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Foram encontradas 39 questões.

790930 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
De acordo com a centenária Teoria da Deriva Continental, elaborada por Alfred Wegener, marque a alternativa verdadeira.
 

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790357 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Enquanto um brasileiro está se preparando para as suas atividades matinais, os alemães já estão degustando um excelente prato de almoço e os japoneses estão a sentar-se para o jantar. Isto ocorre porque o nosso planeta está dividido em diferente faixas de fusos horários, que cortam os países de acordo com a localização geográfica de cada um, com base nas diferenças de luminosidade decorrentes do movimento de rotação da Terra.
Sobre essa questão, está correto afirmar:
 

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758528 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
O grupo Jihadista Estado Islâmico (EI) vem assombrando o mundo pela crueldade com que vem agindo no Oriente Médio e pela veiculação de cenas de grande violência pela internet, como assassinatos de pessoas de outras religiões, jornalistas etc. Uma grande preocupação da opinião pública internacional é que o grupo vem conseguindo adeptos ao redor do mundo para sua causa.
Enunciado 758528-1
Sobre este grupo, sua origem, objetivos e características julgue os itens a seguir.
1. Se trata de um grupo armado sunita radical que tem sua origem no Iraque e é contrário ao governo Sírio de Bashar al-Assad.
2. O grupo tomou territórios da Síria e do Iraque e pretende instituir um califado, para a aplicação da Sharia (a lei islâmica).
3. Os principais inimigos do EI, são o governo Sírio (secular) e Iraquiano (xiita), além dos países que apoiam estes governos, como a Rússia no primeiro caso, e os EUA no segundo.
Está(ão) correta(s):
 

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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(14 de março de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Trago aqui no bolso um remédio contra os capoeiras. Nem tenho dúvida em dizer que é muito superior ao célebre Xarope do Bosque, que fez curas admiráveis e até milagrosas, até princípios de 1856, decaindo em seguida, como todas as coisas deste mundo. A minha droga pode dizer-se que tem em si o sinal da imortalidade.
Agora, principalmente, que a guarda urbana foi dissolvida, entregando ontem os refles, receiam alguns que haja uma explosão de capoeiragem (só para os moer), enquanto que outros creem que a substituição da guarda é bastante para fazer recuar os maus e tranquilizar os bons. Hão de perdoar-me: eu estou antes com o receio do que com a esperança, não tanto porque acredite na explosão referida, como porque desejo vender a minha droga. Pode ser que haja nesta confissão uma ou duas gramas de cinismo; mas o cinismo, que é a sinceridade dos patifes, pode contaminar uma consciência reta, pura e elevada, do mesmo modo que o bicho pode roer os mais sublimes livros do mundo.
Vamos, porém, à droga, e comecemos por dizer que estou em desacordo com todos os meus contemporâneos, relativamente ao motivo que leva o capoeira a plantar facadas nas nossas barrigas. Diz-se que é o gosto de fazer mal, de mostrar agilidade e valor, opinião unânime e respeitada como um dogma. Ninguém vê que é simplesmente absurda.
Com efeito, não duvido que um ou outro, excepcionalmente, nutra essa perversão de entranhas; mas a natureza humana não comporta a extensão de tais sentimentos. Não é crível que tamanho número de pessoas se divirtam em rasgar o ventre alheio, só para fazer alguma coisa. Não se trata de vivissecção, em que um certo abuso, por maior que seja, é sempre científico, e com o qual só padece cachorro, que não é gente, como se sabe. Mas como admitir tal coisa com homem e fora do gabinete?
Bastou-me fazer esta reflexão, para descobrir a causa das facadas anônimas e adventícias, e logo o medicamento apropriado. Veja o leitor se não concorda comigo?
Capoeira é homem. Um dos característicos do homem é viver com o seu tempo. Ora, o nosso tempo (nosso e do capoeira) padece de uma coisa que poderemos chamar – erotismo de publicidade. Uns poderão crer que é achaque, outros que é uma recrudescência de energia, porque o sentimento é natural. Seja o que for, o fato existe, e basta andar na aldeia sem ver as casas, para reconhecer que nunca esta espécie de afecção chegou ao grau em que a vemos.
Sou justo. Há casos em que acho a coisa natural. Na verdade, se eu, completando hoje cinquenta anos, janto com a família e dois ou três amigos, por que não farei participante do meu contentamento este respeitável público? Embarco, desembarco, dou ou recebo um mimo, nasce-me um porco com duas cabeças, qualquer caso desses pode muito bem figurar em letra redonda, que dá vida a coisas muito menos interessantes. E, depois, o nome da gente, em letra redonda, tem outra graça, que não em letra manuscrita; sai mais bonito, mais nítido, mete-se pelos olhos dentro, sem contar que pessoas que hão de ler, comprar as folhas, e a gente fica notória sem despender nada. Não nos envergonhemos de viver na rua; é muito mais fresco.
Aqui tocamos o ponto essencial. O capoeira está nesta matéria como Crébilon em matéria de teatro. Perguntou-se a este, por que compunha peças de fazer arrepiar os cabelos; ele respondeu que, tendo Racine tomado o céu para si e Corneille a terra, não lhe restava mais que o inferno em que se meteu. O mesmo acontece ao capoeira. Não pode distribuir mimos espirituais, ou drogas infalíveis, todos os porcos nascem-lhe com uma cabeça, nenhum meio de ocupar os outros com a sua preciosa pessoa. Recorre à navalha, espalha facadas, certo de que os jornais darão notícias das suas façanhas e divulgarão os nomes de alguns.
Já o leitor adivinhou o meu medicamento. Não se pode falar com gente esperta; mal se acaba de dizer uma coisa, conclui logo a coisa restante. Sim, senhor, adivinhou, é isso mesmo: não publicar mais nada, trancar a imprensa às valentias da capoeiragem. Uma vez que se não dê mais notícia, eles recolhem-se às tendas, aborrecidos de ver que a crítica não anima os operosos.
Logo depois a autoridade, tendo à mão algumas associações, becos e suspensórios ainda sem título, entra pelas tendas e oferece aos nossos Aquiles uma compensação de publicidade. Vitória completa: eles aceitam o derivativo, que os traz ao céu de Racine e à terra de Corneille, enquanto as navalhas, restituídas aos barbeiros, passarão a escanhoar os queixos da gente pacífica. Ex fumo dare lucem.
No entendimento do autor, o ponto essencial para os capoeiras recorrerem à navalha e facadas estava na certeza de:
 

