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Foram encontradas 39 questões.

Dentro de los sintagmas nominales abajo uno no presenta el determinante destacado. Señala la opción donde no encontramos este unidad marginal:
 

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LA MURALLA
Para hacer esta muralla,
tráiganme todas las manos:
los negros, sus manos negras,
los blancos, sus blancas manos.
Ay,
una muralla que vaya
desde la playa hasta el monte,
desde el monte hasta la playa, bien,
allá sobre el horizonte.
—¡Tun, tun!
—¿Quién es?
—Una rosa y un clavel…
—¡Abre la muralla!
—¡Tun, tun!
—¿Quién es?
—El sable del coronel…
—¡Cierra la muralla!
—¡Tun, tun!
—¿Quién es?
—La paloma y el laurel…
—¡Abre la muralla!
—¡Tun, tun!
—¿Quién es?
—El alacrán y el ciempiés…
—¡Cierra la muralla!
Al corazón del amigo,
abre la muralla;
al veneno y al puñal,
cierra la muralla;
al mirto y la hierbabuena,
abre la muralla;
al diente de la serpiente,
cierra la muralla;
al ruiseñor en la flor,
abre la muralla…
Alcemos una muralla
juntando todas las manos:
los negros, sus manos negras,
los blancos, sus blancas manos.
Una muralla que vaya
desde la playa hasta el monte,
desde el monte hasta la playa, bien,
allá sobre el horizonte…
GUILLÉN, Nicolas. La paloma de vuelo popular, en Obra poética 1920-1972, La Habana, Instituto Cubano del Libro, 1972.
Sobre el uso del discurso directo e indirecto en el poema, señale la opción correcta:
 

