Foram encontradas 370 questões.
Em uma urna há 2 bolas brancas e 3 pretas. Serão escolhidas aleatoriamente, com reposição, 6 bolas dessa urna. A probabilidade de que sejam sorteadas 4 bolas brancas e 2 pretas é
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Dois vetores, \( \vec{u}=(2,0,1) \) e \( \vec{v}=(0,3,1) \), determinam um paralelogramo, como ilustrado na figura.

A área desse paralelogramo é
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O valor de \( \int\limits_{{\large{\pi \over 6}}}^{{\large{\pi \over 2}}} e^{\sin x} . \cos x.dx \) é
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Projetando-se o vetor \( \vec{u}=(-1,2,2) \) ortogonalmente sobre o vetor \( \vec{u}=(3,0,4) \), obtém-se um segmento cujo comprimento é
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Seja y(x) a solução do problema de valor inicial
\( \begin{cases}y^"-3y^' +2y=0 \\ y(0)=4 \\ y(In2)=10 \end{cases} \)
O valor de y(1) é
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Considere a transformação linear de \( IR^3 \) e \( IR^2 \), definida por \( T(x,y,z)=(2x-y, y+z) \). Assinale a opção que corresponde a um vetor pertencente ao núcleo de T.
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Seja f uma função de \( IR^3 \) em \( IR \) definida por \( f(x,y,z)=xy+In(z^2+1) \). Determine o gradiente de f no ponto (2, 0 ,1).
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Seja \( y=A.x+B \) a equação da reta tangente ao gráfico de \( y=x^3-6.x^2+11.x-5 \) no ponto (1,-1). O valor de A + B é
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Texto II
Os medos dos profissionais
De um lado, estão as empresas, que exigem que seus funcionários cumpram metas e prazos agressivos, sejam pró-ativos, criativos, ousados, trabalhem em equipe, entre uma série de funções. No outro lado, existe o próprio funcionário, que, por conta dessas exigências, vive se perguntando se ele está no caminho certo, se é um bom profissional, se age de acordo com os ideais da organização. E rodeando esses dois lados, está o medo, sentimento comum a todos os seres humanos. Saiba que o medo, na medida exata, pode ser benéfico. Mas, em exagero, pode atrapalhar, e muito, a sua carreira.
O medo é fundamental para a sobrevivência das espécies, segundo os especialistas, pois, sem o medo, seria fácil encontrar um rato enfrentando um leão ou um motorista dirigindo sem nenhum cuidado ou atenção. No entanto, a importância e o peso que esse sentimento tem muda conforme a cultura do país. “No Japão, por exemplo, perder o emprego é visto de forma dramática. Em casos extremos, muitos chegam a cometer o suicídio”, explica José Roberto Heloani, professor da Fundação Getúlio Vargas.
No campo profissional, o impacto do medo nas pessoas foi mais fortemente percebido nas duas ou três últimas décadas. E isso não significa que nossos pais não tivessem medo de perder o emprego ou não temessem o insucesso. Com o desenvolvimento da economia, houve o crescimento do medo. Assim como a economia é muito dinâmica, as empresas passaram a exigir que seus funcionários também se tornassem mais competitivos e que acompanhassem as constantes mudanças nas organizações. “Se num passado recente, nossos pais permaneciam 20 ou 30 anos em uma mesma empresa, hoje, essa realidade é completamente diferente. Antes, as funções eram claras. Hoje, as regras podem mudar a qualquer momento, e isso gera uma série de temores e fantasmas”, explica José Roberto Heloani.
