos no Brasil gramáticas tradicionais de boa qualidade –
como a de Celso Cunha e Lindley Cintra; dispomos do
excelente dicionário Houaiss, certamente um dos melhores da
língua; realizamos, no início dos anos 1970, um extenso
levantamento da norma culta falada e, na década de 1980, um
extenso levantamento da norma culta escrita no Brasil desde
1950. Nada desse acervo de instrumentos normativos teve até
agora, porém, repercussão no modo como se representa a
língua no senso comum, no modo como se prepara o professor
ou no modo como se ensina o Português. Nem mesmo a
presença dos linguistas nos debates sobre o ensino do
Português neste último quarto de século conseguiu alterar
substancialmente esse quadro. E essa situação está a exigir
uma criteriosa reflexão. Nós, linguistas, temos de reconhecer
que, em geral, temos tido pouco sucesso nas nossas relações
com a escola. Talvez isso seja consequência de não termos tido
sucesso nas nossas relações com a sociedade em geral. Não
são de pequena monta os conflitos que estão hoje instaurados
entre o saber acadêmico e um certo senso comum. Até há
pouco tempo nós, linguistas, não tínhamos nos apercebido do
tamanho e da gravidade desses conflitos.
FARACO, C. A. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo:
Parábola Editorial, 2008.
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