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Texto 01
Leia o texto a seguir:
A executiva presa após chilique em avião porque prato não era de porcelana
A mulher era vice-presidente da Korean Air e atrasou um voo da empresa em que ela estava, na primeira classe. A razão é que serviram a ela macadâmias na embalagem original, e não em um pote de porcelana.
Em dezembro de 2014, Heather Cho (também chamada Cho Hyun-ah) estava em um voo da empresa entre EUA e Coreia do Sul. Ainda antes da decolagem, foi servido um pacote de macadâmias. Para Cho, a noz deveria ter sido entregue em uma tigela de porcelana, conforme o padrão da empresa, e não na embalagem original.
Heather Cho obrigou o piloto a tirar o avião da pista e taxiar de volta para o portão de embarque. Ela queria expulsar o comissário responsável pelo atendimento na aeronave.
Park Chang-jin, o comissário-chefe do voo, chegou a ser obrigado a pedir desculpas de joelho ao lado de quem havia servido as macadâmias. Ele foi expulso do avião e o voo só prosseguiu após isso.
A autoridade de transporte da Coreia do Sul chegou a dizer que, no momento do voo, ela era simplesmente uma passageira. Só poderia tomar atitudes para contornar o problema quando o avião pousasse.
Perdeu emprego e foi condenada
Heather Cho foi pressionada e renunciou ao cargo dias após o incidente. Foi presa no dia 30 de dezembro daquele ano.
Em fevereiro de 2015, a executiva foi condenada a um ano de prisão. Ela se declarou culpada por violar as normas de segurança da aviação por suspender a decolagem para expulsar o tripulante. Ela ficou cinco meses presa e foi solta após ter sua pena revista e suspensa.
O comissário Park Chang-jin abriu um processo nos Estados Unidos contra a executiva por sofrimento físico e psicológico. Em 2018 ele ganhou uma indenização no valor de US$ 18 mil.
Fonte: https://economia.uol.com.br/colunas/todos-a-bordo/2023/02/19/furia-das-macadamias-nozes-korean-air.htm. Acesso em 28/03/2023
No trecho “A mulher era vice-presidente da Korean Air e atrasou um voo da empresa [...]” (1º parágrafo), os verbos destacados estão respectivamente no:
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Texto 01
Leia o texto a seguir:
A executiva presa após chilique em avião porque prato não era de porcelana
A mulher era vice-presidente da Korean Air e atrasou um voo da empresa em que ela estava, na primeira classe. A razão é que serviram a ela macadâmias na embalagem original, e não em um pote de porcelana.
Em dezembro de 2014, Heather Cho (também chamada Cho Hyun-ah) estava em um voo da empresa entre EUA e Coreia do Sul. Ainda antes da decolagem, foi servido um pacote de macadâmias. Para Cho, a noz deveria ter sido entregue em uma tigela de porcelana, conforme o padrão da empresa, e não na embalagem original.
Heather Cho obrigou o piloto a tirar o avião da pista e taxiar de volta para o portão de embarque. Ela queria expulsar o comissário responsável pelo atendimento na aeronave.
Park Chang-jin, o comissário-chefe do voo, chegou a ser obrigado a pedir desculpas de joelho ao lado de quem havia servido as macadâmias. Ele foi expulso do avião e o voo só prosseguiu após isso.
A autoridade de transporte da Coreia do Sul chegou a dizer que, no momento do voo, ela era simplesmente uma passageira. Só poderia tomar atitudes para contornar o problema quando o avião pousasse.
Perdeu emprego e foi condenada
Heather Cho foi pressionada e renunciou ao cargo dias após o incidente. Foi presa no dia 30 de dezembro daquele ano.
Em fevereiro de 2015, a executiva foi condenada a um ano de prisão. Ela se declarou culpada por violar as normas de segurança da aviação por suspender a decolagem para expulsar o tripulante. Ela ficou cinco meses presa e foi solta após ter sua pena revista e suspensa.
O comissário Park Chang-jin abriu um processo nos Estados Unidos contra a executiva por sofrimento físico e psicológico. Em 2018 ele ganhou uma indenização no valor de US$ 18 mil.
Fonte: https://economia.uol.com.br/colunas/todos-a-bordo/2023/02/19/furia-das-macadamias-nozes-korean-air.htm. Acesso em 28/03/2023
No trecho “Em fevereiro de 2015, a executiva foi condenada a um ano de prisão” (7º parágrafo), os termos destacados são respectivamente:
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Texto 01
Leia o texto a seguir:
A executiva presa após chilique em avião porque prato não era de porcelana
A mulher era vice-presidente da Korean Air e atrasou um voo da empresa em que ela estava, na primeira classe. A razão é que serviram a ela macadâmias na embalagem original, e não em um pote de porcelana.