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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(14 de março de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Trago aqui no bolso um remédio contra os capoeiras. Nem tenho dúvida em dizer que é muito superior ao célebre Xarope do Bosque, que fez curas admiráveis e até milagrosas, até princípios de 1856, decaindo em seguida, como todas as coisas deste mundo. A minha droga pode dizer-se que tem em si o sinal da imortalidade.
Agora, principalmente, que a guarda urbana foi dissolvida, entregando ontem os refles, receiam alguns que haja uma explosão de capoeiragem (só para os moer), enquanto que outros creem que a substituição da guarda é bastante para fazer recuar os maus e tranquilizar os bons. Hão de perdoar-me: eu estou antes com o receio do que com a esperança, não tanto porque acredite na explosão referida, como porque desejo vender a minha droga. Pode ser que haja nesta confissão uma ou duas gramas de cinismo; mas o cinismo, que é a sinceridade dos patifes, pode contaminar uma consciência reta, pura e elevada, do mesmo modo que o bicho pode roer os mais sublimes livros do mundo.
Vamos, porém, à droga, e comecemos por dizer que estou em desacordo com todos os meus contemporâneos, relativamente ao motivo que leva o capoeira a plantar facadas nas nossas barrigas. Diz-se que é o gosto de fazer mal, de mostrar agilidade e valor, opinião unânime e respeitada como um dogma. Ninguém vê que é simplesmente absurda.
Com efeito, não duvido que um ou outro, excepcionalmente, nutra essa perversão de entranhas; mas a natureza humana não comporta a extensão de tais sentimentos. Não é crível que tamanho número de pessoas se divirtam em rasgar o ventre alheio, só para fazer alguma coisa. Não se trata de vivissecção, em que um certo abuso, por maior que seja, é sempre científico, e com o qual só padece cachorro, que não é gente, como se sabe. Mas como admitir tal coisa com homem e fora do gabinete?
Bastou-me fazer esta reflexão, para descobrir a causa das facadas anônimas e adventícias, e logo o medicamento apropriado. Veja o leitor se não concorda comigo?
Capoeira é homem. Um dos característicos do homem é viver com o seu tempo. Ora, o nosso tempo (nosso e do capoeira) padece de uma coisa que poderemos chamar – erotismo de publicidade. Uns poderão crer que é achaque, outros que é uma recrudescência de energia, porque o sentimento é natural. Seja o que for, o fato existe, e basta andar na aldeia sem ver as casas, para reconhecer que nunca esta espécie de afecção chegou ao grau em que a vemos.
Sou justo. Há casos em que acho a coisa natural. Na verdade, se eu, completando hoje cinquenta anos, janto com a família e dois ou três amigos, por que não farei participante do meu contentamento este respeitável público? Embarco, desembarco, dou ou recebo um mimo, nasce-me um porco com duas cabeças, qualquer caso desses pode muito bem figurar em letra redonda, que dá vida a coisas muito menos interessantes. E, depois, o nome da gente, em letra redonda, tem outra graça, que não em letra manuscrita; sai mais bonito, mais nítido, mete-se pelos olhos dentro, sem contar que pessoas que hão de ler, comprar as folhas, e a gente fica notória sem despender nada. Não nos envergonhemos de viver na rua; é muito mais fresco.
Aqui tocamos o ponto essencial. O capoeira está nesta matéria como Crébilon em matéria de teatro. Perguntou-se a este, por que compunha peças de fazer arrepiar os cabelos; ele respondeu que, tendo Racine tomado o céu para si e Corneille a terra, não lhe restava mais que o inferno em que se meteu. O mesmo acontece ao capoeira. Não pode distribuir mimos espirituais, ou drogas infalíveis, todos os porcos nascem-lhe com uma cabeça, nenhum meio de ocupar os outros com a sua preciosa pessoa. Recorre à navalha, espalha facadas, certo de que os jornais darão notícias das suas façanhas e divulgarão os nomes de alguns.
Já o leitor adivinhou o meu medicamento. Não se pode falar com gente esperta; mal se acaba de dizer uma coisa, conclui logo a coisa restante. Sim, senhor, adivinhou, é isso mesmo: não publicar mais nada, trancar a imprensa às valentias da capoeiragem. Uma vez que se não dê mais notícia, eles recolhem-se às tendas, aborrecidos de ver que a crítica não anima os operosos.
Logo depois a autoridade, tendo à mão algumas associações, becos e suspensórios ainda sem título, entra pelas tendas e oferece aos nossos Aquiles uma compensação de publicidade. Vitória completa: eles aceitam o derivativo, que os traz ao céu de Racine e à terra de Corneille, enquanto as navalhas, restituídas aos barbeiros, passarão a escanhoar os queixos da gente pacífica. Ex fumo dare lucem.
Qual o medicamento sugerido, no texto, para combater a violência dos capoeiras?
 

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Duerme duerme negrito
que tu mama está en el campo negrito
Duerme duerme negrito
que tu mama está en el campo negrito
Te va a traer codornices para ti
te va a traer rica fruta para ti
te va a trae carne de cerdo para ti
te va a traer muchas cosas para ti
y si el negro no se duerme
viene el diablo blanco y !zaz!
le come la patita chacapumba,
chacapumba, chacapumba, chacapumba,
chacapumba, chacapumba.
Duerme duerme negrito
que tu mamá está en el campo negrito
Trabajando, trabajando duramente trabajando sí
trabajando y no le pagan trabajando sí
trabajando y va tosiendo trabajando sí
trabajando y va de luto trabajando sí
pa'l negrito chiquitito trabajando sí
pa'l negrito chiquitito trabajando sí
va de luto sí
va tosiendo si
duramente
Duerme duerme negrito
que tu mama está en el campo negrito
Duerme duerme negrito
que tu mama está en el campo negrito.
Yupanqui, Atahualpa. Asesado en: 04 de marzo
de 2015. Disponible en: http://www.cifras.com.br/cifra/atahualpayupanqui/ duerme-negrito.
En la lengua española es diminutivo puede señalar que el sujeto quiere disminuir un objeto o persona designada – de manera despectiva o no - o mismo indicar una intención emotiva o apelativa. En los casos abajo apunte la opción que no tiene ninguna de estas dos intenciones:
 

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Marca la opción incorrecta con relación a la regencia verbal:
 

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En las frases abajo seleccione la que tiene las formas verbales mejores empleadas.
 

