Foram encontradas 714 questões.
SEM BARRA
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta,
canta o dia inteiro.
A formiga é só trabalho.
A cigarra é só cantiga.
Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga.
(PAES, José Paulo. Olha o bicho. 11.ed. São Paulo: Ática, 2000.)
Pode-se afirmar que a formiga do poema é:
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A fratura marginal constitui uma das principais falhas das restaurações de amálgama, e tem sido relacionada a um fenômeno conhecido como creep. Em relação a esse fenômeno, escolha a afirmativa CORRETA.
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A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é um importante problema de saúde pública no Brasil e no mundo, sendo ainda um dos mais importantes fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renal crônica. Sobre as estratégias para o tratamento não farmacológico da HAS, é INCORRETO afirmar:
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Se, na figura abaixo, \( {\overline {DC}} =5 cm, \ {\overline {AB}} = 19cm \ e \ {\overline {AD}}= {\overline {BC}} \), então \( {\overline {AE} \) é igual a

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1390036
Ano: 2014
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
Conforme os preceitos estabelecidos pela Lei 8.069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente –, é
INCORRETO dizer que os dirigentes de estabelecimentos de ensino fundamental comunicarão ao Conselho Tutelar os casos de
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Leia atentamente o texto para responder a questão.
A maior ironia.
[...] Multidões consumistas ululando nas portas e corredores de gigantescos shoppings, países inteiros saindo da obscuridade – não pela democracia, mas para participar da orgia de aquisições, e entrar na modernidade.
ernidade. Em algumas coisas sou pessimista: essa é uma delas. Mas acredito que os que ainda quiserem pensar, estudar, descobrir, inventar, pintar, dançar, cantar ou escrever vão viver numa espécie de ilha. Talvez em universidades tradicionais ou ultra-adiantadas, ou no aconchego de bibliotecas em casa, praticamente todas de e-books ou recursos com que nem sonhamos, exigindo pouco espaço.
Já existem, em países adiantados, intelectuais, pensadores, pesquisadores, cientistas pagos simplesmente para pensar. Criar, inventar, descobrir. Um deles, meu conhecido, cujo hobby é tocar piano, conseguiu, sem ter de pedir, uma sala enorme à prova de som, para tocar altas horas ou de dia, sem incomodar vizinhos.
As atuais agitações em países do Oriente me fizeram pensar que a filosofia (os gregos) foi substituída pela religião, a religião pelas ideologias, e as ideologias, atualmente, pelo consumismo. Não sou contra consumir, gosto do meu celular eficiente e relativamente moderno, embora saiba que em poucas semanas, ou dias, ele estará ultrapassado. Isso não me incomoda. Não me deixa ansiosa por trocar este por outro, que em pouco tempo também deverá ser substituído, numa compulsão idiota. Não gosto é dessa compulsão idiota. Meu computador e meu notebook são atualizados e eficientes, mas não me importa que em algumas semanas estejam superados, desde que funcionem bem.
Gosto de poder trocar de carro quando o outro bate biela (não sei o que é biela, mas ouvi falar). Porém, nem posso nem desejo estar sempre com o último modelo, ou o mais luxuoso. Diante da miséria de meu país, acho que isso me envergonharia, como caríssimas joias e bolsas ou roupas de grife. Vivo uma busca de simplicidade, que ajuda bastante a viver curtindo mais e melhor as coisas boas que existem no meio do horror. Podem ser simplíssimas, como um livro interessante, um Mozart profundo, as crianças que correm no jardim de uma casinha que temos na montanha. Um casal de guaxinins fez seu ninho embaixo da varanda, nosso novo encantamento. Se a gente não consegue coisas desse tipo, a vida fica pesada demais. Corrida demais. Relógios demais, compromissos demais, bebida, comida, contas demais, e de repente a velha prostituta que chamamos Morte revira seus olhos sinistros de gato, limpa os bigodes e prepara o bote.
E nós, onde estamos? Em casa, na cama, na loja, no bar, na praia, na multidão enlouquecida, na solidão do hospital – ou rodeados de alguns afetos essenciais? Ou sozinhos, mas apaziguados? Ou em alguma ilha, que pode ser de artistas ou pensadores dignamente valorizados, ou no minúsculo escritório, ou quarto, em casa, sentindo o contentamento de alguns momentos bons, ou simplesmente refletindo, contemplando?
Vamos ter "aproveitado" a vida, coisa que se aconselha aos jovens desde o tempo de minhas avós – aos rapazes naturalmente, naqueles tempos de moças recatadíssimas –, vamos continuar infantilizados, ou vamos melhorar um pouco como seres humanos? Ou isso tudo não nos interessa nadinha (o que é mais provável)?
O que vai ser, o que vamos sentir, alegria ou tormento, ansiedade inútil ou trabalho de crescimento pessoal, e como vamos enfrentar as unhas afiadas daquela velha dama de gélidos olhos? Quase sempre depende de nós, que giramos feito baratas tontas em busca da última novidade, do mais moderno acessório, da mais louca diversão. E essa é a maior ironia.
(LUFT, Lia, A maior ironia. Revista Veja, p. 22, 16 de fevereiro de 2011.)
Entre os aspectos criticados pela autora, em relação à sociedade atual, NÃO se encontra:
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Das igualdades abaixo, a única VERDADEIRA é
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Em virtude de os pacientes demenciados, moderada ou severamente prejudicados, poderem realizar algumas poucas tarefas sem assistência, as atividades apropriadas para esses pacientes quase sempre envolvem o profissional, ainda que seja para a orientação da pessoa ou familiar que cuida diretamente dele. Assim, as diretrizes de atividades que podem ser utilizadas para se planejar, com eficiência, os cuidados a serem dispensados ao paciente são:
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Assinale a alternativa
CORRETA que dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem, de acordo com a Lei n.º 7.498/1986.
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Marilda Iamamoto, em sua obra Capital Fetiche, afirma que é um desafio para o profissional de serviço social incorporar e ir além da abordagem do trabalho do assistente social, enquanto trabalho concreto. Para tanto, é necessário extrapolar o foco corrente centrado na prática profissional, visto que essa analise se restringe a um dos elementos do exercício profissional historicamente situado:
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