Em dezembro de 2014, Heather Cho (também chamada Cho Hyun-ah) estava em um voo da empresa entre EUA e Coreia do Sul. Ainda antes da decolagem, foi servido um pacote de macadâmias. Para Cho, a noz deveria ter sido entregue em uma tigela de porcelana, conforme o padrão da empresa, e não na embalagem original.
Heather Cho obrigou o piloto a tirar o avião da pista e taxiar de volta para o portão de embarque. Ela queria expulsar o comissário responsável pelo atendimento na aeronave.
Park Chang-jin, o comissário-chefe do voo, chegou a ser obrigado a pedir desculpas de joelho ao lado de quem havia servido as macadâmias. Ele foi expulso do avião e o voo só prosseguiu após isso.
A autoridade de transporte da Coreia do Sul chegou a dizer que, no momento do voo, ela era simplesmente uma passageira. Só poderia tomar atitudes para contornar o problema quando o avião pousasse.
Perdeu emprego e foi condenada
Heather Cho foi pressionada e renunciou ao cargo dias após o incidente. Foi presa no dia 30 de dezembro daquele ano.
Em fevereiro de 2015, a executiva foi condenada a um ano de prisão. Ela se declarou culpada por violar as normas de segurança da aviação por suspender a decolagem para expulsar o tripulante. Ela ficou cinco meses presa e foi solta após ter sua pena revista e suspensa.
O comissário Park Chang-jin abriu um processo nos Estados Unidos contra a executiva por sofrimento físico e psicológico. Em 2018 ele ganhou uma indenização no valor de US$ 18 mil.
Fonte: https://economia.uol.com.br/colunas/todos-a-bordo/2023/02/19/furia-das-macadamias-nozes-korean-air.htm. Acesso em 28/03/2023
Em “Heather Cho obrigou o piloto a tirar o avião da pista e taxiar de volta para o portão de embarque” (3º parágrafo), a oração destacada classifica-se como subordinada substantiva:
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Texto 01
Leia o texto a seguir:
A executiva presa após chilique em avião porque prato não era de porcelana
A mulher era vice-presidente da Korean Air e atrasou um voo da empresa em que ela estava, na primeira classe. A razão é que serviram a ela macadâmias na embalagem original, e não em um pote de porcelana.
Em dezembro de 2014, Heather Cho (também chamada Cho Hyun-ah) estava em um voo da empresa entre EUA e Coreia do Sul. Ainda antes da decolagem, foi servido um pacote de macadâmias. Para Cho, a noz deveria ter sido entregue em uma tigela de porcelana, conforme o padrão da empresa, e não na embalagem original.
Heather Cho obrigou o piloto a tirar o avião da pista e taxiar de volta para o portão de embarque. Ela queria expulsar o comissário responsável pelo atendimento na aeronave.
Park Chang-jin, o comissário-chefe do voo, chegou a ser obrigado a pedir desculpas de joelho ao lado de quem havia servido as macadâmias. Ele foi expulso do avião e o voo só prosseguiu após isso.
A autoridade de transporte da Coreia do Sul chegou a dizer que, no momento do voo, ela era simplesmente uma passageira. Só poderia tomar atitudes para contornar o problema quando o avião pousasse.
Perdeu emprego e foi condenada
Heather Cho foi pressionada e renunciou ao cargo dias após o incidente. Foi presa no dia 30 de dezembro daquele ano.
Em fevereiro de 2015, a executiva foi condenada a um ano de prisão. Ela se declarou culpada por violar as normas de segurança da aviação por suspender a decolagem para expulsar o tripulante. Ela ficou cinco meses presa e foi solta após ter sua pena revista e suspensa.
O comissário Park Chang-jin abriu um processo nos Estados Unidos contra a executiva por sofrimento físico e psicológico. Em 2018 ele ganhou uma indenização no valor de US$ 18 mil.
Fonte: https://economia.uol.com.br/colunas/todos-a-bordo/2023/02/19/furia-das-macadamias-nozes-korean-air.htm. Acesso em 28/03/2023
No trecho “Em dezembro de 2014, Heather Cho (também chamada Cho Hyun-ah) estava em um voo da empresa entre EUA e Coreia do Sul” (2º parágrafo), o uso da vírgula indica:
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Texto 01
Leia o texto a seguir:
A executiva presa após chilique em avião porque prato não era de porcelana
A mulher era vice-presidente da Korean Air e atrasou um voo da empresa em que ela estava, na primeira classe. A razão é que serviram a ela macadâmias na embalagem original, e não em um pote de porcelana.
