Foram encontradas 80 questões.
De acordo com a teoria do bem estar social, os mercados competitivos promovem uma alocação de recursos caracterizada pelo fato de ninguém poder melhorar sua situação sem causar prejuízos a outras pessoas. Essa definição é chamada:
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O seguro·desemprego é um exemplo de:
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Certo mercado competitivo apresente as seguintes curvas de demanda e oferta:
- Demanda: Qd = 100 - 8 P
- Oferta: Qº" = 50 + 2 P
- Oferta: Qº" = 50 + 2 P
onde Qd e Qº" são as quantidades demandadas e ofertadas, respectivamente, e P indica o preço de mercado. A quantidade vendida em equilíbrio é:
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A VIDA BOA E O PAÍS-PARAlSO
Todos, brasileiros ou não, somos seres de transição, divididos entre um sonho de paz e, por outro lado, a velocidade da corrida que chamamos de sucesso, seja ele feito de abundância de bens que demonstram nosso status, de poder ou notoriedade.( ... )
Mais radicalmente, ficamos a cavalo entre dois desejos. O desejo de um mundo em que - com a bênção da providência divina, irresistivel dispensadora de destinos - saberiamos aceitar nossa condição e, dentro de seus limites, construir alguma felicidade; e, por outro lado, o desejo de um mundo indefinido, no qual nossa condição poderia ser mudada e melhorada e em que, para isso poderiamos contar só com nossos esforços, sem esperar o bingo da graça divina. Em suma, praticamos duas representações opostas da felicidade: a vida boa e o sucesso.
A vida boa, em princípio, é o ideal de felicidade das saciedades tradicionais e era o Ideal da nossa antes da modernidade (embora, como dissemos, continue conosco). Para a vida boa, é necessêrio satisfazer o essencial e cultivar a arte de fazer uma festa tranquila, com pouca coisa. A técnica da vida boa é simples e antiga (a filosofia helenistica era mestre nela): é preciso saber se satisfazer não só realizando nossos desejos, mas tambêm, e sobretudo, conseguindo desejar um pouco menos.
O ideal de sucesso, ao contrário, é um sonho moderno e, a rigor, não tanto uma representação da felicidade quanto o direito (e a obrigação) de correr atrás. Para a modernidade, o que conta é a procura que motiva a mobilidade social: ser insatisfeito é ser moderno. A felicidade como condição estável, do ponto de vista moderno, sobra para os primitivos.
Entre esses dois sonhos - um desejo infinito de sucesso que nos empurra e a tranquilidade da vida boa - oscilamos, como en- Ire cidade e subúrbio, vida ativa e aposentadoria, etc. Um herói recente conseguiu conciliar os dois: Forrest Gump. O rei dos camarões - acionista da Apple Computars achando que é um negócio de frutas - consegue o imposslvel: encontra o sucesso sem deixar a simplicidade da vida boa. Mas quem topa ser como ele?
(Contando CaIligaris, Jornal D Globo, 1 de dezembro de 2009, adaptado)
Dentre as frases abaixo, aquela em que o termo o tem valor semântico diverso dos demais é:
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O deputado Creso pretende apresentar projeto de lei majorando os benefícios previdenciários, não indicando, porém, a fonte de custeio, apenas aduzindo que os valores devem ser originados do tesouro nacional. No sistema constitucional atual, tal projeto:
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O principal problema inerente à cobrança do Imposto de renda pessoa jurídica (IRPJ) é que ele pode contrariar os princípios:
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A VIDA BOA E O PAÍS-PARAlSO
Todos, brasileiros ou não, somos seres de transição, divididos entre um sonho de paz e, por outro lado, a velocidade da corrida que chamamos de sucesso, seja ele feito de abundância de bens que demonstram nosso status, de poder ou notoriedade.( ... )
Mais radicalmente, ficamos a cavalo entre dois desejos. O desejo de um mundo em que - com a bênção da providência divina, irresistivel dispensadora de destinos - saberiamos aceitar nossa condição e, dentro de seus limites, construir alguma felicidade; e, por outro lado, o desejo de um mundo indefinido, no qual nossa condição poderia ser mudada e melhorada e em que, para isso poderiamos contar só com nossos esforços, sem esperar o bingo da graça divina. Em suma, praticamos duas representações opostas da felicidade: a vida boa e o sucesso.
