Foram encontradas 210 questões.
Leia os trechos adaptados de José Luiz Rossi, A sociedade do conhecimento, para assinalar a opção correta.
(A) Esse é um fenômeno que mudará o perfil da população mundial nos próximos anos. O aumento da expectativa de vida é um fenômeno que já vem ocorrendo nos últimos 300 anos, mas a redução da população jovem é um fato relativamente novo, cujas
conseqüências socioeconômicas ainda não foram totalmente exploradas.
(B) Estamos falando de transformações que ocorrerão em virtude das maiores mudanças demográficas ocorridas desde que o homem começou a se organizar em sociedades. Uma delas é a diminuição da população jovem em todos os países desenvolvidos,
e também em países como o Brasil e a China, onde a taxa de natalidade já está abaixo da de reposição de 2,2 por cento por mulher em idade reprodutiva.
(C) A outra transformação é nas características da força de trabalho. Até o início do século XX, a maior parte dos trabalhos eram manuais. Cinqüenta anos depois, a indústria foi o grande empregador. Hoje, a força de trabalho que mais cresce, e que já é maior em números absolutos, é a dos "trabalhadores do conhecimento", valorizados mais pelo conhecimento especializado do que por qualquer outra característica.
(D) Nos últimos meses, verificou-se que a nova economia não substituirá de todo a velha economia, mas, sim, conviverá com ela, transformando-a por meio de profunda integração entre as empresas e de disseminação quase infinita do conhecimento. Entretanto, dois outros fenômenos também influenciarão nosso meio de vida.
Para que os trechos constituam um texto coeso e coerente, sua ordenação deve ser:
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- Controle de ConstitucionalidadeControle Abstrato ou ConcentradoADI: Ação Direta de inconstitucionalidade
Suponha que certa câmara legislativa municipal edite uma lei - flagrantemente inconstitucional - que restringe a atividade de fiscalização dos Auditores Fiscais da Receita Federal com relação aos habitantes do mesmo município. À vista disso, assinale
a opção correta.
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O homem é moderno na medida das senhas de que ele é escravo para ter acesso à vida. Não é mais o senhor de seu direito constitucional de ir-e-vir. A senha é a senhora absoluta. Sem senha, você fica sem seu próprio dinheiro ou até sem a vida.
No cofre do hotel, são quatro algarismos; no seu home bank, seis; mas para trabalhar no computador da empresa, você tem que digitar oito vezes, letras e algarismos. A porta do meu carro tem senha; o alarme do seu, também. Cada um de nossos cartões tem senha.
Se for sensato, você percebe que sua memória não pode ser ocupada com tanta baboseira inútil. Seus neurônios precisam ter finalidade nobre. Têm que guardar, sim, os bons momentos da vida. Então, desesperado, você descarrega tudo na sua agenda eletrônica, num lugar secreto que só senha abre. Agora só falta descobrir em que lugar secreto você vai guardar a senha do lugar secreto que guarda as senhas.
(Alexandre Garcia, Abre-te sésamo, com adaptações)
Julgue os itens a respeito das idéias do texto.
I. Depreende-se do texto que o autor se coloca na posição de quem se exclui da sociedade informatizada.
II. O texto argumenta contra a modernidade, propondo como idéia principal que um direito constitucional, ora desrespeitado, deve ser o ideal a almejar.
III. Depreende-se do texto que comportamentos sensatos poupam a memória para finalidades mais nobres e evitam qualquer procedimento ligado à informatização.
IV. O segundo parágrafo constitui-se apenas de exemplos e ilustrações que explicam e justificam a última oração do parágrafo anterior, sem ampliar a reflexão.
Assinale a opção correta.
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Assinale, entre os seguintes benefícios da seguridade social do servidor, aquele que não é devido ao seu dependente.
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- O imposto territorial rural incidente sobre um imóvel, em cujo título aquisitivo conste ter sido quitado, sub-roga-se na pessoa do respectivo adquirente?
- Neste caso, o tabelião em cujas notas foi feita a escritura responde pelo imposto?
- A incorporação de uma instituição financeira por outra, a bem da segurança do sistema financeiro, e mediante o assentimento da autoridade competente, extingue as obrigações da incorporada?
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Marque o segmento do texto que foi transcrito com erro gramatical.
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Suponha que um decreto do Presidente da República estabeleça um teto para os vencimentos dos servidores públicos federais. Quanto a esse ato, assinale a opção correta.
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By RICHARD PÉREZ-PEÑA and JAMES C. McKINLEY Jr.
New Yorkers say their region stands alone in all sorts of ways. But few citizens of this sprawling city and state know it is the undisputed leader in an undesirable arena: government debt.
New York City and New York State are far and away the largest debtors in the nation, outside the federal government. The city has $42 billion in loans outstanding, and the state has $38 billion.
No one else is even close, the State of California running a distant third, at $25 billion.
Now, as New York navigates the narrow fiscal straits brought on by recession and the Sept. 11 attack, and surpluses have given way to yawning deficits, those debts loom larger, fiscal monitors say. The state and city each spend about $4 billion a year on debt payments, limiting the money available to weather a crisis without cutting essential services or resorting to fiscal gimmicks that push today's costs onto future generations.
In announcing his budget plan last week, Mayor Michael R. Bloomberg proposed that the city take on even more debt, $1.5 billion, to help cover a $4.7 billion budget gap. That would mean selling bonds to cover day-to-day expenses, something the city has not done since the fiscal crisis of the 1970's.
Mr. Bloomberg acknowledged that doing so was an extraordinary step, and all but pleaded with bond-rating agencies to accept the tactic, promising that borrowing to reduce coming years' deficits would not become an annual tool. The mayor also wants to refinance some debt, to reduce the interest payments over the next several years to get through this tough stretch.
Borrowing money can play an important, valued role in government - one accepted by even the most conservative critics - when it is used to pay for high-cost, long-lasting assets like bridges, railroads and power plants that would otherwise take decades to buy. The question, then, is not whether to borrow, but to what degree.
In the writers' view the problem is
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