Em dezembro de 2014, Heather Cho (também chamada Cho Hyun-ah) estava em um voo da empresa entre EUA e Coreia do Sul. Ainda antes da decolagem, foi servido um pacote de macadâmias. Para Cho, a noz deveria ter sido entregue em uma tigela de porcelana, conforme o padrão da empresa, e não na embalagem original.
Heather Cho obrigou o piloto a tirar o avião da pista e taxiar de volta para o portão de embarque. Ela queria expulsar o comissário responsável pelo atendimento na aeronave.
Park Chang-jin, o comissário-chefe do voo, chegou a ser obrigado a pedir desculpas de joelho ao lado de quem havia servido as macadâmias. Ele foi expulso do avião e o voo só prosseguiu após isso.
A autoridade de transporte da Coreia do Sul chegou a dizer que, no momento do voo, ela era simplesmente uma passageira. Só poderia tomar atitudes para contornar o problema quando o avião pousasse.
Perdeu emprego e foi condenada
Heather Cho foi pressionada e renunciou ao cargo dias após o incidente. Foi presa no dia 30 de dezembro daquele ano.
Em fevereiro de 2015, a executiva foi condenada a um ano de prisão. Ela se declarou culpada por violar as normas de segurança da aviação por suspender a decolagem para expulsar o tripulante. Ela ficou cinco meses presa e foi solta após ter sua pena revista e suspensa.
O comissário Park Chang-jin abriu um processo nos Estados Unidos contra a executiva por sofrimento físico e psicológico. Em 2018 ele ganhou uma indenização no valor de US$ 18 mil.
Fonte: https://economia.uol.com.br/colunas/todos-a-bordo/2023/02/19/furia-das-macadamias-nozes-korean-air.htm. Acesso em 28/03/2023
Em “Ela se declarou culpada por violar as normas de segurança da aviação por suspender a decolagem para expulsar o tripulante” (7º parágrafo), a preposição destacada indica a ideia de:
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Texto 01
Leia o texto a seguir:
A executiva presa após chilique em avião porque prato não era de porcelana
A mulher era vice-presidente da Korean Air e atrasou um voo da empresa em que ela estava, na primeira classe. A razão é que serviram a ela macadâmias na embalagem original, e não em um pote de porcelana.
Em dezembro de 2014, Heather Cho (também chamada Cho Hyun-ah) estava em um voo da empresa entre EUA e Coreia do Sul. Ainda antes da decolagem, foi servido um pacote de macadâmias. Para Cho, a noz deveria ter sido entregue em uma tigela de porcelana, conforme o padrão da empresa, e não na embalagem original.
Heather Cho obrigou o piloto a tirar o avião da pista e taxiar de volta para o portão de embarque. Ela queria expulsar o comissário responsável pelo atendimento na aeronave.
Park Chang-jin, o comissário-chefe do voo, chegou a ser obrigado a pedir desculpas de joelho ao lado de quem havia servido as macadâmias. Ele foi expulso do avião e o voo só prosseguiu após isso.
A autoridade de transporte da Coreia do Sul chegou a dizer que, no momento do voo, ela era simplesmente uma passageira. Só poderia tomar atitudes para contornar o problema quando o avião pousasse.
Perdeu emprego e foi condenada
Heather Cho foi pressionada e renunciou ao cargo dias após o incidente. Foi presa no dia 30 de dezembro daquele ano.
Em fevereiro de 2015, a executiva foi condenada a um ano de prisão. Ela se declarou culpada por violar as normas de segurança da aviação por suspender a decolagem para expulsar o tripulante. Ela ficou cinco meses presa e foi solta após ter sua pena revista e suspensa.
O comissário Park Chang-jin abriu um processo nos Estados Unidos contra a executiva por sofrimento físico e psicológico. Em 2018 ele ganhou uma indenização no valor de US$ 18 mil.