A vida boa, em princípio, é o ideal de felicidade das saciedades tradicionais e era o Ideal da nossa antes da modernidade (embora, como dissemos, continue conosco). Para a vida boa, é necessêrio satisfazer o essencial e cultivar a arte de fazer uma festa tranquila, com pouca coisa. A técnica da vida boa é simples e antiga (a filosofia helenistica era mestre nela): é preciso saber se satisfazer não só realizando nossos desejos, mas tambêm, e sobretudo, conseguindo desejar um pouco menos.
O ideal de sucesso, ao contrário, é um sonho moderno e, a rigor, não tanto uma representação da felicidade quanto o direito (e a obrigação) de correr atrás. Para a modernidade, o que conta é a procura que motiva a mobilidade social: ser insatisfeito é ser moderno. A felicidade como condição estável, do ponto de vista moderno, sobra para os primitivos.
Entre esses dois sonhos - um desejo infinito de sucesso que nos empurra e a tranquilidade da vida boa - oscilamos, como en- Ire cidade e subúrbio, vida ativa e aposentadoria, etc. Um herói recente conseguiu conciliar os dois: Forrest Gump. O rei dos camarões - acionista da Apple Computars achando que é um negócio de frutas - consegue o imposslvel: encontra o sucesso sem deixar a simplicidade da vida boa. Mas quem topa ser como ele?
(Contando CaIligaris, Jornal D Globo, 1 de dezembro de 2009, adaptado)
O texto estabelece, para expressar a natureza do ser humano, uma dicotomia que nlio se traduz em termos de:
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A VIDA BOA E O PAÍS-PARAlSO
Todos, brasileiros ou não, somos seres de transição, divididos entre um sonho de paz e, por outro lado, a velocidade da corrida que chamamos de sucesso, seja ele feito de abundância de bens que demonstram nosso status, de poder ou notoriedade.( ... )
Mais radicalmente, ficamos a cavalo entre dois desejos. O desejo de um mundo em que - com a bênção da providência divina, irresistivel dispensadora de destinos - saberiamos aceitar nossa condição e, dentro de seus limites, construir alguma felicidade; e, por outro lado, o desejo de um mundo indefinido, no qual nossa condição poderia ser mudada e melhorada e em que, para isso poderiamos contar só com nossos esforços, sem esperar o bingo da graça divina. Em suma, praticamos duas representações opostas da felicidade: a vida boa e o sucesso.
A vida boa, em princípio, é o ideal de felicidade das saciedades tradicionais e era o Ideal da nossa antes da modernidade (embora, como dissemos, continue conosco). Para a vida boa, é necessêrio satisfazer o essencial e cultivar a arte de fazer uma festa tranquila, com pouca coisa. A técnica da vida boa é simples e antiga (a filosofia helenistica era mestre nela): é preciso saber se satisfazer não só realizando nossos desejos, mas tambêm, e sobretudo, conseguindo desejar um pouco menos.
O ideal de sucesso, ao contrário, é um sonho moderno e, a rigor, não tanto uma representação da felicidade quanto o direito (e a obrigação) de correr atrás. Para a modernidade, o que conta é a procura que motiva a mobilidade social: ser insatisfeito é ser moderno. A felicidade como condição estável, do ponto de vista moderno, sobra para os primitivos.
Entre esses dois sonhos - um desejo infinito de sucesso que nos empurra e a tranquilidade da vida boa - oscilamos, como en- Ire cidade e subúrbio, vida ativa e aposentadoria, etc. Um herói recente conseguiu conciliar os dois: Forrest Gump. O rei dos camarões - acionista da Apple Computars achando que é um negócio de frutas - consegue o imposslvel: encontra o sucesso sem deixar a simplicidade da vida boa. Mas quem topa ser como ele?
(Contando CaIligaris, Jornal D Globo, 1 de dezembro de 2009, adaptado)
Em 'A vida boa, em princípio, é o ideal.., a expressão sublinhada significa:
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No regime próprio de previdência dos servidores públicos, segundo a regra geral, a aposentadoria é posslvet em dois cargos:
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- Organização dos PoderesPoder ExecutivoPresidente e Vice-Presidente da RepúblicaAtribuições do Presidente da República
É competência privativa do Presidente da República, com possibilidade de delegação:
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