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750112 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
O mapa a seguir destaca os polos do agronegócio no Nordeste:
Enunciado 750112-1
Fonte: Adaptado de MAGNOLI, D. Geografia para o Ensino Médio. São Paulo: Atual, 2012. P. 395
Os polos representados pelos números 1 e 2 correspondem respectivamente a:
 

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749773 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Leia as afirmativas sobre a situação atual da China.
I. A expansão econômica da China ocorre desde o final dos anos 1970, quando o país adotou reformas econômicas, durante o governo de Deng Xiaoping.
II. Com o segundo maior PIB do planeta, a China alcançou índices de renda per capita bastante elevados.
III. Os fatores que levam diversos investidores e empresas para a china estão relacionados ao custo de mão-de- obra, legislação ambiental e facilidade fiscal.
IV. Uma das explicações divulgadas para o sucesso chinês está no fato de adotar, junto ao modelo econômico de base estatal, mecanismos importantes da economia de mercado, uma hibridização econômica.
V. A China potência pode ameaçar o restante do mundo pela corrida por matérias–primas e pela questão ambiental relacionados ao seu crescimento econômico.
Está correto apenas o que se afirma em
 

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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(14 de março de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Trago aqui no bolso um remédio contra os capoeiras. Nem tenho dúvida em dizer que é muito superior ao célebre Xarope do Bosque, que fez curas admiráveis e até milagrosas, até princípios de 1856, decaindo em seguida, como todas as coisas deste mundo. A minha droga pode dizer-se que tem em si o sinal da imortalidade.
Agora, principalmente, que a guarda urbana foi dissolvida, entregando ontem os refles, receiam alguns que haja uma explosão de capoeiragem (só para os moer), enquanto que outros creem que a substituição da guarda é bastante para fazer recuar os maus e tranquilizar os bons. Hão de perdoar-me: eu estou antes com o receio do que com a esperança, não tanto porque acredite na explosão referida, como porque desejo vender a minha droga. Pode ser que haja nesta confissão uma ou duas gramas de cinismo; mas o cinismo, que é a sinceridade dos patifes, pode contaminar uma consciência reta, pura e elevada, do mesmo modo que o bicho pode roer os mais sublimes livros do mundo.
Vamos, porém, à droga, e comecemos por dizer que estou em desacordo com todos os meus contemporâneos, relativamente ao motivo que leva o capoeira a plantar facadas nas nossas barrigas. Diz-se que é o gosto de fazer mal, de mostrar agilidade e valor, opinião unânime e respeitada como um dogma. Ninguém vê que é simplesmente absurda.
Com efeito, não duvido que um ou outro, excepcionalmente, nutra essa perversão de entranhas; mas a natureza humana não comporta a extensão de tais sentimentos. Não é crível que tamanho número de pessoas se divirtam em rasgar o ventre alheio, só para fazer alguma coisa. Não se trata de vivissecção, em que um certo abuso, por maior que seja, é sempre científico, e com o qual só padece cachorro, que não é gente, como se sabe. Mas como admitir tal coisa com homem e fora do gabinete?
Bastou-me fazer esta reflexão, para descobrir a causa das facadas anônimas e adventícias, e logo o medicamento apropriado. Veja o leitor se não concorda comigo?
Capoeira é homem. Um dos característicos do homem é viver com o seu tempo. Ora, o nosso tempo (nosso e do capoeira) padece de uma coisa que poderemos chamar – erotismo de publicidade. Uns poderão crer que é achaque, outros que é uma recrudescência de energia, porque o sentimento é natural. Seja o que for, o fato existe, e basta andar na aldeia sem ver as casas, para reconhecer que nunca esta espécie de afecção chegou ao grau em que a vemos.
Sou justo. Há casos em que acho a coisa natural. Na verdade, se eu, completando hoje cinquenta anos, janto com a família e dois ou três amigos, por que não farei participante do meu contentamento este respeitável público? Embarco, desembarco, dou ou recebo um mimo, nasce-me um porco com duas cabeças, qualquer caso desses pode muito bem figurar em letra redonda, que dá vida a coisas muito menos interessantes. E, depois, o nome da gente, em letra redonda, tem outra graça, que não em letra manuscrita; sai mais bonito, mais nítido, mete-se pelos olhos dentro, sem contar que pessoas que hão de ler, comprar as folhas, e a gente fica notória sem despender nada. Não nos envergonhemos de viver na rua; é muito mais fresco.