Com esse cenário, é muito comum que os profissionais passem a ter dúvidas sobre a sua identidade pro fissional e seus próprios interesses naquela organização. O contrário também é válido. “Portanto, ‘Quem sou eu?’ e ‘O que sou capaz de fazer?’ são duas grandes perguntas do mundo corporativo”, explica o professor. Complementando este cenário, as pessoas passaram a fazer o trabalho que antes era feito por duas ou, às vezes, até três pessoas. Além disso, chegam cedo, saem tarde, alimentam-se mal, dormem mal e pouco e ainda estão submetidas a altas cargas de stress. Não há como não se sentir pressionado pelo trabalho! E toda essa pressão pode gerar diversos medos nos profissionais como: medo de tirar férias, de liderar equipes, medo de opinar, medo de ser demitido, entre outros.
LIMAS, Daniel. Disponível em: <http:www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=10266> Acesso em: 06 nov. 2008. (Adaptado)
Analise as frases a seguir, quanto ao emprego da(s) vírgula(s).
I - As pessoas, em geral, têm medo de perder o emprego.
II - O medo, quando não é excessivo até ajuda.
III - Alguém pode afirmar, nunca ter sentido medo?
A(s) vírgula(s) está(ão) corretamente empregada na(s) frase(s)
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Texto II
Os medos dos profissionais
De um lado, estão as empresas, que exigem que seus funcionários cumpram metas e prazos agressivosA), sejam pró-ativos, criativos, ousados, trabalhem em equipe, entre uma série de funções. No outro lado, existe o próprio funcionário, que, por conta dessas exigências, vive se perguntando se ele está no caminho certo, se é um bom profissional, se age de acordo com os ideais da organização. E rodeando esses dois lados, está o medo, sentimento comum a todos os seres humanos. Saiba que o medo, na medida exata, pode ser benéfico. Mas, em exagero, pode atrapalhar, e muito, a sua carreiraB).
O medo é fundamental para a sobrevivência das espécies, segundo os especialistas, pois, sem o medo, seria fácil encontrar um ratoC) enfrentando um leão ou um motorista dirigindo sem nenhum cuidado ou atenção. No entanto, a importância e o peso que esse sentimento tem muda conforme a cultura do país. “No Japão, por exemplo, perder o emprego é visto de forma dramática. Em casos extremos, muitos chegam a cometer o suicídio”, explica José Roberto Heloani, professor da Fundação Getúlio Vargas.
No campo profissional, o impacto do medo nas pessoas foi mais fortemente percebido nas duas ou três últimas décadas. E isso não significa que nossos pais não tivessem medo de perder o emprego ou não temessem o insucessoD). Com o desenvolvimento da economia, houve o crescimento do medo. Assim como a economia é muito dinâmica, as empresas passaram a exigir que seus funcionários também se tornassem mais competitivos e que acompanhassem as constantes mudanças nas organizaçõesE). “Se num passado recente, nossos pais permaneciam 20 ou 30 anos em uma mesma empresa, hoje, essa realidade é completamente diferente. Antes, as funções eram claras. Hoje, as regras podem mudar a qualquer momento, e isso gera uma série de temores e fantasmas”, explica José Roberto Heloani.
Com esse cenário, é muito comum que os profissionais passem a ter dúvidas sobre a sua identidade pro fissional e seus próprios interesses naquela organização. O contrário também é válido. “Portanto, ‘Quem sou eu?’ e ‘O que sou capaz de fazer?’ são duas grandes perguntas do mundo corporativo”, explica o professor. Complementando este cenário, as pessoas passaram a fazer o trabalho que antes era feito por duas ou, às vezes, até três pessoas. Além disso, chegam cedo, saem tarde, alimentam-se mal, dormem mal e pouco e ainda estão submetidas a altas cargas de stress. Não há como não se sentir pressionado pelo trabalho! E toda essa pressão pode gerar diversos medos nos profissionais como: medo de tirar férias, de liderar equipes, medo de opinar, medo de ser demitido, entre outros.
LIMAS, Daniel. Disponível em: <http:www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=10266> Acesso em: 06 nov. 2008. (Adaptado)
Substituindo-se o complemento verbal destacado pelo pronome pessoal oblíquo átono correspondente, a forma INCORRETA, segundo o registro culto e formal da língua, é
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