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UNA LECTURA GRADUADA HIPERTEXTUAL: VENTAJAS DEL HIPERTEXTO EN LA ENSEÑANZA DE E/LE
Las nuevas tecnologías han revolucionado muchas de las áreas de estudio en el campo de la enseñanza del Español como Lengua Extranjera (E/LE), entre ellas la de la comprensión lectora. No obstante, a pesar de la existencia de material de lectura en formato hipertextual, no hay mucho publicado en el ámbito de la lectura extensiva y en concreto, en el de las lecturas graduadas; es decir, no tenemos demasiado material en forma de historias originales no adaptadas, escritas con fines didácticos en las cuales una serie de personajes se ven envueltos en una trama con un desenlace final. En esta comunicación se pretende alcanzar dos objetivos: (1) en primer lugar, y con el fin de contribuir en el campo del diseño de material de lectura multimedia, proponer un modelo de lectura graduada que, aprovechando todas aquellas características que diferencian al hipertexto de un texto tradicional, explote todas las ventajas que ofrece este formato para la práctica de la lectura extensiva en E/LE; (2) en segundo lugar, y con el fin de analizar desde el punto de vista cognitivo la comprensión textual en entornos multimedia, describiremos el modelo cognitivo de Chun y Plass (1997) y su repercusión en el diseño de ayudas multimedia para la comprensión lectora.
El modelo de lectura graduada que aquí proponemos es del tipo "Elige tu propia aventura". Es decir, el lector, de manera interactiva y a medida que lee, decide, de entre una serie de opciones, cómo va a continuar la historia. El formato hipertextual y su sistema de enlaces electrónicos permite que el paso de una opción a otra sea rápido y práctico, pudiendo el alumno, en caso de que no le guste la opción elegida, volver atrás y elegir otra de las opciones propuestas sin necesidad de pasar páginas, perder el punto, marcar las páginas con encrucijadas para volver a ellas más tarde, etc. Si el alumno está satisfecho con la opción elegida, pero llega a uno de los varios finales, puede empezar la lectura de nuevo, o si lo prefiere, volver, siempre por medio de enlaces electrónicos, a la última encrucijada. Esta opción aparece siempre que hay un final u otra encrucijada. De esta manera el alumno no siente que se está perdiendo una de las muchas aventuras que ofrece la lectura puesto que sabe que siempre tendrá acceso a todos los caminos existentes.
Martínez, Bárbara M. Texto Adaptado.
Disponible: http://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/asele/pdf/12/12_0375.pdf.Acezado en 12 de marzo de 2015.
El texto:
1. Propone una lectura graduada dentro de un formato hipertextual.
2. Comprende que la lectura ocurre de manera igual sea en el formato hipertextual o formato impreso.
3. Apunta que el lector de este nuevo formato tiene una libertad dentro de las encrucijadas del texto.
 

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TÁCTICA Y ESTRATEGIA
Mi táctica es
mirarte
aprender como sos
quererte como sos
mi táctica es
hablarte
y escucharte
construir con palabras
un puente(I) indestructible
mi táctica es
quedarme en tu recuerdo
no sé cómo ni sé
con qué pretexto
pero quedarme con vos
mi táctica es
ser franco
y saber que sos franca
y que no nos vendamos
simulacros
para que entre los dos
no haya telón
ni abismos
Mi estrategia es
en cambio
más profunda y más
simple
Mi estrategia es
que un día cualquiera
no sé cómo ni sé
con qué pretexto
por fin me necesites.
BENEDETTI, Mario. Disponible:
http://www.ciudadseva.com/textos/poesia/ha/benedetti/tactica_y_estrategia.htm Acezado 12 de marzo de 2015.
Analizando el poema puede decirse que son verdaderas las alternativas:
I. I.“Puente” es un sustantivo masculino, pero que antiguamente podría ser femenino.
II. II.El yo lírico utiliza el voseo para referirse a su amada.
III. III.Simulacro tiene sentido de “Ficción, falsificación”.
 

