Foram encontradas 40 questões.
Durante a inspeção de uma adutora circular, um operador de determinada companhia de saneamento realizou duas voltas
completas no mesmo trajeto. Na primeira volta, manteve velocidade média de 36 km/h. Na segunda volta, reduziu a velocidade
média para 12 km/h. Considerando todo o percurso realizado (as duas voltas), qual foi a velocidade média total do operador?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em determinada companhia municipal de saneamento, um técnico precisa criar um código de identificação para ordens de
serviço, composto por 6 caracteres. As regras são as seguintes:
• Os dois primeiros caracteres devem ser consoantes maiúsculas, considerando o alfabeto com 26 letras; e
• Os quatro últimos caracteres devem ser números distintos entre si, diferentes de 0 e de 9.
Atendidas todas as condições, quantos códigos distintos podem ser formados?
• Os dois primeiros caracteres devem ser consoantes maiúsculas, considerando o alfabeto com 26 letras; e
• Os quatro últimos caracteres devem ser números distintos entre si, diferentes de 0 e de 9.
Atendidas todas as condições, quantos códigos distintos podem ser formados?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cinco servidores de determinada companhia de saneamento – Ana, Bruno, Carlos, Diego e Elisa – apresentaram relatórios com produtividades distintas. Sabe-se que:
• Ana produziu menos que Carlos e Diego;
• Carlos produziu menos que Elisa;
• Bruno produziu menos que Ana; e
• Elisa não foi a mais produtiva.
Com base nessas informações, é correto afirmar que:
• Ana produziu menos que Carlos e Diego;
• Carlos produziu menos que Elisa;
• Bruno produziu menos que Ana; e
• Elisa não foi a mais produtiva.
Com base nessas informações, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm
acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas
de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda
não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam
tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a
infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem
acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são
as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde
pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de
alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças
de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas
mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas
de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes
de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem
os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias
hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas
mais amplas.
Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por
investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na
construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm
acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas
de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda
não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam
tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a
infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem
acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são
as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde
pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de
alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças
de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas
mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas
de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes
de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem
os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias
hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas
mais amplas.
Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por
investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na
construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm
acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas
de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda
não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam
tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a
infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem
acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são
as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde
pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de
alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças
de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas
mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas
de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes
de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem
os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias
hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas
mais amplas.
Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por
investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na
construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm
acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas
de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda
não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam
tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a
infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem
acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são
as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde
pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de
alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças
de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas
mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas
de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes
de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem
os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias
hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas
mais amplas.
Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por
investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na
construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm
acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas
de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda
não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam
tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a
infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem
acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são
as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde
pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de
alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças
de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas
mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas
de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes
de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem
os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias
hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas
mais amplas.
Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por
investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na
construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm
acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas
de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda
não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam
tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a
infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem
acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são
as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde
pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de
alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças
de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas
mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas
de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes
de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem
os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias
hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas
mais amplas.
Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por
investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na
construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em um setor do SAAE de determinado município no estado de São Paulo, dois servidores divergiam sobre a melhor forma de
conduzir uma campanha institucional de conscientização sobre o uso racional da água. O administrador responsável pela
área defendia firmemente que sua proposta era a mais adequada para atingir a população do município. No entanto, visando
evitar o prolongamento do conflito e, ainda, preservar um clima organizacional harmonioso dentro do órgão público, ele
optou por ceder e permitir que a proposta do outro servidor fosse implementada, mesmo não concordando plenamente com
ela. Qual a estratégia de gestão de conflitos adotada pelo administrador?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container