Fonte: https://economia.uol.com.br/colunas/todos-a-bordo/2023/02/19/furia-das-macadamias-nozes-korean-air.htm. Acesso em 28/03/2023
No trecho “Para Cho, a noz deveria ter sido entregue em uma tigela de porcelana, conforme o padrão da empresa, e não na embalagem original” (2º parágrafo), o termo destacado faz referência a:
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Texto 01
Leia o texto a seguir:
A executiva presa após chilique em avião porque prato não era de porcelana
A mulher era vice-presidente da Korean Air e atrasou um voo da empresa em que ela estava, na primeira classe. A razão é que serviram a ela macadâmias na embalagem original, e não em um pote de porcelana.
Em dezembro de 2014, Heather Cho (também chamada Cho Hyun-ah) estava em um voo da empresa entre EUA e Coreia do Sul. Ainda antes da decolagem, foi servido um pacote de macadâmias. Para Cho, a noz deveria ter sido entregue em uma tigela de porcelana, conforme o padrão da empresa, e não na embalagem original.
Heather Cho obrigou o piloto a tirar o avião da pista e taxiar de volta para o portão de embarque. Ela queria expulsar o comissário responsável pelo atendimento na aeronave.
Park Chang-jin, o comissário-chefe do voo, chegou a ser obrigado a pedir desculpas de joelho ao lado de quem havia servido as macadâmias. Ele foi expulso do avião e o voo só prosseguiu após isso.
A autoridade de transporte da Coreia do Sul chegou a dizer que, no momento do voo, ela era simplesmente uma passageira. Só poderia tomar atitudes para contornar o problema quando o avião pousasse.
Perdeu emprego e foi condenada
Heather Cho foi pressionada e renunciou ao cargo dias após o incidente. Foi presa no dia 30 de dezembro daquele ano.
Em fevereiro de 2015, a executiva foi condenada a um ano de prisão. Ela se declarou culpada por violar as normas de segurança da aviação por suspender a decolagem para expulsar o tripulante. Ela ficou cinco meses presa e foi solta após ter sua pena revista e suspensa.
O comissário Park Chang-jin abriu um processo nos Estados Unidos contra a executiva por sofrimento físico e psicológico. Em 2018 ele ganhou uma indenização no valor de US$ 18 mil.
Fonte: https://economia.uol.com.br/colunas/todos-a-bordo/2023/02/19/furia-das-macadamias-nozes-korean-air.htm. Acesso em 28/03/2023
No título do texto, a palavra “chilique” indica:
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Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: SELECON
Orgão: SAAE Lucas do Rio Verde-MT
- Protocolos e ServiçosConfiguração de RedeDNS: Domain Name System
- Protocolos e ServiçosInternet e EmailHTTPS: Hyper Text Transfer Protocol Secure
- Protocolos e ServiçosInternet e EmailIMAP: Internet Message Access Protocol
O TCP é um protocolo orientado à conexão e fornece uma comunicação confiável, com vários recursos. O UDP, por sua vez, é um protocolo de transporte em tempo real sem conexão, que oferece um processo de comunicação mais rápido, mas com pouca confiabilidade. Esses protocolos da camada de transporte utilizam portas padronizadas e conhecidas para se comunicarem com os protocolos dos serviços da camada de aplicação. Assim, na comunicação DNS-TCP, HTTP-TCP e IMAP-TCP, as portas são respectivamente:
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Disciplina: Engenharia Civil
Banca: SELECON
Orgão: SAAE Lucas do Rio Verde-MT
A figura a seguir ilustra uma coluna birrotulada, com seção transversal quadrada de lado 6 cm, submetida a uma carga axial compressiva P. A coluna é construída em aço estrutural com tensão de escoamento igual a 250 MPa e módulo de Young de 200 GPa.

(Dimensões em metros)
Um engenheiro deseja calcular a máxima carga admitida sobre a coluna, considerando um fator de segurança igual a 3,0 sobre a carga crítica de flambagem e 2,0 sobre a carga associada ao escoamento do material. Desse modo, a máxima carga P que pode ser aplicada sobre essa coluna vale, admitindo \( \pi^2 \) = 10:
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Disciplina: Engenharia Civil
Banca: SELECON
Orgão: SAAE Lucas do Rio Verde-MT
Um engenheiro civil representa esquematicamente uma laje maciça de concreto armado (peso específico de 25 kN/m³) L1 com espessura de 10 cm e simplesmente apoiada sobre as vigas V1, V2, V3 e V4.

(Dimensões em metros)
Admitindo revestimento sobre a laje com peso de 2,0 kN/m² e sobrecarga de 0,5 kN/m², e desprezando os efeitos de engastamento perfeito e o peso próprio das vigas, o máximo momento fletor atuante na viga biapoiada V2 é de:
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Caderno Container