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Variedades del español hablado en América: una aproximación educativa
La primera pregunta que cabe hacerse es si existe una realidad lingüística homogénea en Hispanoamérica. Evidentemente no existe, como no existe un español peninsular único y homogéneo. En el españolhispanoamericano hay diferencias, a veces notables, que sin embargo no llegan a ser tan profundas como para impedir la comprensión entre los hablantes de los distintos países. Hablamos de diversidad dentro de la unidad. Para entender el español hablado en Hispanoamérica, no sólo hay que tener en cuenta las diferencias lingüísticas de los distintos países y de las regiones que configuran estos; es preciso observar diferencias que tienen que ver con el nivel sociocultural de los hablantes, diferencias diastráticas, o con el tipo de población, zonas rurales y urbanas, hablantes monolingües o bilingües, pues estos son factores que inciden, sin duda, en la variación lingüística. En este sentido, las normas lingüísticas populares de diferentes regiones tienen mayor diferenciación entre sí que lasnormas cultas de esas mismas regiones. El factor cultural, y en especial la escolarización, es un elemento nivelador que influye en la homogenización de las lenguas. (...)
Existen además factores históricos que permiten explicar la diversificación dialectal del español americano, como la procedencia de los contingentes de población que colonizaron el continente americano y su distribución regional.(...)
La influencia de las lenguas amerindias en las áreas de bilingüismo histórico son también un factor de diferenciación importante, como veremos. Por otra parte, la propia evolución de las variedades de español americanas han contribuido a enriquecer la diversidad del español americano, principalmente en la lengua oral popular. Las más estudiadas son las de carácter léxico y semántico, lo que no quiere decir que no haya también diferencias morfosintácticas. Pongamos algún ejemplo que ilustre las diferencias léxicas. En México podemos escuchar a alguien la frase siguiente: vio el carro de bomberos y se paró en la banqueta, que en español peninsular correspondería a ‘vio el coche de bomberos y se quedó de pie en la acera’ o pon la cajeta en la cajuela, güerito ‘mete el dulce de leche en el maletero del coche, rubito’. Igualmente podemos oír en Argentina si querés comprar una pollera, tomá esta vereda y a las tres cuadras entrá en un negocio que tiene las vidrieras regrandes, esto es, ‘si quieres comprar una falda, ve por esta acera y a las tres manzanas entra en una tienda que tiene los escaparates muy grandes’. (...)
En definitiva, el español hablado en América se muestra como un extenso complejo de variedades dialectales que contribuyen a enriquecer la lengua española.
ALCAINE, Azucena Palacios Alcaine. Asesado en:05 de marzo de 2015. Disponible en:
https://www.uam.es/personal_pdi/filoyletras/alcaine/UIMP.pdf.
El articulo trata de la variación lingüística en dos grupos lingüísticos separados por límites geográficos. Abajo encontramos algunos ejemplos léxicos de esta variedad frente al peninsular en los ejemplos:
I. El carro de los bomberos. / El coche de los bomberos.
II. Juan paró en la banqueta. / Juan se paró en la acera.
III. La pollera es más alegre. / La falda es más alegre.
IV. ¡Que chévere! / ¡Que bonito!
 