Aqui tocamos o ponto essencial. O capoeira está nesta matéria como Crébilon em matéria de teatro. Perguntou-se a este, por que compunha peças de fazer arrepiar os cabelos; ele respondeu que, tendo Racine tomado o céu para si e Corneille a terra, não lhe restava mais que o inferno em que se meteu. O mesmo acontece ao capoeira. Não pode distribuir mimos espirituais, ou drogas infalíveis, todos os porcos nascem-lhe com uma cabeça, nenhum meio de ocupar os outros com a sua preciosa pessoa. Recorre à navalha, espalha facadas, certo de que os jornais darão notícias das suas façanhas e divulgarão os nomes de alguns.
Já o leitor adivinhou o meu medicamento. Não se pode falar com gente esperta; mal se acaba de dizer uma coisa, conclui logo a coisa restante. Sim, senhor, adivinhou, é isso mesmo: não publicar mais nada, trancar a imprensa às valentias da capoeiragem. Uma vez que se não dê mais notícia, eles recolhem-se às tendas, aborrecidos de ver que a crítica não anima os operosos.
Logo depois a autoridade, tendo à mão algumas associações, becos e suspensórios ainda sem título, entra pelas tendas e oferece aos nossos Aquiles uma compensação de publicidade. Vitória completa: eles aceitam o derivativo, que os traz ao céu de Racine e à terra de Corneille, enquanto as navalhas, restituídas aos barbeiros, passarão a escanhoar os queixos da gente pacífica. Ex fumo dare lucem.
Para alguns, segundo o texto, qual o motivo da possível explosão da capoeiragem?
 

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748421 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Expressando uma proporção entre medidas comparáveis, a escala do mapa é a razão, ou quociente, entre a distância no mapa e a distância que lhe corresponde na Terra, ou melhor, na sua superfície de referência. Assim, sendo um quociente, que em termos numéricos é representável por uma fração, quanto menor é o denominador,maior é a escala, ou seja, menos vezes a realidade é reduzida e, portanto, maior pode ser a quantidade e a qualidade da informação representada. A escala pode ser representada também na sua forma gráfica.
Enunciado 748421-1
Disponível em: http://www.geografando.com/
A análise dos mapas quanto as suas escalas permite-nos concluir que...
 

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748287 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
De acordo com Roberto Lobato Correa no livro, O Espaço Urbano, o processo de produção dos espaço urbano conta com agentes produtores, dividido, da seguinte forma: os proprietários dos meios de produção, sobretudo os grandes industriais; os proprietários fundiários; os promotores imobiliários; o Estado e finalmente os grupos sociais excluídos.
Cada agente é citado nas alternativa abaixo, as quais demonstram o papel que cada um desempenha no processo dialético de construir e reconstruir o meio urbano, exceto?
 

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747103 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
O processo de urbanização brasileiro, acelerado, fez com que surgissem uma série de problemas de infraestrutura nas cidades brasileiras. Visando estabelecer regras para política urbana nacional foi criado o Estatuto das Cidades, pelo Governo Federal, e em escala municipal existe o Plano Diretor, a respeito deste último, julgue as afirmativas abaixo:
I. É obrigatório para municípios que têm mais de 20 mil habitantes e/ou fazem parte de regiões metropolitanas.
II. Municípios turísticos ou que têm grandes obras que colocam o meio ambiente em risco ou que mudam muito a região, como aeroportos, rodovias, barragens ou hidrelétricas, são obrigados a ter plano diretor.
III. Ele organiza o crescimento e o funcionamento do município, ou seja, para as áreas urbanas e também para as rurais.
IV. O objetivo é a correção das distorções inseridas no processo histórico de ocupação, garantindo a todos o direito a um espaço equilibrado.
De acordo com as afirmativas são verdadeiras:
 

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