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EL ENVEJECIMIENTO
Es un proceso biológico que forma parte de la vida. Se inicia en el momento del nacimiento y cronológicamente se envejece al cumplir años. El ser humano llega a la madurez y alcanza la plenitud de su vida cuando sus facultades físicas (agilidad, resistencia) y sus facultades intelectuales (análisis, astucia, habilidades, pensamiento, conocimiento, etc.) se encuentran en perfecto equilibrio. El momento en el que una de estas facultades se comienza a perder, se inicia el proceso de envejecimiento. Este cambio se produce de manera imperceptible y muy lenta, evidenciándose cuando no se pueden realizar algunas tareas de la misma forma que se realizaban antes. Hay que diferenciar entre envejecimiento cronológico y envejecimiento patológico. El envejecimiento cronológico viene marcado por la fecha de nacimiento: es la vista cansada, la pérdida de oído, los dolores, el enlentecimiento motor…, todos esos “achaquillos” que trae consigo la edad. Por otro lado está el envejecimiento patológico, que es cuando aparece una enfermedad. Este envejecimiento no tiene que ver con la edad cronológica (el cerebro puede envejecer de forma independiente del resto del cuerpo) y, por ejemplo, se puede dar una demencia en personas que, por edad, podrían estar activas laboralmente. Puede haber jóvenes de 70 años y viejos de 45.
Hay que destacar el enorme el salto que se da entre la edad denominada adulta y el inicio de la época llamada vejez. Este salto provoca una desestabilización de las personas mayores (sin olvidar que se trata de personas mayores sanas, sin demencia): de repente se ven sin obligaciones, pierden su rol de “autoridad paterna” al independizarse los hijos, no tienen una actividad laboral en la que puedan reconocer y demostrar su valía, tienen que llenar un montón de horas a lo largo del día, no conocen (o no están acostumbrados) los recursos que hay en la comunidad donde residen y se ven con menos ganas de salir a divertirse porque “ya no están para esas cosas”. Esto es muy duro. Un factor muy importante a tener en cuenta es que, a la velocidad que se están llevando a cabo los cambios sociales y ambientales, a las personas mayores les resulta muy difícil asimilarlos física y emocionalmente, provocándoles sentimientos negativos que les llevan, muchas veces, a desarrollar enfermedades.
Hoy, asistimos a un envejecimiento de la sociedad sin precedentes. Sin embargo, este notable incremento de edad no se debe a que la vejez se haya postergado, sino a que el hombre ha podido controlar su medio ambiente, disminuyendo notablemente la muerte prematura. Estudios de historia permiten afirmar que en la Antigua Roma el promedio de vida sólo alcanzaba los 22 años. Esta corta expectativa de vida se mantuvo muchos siglos, ya que hasta hace apenas 150 años las posibilidades de vida al nacer eran aún de 30 años. Ha sido en el último siglo cuando todo ha cambiado: hoy la probabilidad de vida en el mundo, como promedio, alcanza los 65 años y, en algunos países desarrollados, ya se están alcanzando los 80 años.
España no escapa a este nuevo cambio, y se calcula que será el país de la Unión Europea con mayor proporción de jubilados (35,6%) y menos personas en edad de trabajar (52,9%) sobre el total de la población en el año 2050. Viviremos en una sociedad en la que una de cada tres personas tendrá más de 65 años, por lo tanto hay que buscar nuevos caminos para propiciar la interacción entre generaciones. La cohesión social entre jóvenes y mayores será una prioridad en las soluciones que se aporten al desafío del envejecimiento poblacional. Hay que encontrar una manera de seguir apoyando a las personas mayores sin considerarlas una carga para la sociedad. Para conocer el enfoque desde el que deben intervenir o trabajar las personas que rodean al enfermo de Alzheimer, es muy importante saber cuál es el punto de partida más habitual en el que se encuadra la enfermedad: una edad avanzada (aunque cada vez aparecen casos más jóvenes) y una serie de dificultades provocadas no sólo por la edad, sino por el concepto social de las personas mayores.
Texto adaptado. Disponible en:
http://www.juntadeandalucia.es/educacion/portal/com/bin/Contenidos/PSE/participacion/guiasfamilias/20131030_ProyectoEscol arAlzheimer/1383140890980_guxa.pdf
En el texto podemos decir que:
 

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